131631272 Contabilidade De Custos Livro De Exercicios

I  AO Eliscu Martin Martins s c Professor da Facukladc de Econ Econor nia. 1 racaao e Contahilidadc rac Ern rnccrito Adrninis- oda USP. Pr o- ressor do Depanamcnto li,ro de e$ercicios I Eliseu &artins 0elin1ton  ocha. - *. ed. - Sao Paulo > Atlas! 5*. S(? 78:-:-554-7;-; *. Conta#ilidade de custos 5. Conta#ilidade de custos - Pro #lemas! e$er dcios etc. I. itulo. 7-54 CDD-=8.45 -=8.458= indices ara catalo1o sistematicoe *. Conta#ilidade de custos =8.45 5. Custos > Conta #ilidade =8.45 =8.458= ;. E$er dcios > Conta #ilidade de custos =8.458= 4. Pro#lemas > Conta#ilidade de custos 2D2S 2S DE2S  ESE %AD2S - E  pro i#ida a re producao total ou  parcial! de "ual"uer  for ma ou  por "ual"uer meio. A ,iolacao dos direitos de autor '3ei [email protected] 7.=*/ 7: e cr ime esta #elecido pelo arti1o *:4 do C=di1o Penal. De p=sito le1al na (i#lioteca  ?acional conforme Decreto [email protected] *.:5! de 5 de deBem#ro de *78. m presso no  +rasil/   , rint ed in +ra - il  ; Editor a Atlas S.A.  ua Conselheiro  ?e #ias! *;:4 'Campos Elf sios *5;-74 Sao Paulo 'SP el.> '2 ** ;;8-7*44 'PA(  .EditoraAtlas.com. #r  Sumario  re.cicio a 1 o- edicii» , 8 * A Conta #ilidade de Custos! a Conta #ilidade Financeira e a Conta#ilid ade erencial ! 7 5 erminolo1ia Conta#il (asica! *; ; Pr indpios Conta#eis A plicados a Custos! *8 4 Al1umas Classificacoes e ?omenclatur as de Custos! 55  Es"uema (asico da Conta#ilidade de Custos '! 58 = Es"uema (asico da Conta#ilidade de Custos ' - DepartarnentaliBacao ! ;; 8 Cr iterio de ateio dos Custos ndiretos! 4 : Custeio (aseado em Ati,idades 'A(C - A #orda1em lnicial! 4 7 Aplicacao de Custos ndir etos de Pr oducao! ; * &ateriais Diretos! 7 ** &ao de 2#ra Dir eta! = *5 Pro#lemas Es peciais da Producao por 2rdem! 8 *; Pro #lemas Especiais da Producao Continua! 8= *4 Producao Con unta e Pro#lemas Fiscais na A,aliacao de Esto"ues ndustri ais> Custos Conuntos! :* * Custo Fi$o! 3ucro e &ar 1em de Contri#uicao! := *= &ar 1em de Contri#uicao e 3imitacoes na Ca pacidade de Producao! 7* *8 Custeio %aria,el! 7= *: &ar 1em de Contri#ui cao! Custos Fi$os dentificados e  etorno so #re o n,estimento! *5 *7 Fi$acao do Pr eco de %enda e Decisao so #r e Compra ou Pr oducao! *8 5 Custos mputados e Custos Perdidos! **; 5* Al1uns Pro #lemas Es peciais> como Custo %aria,el! **8 Custos de  eposicao e &ao de 2#ra Direta = 55 elacao Custo/%olume / 3ucro 3ucro - Consideracoes niciais! niciais ! *55 5; Consideracoes Adicionais sa#re Custo/%olume/ 3ucro! 3ucro! *5= 54 Custeio Custei o (asead (aseado o em Ati Ati,id ,idade adess 'A( 'A(C C - A#ord A#ordaa 1em erencial e e esstao Estrate1ica de Custos! *;* 5 Controla,eis e Custos Estimados! Estimados! *;: Controle! Custos Controla,eis 5=  -padrao! Custo padrao! 58 Analise das %a %ariacoes riacoes de &ateriais e & ao de 2#ra! *4 *48 8 5: Analise das %ari Ana %ariaaco coees de Cu Cusstos ndiretos! *5 57 Conta#iliBac ao do Custo-padrao - o Pro#lema da nflacao! *= Conta#iliBaca ; lmplantacao de Sistema Sistemass de Custos! *=* *4; Prefacio a 1 o- Edicao Esta edicao do 3i,ro de E$ercicios E$ercicios relaciona-se a decirna edicao do 3i,ro-e$to! 3i,ro-e$to! adaptada as disposicoes dos Pronunciamentos ecnicos ecnicos CPC! CPC! especialmente do CPC *=! "ue trata trata da ,aloracao de esto"ues! e das 3eis **.=;:/8 e **. 74*/7. Alem disso! ha! tam#ern! al1umas alteracoes alt eracoes de termos ou sentencas! ,isando dar d ar mais clareBa aos enunciados dos e$ercicios e melhorar o processo de ensino-aprendiBa1em. 3em#ramos "ue as respostas-cha,e de todos os e$ercicios deste li,ro encontramse no  site da editora '.EditoraAtlas.com.#r no mesmo  site contin continuam uam a disposicao dos profes professores sores cadast cadastrados rados as soluco solucoes es completas. e1istramos no,amente nosso a1radecimento aos professores "ue " ue cola#oram en,iando su1est=es e! especialmente! com nossa 1ratidao! ao Professor eraldo (ar#ieri! a ,ete Fa,a e a Professora Gacira udora Carastan (in memoriam/  *liseu Martins 0elington 1oc%a 1 ! Contabilidade de Custos, a Contabilidade "inanceirae a Contabilidade #erencial I-------------------------- $ESP%S&! D% E'E$CICI% P$%P%S&% F! %! %! F e% E'E$CICI%  *+* A resposta deste e dos pro$imos e$ercicios encontra-se disponi,el no  site: 1. A respeito do periodo "ue ,ai ate a e,olucao ndustrial! no seculo %! niio se pode afirmar "ue> a Somente a Conta#ilidade Financeira 'eral e$istia ate entao.  # A Conta#ilidade eral foi desen,ol,ida na era &ercantilista. c A Conta#ilidade eral estruturou-se para ser,ir ao comercio! HA apuracao dos ,alores de compra dos #ens era muito dificil. e Para apurar o resultado! #asta,a le,antar os esto"ues fisicos. 5. As funcoes 1erenciais mais rele,antes rele,antes da Conta#ilidade de Custos sao> a Au$ilio ao controle e apuracao de mpasto de enda.  # Auda a tomada de decisao e le,antamento de (alance. >~, >~ , Au$ilio ao controle e ao processo de tomada de decisao! d %aloracao dos esto"ues fisicos e tomada de decisoes. e Au$ilio ao controle e a ,aloracao dos esto"ues fisicos. ;. @uanto a funcao erencial de controle! pode-se afirmar "ue a Conta#ilidade de Custos e importante para> a Apenas au$iliar  na a,aliacao dos esto"ues fisicos. H Fornecer dados  para fi$ar padroes de comparacao! c Apenas au$iliar  na a,aliacao dos lucros 1lo#ais. d Au$iliar na a,aliacao de esto"ues e lucros 1lo#ais. e Au$iliar na preparacao de dernonstracoes conta#eis. * 4. Um e$emplo de informacao 1erada pelos Sistemas de Custos e> a 3uera do periodo.  # lndice de li"uideB. J' Custo por unidade. d 3uera por acao. e Di,idendos a pa1ar. . A conciliacao entre a Conta#ilidade Finaneeira e a de Custos e> a lrrele,ante.  # Anti"uada. K' Fundamental. Desnecessaria. d e Praetada. E'E$CICI%  *+ Assinalar a alternati,a eorreta> *. ?ao e infor macao 1erada  por um Sistema de Custos> a %alor dos esto"ues.  # Custo das  perdas. e Custo por departamento. H Duplieatas a reee#er. e Custo por etapa do  praeesso. 5. Como e$emplo de decisao 1erencial "ue  pode ser su#sidiada  pelo Sistema de Custos temos> a Distri#uicao de acoes aos socios.  # Constituicao de r eser,a le1al. c Pa1amento de multas am #ientais.  2 3l( Adrninistracao de  precos de ,enda. e &anutencao da eonta LCai$a e (aneosL. Como e$emplos de element os fa #ris de eustos de uma empresa de manufatura!  podern-se citar > ;. a De pr eciacao de e"uipamentos e eompra de acoes.  #  efu1os! sa #r as e salar ies da alta administracao. M &ao de o #ra! materi a -prima! sa #r as e r efu1os. d Ener1ia! mater ial de escr itor io e salar io da eonta #ilidade. e &aterial de escr itorio! telefone e mater ial de em#ala1em. 4. A falta de conciliacao entr e Conta #ilidade de Custos e Conta#ilidade er al traB> a Acur acia. H Distorcoes. c 2portunidades. d ele,ancia. e Fundamentos. E'E$CICI%  *+Assinalar Falso 'F ou %erdadeiro ()! CF-A As funcoes do Contador tornaram-se mais simples! com o ad,ento da industria de manufatur a. '% Ate o seculo %! as empresas ,i,iarn  #asicarnente do cornercio. ')/ 3uera #ruto e o r esultado do confr onto do custo das rnercadorias ou  produtos ,endidos ou dos ser,ices prestados aos clientes com a res pecti,a r eceita li"uida. Cf    uso da Conta#ilidade de Custos coma instrumento 1er encial sempre foi a  principal preocupacao dos Contadores! Auditores e Fiscais. CF Somente industrias rnanufatur eiras Custos. de,em-se utiliBar da Conta #ilidade de E'E$CICI%  *+. Assinalar  Falso 'F ou %er dadeiro ()! C) Em empresas  prestadoras de ser,ices! a Conta#ilidade de Custos  pode ser  utiliBada para dar suporte ao processo de 1estao>  planeamento! e$ecucao e controle das ati,idades. CF A Conta#ilidade de Custos tern um esco po mais arn plo "ue a Conta #ilidade er encial. CF A utiliBacao de inf or rnacoes de custos  passou! ao lon1o do tem po! do setor  de ser,ices para o de rnanufatura. '% Sistemas de Custos sao su#sistemas do Sistema de nformacao erencial 'S. 'H  Sistema de Custos em empresas  prestadoras de ser,ices nao tern contas de esto"ues e os elementos de custos sao os mesmos do sistema de custos de em pr esas industriais de manufatur a. E'E$CICI%  *+/ Assinalar  a alternati,a correta> *. N ao e o #eti,o normal de um sistema de custos fornecer informacao  para su#sidiar o  processo de> a Controle.  # Plane amento. c omada de decisao. d A,aliacao de desem penhos. H Distri#uicao de di,idendos. ** 5. Uma entidade o#eto de custeio e> a Uma pessoa fisica ou uridica or 1aniBacional.  #  montante de custos de um produto ou ser,ice. c Uma ,aria,el aleatoria importante para os 1estor es. @ual"uer coisa cuo custo sea importante e  custo e o #eneficio de determinada conhecer. decisao tomada. ;.  4iio e entidade o#eto de custeio> *'oecisao. -  # Produto. c Ati,idade. d Processo. e Departamento. 4. Sao e$emplos de decis=es normalmente tomadas com #ase em infor macoes de custos> " Concessao de descontos sa#re  precos.  # Esta#ilidade e declinio do produto no mercado. c Crescimento e maturidade do produto no mercado . d Ela#oracao de (alance e Dernonstracao de esultados. e etaliacao de no,as concorr entes . entrantes no mercado. nformacoes de custos tendem a ser mais uteis em situacoes de> a Cartel.  # 2li1opolio. c &onopolio! d Capitalismo. #$ Concorrencia. A resposta destes e$ercfcios encontra-se dis poni,el no  site: *. Cf 5. 'C! Consumo de ener1ia ;. C astos com mao de o#ra. 4. . (%) Consumo de com#usn,el. =. ci A"uisicao de ma"uinas! o- Depreciacao de ma"uinas. Cornissoes proporcionais as ,endas. *. O ernuneracao do pessoal da Conta#ilidade eral 'salaries. Depreciacao do predio da Empresa. **. '@! Consumo de materia-prima! *5. (r) A"uisicao de em#ala1ens. *;. () Deterioracao do esto"ue de materia-prima *4. cQ ernuneracao do tempo do pessoal em 1re,e. 8. :. 7. oO ,- o- Compra de materia-prima. eletrica. astos com pessoal do Faturamento 'salario. par enchente. ( ~ ) eracao de sucata no processo produti,o. *=. CPA Estra1o acidental e impre,isf,el de late de material. *. *8. '  econhecimento de duplicata coma nao rece#i,el. *:. C-*A astos com desen,ol,imento de no,as produtos e processos. *7. 'C astos com se1uro contra incendio! 5. (2) Consumo de em#ala1ens. E'E$CICI%  +/ Dados os se1uintes e,entos ocorridos em determinada *. empresa no mes de a#ril> Compra de material no ,alor de R *.! a pa1ar no mes se1uinte. 5. Pa1amento! em che"ue! dos salaries relati,os ao mes de marco> R .. ;. UtiliBacao de mao de o#ra! a pa1ar em maio! sendo> pessoal da producao R :.! e da adrninistracao! R ;.. 4. Conta#iliBacao da depreciacao do mes! sendo> dos e"uipamentos de producao R 8. dos ,eiculos de uso da diretoria! R 5.. . Consumo de parte do material ad"uirido no item *! sendo> na producao! R ;.: e na administracao! / *.. =. Perda normal de material na producao> R 5. * b 8. Ener1ia eletrica ad"uirida e consumida no mes! a pa1ar no mes se1uinte ! R :.. Uma "uarta parte desse total ca#e as areas administrati,a e comercial da empresa e  restante a de producao. :. Compra de uma rna"uina para a area de producao! por R .! a pa1ar em duas parcelas i1uais! semuros! tendo sido a primeira pa1a no ato da compra. Entrara em operacao no mes se1uinte. 7. Uma enchente inesperada destruiu parte do esto"ue de materiais> R 5.. *. (ai$a pela ,enda de produtos cuo custo e composto pelos recursos consumidos! utiliBados ou transformados em a#ril no processo  produti,o. UtiliBando a terminolo1ia normalmente empre1ada no meio conta#il!  "ede se: a classificar os e,entos do mes de a#ril e  # calcular o ,alor total dos 1astos! desem#olsos! in,estimentos ! custos! despesas e perdas ocorridos em a#ril. A resposta destes e$ercfcios encontra-se disponi,el no  site: e  TM Da &aterialidade ou ele,ancia.  # Do Conser,adorismo ou Prudencia! c Do Custo +istorico como (ase do %alor. d Da Consistencia ou Uniformidade. e Da ealiBacao da eceita. e .  Conser,adorismo traB a Conta#ilidade uma ,isao mais> )t1 Preca,ida.  # A1ressi,a. c Arroada. d Arriscada. e 2timista. E'E$ CICI%  -+Assinalar a alternati,a correta > 1. 2s recursos relati,os ao processo produti,o sao denominados! na terrninolo1ia conta#il! de> a Despesas.  # Perdas. c n,estimentos. H Custos. e Desem#olsos. 5. 2s recursos relati,os a administracao 1eral! as ,endas e aos financiamentos sao denominados! na terminolo1ia conta#il! de> a Custos. ! Despesas. c Desem#olsos. d n,estimentos. e Perdas. ;. A Auditoria E$terna de,e ,erificar a correta utiliBacao do Custeio> a Direto.  # %aria,el! , A#sorcao! 1! d A(C. e Pleno. 4.  tratamento ! do ponto de ,ista conta#il! mais indicado para 1astos com pes"uisa e desen,ol,imento e> a Despesas.  # Perdas. 1 e n,estimentos. d Custos. e Desem#olsos. . 2#ser,ar as sentencas a se1uir> - Guros! ,ariacoes cam#iais e correcoes monetarias decorrentes do financiamento da compra de materia-prima de,em ser considerados como  parte do custo do produto ela#orado com ela. *7  - Ao faBer uso de seus e"uipamentos fa#ris para a construcao de um cofre para uso  proprio! uma empresa de,e trata-lo como despesa.  - @uando se acumulam custos de ,arios  periodos conta#eis! o correto e transformar esses di,ersos custos! incorridos em periodos diferentes! em "uantidade de moeda de capacidade a"uisiti,a constante. N - %alores irrele,antes dentro dos 1astos totais da empresa nao precisam necessariamente ser se1re1ados em custo e despesa. As sentencas corretas sao> a) I e N.  # 4! II e %. c !  e %. d !  e . . >~ III e %. E'E$CICI% (1 -+. Assinalar Falso CFA ou %erdadeiro ()! 'f-  ?a pratica! nao 2a  pro#lemas para se1re1ar custos e despesas de forma clara! direta e o#eti,a. CF ecursos 1astos "ue sao rele,antes !  porern repetiti,os a cada  periodo! "ue numa e,entual di,isao teriam sua parte maior considerada como despesa! de,em ser rateados. C% %alores! cuo rateio e e$tremamente ar#itrario! de,em ser e,itados para apro-  priacao de custos. ') ! A re1ra para separacao entre custos e despesas consiste em definir o momenta em "ue o produto esta pronto para ,enda. '- astos com Pes"uisa e Desen,ol,imento de no,os  produtos ou  processos de,em ser considerados sempre como custos dos produtos! nunca despesas do periodo. E'E$CICI%  -+/ Uma empresa do ramo de cornunicacoes edita! imprime e distri#ui duas re,istas! sendo uma mensal e uma semanal! utiliBando e$clusi,amente papel de imprensa im portado da ?orue1a. 2s dados relati,os a necessidade de sua pr incipal materia-prima 'papel e aos 1astos da area de compras sao demonstrados nas ta#elas a se1uir> a#ela * Tirag em normal  , em tuimero de e5em"l ares 5 $evistas &ira0em Periodicidade &ode ma *. &ensal : 0eekl9 *. Semanal =  de  pa1inas a#ela 5 6uantidade de "a"el "or e5em"lar Materiais Moderna 2ee3l4 PapeV couche 'para as pa1inas *= 1 *5 1 PapeV supercalandrado ; 1 ; 1 'para capas a#ela ; 7astos do )e"artamento de Com"ras em marro (em $). Salaries! encar1os sociais e #eneffcios :.4 Alu1uel e PU 7 A1ua! luB e telefone 5 Depreciacao =5 2utros 8: Por meio de analise do processo de suprimento! ,erificou-se "ue =W do tempo das pessoas e dos demais recursos sao dedicados a producao! pois referem-se as ati,idades de planear! comprar e faBer  .ollo#u" de papel. A area administrati,a a#sor,e ;W e a de ,endas! 134 das ati,idades. Durante o mes de marco! foi ad"uirida e rece#ida uma partida de papel! na "uantidade necessaria para a  producao de um mes! aos se1uintes  precos> Pael Custo CI"5ton+ Couche :  X Su percalandrado 8:  X I Para poder li"uidar a operacao de cam#io! a empresa recorreu a um ernprestimo #ancario! arcando com uros de ;W ao mes! durante * dias 'o cam#io foi fechado na data do desern#araco aduaneiro a ta$a deR 5! por euro. 2utros dados> Y no final do mes! o custo CF do papel! considerando-se os precos no mercado internacional! era de :5X/ton.  para o couche e de :X/ton.  para o supercalandrado Y a ta$a de carn#io no ultimo dia do mes era deR 5!= por euro e Y toda a materia-prima ad"uirida no mes encontra,a-se no esto"ue no dia ;*. Pede-se calcular> a o ,alor de custo 'total e unitario da materia-prima e$istente no esto"ue final de rnarco! de acordo com os Principios Conta#eis! com a inclusao de 1astos da area de compras e  # o ,alor do impacto e o efeito no resultado de marco! caso os 1astos com a area de compras nao fossem inclufdos no esto"ue. A resposta destes e$ercfcios encontra-se disponf,el no  site: . 5* 4 !l0umas Classificacoes e omenclaturasde Custos $ESP%S&!S D% E'E$CICI% P$%P%S&% a R *.5..  # R *.8.. c R *... E'E$CICI%  .+* A resposta deste e dos pro$irnos e$erdcios encontra-se disponi,el no  site: EmR Esto"ue inicial de rnateria-prima ; Esto"ue final de materia-prima 45 Despesas administrati,as de toda a empresa *5 Esto"ue inicial de produtos em processo 54 Esto"ue final de produtos em processo ; &ao de o#ra direta utiliBada na producao de #ens = Custos indiretos de producao 4: Compras de rnateria-prima 85 Esto"ue inicial de produtos aca#ados ;= %enda de 7W do total disponf,el de produtos aca#ados por Frete pa1o para entre1ar produtos aca#ados ,endidos Guros apropriados so#re emprestimos #ancarios o#tidos Pede-se calcular> a  Custo dos Produtos %endidos 'CP%.  #  3ucro (ruto '3(. c  3ucro 'ou preuiBo antes do mpasto de enda '3A. 5.4 * 8 t I E'E$CICI% (D .+ A empresa &oodKs +air produB um unico produto '$ampu de camomila "ue e ,endido! em media! por R 7! cada unidade 'preco li"uido de tri#utos. Em determinado periodo! em "ue nao hou,e esto"ues iniciais! produBiu inte1ralmente *4. unidades! e incorreu nos se1uintes custos e despesas 'emR> Super,isao 1eral da fa#rica *8. Depreciacao dos e"uipamentos de fa#rica *. Alu1uel do 1alpao industrial 5.4 Adrninistracao 1eral da empresa :. &aterial direto 5! por unidade &ao de o#ra direta *! por unidade Ener1ia eletrica consumida na producao !4 por unidade Cornissao so#re ,endas !8 por unidade Frete para entre1ar produtos ,endidos !* por unidade Considerando-se "ue no final do periodo ha,ia *. unidades do produto aca #ado em esto"ue! e "ue nao hou,e perdas! pede-se calcular> a  Esto"ue Final dos produtos aca#ados. b) 3 3ucro 'ou preuiBo do periodo. E'E$CICI% (D .+ A empresa Camanducaia foi constitufda em 5-*-l com capital inicial deR *. totalmente su#scrito e inte1raliBado em moeda corrente nacional.  o#eti,o da em presa e produBir arti1os para festas em 1eral.  preco rnedio de ,enda do produto aca#ado e estimado pelo pessoal da area de marketin1 emR 7! por unidade. mpastos e comiss=es so#re receita #ruta totaliBam 5W do preco. Durante o mes de aneiro ocorreram os se1uintes custos e despesas! todos pa1os dentro do proprio mes 'emR> Alu1uel da fa#rica ;. Super,isao da fa#rica 7. &ateria-prima 'R ;!/u ;=. &ao de o#ra direta 54. Despesas administrati,as :.  ?o final do mes! *5. pacotes de confete ha,iam sido integralmente  produBidos e esta,am armaBenados para serem ,endidos no mes se1uinte 'nao hou,e ,endas emaneiro. Pede-se ela#orar> a A Dernonstracao de esultados relati,a ao mes de aneiro.  #  (alanco Patrimonial do dia ;* de aneiro. 5; E'E$CICI% n .+. A Empresa do (! pradutora de cadernos em to#i! em determinado perfodo apre- sentou os se1uintes dados 'emR> *. Esto"ue inicial de mater ia-prima . 5. Compra de materia-prima *5. ;. Despesas administrati,as 5. 4. Despesas financeiras *. . Despesas comerciais 5. =. Esto"ue inicial de pradutos em  pracesso 4. 8. &ao de o#ra direta *. :. Esto"ue final de pradutos em pracesso . 7. Custos indiretos de producao :. *. Esto"ue final de mater ia- prirna 8. **. Esto"ue inicial de  pradutos aca #ados =. *5. %enda de :W do total disponi,el de pradutos aca#ados  par  4. Pede-se calcular > a  Custa otal de Producao 'CPP.  #  Custa da Producao Aca #ada 'CPA. c  Esto"ue Final de Pradutos Aca #ados. d  Custa dos Pradutos %endidos 'CP%. e  3uera (ruto. f  3uera Antes do 4mpasto de  enda '3A . E'E$CICI% n .+/ Assinalar a alternati,a correta > *. Custos dir etos em r elacao aos  produtos sao a"ueles "ue  podem ser> a  ateados em  #ases nao ar#itr arias!  # %istas fisicamente incorporados aos  pradutos. c  astreados e alocados com  #ase em criterios lo1icos. d &ensur ados e a pra priados aos  pradutos com  pr ecisao. e &ensur ados e a prapriados aos  pracessos com  pr ecisao! 5. Classificam-se coma fi$os os elementos de custos cuo ,alor total! dentra de determinado inter,alo de tempo! em relacao as oscilacoes no ,olume de  pr oducao> a Acompanhe o ,olume.  # Perrnaneca constante. c Diminua com o aumento de ,olume. d Aumente com a diminuicao de ,olume. e enha corr elacao com o ,olume de  pr oducao. 54 ;. Custos alocados aos produtos par meio de estimati,as e apro$imacoes denominados custos> sao a Diretos.  # 2rcados. c ndiretos. d Estimados. e Apro$imados. 4. Para classificar os custos coma fi$os ou ,aria,eis e importante conhecer> a  ,olume de producao. b) 3 ,alor monetario dos custos. c  horiBonte temporal da analise. d  inter,alo rele,ante de nf,el de producao. e odas as alternati,as anteriores estao corretas. . Suponha "ue uma empresa remunere seus ,endedores e$clusi,amente  par  meio de um percentual incidente sa#re o ,alor das ,endas realiBadas. ?este caso! a rernuneracao dos ,endedores! para a empresa! e> a Custa Fi$o.  # Despesa Fi$a. c Despesa &ista. d Custa %aria,el! e Despesa %aria,el! =. ?ormalmente sao custos indiretos em relacao aos produtos> a Alu1uel e super,isao.  # Alu1uel e em#ala1ens. c Promocao e propa1anda. d &ateria-prima e super,isao. e &ateria-prima e em#ala1ens. 8. ?ormalmente sao custos diretos em relacao aos produtos> a Alu1uel e super,isao.  # Alu1uel e em#ala1ens. c Promocao e propa1anda. d &ateria-prima e super,isao. e &ateria-prima e em#ala1ens. :. Uma ma"uina tern seu ,alor econ=mico definido em funcao da o#solescencia e esta e estimada em cinco anos. A ma"uina e utiliBada para fa#ricar tres produtos alternadamente> o produto Pl utiliBa != hm par unidade! o P5! *! hm  par unidade e o P; utiliBa ;!8 hm par unidade 'hm 5 hora-rna"uina. ?esta situacao! a depreciacao dessa ma"uina! em relacao aos produtos! de,e ser classificada como custo> a) Primario!  # Direto e fi$o. 5 c Dire to e ,aria,el. d ndireto e fi$o. e ndireto e ,aria,el. 7. Em uma industria metalur1ica "ue fa#rica ,aries produtos! ,erifica-se a ocorrencia dos se1uintes e,entos em determinado periodo> R Eventos Consumo de ener1ia diretamente proporcional ao ,olume 400 &ateria-prima trasnformada em produtos aca#ados 500 astos com o Pessoal do Faturamento 'salaries e encar1os sociais 300 Depreciacao de ma"uinas de producao comuns 'linha reta 200 +onoraries da Administracao da Producao 600 Depreciacao do e"uipamento de processamento de dados da Conta#ilidade eral 100 Pede-se calcular o ,alor dos custos diretos 'CD! indiretos 'C! fi$os 'CF e ,aria,eis 'C% no periodo. *. Em uma industria de oleo ,e1etal ,erificou-se a ocorrencia das se1uintes transacoes! em determinado mes> a &oa1em de cin"uenta ' toneladas de soa ao custo de R /t.  # Depreciacao do e"uipamento de moa1em> R ;.. c UtiliBacao de recipientes para em#ala1em do oleo> R 5. 'R !5/un.. d UtiliBacao de mao de o#ra de "uatro operarios cuo custo e de R *. 'um mil por mes! cada um 'salario e encar1os sociais. e UtiliBacao de rotulos de papel para colocar nas 1arrafas de oleo> R : (/ !:/un.. *) otaliBacao da conta de ener1ia eletrica! no ,alor de R 4.! sendo> R ;. correspondentes a demanda minima pre,iamente contratada com a concessionaria e R *. proporcionais ao consumo e$cedente. Pede-se calcular o ,alor dos custos fi$os e dos ,aria,eis na"uele mes. A resposta destes e$erdcios encontra-se disponi,el no  site: *. Calcular> a  custo unitario de cada  produto.  #  custo total de cada  produto. c  Custa dos Produtos %endidos no  penodo. d) 3 ,alor do Esto"ue Final de Produtos Aca#ados. 5. Ela#orar> a Um "uadro demonstrando o custo direto total  par  produto.  # Um &apa de ateio dos Custos ndiretos de Producao 'CP dos elernentos de custos aos  produtos. c A Demonstr acao de esultados do  perfodo! considerando ;W de m posto de enda sa#re o lucro. d  (alance Patrimonial de ;*-*5-l. ; E'E$CICI%  /+. A empresa u#i produB dais produtos! A e (! cuo ,olume de producao e de ,endas e de cerca de *5. unidades do Produto A e 4. unidades do (!  par perfodo! e os Custos ndiretos de Producao 'CP totaliBam R .. Em determinado perfodo! foram re1istrados os se1uintes custos diretos par unidade 'emR> HI I &aterial-direto &ao de o#ra direta ~$ 5i A B 5 5 * = Pede-se calcular o ,alor dos Custos ndiretos de Producao 'CP de cada produto! utiliBando o custo de mao de o#ra direta coma #ase de rateio. E'E$CICI%  /+/ Uma industria de confeccoes produB e ,ende dais tipos de roupas femininas> saias e ,estidos. Ela nao possui sistema de Conta#ilidade de Custos par departamento e as principais informacoes sao dadas a se1uir> a#ela *  recos e volumes tiormais de  "roduciio e vendas .~ Produtos ~ Preeo de venda  #ruto (or un. 7olume (em unidades) 7olume de vendas (em unidades) .~ Saias R = ;. ;. %estidos R : 57. 5. - a#ela 5  )ados [isicos de "roduciio  Saias 7estidos ;  empo de &2D 'hh 5!4 4! Area ocupada 'm7) = 4 @uantidade de materia-prima 'm .~ Consumo de ener1ia 'kh *5. *;. empo de &a"uina 'hrna" ** *4 .~ ;* ------H- ... I a#ela ;  *strutura bdsica d e cu stos e des"esas 8 &ateria-prima de tecido R 8 por metro &ao de o#ra direta '&2D> salario dos oper arios R = por hora ri#utos so#re a receita #ruta *W Comiss=es so#re a receita li"uida :W Alu1uel do 1alpao industrial  periodo R =. por Super,isao 1eral da producao R 4. por per iodo Ener 1ia eletrica na producao 'demand a R ;. por periodo Depreciacao das ma"uinas de producao R *. por  per iodo Des pesas com pu#licidade e  propa1anda R *5.  por  perfodo Despesas administrati,as 1erais da empresa R *. por  per fodo Sa#endo-se "ue nao ha,ia esto"ues iniciais!  "ed e se cal cular  , utiliBando o Cus- teio por A#sorcao> a o custo total de cada  produto  # o custo unitario de cada produto c o lucro  #ruto de cada  produto ,endido e o total da empresa d o lucro operacional da empresa e e o ,alor do esto"ue final de produtos aca #ados. %bs+8 atear o custo de super,isao com #ase na mao de o#ra direta '&2DA. A r es posta destes e$er cicios encontra-se dis poni,el no  sit e: a Departamento.  # Se1mento. c Cadeia de ,alor. d Setorial. e Centro de custo. 5. A unidade minima de acurnulacao de custos e denominada> a Departamento.  # Se1mento. c Cadeia de ,alor. d Setorial. e Centro de custo. ---IHH.H------------------------- . ;. 2s departamentos "ue promo,em al1um tipo de modificacao e os ser,ices sao denominados departamentos de> a eceitas.  # Ser,ices. c Producao. sa#re os #ens d Analises. e 4. Especies! 2s departamentos "ue nao atuam diretamente sa#re os #ens e os ser,ices! mas e$ecutam ati,idades de apoio sao denominados departamentos de> a eceitas.  # Ser,ices. c Producao! d Analises. e . Especies. 2#ser,ar as sentencas a se1uir> - Apropriar os custos indiretos  pando!  parte! 2S comuns. a "ue  pertencem aos departamentos! a1ru-  - Escolher a se"uencia de rateio dos custos acumulados nos departamentos de ser,ices e sua distri#uicao!  - Separar custos PasteuriBacao! Em#ala1em! &anutencao e Administracao da Producao.  ,olume de leite processado em determinado periodo foi o se1uinte! em litros> ipo C 4:7.8:= e ipo ( *=;.5=5 Sua estrutura de custos! no mesmo periodo! foi a se1uinte 'emR> *. Custos Diretos referentes aos produtos> ;4 eno,e,a :8.: eno,e,a Super .4 5. Custos ndiretos> Alu1uel :. &aterial .5 Depreciacao 4.85 Ener1ia eletrica 8.; 2utros =.= 2utros dados coletados no periodo> PasteuriBacao Area 'm7) Embala0em &anutencao !dminis tracao da  producao *.* 7 *8 58 Consumo ener1ia 'k0h *8. *4.5: *.8 *.5 +oras de &2 54. *5. 5. 5. As #ases de rateio sao as se1uintes> 9 3 Alu1uel e distri#uido aos departamentos de acordo com suas respecti,as areas. 9 3 numero de horas de mao de o#ra utiliBada em cada departamento e usado coma #ase de rateio para> material! depreciacao e outros custos indiretos. Y 2s custos da Administracao da Producao sao distri#uidos aos demais departamentos com #ase no nuinero de .uncionarios:  de funcionarios Deartamentos PasteuriBacao *5 Em#ala1em *5 &anutencao = Y Conforme o#ser,ado em periodos anteriores - e espera-se "ue se mantenha nos pro$imos - ca#e ao departamento de Em#ala1em */ do total dos custos de &anutencao. Y A distri#uicao dos custos dos departamentos em funcao do ,olume de leite processado. de producao aos produtos e feita Considerando "ue as "uantidades o#tidas 'em litros de produtos aca#ados foram> eno,e,a 44:.*=! eno,e,a Super *4=.7;!:!  pede-se> *. Calcular> a  custo total de cada produto  #  custo unitario de cada produto. c  custo "ue seria apropriado a cada produto se o rateio fosse feito a  #ase dos respecti,os custos diretos. 5. Conta#iliBar> a A apropriacao dos custos 'apurados em *.a! utiliBando o criteria simples.  # dem! pelo comple$o. ; r  MAPA DE APROPRIA a 2s custos da erencia eral da Producao de,em ser os primeiros a serem distri#uidos aos demais! e a #ase e o mimero de empre1ados.  # Em se1uida! de,em ser rateados os custos do Departamento cao> 8 para a &onta1em. de &anuten- c Finalmente! distri#uir os custos da &onta1em e do Aca#amento para os produtos! proporcionalmente as "uantidades produBidas. M!P! DE !P$%P$I!(8!%DE C;S&%S Custos Indiretos erencia 0eral da  producao &anutencao Monta0em !cabamento &otal ateio da administracao Soma ateio da manutencao &otal Produto A Produto ( &otal E'E$CICI%  9+/ Um la#oratorio farmaceutico produB dois medicamentos 1enericos! Al e (5! num am#iente de producao composto por "uatro departamentos> &anipulacao! Em#alamento! Planeamento e Controle da Producao 'PCP e &anutencao! A se1uir! sao apresentados os dados relati,os aos custos indiretos em relacao aos produtos> a#ela *  roduiiio media mensal Medicamentos Producao (em unidades) Al =. (5 4. a#ela 5 Custos diretos mensais, dos de"artamentos de "rodudio e de a"oio, indiretos em reladio aos "rodutos Custos diretos &anipulacao Super,isao / ;.: Depreciacao de e"uipamentos Embalamento PCP / 5.5 / *.8 &anutencao / *.: / 5.: a#ela ; Custos indiretos mensais, re.erentes aos 8uatro de"artamentos Custos indiretos R Alu1uel do 1alpao industrial =. Ener1ia eletrica consumida na producao 7. a#ela 4  )ados "ara rateio &anipulacao Area 'm7) Consumo de ener1ia 'kh Embalamento PCP &anutencao  ; * so *4.:5 *:.=5 5.== *.7 a#ela  Tem"o de "rodudio re8uerido  "ar ordem &emo de ma"uina Medicamentos &emo de M%D Al : hh : hm (5 7 hh * hm 2utros dados> Y uma ordem de producao padrao corresponde ao processamento de um lote de *. unidades Y para minimiBar e,entuais distorcoes pro,ocadas por rateios em cascata! a empresa aloca os custos dos departamentos de apoio diretamente aos produtos! sem passar pelos departamentos de producao 39 ;: Y o custo dos Departamentos de &anipulacao e Planeamento e Controle da Producao 'PCP e rateado aos produtos proporcionalmente ao tempo de mao de o#ra direta e Y o custo dos Departamentos de Em#alamento e &anutencao  produtos proporcionalmente ao tempo de ma"uina. e rateado aos Pede-se calcular o ,alor dos custos indiretos> a relati,os a cada um dos "uatro departamentos  # de cada produto c de cada ordem de producao e d unitarios de cada produto. A resposta destes e$ercicios encontra-se disponi,el no  site: a 4 apenas.  # 4 e . c 4 e . d  apenas. e  e . ;. Para alocacao dos Custos ndiretos  e necessario>  j I - Analisar #em cada um de seus componentes. - %erificar "uais ,aria,eis relacionam os custos aos produtos.  - Encontrar o fator de menor influencia em sua composicao. % - Conhecer #em o sistema de producao da empresa. Estao corretas as afirrnati,as> a 4! !  e 4%.  # !  e 4%. c 4 e . d 4! 44 e 4%. e 4!  e 4%. 4. @uanto aos criterios de alocacao de Custos ndiretos rele,antes! a Auditoria ndependente preocupa-se com> a &aterialidade.  # Conser,adorismo. c Consistencia. d Cornpetencia. e ele,ancia. . 2s custos fi$os comuns a ,aries departamentos cao de sua> de,em ser rateados em fun- a Pro#a#ilidade.  # Disponi#ilidade. c 2correncia. d Situacao. e E$posicao. E'E$CICI%  < +  Departamento de nformatica do (anco Santamar presta ser,ices aos de ecursos +umanos! Conta#ilidade e &arketin1! com a se1uinte alocacao de tempo> Deartamentos =oras de ser,ice $ecursos Contabilidade Mar3etin0 >umanos Potencial de utiliBacao por mes 165 200 135 UtiliBadas em determinado mes 144 126 90 A estrutura de custos foi a se1uinte na"uele mes 'emR> 9 9 9 9 9 Salaries e encar1os sociais 'CF Dis"uetes 'C% Papel para impressao de relatorios 'C% inta para impressao 'C% Depreciacao do e"uipamento de PD 'CF l 5. 5. 4. 5. *. 4* I r  Ki Considerando-se "ue os Custos %aria,eis 'C% oscilam de maneira diretamente pro- porcional ao tempo de utiliBacao! pedese para calcular os custos da nformatica "ue serao rateados para cada um dos tres departamentos! preenchendo o "uadro a se1uir> Deartamentos Custos &otal Contabilidade $= M?& "ixos Salaries e encar1os sociais Depreciacao do e"uipamento %ar-ia,eis Dis"uetes Pa peA para impressao inta para impressao otal E'E$CICI%  < +A Cia. Produtora de (otoes do Cear a mantern a  pr oducao! em um Mmica depar- tamento! de dais tipos> #otoes com 6uatro furos e com dois+ Em determinado perfodo! seus custos diretos e o tempo de producao de cada tipo de  produto foram os se1uintes> (otoes . @uros @uros &otal &ao de o#ra dir eta '&2D 'emR I (otoes  *.~~ 4. *. &ateria-prima '&P 'emR 4. =. *. empo total de pr oducao 'em horas 8.: .5 *;. Sa#endo-se "ue o ,alor total dos custos indiretos foi R ;.!  pede-se para  preen- cher os mapas de rateio e indicar o ,alor do Custa ndireto de Producao dos  #otoes> a De 4 furos!  pelo criteria da  proporcionalidade ao custo de &2D. # De 5 furos!  pelo cr iteria do custo de mater ia pr ima. r  c De 4 fur os!  pelo criteria do tempo de producao. d De 5 furos! pelo criteria do custo dir eto. a (otoes . @uros Produtos &otal (otoes  @uros &ao de o#ra dir e ta 'em R Proporc ao Custos indir etos 'em R  # A &ater ia prima 'emR Proporca o Custos indiretos 'emR :7 P r o d u t o s (otoes . @uros (otoes  @uros &otal c Produtos (otoes . @uros (otoes ~~ &otal  @uros empo de producao 'em h Proporcao Custos indiretos 'em R d Produtos (otoes . @uros (otoes  furos &otal Custo direto 'emR H- Proporcao Custos indiretos 'em R E'E$CICI%  < +. Assinalar Falso 'F ou %erdadeiro C)! '  Departamentos de ser,ices cuos custos sao predominantemente fi$os de,em Ser rateados a  #ase de potencial de US2  pelos demais. '  Departamentos de ser,ices cuos custos sao predominantemente ,aria,eis de,em ser rateados a  #ase do ser,ice efeti,amente prestado. '  @uando se utiliBa da Conta#ilidade de Custos para co#ranca de responsa #ilidades! os pro#lemas relati,os aos criterios de rateio desaparecem. '  A adocao de di,ersos criterios de rateio nao influencia o ,alor do custo final de cada #em ou ser,ice. '  Se todos os #ens ou ser,ices forem sempre produBidos e ,endidos no mesmo penodo! e,entuais alteracoes nos criterios de rateio irao afetar a a,aliacao do resultado 1lo#al da empresa. E'E$CICI%  < +/ Uma indiistria possui tres departamentos de apoio> compras! administracao recursos humanos e tecnolo1ia de informacao. de Deartamento de Comras8 cuida do planeamento das necessidades de materiais! ne1ocia com fomecedores e  .a-.ollo#u"  fator "ue mais influencia seus custos e a "uantidade de re"uisicoes de compra processadas. Administracao de ecursos +umanos> dedica-se aos processos de admissao e dernissao de empre1ados! prepara a Falha de Pa1amento etc. A ,aria,el "ue melhor e$plica seus custos e a "uantidade de funcionarios. &ecnolo0ia de nformacao> administra o sistema inte1rado! pro,e  9el"  )es, 1erencia o acesso a nternet e realiBa manutencao.  fator "ue mais influencia os custos e a "uantidade de computadores. 2s principais dados relati,os a certo perfodo sao os se1uintes> 4; a #ela * Custos dos de"artamento s de setvicos (em $   ). &ee+ [email protected]+ !dm+ $= Comras *.:55 .=8: :.4 *. :.*:4 7 I A1ua! luB e telefone 5 *.4 * I Ser,ices de terceiros *8; 54.* *.; *:.=5 ;5 *:.85 8.: *;= 8: Salaries! encar1os sociais e #eneficios Alu1uel! PU e condominio De pr eciacao Di,ersas a#ela 5  )ados "ara distribuiciio dos custos  ?[ de re"uisicoes  ?[ de funcionarios Controla: !dm+ $= &een+ [email protected]+ Prod+ 5. =. 8. ;. *. 5. 5 = 5 ; * ; Comras doria 7endas Considerando "ue e$iste um microcomputador 'PC para cada cola#orador!  "ed e se calcular o ,alor do custo de cada departamento de ser,icos a ser repassado a cada um dos demais. A resposta destes e$erdcios encontra-se disponf,el no  site: . 44 I I t $ Custeio Baseado em !tividades (!BC) :!borda0em Inicial $ESP%S&!S D% E'[email protected]% P$%P%S&% a Produto A>R 45*.5. Produto (> R 8:.:.  # Produto A> R ;5:.;5. Produto (> R *8*.=:. c Produto A> R *.. Produto (> R ;4.. dl  CP a (ase no Custo de &ao de o#ra Direta> %alor do 3ucro (ruto do Produto A> R *8:.:. &ar1em (ruta do Produto A> *:!=;W. %alor do 3ucro (ruto do Produto (> R *77.:4!. &ar1em (ruta do Produto (> 4=!:4W. d5 CP a (ase no Custo de &aterial Direto> %alor do 3ucro (ruto do Produto A> R 58*.=:. &ar1em (ruta do Produto A> 5:!;W. %alor do 3ucro (ruto do Produto (> R *=.754!. &ar1em (ruta do Produto (> 5!8W. d; CP a (ase no Custo (aseado em Ati,idades> %alor do 3ucro (ruto do Produto A> R 44.. &ar1em (ruta do Produto A> 4=!;W. %alor do 3ucro (ruto do Produto (> 'R ==.;7!. &ar1em (ruta do Produto (> '*!8W. E'[email protected]%  A+* A resposta deste e dos pro$imos e$erdcios encontra-se disponi,el no  site: r  *. ?a literatura do Custeio (aseado em Ati,idades 'A(C! os fatores utiliBados para rnensurar a rnaneira e a intensidade corn "ue os o#etos de custeio LconsornernL as ati,idades sao denorninados> I a Criteri os de rastrea rnento . # Criteri os e  #ases de rateio. c Criterios e #ases de alocacao. d Direcionadores de custo de recursos. e Direcionadores de custos de ati,idades. 5. Urn e$ernplo classico de Custeio (aseado em %olume de producao '%(C e a"uele "ue rateia custos indiretos corn #ase em> a  & a o d e o  # 4= 4= r  a d i r  e t a .  #  ?u me ro de tra nsa coe s. c Direci onado res de custos . d ntensi dade das transac oes. e Direciona dores de ati,idade s. ;.  A(C! "uando aplicado e$clusi,arnente no conte$to de cada departarnen- to! isto e! sern a ,isao de processos! e  preocupado apenas em rnelhorar a acuracia do calculo do custo dos produtos! e conhecido corno> a  F a 48 48 s e a , a n c a d a .  #  P r  i r  n e i r  a 1 e r  a c a o . c  S e 1 u n 4: 4: d a 1 e r  a c a o ! d A# ord a1e rn  pre lirn ina r. e Aperfeicoa mento de  processos. 4. @uale o o#eto final  de custeio 'portador final de custos no Custeio (asea- do em Ati,idades de  prirneira 1eracaoQ a  P r  o d u t o s .  #  A t 47 47 i , i d a d e s . c  P r  o c e s s o s . d  D e  p a r  t a r  n e n t o s . e    C e n t r  o s d e c u s t o . . 2s direcionadores de custos de recursos tam#ern sao conhecidos na literatu- ra do A(C corno direcionadores> a   r  a n s i t o r  i o s .  #  S e * * c u n d a r  i o s . c  D e a t i , i d a d e s . d  D e  p r  i r  n 5 5 e i r  o e s t a 1 i o . e  D e s e 1 u n d o e s t a 1 i o . E'E$CICI%  A+ ; ;  Departarnento de En1enharia da &etalur1ica uarulhense! em deterrninado perfodo! incorreu nos se1uintes custos 'em /)! 4 4 Salaries e encar1os sociais 54. Depreciacao de e"uipamentos ;4. %ia1ens e estadas 5. Alu1uel *. 2utros 8. As ati,idades rele,antes desempenhadas na"uele departamento foram as se1uintes> Y Proetar no,os produtos. Y Ela#orar fichas tecnicas! Y reinar funcionarios.  "uadro de pessoal do departamento!  po dispom ,el Sao 2S se1uintes> Car0o respecti,os salarios 'com encar1os e tem- &emo disonivel (em >) Salario (em R l erente 5. =. l Secretaria 5. *5. ; En1enheiros =. *5. 5 Esta1iarios 5. *5. Por meio de entre,istas e analise de processos! ,erificou-se "ue o tempo era 1asto! nas ati,idades mais rele,antes! da se1uinte maneira> Proetar novos rodutos erente Elaborar @ic>as tecnicas &reinar funcionarios !; !8 Se cretaria LK En1enheiros ! !5 *! Esta1iarios KK !; 8W do tempo da secretaria eram utiliBados para dar assistencia ao 1erente o restante! aos tres en1enheiros. Por meio de entre,istas! analise do raBao e in,esti1acao dos re1istros disponi,eis! conse1uiram-se rastrear as se1uintes proporcoes de consumo de recursos pelas ati,idades> Proetar novos rodutos Elaborar @ic>as tecnicas funcionarios Depreciacao !; !5 ! %ia1ens *! Alu1uel !4 !* ! &reinar   ?ao se conse1uiram rastrear os demais custos as ati,idades. Pede-se calcular o custo de cada ati,idade. ~~ E'E$CICI%  A+A empresa Parma! produtora de laticinios da cidade de &ococa! dedica-se a producao de dais produtos> e"ueiao Cremoso 'unidade e @ueio Parmesao 'unidade. Em determinado  penodo! foram r e1istrados as se1uintes custos dir etos par unidade 'emR> e"ueiao Queio &ateria-prima *5 *: &ao de o#ra = ; 2s Custos ndiretos de Producao 'CP totaliBaram / 4. no r ef erido  per iodo. Par meio de entre,istas ! analises de dados na conta#ilidade etc.! ,erificou-se "ue esses custos referiam-se as se1uintes ati,idades mais rele,antes> !tividade R lns pecionar mater ia-prima :. Ar maBenar mater ia-prima =. Controlar esto"ues . Processar produtos 'rna"uinas *. Controlar processos 'en1enharia 5. Uma analise de re1ressao e de correlacao identificou as dir ecionadores de custos dessas e de outras ati,idades e sua distri#uicao entr e as  produtos! a sa#er> e"ueiao  [email protected] de lotes inspecionados e ar maBenados * = *5 *4 4. =. 5* 57  *  [email protected] de pedidos de entre1a de  produtos aos clientes  [email protected] de hor as-ma"uina de processamento de pr odutos Queio  [email protected] de horas de trans porte Dedicacao do tempo dos en1enheiros 'em horas 2s dados relati,os a  producao e ,endas do  penodo sao> e"ueiao @uantidade  produBida e ,endida 'unidades Pr eco medio de ,enda unitar io 'h"uido Queio =. ;. R; R4* Pede-se calcular > a 3 ,alor dos Custos ndiretos de Producao 'CP de cada  produto! utiliBando o custo de mao de o #ra dir eta coma  #ase de r ateio.  # dem! rateando com  #ase no custo de materia- pr ima. c dem!  pelo Custeio (aseado em Ati,idades 'A(C. d 3 ,alor e o per centual de lucro #ruto de cada  produto! em r elacao a r eceita! se1undo cada uma eceita li"uida no penodo 5 R oras dos en0en>eiros O< 1 5.4 5. =>?7 *.= ;. 4. . Pede-se calcular > a o ,alor dos custos indiretos de cada produto  # o ,alor do lucro #ruto de cada produto e c o  percentual de lucro #ruto de cada  produto 'mar 1em #ruta  percentual. A res posta destes e$ercicios encontra-se dis poni,el no  sit e: . 5 * Aplicacao de Custos Indiretosde Producao $ESP%S&!S D% E'E$CICI% P$%P%S&% a a$a predeterminada de CP> R 5!/ t.  # a$a real de CP> R 5!=7/t. c %ariacao otal de CP> R 7.58. d %ariacao otal de CP> 8!=W 'D. E'E$CICI%  +* A resposta deste e dos pro$imos e$erdcios encontra-se disponi,el no  site: *. 2#ser,ar as sentencas a se1uir> 4 - Apos o encerramento da conta de ,ariacoes de CP! as esto"ues estarao a,aliados par seu custo-padrao! II A estimati,a de CP de,e ser eliminada do ,alor dos esto"ues ao final dos periodos conta#eis! 444 - So e aconselha,el % transferir o ,alor total da ,ariacao de CP para o esultado "uando seu montante e irrele,ante.  encerramento da conta de ,ariacoes de CP e seu lancarnento inte1ral ao resultado se1uem as Principios Conta#eis. Estao corretas as sentencas> a 4!  e 4%.  #  e 4%. c  e . d 4 e . e 4 e 4% . 5. A ta$a de aplicacao de CP tam#ern a ?ormaliBacao.  # eporta1em. e denominada ta$a de> c 2timiBacao. d %ariacao. e Confrontacao. ;. A ta$a de a plicacao de CP e mais r ecomenda,el para empresas "ue possuam> a %ar iacoes saBonais.  # Custos ,ar ia,eis. c &ono polio na ,enda. d Conta#ilidade 1eral. e Pr oducao continua. 4. A analise das ,ariacoes entre CP a plicado e r eal  para> a (alance.  # esultado. c n,entario. e utiliBada!  principalmente! d &edicao. e Controle. . A dif erenca entr e CP a plicado e real de,e-se as ,ariacoes de> a +oras e  per das.  # %olume e  per da. c +oras e r eceita. d Custos e ,olume. e  eceita e ,olume. E'E$CICI%  + A empr esa i-delicia!  produtora de sor,etes! enfr enta for te saBonalidade nas ,endas e producao. Em ,irtude do intenso ,erao re1istrado em deter minado  periodo! a em presa aca#ou tra #alhando mais "ue o  pr e,isto. A se1uir os dados referentes a pr oducao no  per iodo> Custos fi$os 'em /) Custos ,ar ia,eis 'emR %olume de tr a#alho 'em horas I .7. ;%rcFado $eal ;.7 . ~ .. 8.7. *=. *7. .   Pede-se calcular> a A ta$a de aplicacao de Custos ndiretos de Pr oducao  periodo. 'CP utiliBada no  # A ta$a "ue ser ia  pre,ista! se a se estimassem as *7 . horas de tr a #alho. c 3 ,alor dos Custos lndir etos de Producao Aplicados no  periodo. d A ,ar iacao de ,olume. e A ,ariacao de custo. *) 4 A ,ariacao total. E'E$CICI%  +A empresa udo Copia produB copias $ero1raficas coloridas em e"uipamento alu1ado. odo mes ela#ora o orcamento de seus custos para o mes se1uinte. As condicoes contratuais do alu1uel sao as se1uintes> ate *. copias por  mes! R *4.4: mensais e para cada copia e$cedente! um adicional de R ! 8. A empresa estima um ,olume mensal medio de *. copias! ea estrutura de custos para essa estimati,a ea se1uinte 'emR 'alern do alu1uel do e"uipamento> Custos &ao de o#ra "ixos 7ariaveis 84 - Prernio de producao - !* Papel - !4 -HG Alu1uel do imo,el = 2utros 85 !* R 5.5/mes R o!=/copia otal Em determinado mes! 2 mimero real de copias foi *:. e 2S custos reais! em R! foram os se1uintes 'alem do alu1uel do e"uipamento> &ao de o#ra 87 Prernio de producao *8.* Papel 84.8 Alu1uel do imo,el 2utros otal = 5;.* R**=.*=H Pede-se calcular> a  custo medic estimado por copia. b) 3 custo por copia "ue teria sido estimado para 3 ,olume de *:. copias. c A ,ariacao de ,olume! indicando se foi fa,ora,el 'F ou desfa,ora,el 'D. d A ,ariacao de,ida ao comportamento dos custos! tam#ern indicando se foi fa,ora,el 'F ou desfa,ora,el 'D. e A ,ariacao total! fa,ora,el 'F ou desfa,ora,el 'D. E'E$CICI%  +. A Empresa de Auditoria reid9 foi contratada  pela &anufatureira Do,er  para  prestar ser,ices de re,isao em suas dernonstracoes conta#eis! Foram estimadas :. horas de tra#alho! ao custo total de R *.;5.. De,ido a nao conta#iliBacao de determinado item de esto"ue no  #alance da Do,er! os auditores precisaram faBer inspecao e conta1em fisica na empresa! demandando mais 5. horas de auditoria do "ue as pre,istas. 2s custos tam#em foram superiores! totaliBando R *.*.. Pede-se calcular> a A ta$a horaria de custo utiliBada pela reid9.  #  ,alor dos custos aplicados ao proeto. c A ,ariacao total de custo! em ,alor a#soluto! indicando se foi fa,ora,el 'F ou desfa,ora,el 'D.  E'E$CICI%  +/ Um la#oratorio farrnaceutico produB dais medicamentos 1enericos! Al e (5! num am#iente de producao composto par "uatro departamentos> &anipulacao! Em#alamento! Planeamento e Controle da Producao 'PCP e &anutencao! A se1uir! sao apresentados os dados relati,os aos custos indiretos em relacao aos produtos> a#ela *  roduiiio media mensal Medicamentos 2rcada (em unidades) $eal (em unidades) Al . =. 82 =. 4. a#ela 5 Custos diretos mensais, dos de"artamentos de "roduaio e de a"oio, indiretos em relaaio aos "rodutos &anipulaeao Custos diretos Super,isao Embalamento &anuteneao PCP 2reado $eal 2reado $eal 2reado $eal 2reado $eal R ;. R ;.: R 5. R 5.5 R *.5 R *.8 R *.4 R *.: R ;. R 5.: Depreciacao de e"uipamentos a#ela ; Custos indiretos mensais, re.erentes aos 8uatro de"artamentos 2rcado $eal Alu1uel do 1alpao industrial R =. R =. Ener1ia eletrica consumida na producao R*. R 7. Custos a#ela 4  )ados  "ara rateio &anipulaeao $eal 2rcado Area 'm5 Embalamento  Consumo de ener1ia 'kh *. $eal 2rcado PCP *4.:5 5. $eal 2rcado ; &anuteneao * *:.=5 ;.  5.== a#ela  Tem"o estimado de "rodudio, "ar ordem = L &emo de ma"uina Medicamentos &emo de M%D Al : hh : hm 82 7hh l22hm $eal 2rcado 5. *.7 2utros dados> Y uma ordem de producao padrao corresponde a *. unidades Y o tempo real de producao! a#ela  Y o custo do Departamento de &anipulacao e rateado aos produtos proporcionalmente ao tempo de mao de o#ra direta Y o custo dos Departamentos de Em#alamento e &anutencao  produtos proporcionalmente ao tempo de ma"uina e Y o custo do Departamento de Planeamento e Controle da Producao 'PCP! "ue e o over%ead da producao! e analisado par ati,idades 'A(C e rastreado aos produtos atra,es de direcionadores de custos. Par meio de entre,istas! analise de processos etc.! foram identificados 2S direcionadores de CUSt2S  para cada ati,idade rele,ante desempenhada no Departamento de Planeamento e Controle da Producao! a sa#er> par ordem! foi i1ual ao estimado! e conforme rateado aos a#ela =  )irecionadores de custos das atividades do  C !tividades Participacao nos custos Preparar 2rdens de Producao @uantidades Direcionadores 2rcadas $eais 25%  ?ade 2rdens de Producao 11 * 75% empo dedicado pelos en1enheiros 'em horas 150 140 Controlar a Producao a#ela 8  )istribuidio dos direcionadores de custos  "ar medicamento Medicamentos  %rdens de Producao 2rcado $eal  >oras do en0en>eiro 2rcado $eal Al 5 = [email protected] 77 B2 = 4 54 150 140 otal  Tl3 --  A1B -- =; -- *. Pede-se calcular> a o custo orcado de cada um dos "uatro departamentos  # a ta$a de aplicacao de Custos ndiretos de Producao 'CP dos Departamentos de &anipulacao! Em#alamento e &anutencao aos produtos c a ta$a de aplicacao de cada uma das ati,idades do Departamento de Planeamento e Controle da Producao 'PCP d o ,alor dos custos indiretos aplicados aos produtos e o custo real de cada um dos "uatro departamentos *) o custo e a ta$a reais de cada uma das ati,idades do Departamento de Planeamento e Controle da Producao 'PCP e 1 o ,alor real dos custos indiretos de cada produto. 8 5. Preparar uma ta#ela mostrando os Custos ndiretos de Producao 'CP!  por produto e por departamento! aplicados e reais! e as respecti,as ,ariacoes! indicando se sao fa,ora,eis 'F ou desfa,ora,eis 'D. A resposta destes e$ercicios encontra-se disponi,el no  site: . : * MateriaisDiretos $ESP%S&!S D% E'E$CICI% P$%P%S&% a Arruela 1rande> R **5!. Arruela pe"uena> R =!5.  # Arruela 1rande> R 8!. Arruela pe"uena> R ;8!. c Arruela 1rande> R ;8!. Arruela pe"uena> R ;8!. d Arruela 1rande> R 5!. Arruela pe"uena> R 5!. e Arruela 1rande> R 557!. Arruela pe"uena> R *;4!8. E'E$CICI%  *+* A resposta deste e dos pro$imos e$ercicios encontra-se disponi,el 1.  ?a Conta#ilidade Financeira! o material direto utiliBado no processo de pro- ducao de,e ser apropriado aos hens ou aos ser,ices pelo> a Custa de mercado.  # &ercado corri1ido. c Custa historico. d %alor de mercado. e Custa de reposicao. 5. Com relacao aos materiais! os maiores pro#lemas encontrados nas empresas referem-se a 'ao> a A,aliacao e pro1ramacao.  # A,aliacao e di,ul1acao. c Controle e competencia. d A,aliacao e controle. e A,aliacao e rateio. ;. Para fins societarios e tri#utarios ! os criterios de ,aloracao do custo de materiais! no (rasil! sao> a Custa media ponderado mo,el e UEPS.  # Custa media ponderado fi$o e PEPS. c PEPS e custo media ponderado mo,el! d UEPS e custo media ponderado fi$o. e Custa media ponderado mo,el e fi$o. 4. Suponha um periodo de precos em ascensao!  "ue acontece ao su#stituir o criterio de custo media pelo PEPS Q a 3uera aumenta e esto"ue diminui.  # 3uera aumenta e esto"ue aumenta. c Custa aumenta e lucro aumenta. d Custa diminui e lucro diminui. e Custo diminui e esto"ue diminui. . Suponha um periodo de precos em ascensao!  "ue acontece ao su#stituir o criteria de custo media pelo UEPSQ a 3uera aumenta e esto"ue diminui.  # 3uera aumenta e esto"ue aumenta. c Custa aumenta e lucro diminui. d Custa diminui e lucro aumenta. e Custa diminui e esto"ue diminui. E'E$CICI%  *+ A 2lar ia amoio  produB tiolos especiais de dois tipos para decor acao de am#ientes> com dois e com seis furos. 2s  principais dados relati,os a sua pr oducao sao os se1uintes > Y  terr eno do "ual r etira a materia-prima foi ad"uirido por R *=. e seu ,alor  residual e estimado em R *. foi pre,ista a e$tracao de ;. k 1 de  #arro. Y 2s e"uipamentos utiliBados na  producao custaram R *:. e sua ,ida iitil e estimada em 5 anos nesse ,alor estao inclusos R 45. relati,os ao e"ui pamento es pecifico  para  produBir o tiolo de seis e R *:. para o de dois fur os! sendo "ue os demais e"ui pamentos sao comuns. Y A &ao de 2#ra Direta e a mesma para os dois produtos e o tempo necessario e o mesmo!  por unidade. Y W do ,olume total processado normalmente se estra1a durante o coBimento. Em determinado mes for am r etirados = k 1 de  #arr o e comprados * caminhoes de uma terr a es pecial para a mistur a! ao preco de R 54 por caminhao.  custo da mao de o#ra utiliBada no r ef er ido mes foi de R 5=.4. Com todo esse material e mao de o #ra direta foram moldados 4.5 tiolos de seis furos e 5.4 de dois! antes da fase de coBimento . =  #arro e a terra necessaries para produBir cinco tiolos de dois furos sao e"ui,alentes a  producao de sete tiolos de seis furos. Pede-se calcular> a  ,alor do custo de materia-prima para tiolos de dois furos.  # dem para o de seis furos. c  ,alor do custo de mao de o#ra direta para tiolos de dois furos. d dem para o de seis furos. e  ,alor do custo direto de depreciacao dos tiolos de dois furos. dem para o de seis. *) 1  ,alor dos Custos ndiretos de Producao 'CP para tiolos de dois furos! rateando a  #ase de materia-prima. h dem para ode seis furos. i  custo de producao de cada tipo de tiolo por milheiro. E'E$CICI%  *+A Doceria Formi1a utiliBa! para sua producao de doces finos por encomenda! considera,el "uantidade de clara e 1ema de o,os. Em seu primeiro mes de ati,idades! re1istrou-se a se1uinte mo,imentacao desse item> Dia 4> Compra de 7 duBias pelo ,alor total de R 77. Dia **> Consumo de 5 duBias. Dia *4> Compra de 45 duBias a R *!;5 a duBia! Dia *8> Consumo de *: duBias. Dia 54> Compra de = duBias por R 8=!:. Dia 57> Consumo de 4 duBias. Analisando as ,arias altemati,as  para apurar o custo do material consumido! o 1erente da empresa ,erificou "ue! caso utiliBasse o criteria Ultimo a Entrar! Primeiro a Sair 'UEPS e re1istro permanente de in,entario! teria apurado um lucro #ruto de R ;.7! na ,enda de seus produtos! na"uele mes. Considerando-se "ue os demais custos incorridos 'rnao de o#ra! acucar e outros totaliBaram R 4.*;!*5! pede-se  preencher as fichas de controle de esto"ue e calcular o lucro #ruto do mes! utiliBando os criterios> a Primeiro a Entrar! Primeiro a Sair 'PEPS.  # Custo &edia Ponderado &o,el! c Custo &edio Ponderado Fi$o. PEPS I Dia I Entradas Qtde+ PreHro5un+ Saldos Saidas &otal Qtde+ Preco/un! &otal Qtde+ Preeo./un. &otal f  =* C;S&% MEDI% P%DE$!D% M%7EL Dia En tradas Saidas Qtde+ Preo5 un + &otal Qtde+ Preen/ un. &otal Saldos Qtde+ PrecoBKun! &otal ;EPS Dia Entradas @tde. Preen/ un. &otal Saidas Qtde+ Preco/ un! &otal Saldos Qtde+ Preco/ un! &otal E'E$CICI%  *+. A empresa e11io produB metais sanitaries  em latao e seu  processo de produao tern as se1uintes caractensticas-padrao! no "ue se refer e a rnateria- prirna> Y  ?a primeira fase do  processo! "ue e a fundicao! cerca de W do  peso do material normalmente se e,aporam os 7 W restantes se1uem para a usina1em. Y  ?a fase de usina1em so#ram pontas e re#ar#as de cerca de W do peso do material "ue ,eio da fundicao ! Essas so #ras tern preco firme de mercado> R 5/ k 1! e sao ,endidas normalmente 'sem incidencia de tri#utos. Em deter minado  per fo   do! a empr esa ad"uir iu *=. k 1 de materia -prima 'la- tao  por R :.! incluidos *:W de C&S! recu pera,eis! Esse material foi totalmente introduBido na fundicao . Pede-se calcular o ,alor total do custo de materia- pr ima  produtos desse lote. a ser considerado nos E'E$CICI% Q *+/ Uma em pr esa do ramo de comunicacoes edita e impr ime duas r e,istas! sendo uma mensal e outra semanal. As pa1inas sao impr essas em processo o..set 'sistema de 1r a,acao em chapas! com alta definicao e as ca pas em roto1r a,ur a 'sistema de 1ra,acao em cilindros o aca #amento da re,ista mensal e em lam#ada "uadrada e o da semanal em lam #ada canoa. 2s  pr incipais dados relati,os aos materiais  sao demonstrados nas ta #elas a se1uir ! sendo "ue so   pa pel e importado> 62 a#ela * Tiragem normal, em numero de e5em"lares  de  pa 1inas $evistas &ira0em Periodicidade &odema *. &ensaV : 0eekl9 *. Semanal = a#ela 5 6uantidade (li8uida de "erdas/ de material,  "or e5em"lar Materiais Modema 2ee3l4 PapeV cuche 'para pa1inas *= 1 *5 1 PapeV supercalandrado ; 1 ; 1 !; 4 !5* - 5 'para capas inta para impressao rampos Cola l21 a#ela ;  reco =+ do "a"el, "or tonelada Pa el Preco bruto Cuche USR :/ton. Supercalandrado USR 8:/ton. a#ela 4 7astos relacionados a im"ortaciio,  "or tonelada Frete internacional USR *5/ton. Se1uro internacional USR 7/ton. a$a de anuencia R* +onoraries do despachante R74 a$a de ernissao de Declaracao de mportacao 'D R4 mpasto de importacao 5W a#ela  utros  gastos relativos ao custo do "a"el Frete e se1uro locais R 8!;/ton. ArmaBena1em R4!8/ton. 63 a#ela =  )ados relativos aos "recos dos outros materiais Material inta Preco  #ruto R 8!/l rampos / !/ un. Cola / !/k1 2utros dados> Y Y do pa pel introduBido na ma"uina! *W se per dem normalmente  para a uste da impressora nao ha  perda nos outros materiais a materia-prima  principal 'pa pel e importada em partidas mensais! na uan. tidade necessaria para um mes de consumo e de / 5! por dolar norte-americano Y a ta$a de carn#io a ser utiliBada Y por ter similar nacional! a importacao de  pa pel Y importacao! nao recupera,el! incide so#re o preco F2( acrescido de todos os outros 1astos relacionados a importacao> e no preco do material nacional estao inclusos 5W de tri#utos recupera ,eis. e tri#utada e  imposto de Consider ando "uatro semanas  por mes!  pede-se calcular> a o custo de cada tipo de material  e  # o custo do material  contido em cada re,ista!  por e$emplar . A resposta destes e$ercfcios encontra-se disporn,el no  site: a orneiro e pessoal da manutencao. # Carre 1ad ores de materiais e pintor. c Prensista! soldador e super,isores. d orneiros! soldadores e cortadores. e Audantes! super,isores e pintores. 5.  custo de mao de o#ra direta nunca pode ser ao mesmo tempo> a Direto e fi$o.  # Fi$o e indireto. c %aria,el e indireto. d Direto e ,aria,el. e %aria,el e fi$o. ;. 2#ser,ar as sentencas a se1uir> 4 - ?ao se de,e confundir o custo de mao de o#ra direta dos produtos com o ,alor total da Folha de Salaries relati,a a mao de o#ra direta total da empresa.  - Custo de mao de o#ra direta e a"uele relati,o ti,amente na producao de #ens ou ser,ices .  - 2 custo relati,o ,aria,el. a folha a utiliBada direta e efe. de pa1amento da propria  producao e sempre . % - 3 custo de mao de obra direta sempre ,aria com o ,olume de produ. cao. Estao corretas as sentencas> a !  e .  # !  e 4%. c I e . d !  e %. e !  e N. 4. Assinalar a alternati,a correta> a Um empre1ado "ue tra#alha em um unico produto de cada ,eB pode ser  classificado como mao de o#ra direta.  # A mao de o#ra direta re"uer criterios alocacao de seu custo aos produtos. de rateio ou estimati,as  para c Em termos conta#eis! toda e "ual"uer mao de o#ra e classificada como dire ta. . d  custo de mao de o#ra direta sempre ,aria proporcionalmente me de  producao. ao ,olu- e  custo de mao de o#ra direta nunca ,aria proporcionalmente me de  producao. ao ,olu- Se o pa1amento de horas e$tras for esporadico! de,ido a realiBacao de encomenda especial! este custo de,era ser classificado como> a ndireto.  # Padrao. c Direto. d Perda. e deal. E'E$CICI%  **+ A empresa prestadora de ser,ices e11io possui um funcionario horista!  "ue tra #alha em re1ime de semana nao in1lesa 'isto e! tra#alhando seis dias por semana. Considere os se1uintes dados r elati,os a esse funcionario '"ue nao optou pelo a#ono pecuniario de ferias> Y Salano> R  por hora Y Gornada semanal> 45 horas Y &edia de ; faltas ustificadas por ano Y *5 feriados no ano 'nao coincidentes corn ferias nern com repousos sernanais Suponha "ue sa#re a remuneracao total a ernpresa contri#ui corn> == 5W  para o ?SS :W para o FS W  para entidades ;W de se1uro contra acidentes como SES! SE?A etc. do tra#alho Pede-se calcular> a  #  custo total do funcionario  niimero medic para a empresa! de horas "ue por ano. funcionario fica 3 a disposicao da empresa!  por ano. c  custo medio de cada hora "ue  funcionario fica a disposicao da empresa. E'E$CICI%  **+A empresa Sao Cristo,ao possui dois funcionarios mensalistas. Considere os se1uintes dados relati,os a esses funcionarios ' "ue optaram pelo a#ono pecuniario de */; de ferias> Salano> Y &aria> R *. Y Goao> R 5. Suponha "ue so#re a rernuneracao total a empresa contri#ui com> 5W para o ?SS :W para o FS 5W para entidades como SES! SE?A etc. W de se1uro contra acidentes do tra#alho Pede-se calcular> a 2 custo total! por ano! da funcionaria.  # dem! para o funcionario. c  custo dos encar1os! em porcenta1em. E'E$CICI%  **+. Um operario e admitido em 5-l-5l  para e$ercer as funcoes de torneiro-ferramenteiro! com salario de R *! por hora! para cumprir uma ornada de tra#alho de 44 horas semanais 'semana nao in1lesa! isto e! semana de seis dias. ndependentemente do acordo coleti,o "ue ,enha a ser cele#rado por meio do sindicato! a empresa planea conceder aumentos salariais deR *! por hora em *-45l! *-8-5l! *-*-5l e *-*-55. As ferias serao concedidas em aneiro de 55! e o operario des dea declara "ue nao desea optar pelo a#ono pecuniario de um terco. Considerando-se a e$istencia de *5 feriados no ano e ;=!:W de contri#uicoes sociais! pede-se calcular o custo/hora dessa &2D para cada trimestre de 5l. =8 E'E$CICI%  **+/ Uma empresa prestadora de ser,ices costuma tra#alhar com a ela#oraca.! de  proetos. Considere os se1uintes dados referentes ao custo medic de rernuneracan dos funcionarios com deter minadas ha#ilidades e "ualificacoes>   tura basica"adriio a#ela *  *st ru R *.5 Salano mensal  ?[ de dias de ferias por ano ;  ?[ de domin1os no ano 4:  ?C de sa#ados no ano 4: Gornada de tr a #alho semanal  'horas 4 a #ela 5 C ontribuidie s  sociai s r ecol%ida s  "ela em"r e sa Contri#uicoes !li6uotas Pre,idencia Social 5!W FS D Contr i#uicao Social Se1uro de Acidentes de r a #alho :!W 5!W I er ceiros !W a #ela ;  +ene .(cios o. er ecid os aos .uncioruiri os [email protected] 7alor %ale-transporte / :/ dia %ale-r efeicao / */ dia 2utros dados> 68 Y ano nao  #isse$to Y re1ime de semana in1lesa 'cinco dias de tr a #alho Y *4 dias  de feriado no ano! dos "uais tres coincidentes com domin1os! dois com sa #ados e nenhum com fer ias> Y ociosidade normal media! em funcao de  paradas para cafe! descanso etc.! de *W do tempo a dis posicao Y o ,alor do ,ale-tr ans por te e descontado do  #eneficiar io na  parcela e"ui,alente a =W de seu salar io  #ase o e$cedente e par coma da empr esa Y nao ha horas e$tr as ha #ituais Y nos casos! e$ce pcionais! de tr a #alho alern do hor ario normal! a r ernuner a @uilometra1em a ser  pa,imentada> 5. Fm Periodo pre,isto para e$ecucao da o#ra> ; anos Custo estimado> R *.. eceita pre,ista> R *.. Condicao de  pa1amento> 4W na assinatura do contrato! 5W apos um ano! 5W apos dois anos e 5W na conclusao do ser,ice. Em *-*-l! de acordo com os apontamentos efetuados pelos en1enheiros! constatou-se "ue tinham sido completados  km de pa,imentacao! 8* A partir do infcio do se1undo ano! os custos aplicados na o#ra ti,eram um aurnen to impre,isto de *W em relacao ao primeiro.  contrato nao permite reauste do  preco Em l-*-5! afericoes tecnicas constataram tados. "ue 8W da o#ra tinham sido e$ecu. Ao final do terceiro ano! a empresa concluiu seus tra#alhos e o rece#imento *i. nal foi realiBado conforme descrito no contrato. Considerando-se "ue a empresa reconhece a receita proporcionalmente a e$ecucao da o#ra e "ue os custos tam#ern sao inconidos na"uela  proporcao!  pede-se calcular> a  custo da etapa completada do primeiro ano.  #  ,alor do lucro #ruto do primeiro ano. c  custo da etapa do ser,ice prestado no se1undo ano. d  ,alor do lucro #ruto do se1undo ano. e  custo da etapa do ser,ice e$ecutada no terceiro ano. f  ,alor do resultado #ruto da empreitada. EEAHHd>H>H encomenda. dH>H,>iH ;Pica-Pau produB mo,eis  para escritorio so#  ?o inicio de determinado mes! rece#eu! de clientes diferentes! tres  pedidos d orcamento para possi,eis encomendas de mesas para computador > *= 1rande s! 75 medias e 7  pe"uenas. E normal ha,er perda de al1umas unidades no processo de producao por isso! a empresa  pr etende iniciar as ordens com as se1uintes "uantidades> *=! 7 e 7:! respecti,amente. Sua estimati,a de custos foi a se1uinte!  para estas "uantidades> I. &ateria-Prirna> Produtos 44. R I ran des 4.7 &edias 5.;8 Pe"uenas *.8=4 empo de  producao re"uerido por unidade de  produto> l Produtos &emo de M%D I r andes Hedias "uenas &emo de rna"uina l!4hmod l!:hm l!2hmod l!4hm *! hrnod l!2hm . 2utros custos> Custos Super,isao da pr oducao R 5.5 De preciacao dos e"uipamentos < *.= %ania,el Ener1ia eletrica R 5/ horas-ma"uina &ao de o#ra dir eta R */ hora de &2D 2utr os 72 "ixo R*4.* < :/ hor as-ma"uina Pede-se calcular> a 3 custo da encomenda das mesas para computador dos 2S CUSt2S indiretos a  #ase de horas-ma"uina!  # dem para as medias. 1randes! rateando to- c dem para as pe"uenas. d  custo da encomenda das mesas para computador 1randes! rateando todos 2S CUSt2S indiretos a  #ase de horas de mao de o#ra direta. e dem para as medias. *) dem para as pe"uenas. E'E$CICI%  *+. A ndustria de Confeccoes Geans Stop produB pecas de ,estuario para moda o,em e a cada estacao clirnatica lanca no,a colecao. Durante o ultimo ,erao! a Geans Stop tra#alhou com cinco modelos! identlficados pelas 2rdens de Producao de mimeros *.4;*a*.4; 'suponha um so tamanho e cor para cada modelo.  ?o final do dia ;* de aneiro! o unico esto"ue e$istente era o de produtos em  processamento! tendo sido incorridos os se1uintes custos 'emR> Material %rdens Maodeobra -- &otal Aca#a- Aca#aCorte Costura men to 70 Corte Costura men to 300 200 100 - ~$ ~ 1.431 500 100 1.432 700 50 - 200 30 1.433 300 - - 150 - otais 1.500 150 70 650 230 --HI----- ~ 100 1.270 $~ ~ 980 450 2.700 Durante o mes de fe,ereiro! foram tra#alhadas 5 horas de mao de o#ra! distri #uidas da se1uinte forma> ,  ?iirnero de horas de rnao de o#ra em fe,ereiro> %rdens Corte Costura !cabamento 1.431 - 1.432 - 5 20 1.433 - 12 30 1.434 30 53 15 1.435 20 * * 3 custo de mao de o#ra! par hara a com os encar1os sociais! foi o se1uinte 'emR> Corte Costura Aca#amento ! ;! 5! Apenas a 2P n> *.4; nao foi concluida em fe,ereiro as 2P de mimeros *.4;* e *.4;5 foram totalmente ,endidas e entre1ues aos clientes. Para a producao do mes de fe,ereiro! a empresa incorreu nos se1uintes custos de material direto 'em R> 8; ? ,~~~~~-,~~~~~-,~~~~~~-,~~~~~--i % rdens Corte Costura !cabamento so *.4;* *.4;5 8 : *.4;; 5 *5 5 *.4;4 *. 4 *.4; : 5 1 E'E$CICI%  *+/ Uma empresa produB e ,ende ,entiladores de ,aries modelos e tamanhos! cuos designs sao atualiBados de tres em tres meses. Em determinado mes foi iniciada e concluida a 2rdem de Producao n[ 55! para um late de  ,entiladores do tipo L&L! totalmente ,endido! cua estrutura normal de custos era a se1uinte> e >uantidade de materia-prima ; k1 por unidade  I e rH R !. Custo do Esto"ue Final de Produtos em Ela #or acao de Fe,er eiro> R *5!.  Pelo Custo &edio a Custo unitario de Ganeiro> R 5!/ un. Custo unitario de Fe,ereiro> R 5!77/ un.  # CPA de Ganeiro>R *.7! CPA de Fe,ereiro> R 5.8*!4. c Custo do Esto"ue Final de Produtos em Ela#oracao de Ganeiro> R !. Custo do Esto"ue Final de Produtos em Ela #or acao de Fe,ereiro> R **7!=. E'E$CICI% Q *-+* A r es posta deste e dos  pr o$imos e$ercicios . J. a em presa de telefonia e industria na,al.  # escritorios de auditor ia e petroleiras. c construcao ci,il e industria "uimica. d empr esas de ener 1ia e montadoras. e industrias  pesadas e de saneamento. 5. Assinalar falso 'F ou ,erdadeiro ()! '  a Producao em ser ie car acteriBa-se  pela ela #or acao do mesmo  #em ou ser,ice de forma nao continuada  por um *on1o perfodo. ' A  # ?a Producao Continua! as custos sao apropriados e reportados  par   perfodo de tempo. ' A c Em penodos de alta inflacao! o correto e "ue todos os ,alores de custos e receitas esteam a ,alor presente e traduBidos para a mesma moeda. ' A d Sao e$emplos de Producao Continua as industrias de cimento! de e"uipamento pesado e de produtos alimenticios. ' A e ?a Producao Continua as comas de custos de,em ser encerradas ao final de cada periodo conta#il. ;. Assinalar Producao par 2rdem ' ou Producao Continua 'C> '  a ?ao ha encerramento das contas de custos a medida "ue os #ens ou os ser,ices sao ela#orados! apenas no fim do periodo conta#il. '  # A conta so dei$a de rece#er custos "uando o pedido esti,er encerrado. ' A c 2s custos sao acumulados em comas representati,as linhas e etapas de producao! das di,ersas E'E$CICI%  *-+ A industria Car#e$a! produtora de papel ornal! iniciou suas ati,idades de producao no dia 5 de a#ril! com um late de *. k1. A mao de o#ra direta e os custos indiretos de producao incidem de maneira uniforme e concomitante ao lon1o do processo de producao! porern a materia-prima e inserida na ma"uina de uma s= ,eB! #em no inicio. Sa#e-se "ue nesse ramo! considerando-se o atual esta1io tecnolo1ico! e normal "ue se percam W das unidades iniciadas! e isso ocorre #em no corneco do processo. Sua estrutura de custos! no mes! foi a se1uinte 'emR> &ateria-prirna 7. &ao de o#ra direta 8.5 Custos indiretos de producao 4.  ?o final do mes ha,ia :. k1 de produto aca#ado no armaBem! *. k1 em  processamento na fa#rica! num 1rau de! apro$imadamente! 5/; de aca#amento! e  k1 perdidos! dentro das condicoes normais de producao! Pede-se calcular> a 2 custo unitario de producao do mes.  #  ,alor de custo do esto"ue final de Produto Aca#ado. c  ,alor de custo das unidades em processamento no fim do mes. E'E$CICI% *-+A empresa Antartida produB seu unico produto em serie! continuamente! unico departamento! em lotes de *. un. em um A materia-prima e totalmente aplicada lo1o no inicio do processo produti,o porem a rnao de o#ra direta e os custos indiretos de producao incidem de maneira uniforme e proporcional ao lon1o de todo o processo. 88  ?os dois  primeiros meses de determinado ano - em "ue nao ha,ia esto"ues irt ciais - a empresa incorreu nos se1uintes custos 'emR> aneiro "evereir o *. **. &ao de o#ra dir er a 4=. *.8 Custo indir eto de pr oducao 8;.= :5.85 &ateria- pr ima  ,olume de  producao e ,enda foi o se1uinte 'em unidades> Aca#adas as I Emndid  processamento no final re domes aneiro "evereiro 7. 7. 7. =. *. 5. Considerando-se "ue as unidades em processamento no final do mes encontr a. ,am-se em 1raus de aca#amento de 5W e ;W res pecti,amente! em aneiro e f e,e reiro!  pede-se calcular !  pelo PEPS!  para cada mes> a  custo unitario do produto.  #  ,alor de custo da pr oducao aca #ada. c  custo dos  produtos ,endidos 'CP%. d  ,alor de custo do esto"ue final de  produtos aca#ados. e  ,alor de custo do esto"ue final de  produtos em ela #oracao. E'E$CICI%  *-+. A empresa Plasmatec produB em#ala1ens  plasticas de um unico modelo! cor tamanho. A se1uir estao r elacionados os dados de custos relati,os aos meses de no ,em#ro e deBem#ro de 52 'emR> ovembro DeJernbro &aterial 754. 787. &ao de o #ra ;7. =5;. Custos indiretos :48. :*. Sa #endo-se "ue> a ?ao ha,ia "uais"uer esto"ues no inicio de no,em#ro de 52.  # Em no,em#ro! foram totalmente aca #adas 8=. unidades e ainda f ica ram 4. processadas ate um "uarto '5W. c Em deBem#ro! iniciou-se a  pr oducao de outras 7. unidades. d Em deBem#ro! conse1uiu-se o terrnino de :=. e ainda ficaram :.  processadas ate a metade. 8: e odos os custos '&A! &2DE CP sao incorridos uniformemente! ao fim do processo. f do inicio A empresa utiliBa o criterio PEPS! para a,aliar esto"ues. Pede-se calcular> a  custo unitario de no,em#ro. b) 3 custo unitario de deBem#ro. c  Custo do Esto"ue Final de Produtos em Processo em ;/no,em#ro. d) 3 Custo do Esto"ue Final de Produtos em Processo em ;*/deBem#ro. E'E$CICI%  *-+/ Uma empresa produB cimento para a industria de construcao ci,il! num sistema de producao continua composto por "uatro fases> (rita1em! Primeira &oa1em! A"uecimento e Se1unda &oa1em. Sua capacidade pratica de producao e de apro$imadamente : toneladas por mes em todos 2S departamentos! e e este ,olume "ue ,em sendo fa#ricado. a#ela * Custa de tnateria"rima  "ar tonelada I lcalcario R 70 Ar1ila R 60 esso R 80 ~. Frete na compra das materias-primas / 7,50 a#ela 5 Custos de cotiversiio mensais dos de"artamentos (em a Continua.  # Conunta. c Completa. d Estacada. e Processo. 5.  rateio de Custos Conuntos! em relacao ao rateio de Custos ndiretos! e mais> a ele,ante.  # 2#eti,o. c Ar#itrario. d Funcional. e erencial. ;.   principal criterio de a propr iacao de Custos Conuntos e> a %alor de mercado.  # 1ualdade do lucro. c %olume  produBido. d Das  ponder acoes. e Dos custos totais. 4.  custo de a"uisicao de mater iais e "uais"uer outros  #ens ou ser,ices a+!,% cados ou consumidos na producao sao custos> a Fi$os-padr ao.  # Dir etos-ideal. c De  producao. d 2#eti,ados. e Proporcion ais. . 2 #ser,ar as sentencas a se1uir > - 2s ,alores a pro priados  por Custos de,em ser inser idos na Contahil\. dade eral.  - A a pr o priacao e f eita a  #ase dos  princi pios conta#eis 1eralmente aceitos.  - odos os calculos e passos de Custos estao com pati #iliBados no Diar io e no  aBao da em presa. N - 2s ,alor es de custo precisam estar apoiados em re1istr os! calculos ou ma pas. @uanto a inte1racao e a coor denacao entre Conta #ilidade de Custos e Conta #ilidade eral estao corr etas> a 4! 44!  e 4%.  # 4!  e %. c 44!  e 4%. d 4!  e 4%. e 4! 44 e . E'E$CICI%  *.+ A empr esa appeto  processou! em determinado  per iodo em "ue nao ha,ia esto"ues iniciais! * toneladas de mater ia-prima! compradas aR  por "uilo. Par a esse mesmo processamento! a em pr esa utiliBou mao de o #r a ao custo de R 5. e incorr eu em outros custos! tarn #ern con untos! no ,alor de R .. Desse tr a#alho! r esultaram os se1uintes co produtos! em unidades> Producao 7 (un +) 7endas (un +) (G5 un+) Preco de venda  A *5. *. *! = =. . *5! c 5. *. 58! I Considerando-se a A empresa "ue> os custos conuntos aos produtos pelo criterio dos ,olu- distri#ui mes produBidos.  # odas as unidades ,endidas forarn faturadas e entre1ues aos clientes. Pede-se calcular> a 3 ,alor do Custo dos Produtos %endidos (CJ). b) 3 ?uera(ruto de cada produto. E'E$CICI%  *.+A Empresa 3aticinios Alterosa processou! em determinado  periodo! *. litros de leite comprados dos  produtores a R ! por litro. Para esse mesmo tra#alho! incorreu tam#ern em outros custos conuntos! no montante de R 4.. Desse processamento! resultaram ;.8 k1 de "ueio e . k1 de mantei1a em estado #ruto. Para serem concluidos! foram necessaries recursos outros - mao de o#ra direta e material de em#ala1em - ao custo total de R ;. e R 5.! respecti,amente! para "ueio e mantei1a.   preco medio de ,enda e deR !/k1 de "ueio e deR 5!/k1 de mantei1a! ha am#os *W aca#ados nao mercado para esses produtos semiaca#ados. Pede-se calcular o ,alor do custo unitario de cada  produto pelo criteria do preco de mercado. E'E$CICI%  *.+. Assinalar a alternati,a correta> *. Sa#ras de materiais "ue nao tern preco firme de mercado ou condicces normais de comercialiBacao sao denominadas> a Coprodutos.  # Su#produtos. c Sucatas. d Secundarios. e Au$iliares. 5. 2#ser,ar as sentencas a se1uir> - Sao os pr=prios produtos principais. Possui ,alor de ,enda. II  - E decorrencia normal do  processo produti,o. % - Possui pouca rele,ancia dentro do faturamento 1lo#al. Sao caracteristicas a #asicas do su#produto> !  e %.  # !  e %. c !  e 4%. :; ! K d  e  4 e I e  4  ;.  metodo do ,alor de mer cado distri #ui o r esultado aos co produtos de for . ma> a +etero1enea!  #  D e  p a r  t a m e n t a l . c  + o r  n o 1 e n e a . d  D i , e r  s i f  i c a d a . e   l o  # a l i B a d a . 4. 2s coprodutos nao r ece#em custos> a Fi$os da firma.  #  D e  p r  o d u c a o . c  D e e s t o c a 1 e m . d   ? e 1 o c i a , e i s . e ndir etos. . 2#ser ,ar as sentencas a se1uir>  - A a"uisicao de  #ens de consumo e,entual! cu o ,alor e$ceda W do custo total dos  produtos ,endidos no e$ercf cio anterior.  -  custo do  pessoal a plicado na  pr oducao!  - 2s custos de locacao! manutencao e encar1os de depr eciacao aplica- dos ou nao na  producao. % - 2s encar 1os de arnortiBacaO e de e$austao de recur sos naturais r ela- cionados a  producao. Para ef eito fisc al!  podem ser considerados custos> a  I e N  .  #    e    . c  I I e 4 % . d  4 e    . e  I I I e 4 % . E'E$CICI%  *.+/ Um Fri1orifico A,icola  produB e ,ende "uatro coprodutos> asa!  peito! co$a e so #r eco$a. Em determinado  periodo com prou um lote de 5. fran1os de cor te! ,i- ,as!  pesando =4. k1!  pelo  preco deR *!/ k1. :4 a#ela *  recos medias de mercado, "raticados  "ela em"resa, e volumes normais de "ro duoio e vendas Produtos Preco de venda bruto (or k1 7olume 'em k1 Asa R ;! *. Peito R =! *. Co$a R4! 5. So#reco$a R! *5. a#ela 5 Custos de trans.ormaciio (abate, carte etc/ incorridos no "eriodo &ao de o#ra R*. Ener1ia eletrica R . Depreciacao dos e"uipamentos R *. 2utros dados> Y ha diferimento de tri#utacao na compra de fran1os ,i,os e Y so#re a receita #ruta incidem *W de tri#utos. Pede-se calcular> a o ,alor do custo de cada produto! por k1! apropriando  pelo criteria dos ,olumes produBidos os custos conuntos  # o ,alor do custo de cada produto! por k1! apropriando  pelo criteria do preco de mercado os custos conuntos c o ,alor do custo de cada produto! por k1! apropriando o custo da materia prima pelo ,olume e os custos de transforrnacao pelo preco de mercado d o ,alor do lucro #ruto de cada produto! se1undo o criteria da alfnea c e e o ,alor do lucro #ruto do conunto! sem apropriacao de custos aos produtos indi,iduais. A resposta destes e$erdcios encontra-se disponf ,el no site: a  custo de cada um dos cursos! considerando-se preenchidas todas as ,a1as e rateando os custos comuns proporcionalmente a rernuneracao dos instrutores 'Custeio por A#sorcao.  #  lucro por curso! pelo Custeio por A#sorcao! com todas as ,a1as preenchidas. c A mar1em de contri#uicao por aluno pa1ante. :8 d A mar1em de contri#uicao por curso! considerando-se preenchidas todas as ,a1as e apropriando a cada um seus respecti,os custos diretos 'nao ratear os custos fi$os comuns. , E'E$CICI%  */+. A Cia. AmaBonense de %eiculos tern capacidade pratica instalada para produBir  ate ;=. carros por ano! mas nos ultimos anos ,em conse1uindo colocar no mercado apenas 54.! ao preco medic unitario de R *. e ela s= atua no mercado nacio. nal. Sua estrutura de 1astos e a se1uinte> Y &aterial direto Y &ao de o#ra direta Y Custos fi$os Y Despesas fi$as de Admin. e %endas Y Comissoes so#re a receita  #ruta Y mpostos so#re a receita  #ruta R 4./ unidade R 5./ unidade / 4../ ano R 7../ ano *W 7W Da %eneBuela a empresa rece#e uma proposta de a"uisicao de *5. carros! ao  preco CF (Cost  , ?nsurance and =r eig%t/ de R 8. cada. Caso a proposta sea aceita! ha,era isencao de impostos! mas o percentual de comissao so#re o preco de ,enda #ruto do#ra! e ainda ha,era 1astos com frete e se1uro! "ue somam R 5/ un. Per1unta-se> a Companhia AmaBonense de,e ou nao aceitar a propostaQ Por "ueQ Para ustificar sua resposta! su1ere-se calcular> a  3ucro (ruto por unidade! atuando so no mercado dornestico.  #  3ucro 2peracional da empresa! antes do mposto de  enda '3A! atuando so no mercado dornestico. c 3 3uera (ruto de cada unidade a ser ,endida para a %eneBuela! caso a pro posta sea aceita. d  3ucro 2peracional da empresa! antes do mposto de enda '3A! atuando nos dois mercados. e A &ar1em de Contri#uicao unitaria '&C/ un. e a otal '&C dos autom=,eis ,endidos no mercado domestico. *) A &ar1em de Contri#uicao unitaria '&C/ un. ea otal '&C da proposta rece#ida da %eneBuela. , E'E$CICI%  */+/ Uma editora distri#ui mensalmente cento e ,inte mil e$emplares da re,ista  M o d erna  para cem cidades do territ=rio nacional. Se lancar no mercado trinta mil e$em plares mensais da re,istaAr caica! a empr esa  passara a utiliBar os ,inte  por cento '5W de ociosidade "ue ha no seu centro de distri#uicao 'CD. 2s principais dados operacionais da empresa!  #em como a sua estrutura  #asica de custos! sao demonstrados nas ta#elas a se1uir> !I I. :: I I a#ela * Custos variciveis ~. Custos ,arKia,eis Producao Papel! tinta! 1rampos! cola e em#ala1em Lo0istica &anuseio $evista Moderna $evista !rcaica R 5!5= por e$emplar  R *! 74 por e$emplar  R 5 por mil e$emplares R * por mil e$emplares R ! por k1 R ! por k1 R  por mil e$emplares R 8 por mil e$emplares Frete de ida ~$ 3o1fstica re,ersa a#ela 5 Custos .i5os mensais do Centro de )istribuiciio (C)/ 7alor ~$ Alu1uel R :. Depreciacao R 5=. ~$ Salaries e Encar1os Sociais ~. R 4*. I a#ela ; utros dados das revistas K $evista Moderna Preco de ,enda de cada e$emplar $evista !rcaica R8 R4 R ;. R*. 4= 1ramas 5 1ramas W 5W *W *W l ~$ eceita de pu#licidade! por edicao ~$ Peso medic de cada e$emplar Percentual de encalhe Proporcao de ,endas a,ulsas 2utros dados> Y Y a receita de ,enda de re,istas 'a,ulsas e assinaturas 1oBa de imunidade tri #utaria> a receita de ,enda de pu#licidade e tri#utada em *W o custo de lo1fstica re,ersa inclui o frete de retorno e o manuseio do encalhe e 2S CUSt2S fi$os! "uando alocados as re,istas! tidade de e$emplares Y nao ha ,endas por assinaturas e Y todo o encalhe e sucateado  sao proporcionalmente a "uan- e descartado sem 1erar receita. A. Com #ase nos dados apresentados! pede-se calcular> *. o ,alor do lucro da re,ista  Moderna,  por edicao mensal! na situacao inicial em "ue so ela e$istia! com a#sorcao total dos custos fi$os 5. o ,alor do lucro da re,ista  Moderna,  por edicao mensal! na situacao inicial em "ue so ela e$istia! porern com a#sorcao parcial! isto e! considerando o custo da capacidade ociosa como perda do perfodo ;. a &ar1em de Contri#uicao otal '&C! por edicao! de cada re,ista 89 4. a &ar1em (ruta '&( em ,alor 'R!  por edicao! de cada re,ista! com o lancamento da  [email protected] e . a &ar1em de Contri#uicao por e$emplar '&C/un. de cada re,ista. (. Considerando e$clusi,amente os resultados encontrados em LAL! pede-se res ponder> =. ?o estudo de ,ia#ilidade! a empresa de,eria ou nao alocar parte dos custos fi$os de distri#uicao a se1unda re,ista para tomar a decisaoQ 8. Supondo "ue o unico o#eti,o sea ma$imiBar o ,alor do lucro mensal! a editora de,e lancar a no,a re,istaQ Por "ueQ :. Com o lancamento da  !rcaica, ha,era su#sidio cruBado entre as duas re,istasQ Gustifi"ue sua resposta. A resposta destes e$ercicios encontra-se disponi,el no  site: 3  pro- a Fisica.  # &onetaria! c Do recurso limitado em dinheiro. d Do recurso limitado em "uantidade. e Do total. ;. Para tomada de decisao! de,e-se optar pela alternati,a "ue ma$imiBar a mar1em de contri#uicao> 4. a Anual.  # Unitar ia. c otal. d Fi$a. e (ase. E e$em plo de fator limitador > a Capacidade ociosa.  # Funcionario "ualificado. c Falta de concor rencia. d Falta de material. e &onop=lio estatal. . A unica forma de alocacao de custos fi$os "ue nao pro,oca distorcoes na tomada de decisao e a"uela "ue se #aseia no'a> a Fator limitador de capacidade .  # Alocacao do lucro  por unidade. c Custo indireto fi$o total aplicado. d Criteria  do lucro por  producao. e a$a interna de r etorno austada. E'E$CICI%  *9+ A empr esa Camomila  produB a penas dois produtos 'A e ( cuos  pr ecos de ,enda - li"uidos dos tr i #utos - sao R *5 e R :! respecti,amente so#re esses precos ela  pa1a comissoes de W aos ,endedor es. 2s custos e despesas fi$os sao deR :.BOO  por  periodo. 2s custos ,aria,eis sao os se1uintes> &ater ta-prtma  MOD  A B 4 k 1/ un. 5 k1/ un. R 4/ k1  R 4/ k 1 5! h/ un. 5 h/ un. R 5/ h R 5/ h Se1undo o Dir etor de &ark etin1! o mercado consome! no ma$imo! * unida- des de cada  produto da empr esa  por  per iodo. Pede-se calcular > a 3 ,alor do resultado de cada  produto pela o ptica do Custeio %aria,el '&ar1em de Contri#uicao! considerando a demanda ma$ima.  #  ,alor do r esultado operacional ma$imo da empresa por  periodo. c 3 ,alor do resultado ma$imo num per iodo em "ue hou,er a penas ;= k 1 de mater ia -prima dis ponr ,eis par a utiliBacao. d A com#inacao otima 'melhor mi5 de pr oducao e o resultado otimo sea r estricao for a penas de &2D! e hou,er somente 4 h disponf ,eis! 92 E'E$CICI%  *9+A Escola mmacolata oferece dois cursos tecnicos profissionaliBantes> mecanica de automo,eis '= horas e eletricidade de automo,eis '4 horas para atender a demanda! oferece normalmente 5 ,a1as em cada curso! por periodo leti,o. 3  preco do curso para cada aluno  participante e apro$imadamente o mesmo R 8 e R =! respecti,amente! para os cursos mecanica e eletricidade! ea mmacolata  pretende acornpanha-los o mpasto so#re Ser,ices 'SS e de 5W so#re a receita. 2s custos com material didatico! impressos! $ero$! lanches etc. sao de R ; por  aluno! alern de R = por hora-aula efeti,amente ministrada  pelos instrutores  a os custos comuns 'secretaria! la#oratorio! e"uipamento! estacionamento etc. totaliBam R *. por periodo leti,o. Suponha "ue para determinado  periodo a escola disponha de poucos instrutores! com disponi#ilidade para ministrar no ma$imo : horas de treinamento.  ?essa situacao! para o#ter o lucro rna$imo! "ue curso de,e ser oferecidoQ 'Considerar "ue todas as ,a1as serao preenchidas! nao ha,endo limitacao de mercado. a 2s dois.  # &ecanica. c Eletricidade. d ?enhum dos dois. E'E$CICI% N 9 *9+. A industria de calcados CoreBBo fa#rica dois produtos> #otas e sapatos. Para atender ao mercado! a empresa produB! normalmente! . unidades do primeiro e 4. do se1undo! por mes. 2s precos de ,enda sao apro$imadamente os a A &ar1em de Contri#uicao unitaria '&C/un. de cada produto.  # A &ar1em de Contri#uicao otal '&C de cada produto. c 3 ,alor do lucro #ruto unitario '3(/un. de cada produto. d A &ar1em de Contri#uicao unitaria '&C/un. de cada  produto!  por fator  limitante! se em al1um mes hou,er restricao de mao de o#ra direta. 93 E'E$CICI%  *9+/ Uma empresa produB e ,ende! normalmente! cerca de ;. unidades de seus  produtos por mes. 2s arti1os sao classificados como de lu$o e destinado s a popula salario dos oper ar ios Cornissoes so#re a receita li"uida Despesas administrati,as 1erais da empresa 'fi$as Despesas comerciais e de marketin1 'f i$as Custos fi$os R 5 por k 1 de la R = por hora *W R *. por mes R 8. por mes R =*. por mes 2utros dados> Y so#re a receita #ruta incidem 5W de tr  i#utos Y no  preco da materia -pr ima estao inclusos 5W de tri#utos recuper a,eis o onus de encar1os sociais so#re a &2D e de *W. Y 94 e Parte I Suponha "ue! de,ido a um pro#lema alfande1ario ocorrido em determinado mes! a empresa te,e seu suprimento de rnateria-prima limitado a . k1 de la na"uele  perfodo. Pede-se calcular> a a "uantidade de cada produto "ue o pessoal de ,endas de,eria tentar ,ender  na"uele mes! de modo a ma$imiBar o resultado 'melhor mi5 de producao e ,endas e  # o ,alor do resultado 1lo#al mensal da empresa com o composto de producao indicado em (a). Parte II Dois meses depois de re1ulariBado o a#astecimento de la! o sindicato da cate1oria dos tra#alhadores apro,ou uma paralisacao por ; dias! por maiores salarios e melhores condicoes de tra#alho. Como nem todos os empre1ados aderiram! a empresa estimou "ue poderia dis por de . horas de &2D durante a"uele mes. Pede-se calcular> c a "uantidade de cada produto "ue o pessoal de ,endas de,eria tentar ,ender  na"uele mes! de modo a ma$imiBar o resultado 'melhor mi5 de producao e ,endas e d o ,alor do resultado 1lo#al mensal da empresa com o composto de producao indicado em 'c. A resposta destes e$ercicios encontra-se disponi,el no  site: a Apenas os custos diretos de producao.  # Apenas os custos fi$os de producao! c Custos de producao e de administr acao. d odos os custos de  producao! e so eles. e Apenas os custos com a transfor rnacao. ~I i ;. @uando ha diferenca no ,alor do resultado operacional entre o Custeio %aria,el e o Custeio por A#sorcao! ela esta sempre! apenas! no tratamento dos> a Custos fi$os.  # Custos indiretos. c Custos ,aria,eis! d Custos diretos. e Despesas. 4. Em determinado periodo em "ue nao haa esto"ues iniciais! o &etodo de Custeio %aria,el! em relacao ao de Custeio por A#sorcao! apresentara resultado maior "uando a empresa> a %ender tudo "ue produBir.  # c d e ProduBir menos do "ue ,ender. %ender menos do "ue produBir. ProduBir mais do "ue ,ender.  ?enhuma das alternati,as satisfaB a condicao. . Em empresas com ati,idades saBonais! considerando-se "ue nos meses em "ue nao haa demanda haa  producao mas nao ,endas! os resultados mensais apurados ,ao oscilar> a &ais pelo Custeio %aria,el!  # &ais pelo Custeio por A#sorcao! c 1ualmente pelo Custeio %aria,el e por A#sorcao. d 1ualmente! mas somente se as ,endas forem superiores a  producao! e &ais pelo Custeio %aria,el! mas somente se a producao for maior "ue as ,endas. E'E$CICI%  * Produeao 7endas 2u tu #ro :. 8.  ?o,em#ro *=. 8. DeBem#ro 4. *4. 2s custos ,aria,eis sao a materia-prima! o material secundario e o de ern#ala1em! "ue totaliBam R 5 por unidade a os custos e despesas fi$os mensais sao os se1uintes 'emR> Salaries e Encar1os dos operarios 5.. Salaries e Encar1os do pessoal administrati,o ;. Depreciacao dos e"uipamentos da fa#rica 5. Alu1uel do predio da fa#rica *. 97 Custos di,ersos de manufatura *. Prornocao e Propa1anda . Sa#endo "ue nao hou,e esto"ues de produtos em ela#oracao e desconsiderando tri#utos incidentes sa#re a receita! pede-se ela#orar a Dernonstracao de esultados de cada mes! pelo Custeio por A#sorcao e pelo %aria ,el! e calcular> a A diferenca! em cada mes! entre os lucros apurados se1undo os dais criterios.  # A diferenca entre os esto"ues finais dos produtos aca#ados de cada mes! se1undo os dais criterios. E'E$CICI%  *< +A ndustria (rasileira de &alas tern capacidade pratica de producao -  planta! instalacoes ! mao de o#ra etc. - para fa#ricar ate *. unidades por mes. Seu unico  produto e ,endido! em media! por R 4 sa#re esse preco incidem tri#utos de 5W ea empresa remunera os ,endedores com comiss=es de *W.  custo de material direto 'rnateria-prima e em#ala1em e de R * por unidade e os custos e despesas fi$os 'CDF mensais sao os se1uintes 'emR> &ao de o#ra direta =. &ao de o#ra indireta 5. Depreciacao dos e"uipamentos Despesas administrati,as da fa#rica . ;. Em marco! foram produBidas inte1ralmente *5. unidades e em a#ril! *. e as ,endas foram de 7 . malas em cada um a A diferenca! em cada mes! entre os lucros apurados se1undo os dois criterios.  # A diferenca entre os esto"ues finais de cada mes! se1undo os dois principios. 98 ? E'E$CICI%  *< +. A Cia. Porto Eucaliptos iniciou suas ati,idades em 5-*-l em ;*-*5-l! seu primeiro #alancete de ,erificacao era constituido pelas se1uintes contas 'emR mil> *. 5. ;. 4. . =. 8. :. 7. *. **. *5. *;. *4. *. *=. *8. *:. *7. 5. 5*. I 55. ) 5;. lT;4. Cai$a (ancos Clientes &ateria-prima E"uipamentos de producao Depreciacao acumulada de e"uipamentos %efculos Depreciacao acumulada de ,eiculos Emprestimos de curto praBo o#tidos cl encar1os prefi$ados Capital social Consumo de materia-prima '&P &ao de o#ra direta 'inclui encar1os sociais no periodo Super,isao 1eral da fa#rica Alu1uel da fa#rica Consumo de lu#rificantes nos e"uipamentos de producao &anutencao pre,enti,a de ma"uinas comuns de producao Super,isao do almo$arifado de rnateria-prima Ener1ia eletrica consumida na producao Depreciacao de e"uipamentos de producao Se1ura dos e"uipamentos de fa#rica Despesas comerciais no periodo 'fi$as Despesas administrati,as 1erais da empresa 'fi$as Despesas financeiras no periodo 'fi$as %endas de produtos aca#ados 'PAC ',alor li"uido de tri#utos 4= *. =.= . 5. ; *. * ;.5 *. 8. =. 5.:: = ;  *.44 87 ; ;4 .= ;.4 5 5.* 2utros dados relati,os ao ano de l> *. Producao e ,endas no perfodo> ~. Preco medio Produtos de venda5un+ 7olume de  producao (em unidades) $ R58 . 4. $ ; ;. *:. $  5. *=. .. 9B 7olume de vendas (em unidades) 5.  tempo de producao re"uerido por unidade de produto ~ ~$ ? &emo de M%D $ *! hh !=hm 9 5! hh 5! hh *! hm ;!8 hm t se1uinte> &emo de &a"uina Produtos B e I ;. A materia-prima ea mesma para todos os produtos e o consumo tarn#ern se faB na mesma proporcao> * k1 de &P para cada unidade de PAC. 99 4. 2 consumo de ener1ia eletrica pelos produtos e o mesmo em terrnos de khI  por isso seu custo e diretamente proporcional ao tempo de utiliBacao das "uinas. ma> . As ha#ilidades e os salarios dos operarios sao apro$imadamente 2S tres produtos! e  CUSt2 de mao de o#ra direta e fi$o. i1uais Para =. 2s custos de Super,isao da Producao e Alu1uel de,em ser rateados com #ase na &2D e Super,isao do Almo$arifado! com rnateria-prirna . 8. 2s dernais custos indiretos sao correlacionados ao tempo de uso de ma"uinas. :.  mpasto de enda ' e de L34 sa#re o lucro. Pede-se ela#orar a Demonstracao de esultados para o ano l!  pelo Custeio por  A#sorcao e pelo %aria,el! e os respecti ,os #alances! e calcular> a  ,alor da diferenca entre os resultados se1undo os dais criterios!  #  ,alor da diferenca entre os esto"ues finais se1undo os dois criterios! E'E$CICI%  *< +/ Uma empresa de consultoria e assessoria em sistemas de informacao dedica-se a  prestacao de ser,ices na area de nformatica! conce#endo e desen,ol,endo  proetos de  so.t#are oda tra#alho especialiBado "ue a empresa utiliBa e terceiriBado! e$ceto a 1erencia de proetos.  ?os ultimas dois meses! a empresa dedicou-se e$clusi,amente ao desen,ol,imento de dois  proetos> (3S!  para 1erenciamento de custos e ?F2!  para 1estao de esto"ues. 2s principais dados de custos relati,o s aos proetos sao demonstrados nas ta#elas a se1uir > a#ela * Cu stos d e material ( em $). Material BILS I"% Papel ;. 5.5 Dis"uete *.* : inta para impressora *.= *.7 2utros ;.: ;. a#ela 5 T em"o de miio d e obra es"eciali - ada [email protected] I * BILS I"% Analista *:5h *:h Consultor Gunior Consultor Senior  ;;5h 7*h 5;:h I I 77h I a#ela ;  *strutura basica de custos &ao de o#ra terceiriBada> I I Analista R ; por hora Consultor Gunior R  por hora Consultor Senior / * por hora mes  j Alu1uel do im=,el / 5. por I Ener1ia eletrica mes / *.5 por mes / 4. por mes elefone Salano do 1erente de proetos ~~ Encar1os sociais so#re salarios Depreciacao dos e"uipamentos! mo,eis e utensilios R  por :W / =.  por ano Pede-se calcular o custo de cada proeto pelo Custeio %aria,el e pelo Custeio por  A#sorcao! utiliBando para este ultimo os se1uintes criterios de rateio> Y alu1uel! ener1ia eletrica e telefone> partes i1uais entre os dois proetos Y rernuneracao do 1erente> proporcional ao tempo de mao de o#ra Y depreciacao dos e"uipamentos> proporcional ao tempo de rnao de o#ra. A resposta destes e$erdcios encontra-se disponi,el no  site: a A &ar1em de Contri#uicao unitaria '&C/un. de cada produto.  # A &ar1em de Contri#uicao total '&C de cada produto. c A &ar1em Direta otal 'Se1unda &ar1em de Contri#uicao de cada produto. E'E$CICI%  *A+ A empresa 3! cuo capital e de R .! produB espremedores de frutas tropicais e moedores de came #o,ina. Sua estrutura de custos e despesas e a se1uinte 'emR> Esremedores Moedores Custos e despesas ,aria,eis! por unidade R ;! R 4! Custos e despesas fi$os mensais identificados R = R : Custos e despesas fi$os comuns aos dois I ~. R *. por mes Ao preco unitario deR ! lf"uido de tri#utos! o diretor de &arketin1 da empresa 1arante a ,enda de *. espremedores por mes. Pede-se calcular> A "uantidade de moedores de came "ue a empresa precisa ,ender! aR 8! cada um! para o#ter um lucro mensal de 4 do capital. E'E$CICI%  *A+A empresa Autopecas &a1nfficas preparou seu piano operacional para o pro$imo ano> ~ ~ 7olume de Producao (un+) Preeo de 7enda(P7) Custos %arta,eis (C7) odas 5. R5: R* Para-lamas 5. R4: R5 Para-cho"ues *. R4 R* rades *. R R; Produtos Sua estrutura de Custos Fi$os 'CF departamentais identificados e a se1uinte 'emR> Pintura 5.5.  ?i"uelacao ;.. Estamparia *.. Usina1em &onta1em 7. *.=. Apenas as rodas e os para-lamas sao pintados! e pela ni"uelacao so passam paracho"ues e 1rades pela Estamparia! Usina1em e &onta1em passam! necessariamen13L te! todos os produtos. As despesas fi$as de administracao e de ,endas sao or a  custo fi$o departamental de cada produto 'rateio #aseado em ,olume.  #  custo total de cada  produto. c A mar1em de contri#uicao de cada produto. d  lucro #ruto de cada produto. e A mar1ern direta 'Se1unda &ar1em de Contri#uicao por famflia de pro. dutos> rodas e para-lamas numa familia! para-cho"ues e 1rades noutra. 5. Ela#orar Demonstracoes de esultados proetadas simulando as se1uintes situacoes> a  esultado de cada  produto e o da empresa toda! se1undo os metodos de Custeio %aria,el! Direto e por A#sorcao  # dem! porem nao produBindo rodas! nao produBindo 1rades e nao produBindo rodas nem 1rades. c dem!  porem terceiriBando a fase de  pintura! a de ni"uelacao e am#as! con- siderando "ue pela  primeira a empr esa pa1aria R 8 por unidade e  pela se1unda! R *. Considere! tam#em! "ue todos os custos fi$os identifica- dos seriam eliminados  no caso de terceiriBacao. E'E$CICI% (Q *A+.  +otel Pousada FeliB  preparou o se1uinte plano operacional para a  pr=$ima tem porada de ferias 'mes de  ulho> Quantidade Preco Li6uidoda Diaria (PD) Disonivel (un+) Cate0orias Custos %aria,eis 'DiariosA 'C%A &in g le &tandard  ; R ; R* &in l e ?u#o 5 R 4 R*:  )ouble &tandard  ; s so R 5  )oubl e ?u#o 5 R 8 R 5 Sua estrutura de Custos Fi$os 'CF departamentais se1uinte 'emR> CoBinha *5. 3impeBa :. Ser,ice de "uarto :. Entr etenimento . 'laBer  identificados para o mes ea Somente a cate1oria lu$o tern direito a refeicoes 'utiliBam o departamento de coBinha 3im peBa! Ser,ice de "uarto e Entr etenimento ser,em! necessariamente! todas as cate1orias. As despesas fi$as de administracao sao or cadas em R 5.. Estimase "ue todos os apartamentos de todas as cate1orias serao locados nos ; dias do mes. Desconsiderando impastos!  pede-se> *4 IA  *. Calcular> a  custo fi$o departamental de cada cate1oria 'rateio #aseado em ,olume.  #  custo mensal total de cada cate1oria. c A mar1em de contri#uicao de cada cate1oria. d  lucro #ruto de cada cate1oria. e A mar1em direta 'Se1unda &ar1em de Contri#uicao por famflia de cate1oria> lu$o numa familia e  standard noutra. 5. Ela#orar Demonstracoes situacoes> de esultados proetadas simulando as se1uintes a esultado de cada cate1oria e o do hotel todo! se1undo os criterios de Custeio %aria,el! Direto e por A#sorcao.  # dem! porern considerando "ue os apartamentos  )ouble 3u$o nao estariam disponi,eis. de cate1orias do tipo E'E$CICI%  *A+/ Uma empresa produB e ,ende! normalmente! cerca de 4. unidades de seus  produtos por mes. As informacoes mais rele,antes so#re as ati,idades da or1aniBacao sao apresentadas nas ta#elas a se1uir. a#ela *  recos e volumes normais de "roduciio e vendas Preco de venda bruto (or un+) Produtos ;. ~ 7olume (em unidades/mes I I I Fo1=es R ; Fornos de &icro-ondas R :33 3a,adoras de oupa R : 8 R 1.733  I I *. *.5 I H- efri1eradores I a#ela 5  adriies .isicos de materia"rima (M/ e de Mao de obra direta (M)/  "ar unidade de "roduto I Produtos Quantidade de MP &emo de M%D Fo1=es 4! k1 =h Pornos de &icro-ondas 5! k1 Sh 3a,adoras de oupa *5! k1 *5h efri1eradores *! k1 5h ~ s *< a#ela ;  *strutura bosica "adriio d e cu stos e des"esa s &ateria-prima R 5 por k1 de &P &ao de o#r a direta '&2D> salar io dos oper arios R :  por hor a Despesas administrati,as 1erais da empresa 'fi$as R 5. por mes Despesas comerciais e de marketin1 'fi$as R *. por mes Custos Fi$os Comuns a todos os produtos R 4. por mes Custos Fi$os Diretos dos produtos> Fo1oes R 5.  por mes Forno de &icroondas R *8. por mes 3a,ador as de oupa R 8. por mes  efri1er adores R *=. por mes a#ela 4  ?nvestimento s (ativos/ id ent i.icados  "or "rodut o ( em $). "o0oes Microondas Lavadoras [email protected] Esto"ue medic de mater ia -prima **:.: 55. *8:.*5 *:7. . lmo#iliBado **.5 ;. 7=. 5. 7;.:8 Comum 2utros dados> Y so #re a receita #ruta incidem *W de tri#utos Y so#re a receita li"uida incidem *W de comissoes Y no pr eco da materia -prima estao inclusos 5W de tri#utos recupera,eis> e Y o onus de encar1os sociais so#re a &2D e de *W. Com  #ase nas inforrnacoes apresentadas!  pede-se calcular > a a mar1em de contr i#uicao de cada  produto  # a se1unda mar 1em de contri#uicao de cada  produto c o resultado mensal 1lo#al da em presa d a ta$a de retorno identificada de cada produto e e a ta$a de r etorno 1lo #al da em pr esa. A resposta destes e$erdcios enco ntr a-se disponi,el no  sit e: a Preco or unidade (emG) ~ ~. ~ Quantidade 6ue seri vendida or eriodo 5 =. 55 4. 54 4:. 5= 45. 5: ;=. ; ;. *7 $ Desconsiderando a incidencia de tr i #utos sa#re a receita! pede-se calcular> a  ,alor do resultado "ue a empresa ,em o#tendo por periodo.  #  ,alor ma$ima da &ar1em de Contri #uicao otal '&C "ue a em pr esa  pode o#ter nas instalacoes atuais. c  ,alor da &ar1em de Contri#uicao otal '&C se praticar o preco deR ;. d  ,alor de custo da ociosidade na situacao 'alinea c. e  ,alor do resultado no ponto otimo de tra#alho 'lucro ma$ima. E'E$CICI%  * +.  Cole1io &aria da Conceicao co#ra mensalidade no ,alor de R = e conta com um total de 4 alunos matriculados. Ao faBer uma pes"uisa de mercado! incluindo os proprios alunos atuais! ,erificou "ue precisaria diminuir o ,alor da mensalida de  paraR 4 para aumentar  numero de alunos ao ma$ima de sua capacidade ! "ue e de = alunos.  cole1io ,erificou ainda "ue! caso #ai$asse o ,alor da mensalidade  para R !  poderia matricular 8 alunos por  penodo. Entretanto !  para isso! necessitaria de um in,estimento em no,as instalacoes! no ,alor deR ;..!  "ue teriam uma ,ida iitil de 5 anos! e um ,alor residual deR 54.! e ainda teria um acrescimo nos demais custos fi$os de *W. Considerando "ue> a 2s tri#utos incidentes so#re a receita sao de =W.  # 2s custos e despesas ,aria,eis com material didatico! impressos! $ero$! lanches etc. sao de R : por aluno. c 2s custos e despesas fi$os! incluindo o salario dos  professores! totaliBam R *.  por mes. Pede-se calcular> a  lucro atual!  por mes.  #  lucro com mensalidade de R 4. c  lucro com mensalidade deR . E'E$CICI%  *+/ Uma empresa  produB e comercialiBa dois  produtos! flautas e ,ioloes! e os custos ,aria,eis sao R = e R 55!  por unidade! res pecti,amente. A linha de producao de flau- tas tern um custo fi$o dir eto de R *. e a de ,ioloes! R 5.. 2s custos fi$os co- muns aos dois  produtos sao de / 4.!  por periodo! e as des pesas fi$as de adminis- tracao e de ,endas R 5*.! tarn#em!  por  penodo. 2s tr i#utos incidentes so#r e a r e- ceita  #ruta  perfaBem o total de *W. A empr esa costuma r emunerar seus ,endedor es na  #ase de *W so #re a eceita 3i"uida. ** Parte A Considerando-se a forrnacao de precos de ,enda com #ase nos custos e "ue> Y o Departamento de &arketin1 estima uma demanda de 5. flautas e *. ,ioloes por periodo Y a adrninistracao esta#eleceu uma meta de lucrati,idade ceita 3i"uida para cada um dos dois produtos e Y o rateio e feito com #ase no ,olume de producao '%(C. de :W sa#re a e- Pede-se calcular o Preco de %enda (ruto 'P%( dos dois produtos. SIM;L!F!o D% $ES;L&!D% 'Considerando-se 2S ,olumes estimados pela area de marketin1 "lautas I r &otal ~~ eceita (ruta I I I 7ioloes mpastos eceita 3i"uida HCustos %aria,eis Despesas %aria,eis &ar1em de Contri#uicao otal HCustos Fi$os Diretos H- &ar1em de Contri#uicao otal Hustos Fi$os Comuns Despesas Fi$as C2 2PEAC2?A3 ~=I &ar1em 2peracional> *** **5 SIM;L!F!% D% $ES;L&!D% 'Considerando-se *. flautas e *. ,ioloes "lautas %ioloes &otal eceita (ruta mpastos eceita 3i"uida Custos %aria,eis Despesas %aria,eis &ar1em de Contri#uicao otal Custos Fi$os Dir etos 5a &ar1em de Contri #uicao otal H- Custos Fi$os Comuns Despesas Fi$as 3UC2 2PEAC42 ?A3 &ar1em 2 peraciona l> Parte B  De par tamento de &ark etin1!  por meio de  pes"uisas e estudos de mer cado! ela #orou a se1uinte ta#ela de  possi,eis  pr ecos e r es pecti,as demandas> %ioloes "lautas Preeo (/) 7olume (6) * 5. 4 *. *5 *. 4 = Preco (/) 7olume (6) Considerando-se "ue o lucro o peracional o #eti,ado e deR 4.!  por  per fo   do! "ue os administradores da empr esa pr etendem esta #elecer  pr ecos de ,enda com #ase no mer cado! e "ue "uais"uer outras ,aria,eis sao irr ele,antes!  per 1unta-se> a @ual de,e ser o  preco praticado em cada  produtoQ  # @uale o ,alor da contri#uicao de cada  produto com os  pr ecos esta #elecidos em (a )? c @ual e o ,alor do r esultado o peracional ma$imo da empresa! considerandose as res postas de (a) e (b)? d Uma ,eB conhecida a r es posta 'c! de,em-se ,alidar os pr ecos definidos em (a)? Por "ueQ A r esposta destes e$erdcios encontra-se disponi,el no  site: .  Custos Imutados e Custos Perdidos $ESP%S&! D% E'E$CICI% P$%P%S&% 3ucro 2peracional antes do mpasto de enda> / 5:.*;4. E'E$CICI%  +* A resposta deste e dos pr=$imos e$erclcios encontra-se disponi,el 1.  #eneficio sacrificado em termos de remuneracao numa alternati,a e nao em outra e denominado> a Custo historico corri1ido. por se aplicar recursos  # endimento crescente. c Custo padrao realiBado. d Custo de oportunidade. e a$a interna de retorno. 5. &un Cost si1nifica> a Despesa fi$a.  # Custo indireto. c Custo perdido. d Despesa nula. e Custo padrao. ;.  custo considerado para efeitos internos! 1erenciais! mas nao conta#iliBado  por nao representar transacao com  am#iente e$terno! e denominado> a Custo imputado.  # Despesa 1eral. c Custo indireto. d Depreciacao. e Target cost 4. E a  # e$emplo de custo imputado> Des pesas financeira s. &ao de o #ra indireta. c Custo de o por tunidade. d Custo historico corri1ido. e Comissao so #re ,endas. . 2#ser,ar as sentencas a se1uir> -  custo de oportunidade e muito usado em Conta #ilidade eral.  -  custo de opor tunidade r epresenta o "uanto se sacrifica em termos de r ernuneracao por a plicar recursos numa outra alternati,a e nao em outra.  - Para uma analise do custo de oportunidade! o risco nao de,e ser considerado. % - Para se faBer cornparacoes entr e alternati,as de ,alor monetario! elas de,em possuir i1ual ,alor de com pra. Estao corretas as sentencas> a  e .  # 4 e %. c  e 4%. d 4 e . e  e 4%. E'E$CICI% /!! + A em pr esa Cofa1 possui uma capacidade  pratica para produBir ate :. amor tecedores  por  periodo! mas ,em conse1uindo colocar no mercado a penas cerca de 4.! ao  preco li"uido de R 55 so #re esse pr eco ela  pa1a comissao de *W aos ,endedores. Seus custos diretos sao os se1uintes 'em R> &ateria -pr irna 'por unidade Em#ala1em 'por unidade &ao de o #r a direta 'por periodo 'custo fi$o ll2 28 ;. Seus custos ndir etos de Producao e Des pesas!  por  per iodo! totaliBam R *.5..  Departamento de &arketin1 feB uma  pes"uisa de mercado para sa #er "ual ser ia o ,olume de ,endas a di,ersos nf,eis de  pr eco.  r esultado da  pes"uisa foi> **4 Preco or unidade (emG) Quantidade 6ue seria vendida or eriodo 5 =. 55 4. 54 4:. 5= 45. 5: ;=. ; ;. Desconsiderando a incidencia de tri#utos so#re a receita! pede-se calcular o custo economico da ociosidade da empresa ao praticar o preco de> a R ;.  # R 5. c R 5=. E'E$CICI%  +A empresa risi foi constituida em 5-*-l com o capital inicial de R *. totalmente su#scrito e inte1raliBado em moeda corrente nacional e o o#eti,o e  produBir arti1os para festas em 1eral os proprietarios esperam um retorno de =W a.m.  preco medio de ,enda do produto aca#ado e estimado pelo pessoal da area de marketin1 emR 7! por unidade. mpastos e comissoes so#re a receita #ruta totaliBam 5W do preco! Durante o mes de aneiro! ocorreram os se1uintes custos e despesas! todos pa1os dentro do proprio mes 'em R> Alu1uel da fa#rica ;. Super,isao da fa#rica 7. &ateria-prima 'R ;!/un. &ao de o#ra direta ;=. 54. Despesas administrati,as :.  ?o final do mes! *5. pacotes de confete ha,iam sido integralmente  produBidos e esta,am armaBenados para serem ,endidos no mes se1uinte 'nao hou,e ,endas em aneiro. Pede-se calcular o ,alor do resultado do mes de aneiro! pelo Custeio por A#sorcao! considerando o custo de oportunidade do capital proprio! E'E$CICI% Q +. A Empresa +i1hli1ht foi constituida em ; de marco com o capital de R *. e os proprietaries esperam um retorno de! no minimo! !W por mes. 3 capital inicial foi total e inte1ralmente utiliBado na mesma data para a producao de um #em com o se1uinte custo> &aterial &ao de o#ra =4 k1 a R */k1 *: haR 5/h **  produto foi ,endido em ; de a#ril por R *5.! so#re esse  preco. Considerando na ,enda. incidindo "ue a inflacao de a #ril foi de 5!W!  pede-se impostos deR l.44 calcular o lucro o #tido E'E$Ci CI%  +/ Uma empresa produB um unico produto "ue e ,endido! em media!  pelo  pr eco de R 5/ un. os  pr incipais dados encontram- se na a#ela> I ConHmo da mater ia-prima '&P Pr eco da materia-prirna '&P r i#utos recuper a,eis no preco da &P Alu1uel do im=,el ; k 1 por unidade R  por k1 5W R =. por  per iodo Depr eciacao dos e"uipamentos R *. por  per f odo Salario com encar 1os sociais R ;.  por  per iodo 2utros custos e des pesas fi$os R 7. por per iodo ri#utos so #re a receita #ruta *W Comissoes so #r e a receita  #ruta W Em determinado  per iodo em "ue nao hou,e esto"ues iniciais! a empresa  produBiu inte1ralmente *. un.! a Decisao.  # eferenda. c erencia. d Acuracia. e eposicao. . 2#ser,ar as sentencas a se1uir> 44 - Uma das funcoes muito importantes da Conta #ilidade de Custos!  para fins decisoriais! e  fornecimento do custo historico dos esto"ues. - A utilidade da adocao do custo de reposicao esta no fato de se  poder  analisar e decidir sa#re a continuidade do empreend imento.  -  custo de reposicao pode ser usado!  para fins 1erenciais! no mater ial utiliBado! na mao de o#ra empr e1ada e nos demais custos en,ol,idos nos  processos. % - Custa de reposicao ta#ilidade eral. e um conceito importante e muito utiliBado em Con- Estao corretas as sentencas> a 4 e .  #  e N. c  e . d !  e . e 4 e 4%. E'E$CICI%  *+ A Empresa Pomposa foi constituida em ; de mar co com o capital deR *. e os pr o prietaries es peram um r etorno de! no minima! !W  por mes.  ca pital inicial foi total e inte1ralmente utiliBado na"uela mesma data  para a  producao de um  #em com o se1uinte custo> r ial &ao de o #ra H I =4 k 1 a / */ k1   *: haR 5/ h  produto foi ,endido em ; de a #r il por R *5.! incidindo impastos e comiss=es de R *.44 sa #re esse  pr eco.  ?a data da ,enda! o custo de  producao do  #em ser ia deR *.. Considerando "ue a inflacao de a #r il foi de 5!W!  pede-se calcular o lucro o#tido na ,enda! com putando o custo de o portunidade do ca pital  pr =pr io. **: E'E$CICI%  *+A Empresa (orn osto foi constituida em * de marco com o capital de R 4. e os proprietaries esperam um retorno de! no minimo! @4 ao mes. 3 capital inicial foi totalmente su#scrito e inte1raliBado no mesmo ato! em moeda corrente. @ 2s e$ecuti,os preparam o se1uinte piano operacional para os pro$imos tres meses> %olume mensal de producao e de ,enda 5. un. *5. k1 Consumo mensal de rnateria-prima &ar1em o#eti,ada 134 so#re a receita #ruta antes do I' mpasto de enda L34 Esto"ue de se1uranca de materia-prima Sua estrutura de custos e despesas estimados ea para meio mes de producao se1uinte> Maro !bril Maio R*!5/k1 R *!;/k1 R *!/k1  K.*ao de o#ra direta 'custo fi$o R :. R :. R 7. Htos R 5. R 5.;;= R 5.;;= R 8.= R 8.= R:. mpostos 5*W 5*W 5*W Cornissoes W W W H&ateria-prima indiretos de producao 'fi$os HDespesas administrati,as Considerando> Y todos os ,alores em moeda de capacidade a"uisiti,a constante! Y producao e ,endas ocorrendo uniformemente Y esto"ue a,aliado pelo criteria UEPS 'ultimo a entrar primeiro a sair! Y custos e despesas pa1os e receitas rece#idas dentro do proprio mes! ao lon1o do mes!  pede-se calcular> a  preco de ,enda medic unitario o#eti,ado para cada mes. b) 3 ,alor (/) do resultado proetado para o mes de marco. c dem! para o mes de a#ril. d dem! para o mes de maio. E'E$CICI%  *+. &ata#em M Cia. e uma empresa de pe"ueno porte "ue fa#rica desinfetantes. Para a  producao de a#ril! foram necessaries> *5. litros &ateria-prirna 5. un. Frascos de em#ala1em R**;. &ao de o#ra direta 'custo ,aria,el R =. &aterial secundario 'custo ,aria,el R 7.4 Alu1uel do 1alpao da producao 'custo fi$o R*. 2utros custos indiretos de producao 'custos fi$os **7 I 2 criteria de ,alor acao de materia- pr ima utiliBado pela empr esa e o da &edia Ponderada Fi$a. ?o final de a#ril re1istr ou a e$istencia de *. litros de materia-prirna em e no  primeiro dia util de maio comprou .  litros a esto"ue! a R 7!=/ litro R **!4=/ litro. 2s *. fr ascos par a en,asamento do  produto! e$istentes em esto"ue no firn de a#ril! estao ,alorados por um custo medic de R 5! 8/ un. Se a empresa for com prar ern maio so o necessario para a producao de maio!  pa1ara  por eles R ;!*/ un.  contrato de locacao do 1alpao onde opera a indiistr ia encerrou-se no fim desse primeiro "uadrimestr e e foi reno,ado com um acrescimo de R ;./ mes estirna! se "ue os Custos ndir etos de Producao de,erao sofr er um aumento de *5W a panir  do inicio de maio. Sa#endo "ue cada fr asco de desinfetante foi e continuara sendo ,endido por R *:! li"uido dos tri#utos!  pede-se calcular> a  lucro de a #r il por unidade! com #ase nos custos historicos!  #  lucro #ruto pr o,a,el unitario em maio! se for  produBida a mesma "uantidade de a#ril! tarn#em com #ase nos custos hist=r icos. c 3 lucro #ruto pr o,a,el unitario em maio! se for  produBida a mesma "uantidade de a#ril! com #ase nos custos de reposicao. d A mar1em de contr  i#uicao unitaria e a total de maio! a custos hist=r icos. e dem! ao custo de r e posicao! E'E$CICI%  *+/ Um la#or atorio farrnaceutico produB dois medicamentos utiliBando materia-prima impor tada da Franca os  princi pais dados r elati,os aos seus custos sao demonstrados nas ta#elas a se1uir> a #ela *  r eco s , volumes men sais de "rodurao e 8uant idad e de Materia rima  (M/ Produtos Preen de venda  #ruto ~ 7olume (em Quantidade de MP (&or un.) unidades) 'por unidade) CE3 * R 5 =. 8 N (23 5 R* 4. 4 N a#ela 5 C u st os dir eto s men sais d o s d e "artamentos d e "rodudio , indir etos em rel adio ao s  "rodutos (em Y so#re a receita #ruta incidem 5W de tri#utos Y o onus de encar1os sociais so#re a &2D e de *W Y o custo do Departamento de &anipulacao e rateado aos produtos proporcionalmente ao tempo de mao de o#ra direta Y o custo do Departamento de Em#alamento e rateado aos produtos proporcionalmente ao tempo de rna"uina Y os administradores estimam "ue! com e$cecao da materia-prirna! outros custos de,em permanecer esta,eis pelos pro$imos meses Y o custo atual da rnateria-prima e de ; X por k1 e estima-se "ue de,era su#ir   para ;; X no infcio do mes se1uinte e Y a atual ta$a de carn#io e deR ;!*. e deR ;! por euro ea proetada para  todos os mes se1uinte Pede-se calcular o ,alor do lucro #ruto 'Custeio por A#sorcao de cada produto> a ao custo historico e  # ao custo de reposicao. A resposta destes e$ercicios encontra-se disponi,el no site: a  Ponto de E"uili#r ia Conta #il 'PEC em unidades fisicas '".  #  Ponto de E"uili#ria Conta#il 'PEC em ,alor monetar io 'S. c  Ponto de E"uili#ria Econ=mico 'PEE em unidades '" e em ,alor 'R! considerando-se um lucro-meta de ;W da eceita (ruta '(. E'E$CICI%  +  +otel Porta Y Preco da diaria por apartamento! li"uido de tri#utos Y Despesas ,aria,eis por apto! Y Custo ,aria,el por apartamento  por dia Y Custos fi$os anuais Y Despesas fi$as anuais R * *W 'preco de locacao R 7 R 4:. R =. Pede-se calcular> a 2 Ponto de E"uilf#rio Conta#il 'PEC em mimero de diarias '".  #  Ponto de E"uili#ria Conta#il 'PEC em ,alor'R. c  Ponto de E"uili#ria Economico 'PEE em numero de diarias '" e em ,alor 'R! considerando-se um lucro-meta de 5W da eceita 3i"uida '3. d) 3  percentual de mar1em de se1uranca! "uando a ta$a de ocupacao e de :W. e A capacidade te=rica do hotel! em termos de numero ma$imo de diarias por  ano. *) 3  percentual de ta$a de ocupacao! "uando a empresa atin1e o PEC. 1 dem! "uando atin1e o PEE. 2) 3 lucro operacional do hotel! antes do mpasto de enda (?AI'), considerando-se a ta$a de ocupacao de :W. E'E$CICI%  +A empresa oshimp!  produtora de tele,isores! tern patrimonio li"uido 'P3 ',alor da empresa para os acionistas de R *5.. e produB um unico modelo! de um unico tamanho. Esse  produto e ,endido! em media! por R  cada unidade! e nesse preco estao incluidos impastos de *W.  custo de materia-prima! material de em#ala1em! pecas! partes e componentes e de R 577! por unidade 2S CUSt2S fi$os atin1em R *.=. por perfodo 5/o desse ,alor correspondem a depreciacao de ma"uinas e e"uipamentos da fa#rica e as despesas fi$as de administracao e ,endas! R 4.! tam#ern por periodo. A empresa  possui uma di,ida de R =.! de curto praBo! contraida unto a um #anco comercial! para financiar seu capital circulante! a ,eneer no perfodo o#eto de analise. Pede-se calcular> a  Ponto de E"uili#ria Conta#il 'PEC em unidades fisicas '" e em ,alor monetario 'R relati,o a receita h"uida.  #  Ponto de E"uili#ria Financeiro 'PEF em unidades ffsicas '" e em ,alor  monetario 'R relati,o a receita li"uida. c  Ponto de E"uilf#rio Econornico 'PEE! em unidades ffsicas '"! considerando "ue o lucro minimo deseado pelos acionistas e de *W do P3! a descontado o mpasto de enda so#re o lucro! "ue e de 5W. *5; , E'E$CICI%  +. A Empresa Comp-D presta ser,ices de consultoria e possui a se1uinte estrutura de  preco! custos e despesas> R 5 Y Preco por hora de consultoria ! li"uido de tri#utos 5W 'dos honorarios Y Despesas ,aria,eis li"uidos co #rados Y Custo ,aria,el  por hora de consultoria Y Custos fi$os mensais Y Des pesas fi$as mensais R* R ;. R . Pede-se calcular> a A &ar 1em de Se1ur anca! em  percentual! "uando a empresa  pr esta . horas de consultoria em determinado mes.  #  ,alor do lucro conta#il mensal! "uando a empresa atin1ir o Ponto de E"uilf#rio Econ=mico! considerando-se um lucro dese ado de W so #re a r eceita total. c 3 Ponto de E"uili#r ia Financeiro! em "uantidade de horas 'h! considerandose "ue 4W dos custos fi$os sao  sun costs d  Ponto de E"uil #rio f  Conta#il! em "uantidade de horas 'h! caso a empresa r eduBa seu pr eco de consultoria em 5W. E'E$CICI%  +/ Uma industria do setor eletroeletr=nico produB um unico ar ti1o! cuo  preco de ,enda #ruto e de R *.5 por unidade o custo dos componentes utiliBados para a producao das filmadoras e de R =/ un.  ,alor do Patrim=nio 3i"uide 'P3 da empr esa e de R 5.. e ela  possui um  passi,o tri#utario cuo parcelamento aca#a de ser ne1ociado com a Secretaria da eceita. 3 acordo de parcelamento estipula "ue o ,alor de cada  pa1amento mensal de,e corresponder a ;W da r eceita  #ruta. a #ela *  *st rut ura basica d e cu stos e d e s"esas  .i 5os men sais d a em"r esa !----- Alu1uel do 1alpao industr ial Super,isao 1er al da  pr oducao Ener 1ia eletr ica na producao 'demanda Despesas administr ati,as i da empresa -De pr eciacao das ma"uinas de pr oducao 1era s *54 R*. R *5. R =.: R 7. -- R 5. Despesas com pu#licidade e propa1anda R =:. Des pesas com assessor ia de impr ensa R *.* 2utros dados> Y Y so#re a receita #ruta incidem 5W de tri#utos e a empresa remunera seus ,endedores a  #ase de 5W so#re a receita li"uida. Com #ase nos dados apresentados! pede-se calcular o Ponto de E"uili#rio mensal da empresa 'PE em unidades fisicas '"! de modo a cumprir com o parcelamento de tri#utos e ainda remunerar os acionistas em =W ao ano. A resposta destes e$ercicios encontra-se disponi,el no site: '5W %ariacao do Ponto de E"uili#rio Conta #ilCWl da Cachoeira> '58!:W. d a$a de etorno so #r e n,estimento da Cascata> !=W. a$a de etorno so#re n,estimento da Cachoeira> =4! *W. E'E$CICI%  -+* A resposta deste e dos pr o$imos e$erdcios encontra-se . J. a  Ponto de E"uili#ria Conta#il 'PEC da empresa em unidades fisicas '".  #  Ponto de E"uilf#rio Conta#il 'PEC da empresa em ,alor monetario (/). E'E$CICI%  -+ A Empresa &atri$ produB dois produtos cuos precos de ,enda! li8uidos de tribu tos, sao! em mediaS 8 e R :! respecti,amente. +istoricamente! 3 ,olume de producao e de cerca de 4. unidades do Produto A e *5. unidades do (!  por periodo! e a adrninistracao proeta essa mesma tendencia para o futuro pro$imo. 2s custos ,aria,eis somam R ; por unidade! para cada um 'nao ha despesas ,aria,eis a os fi$os totaliBam R . por periodo e as despesas fi$as R :7.;8  por periodo. Considerando a cornposicao normal de ,enda (mix),  pede-se calcular> a  Ponto de E"uih#rio Conta#il 'PEC em unidades ffsicas '".  #  Ponto de E"uili#ria Conta#il 'PEC em ,alor monetario (/). E'E$CICI%  -+ +otel Sharon tern apartamentos em duas cate1orias>  standard simples e  standard duplo. 2s precos das diarias sao! em media.S * e R 5! respecti,amente. Sua estrutura de custos e despesas ea se1uinte 'emR>  Standard   Standard  Simles Dulo ustos e despesas ,aria,eis 'CD% por dia : ** ustos e despesas fi$os 'CDF identificados *:5. ;8:. ustos e despesas fi$os 'CDF comuns **. Pede-se calcular> a  Ponto de E"uili#ria Conta#il 'PEC de cada cate1oria! separadamente! em unidades e em ,alor! considerando apenas os custos e despesas fi$os 'CDP identificados.  # A "uantidade de apartamentos da cate1oria  standard simples "ue precisaria ocupar! para cada apartamento da cate1oria  standard duplo "ue o hotel dei$e de locar! a fim de amortiBar todos os custos e despesas fi$os 'CDF. c  Ponto de E"uili#ria Conta#il 'PEC! em unidades e em ,alor! na hipotese de os administradores do hotel decidirem padroniBar os apartamentos e tra #alhar com apenas uma ou outra cate1oria. Considere "ue os CDF identificados sao elimina,eis. E'E$CICI% -+. A Cia. Porto Eucaliptos iniciou suas ati,idades em 5-*-l! e os proprietarios esperam um retorno de =W por periodo! no minimo.  ?o primeiro ano! a empresa operou com :W de sua capacidade pratica! em termos de mao de o#ra direta e de e"uipamentos. Em ;*-*5-l! seu primeiro #alancete de ,erificacao era constituido pelas se1uintes contas 'em R mil> *58 4= 5. ;. 4. . =. $a (ancos Clientes &ateria- prima E"uipamentos de producao Depreciacao acumulada de e"uipamentos 8. %efculos :. 7. *. **. *5. *;. *4 . *. *=. *8. *:. *7. 5. 5*. 55. 5;. 54. Depr eciacao acumulada de ,efculos Em pr estirnos de curto pr aBo 'incluiuros de periodo a propriados e nao  pa1os Capital Social Consumo de materia-pr ima &ao de o#ra direta 'inclui encar 1os sociais no penodo 'custo fi$o Super,isao 1er al da f a #rica Alu1uel da fa #rica Consumo de lu#r ificantes nos e"u ipamentos de producao 'custo fi$o &anutencao pre,enti,a de ma"uinas comuns de producao 'custo fi$o Super,isao do almo$ar ifado de mater ia-pr ima Ener1ia eletr ica consumida na  producao De pr eciacao de e"uipamentos de  pr oducao Se1ura dos e"ui pamentos de fa#r ica Des pesas comerciais no perfodo 'fi$as Des pesas administrati,as 1erais da empr esa 'fi$as Encar1os financeiros a propr iados e nao  pa1os no  per fodo %endas de produtos aca #ados 'PAC H 3ooo =.= . 5. ; *. * ;.5 *. 8. =. 5.:: = ;  *.44 87 ; ;4 .= ;.4 5 5.* A materia-prima ea mesma  para todos os produtos e o consumo se faB namesma proporcao> * k 1 de &P para cada unidade de PAC. A ener 1ia eletrica necessar ia e a mesma  para fa #r icar "ual"uer um dos tres  produtos 'em termos de k0h e e diretamente propor cional ao tempo de utiliBacao das ma"uinas. 3 contrato com a concessionaria de ener 1ia esta #elece o fatur amento e$clusi,amente de acor do com o consumo ef eti,o. 2utros dados r elati,os ao ano de l> Produtos Preco medio de venda5 un+ 7olume de  producao (em unidades) ma"uina / un. # R 58 . != hm 9 R ; ;. *! hm z R  5. ;!8 hm &emo de Pede-se calcular > a  Ponto de E"uilf#rio Conta #il 'PEC em unidades '" e em ,alor'RA. b) 3 Ponto de E"uilf#rio Financeiro 'PEF em unidades '" e em ,alor 'R. c  Ponto de E"uilf#rio Economico 'PEE em unidades '" e em ,alor 'R. d  rau de Ala,anca1em 2peracional 'A2! tomando por #ase o ,olume atual de  producao. *5: E'E$CICI%  -+/ Uma empresa "ue atua na area de eletroeletronicos fa#rica dois produtos> *%s e D%Ds. Se1undo seus re1istros historicos! cerca de =W do ,olume fisico de producao e ,endas referem-se as *%s. 2s principais dados operacionais da empresa! #em como a sua estrutura #asica de custos! sao demonstrados na ta#ela a se1uir> *% D%D Preco de %enda (ruto R /un. R4/un. Em#ala1em R5!;/un. R*!54/un. Depreciacao 'por mes R ;. R ;:. &ao de o#ra ; 21un, 5! 21un, Componentes 4k1/un. ;!5 k1/un. ~ 2utros dados> Y tri#utos incidentes so#re a receita #ruta> 5W Y a empresa importa os componentes de fa#ricacao de seus dois produtos da Alemanha ao custo deX 8/k1 'com tri#utos em#utidos Y tri#utos recupera,eis incidentes so#re o preco dos componentes> 5W so#re a em#ala1em nao ha Y Y o alu1uel da fa#rica! no ,alor deR 4. por mes! e um Custo Fi$o comum aos dois produtos e e reaustado de acordo com o PCA 2S 1astos 1erais e adrninistrati,os da empresa sao deR 8. por mes Y a cornissao dos ,endedores Y o salario/hora dos funcionarios! "ue e de R ;/h!  percentual de encar1os sociais e de *W Y o ,alor dos in,estimentos operacionais da empresa renta#ilidade o#eti,ada e de =W e a ta$a cam#ial e de R ; por euro. Y A. e de *W da receita li"uida e reaustado pelo PCA e o e de R ;. e a ta$a de Sem alocar custos e despesas fi$as aos produtos! mas ponderando as mar1ens de contri#uicao pela proporcao do ,olume fisico de producao e ,endas! pedese calcular> *. o Ponto de E"uilf#rio Conta#il 'PEC de cada produto! em "uantidade (q) e em ,alor'R! de eceita (ruta e 3i"uida! considerando apenas os custos identificados e 5. o Ponto de E"uilf#rio Economico 'PEE da empresa como um todo! considerando a manutencao do mi5 de producao e ,endas! indicando-o em "uantidade '" e em ,alor 'R!de eceita (ruta e 3i"uida! totais de cada  produto. (. Uma crise politica afetou a economia! pro,ocando os se1uintes efeitos> Y a cotacao do euro passou aR ;!; 129 Y o P-& aumentou *W e Y o PCA aumentou *W.  ,alor dos 1astos 1erais e administrati,os su#iu paraR :.; e as em #ala1ens de *% e D%D ti,eram seus pr ecos reaustados para R ;! 8: e R 4!;=! respecti,amente. Consider ando a1ora "ue 8W do ,olume ffsico de pr oducao e ,endas referem-se a D%Ds!  pede-se calcular> ;. o no,a Ponto de E"uili#ria Conta#il 'PEC de cada  produto! em "uantidade (q) e em ,alor 'R! de eceita (ruta e 3i"uida! considerando apenas os custos identificados e 4. o no,a Ponto de E"uilf#rio Economico 'PEE da empresa como um todo! em "uantidade (q) e em ,alor 'R! de eceita (ruta e 3i"uida! totais de cada produto 'utiliBe o P-& para corri1ir o ,alor dos in,estiment os operacionais. A resposta destes e$ercfcios encontra-se dis poni,el no  site: . i I *; Custeio Baseado em !tividades (!BC) : !borda0em #erencial e estao Estrate1ica de Custos $ESP%S&!S D% E'E$CICI% P$%P%S&% a Custos ndiretos de Producao unitarios rateados a  #ase de &2D> a  #ase de &A> Fritadeiras >>>>>! CP/un. N R /un. (atedeiras rN CP/un. N R 5/un.  # Custos ndiretos de Producao unitarios rateados Fritadeiras 5> CP/un. N R 5=!;*=/un. (atedeiras 5> CP/un. N R ;5!:7/un. c Custos ndiretos de Producao unitarios rateados pelo A(C> Fritadeiras 5> CP/un. 5 R 58!::;/un. (atedeiras 5> CP/un. N R ;5!;85/un. dl 3ucro (ruto com CP a  #ase no custo de &2D> Fritadeiras 5> 3ucro (ruto 5 . (atedeiras>>>>>!3ucro (ruto 5 R 4:.. d5 3ucro (ruto com CP a  #ase no custo de &A> Fritadeiras 5> 3ucro (ruto N R 74. 8;=. (atedeiras 5> 3ucro (ruto 5 R ;:5.5=. d; 3ucro (ruto com CP pelo A(C> Fritadeiras 5> 3ucro (ruto N R ;.5*:. (atedeiras >>>>>! 3ucro (ruto N R ;;8.;5. E'E$CICI% N 9 .+* A resposta deste e dos pr=$imos e$ercicios encontra-se disponi,el no  site: 0 .EditoraAtlas. com. #r J. Assinalar a alternati,a correta> *. A se1unda ,ersao do A(C  possi#ilita a analise de custos so# as ,isoes> a %ertical e horiBontal.  # Financeiras e fiscais. c Econ=mica e social. d Producao e am#iente. e Direta! fi fi$ $a e ,aria,el! 5.  A(C de primeira 1eracao procura custear> a Estruturas.  # Processos. c Ferramentas. d Produtos. e Funcionalidade. ;. ?o A(C de se1unda se1unda 1er acao! o o#eti, o#eti,o principa principal e> a estao de custos.  # Custeio de  produto  produtoss. c ateio de custo custoss fi$os. d A,aliacao de rateios. e %a %aloracao loracao de esto"ues. 4.  A(C A(C "ue aprop apropria ria custos custos aos aos prod produtos utos no sentido ,ertical! mediante ati ati,idadess realiBad as  em cada dade cada de p  paartam rtameento! e uma ,i ,isao> sao> a Econ=mica de custeio.  # &er amen amente tri#u tri#utar  tar ia! c radicionalista apenas. d De custeio de  produ rodutto. e &eramente financeira .  ?o A(C! a ,i ,isao sao horiBontal! no se sentid ntido o de ca pt  ptar ar os custos dos  p  pr  r ocess cesso os  por  .  ?o meio das ati ati,idades realiBadas nos ,aries departamentos funcionai s!  #usca> a A,a ,aliac liacaao fisica fisica do doss esto"ues.  # Aperf eico icoaarn rneento de  processos. c Ela#oracao de relatorios fiscais. d Aloc Alocac acao ao de cu cusstos com rateios. e 3e,antamento fisico de material. E'E$CICI% (LM .+  +otel arden PlaBa possui apartamento apartamentoss das cate1orias  standard simples e du plo!  pl o! e de ca catte1oria  xo Conssid idera erand ndo o as ta$as medi medias as de ocupacao! xo sim pl  ples es e duplo. Con d   stand  nd ar  ar d simpl o ,o ,olum lumee estim estimaado de di diaari rias as e de cerca de ;.=  sta imples es!! *4.=  stand ar d  duplo! 4.;: lu$o simples e =.8 lu$ lu $o duplo!  por ano. etos e os  pr ecos sao os se1 2s cu cussto toss dir eto e1uint uintes> Luxo  Standard Dulo >l os di apto. dir  r etos etos 'em R/ apto o da diar ia 'em R/ a pto.A e diar  diar ias ias por ano K *;5 * ; 5 ; 8 * * 5 ;.= *4..= *4 4.;: =.8 =.8  Por meio de entre,istas! analise de dados na conta#ilidade etc.! ,erificou-se ,erificou-se "ue os principais custos indiretos indiretos referiam-se as se1uintes ati,idades rele,antes 'emR> s *4:. Hecepcionar hospedes *;. e"uisitar materiais *;. 3a,ar roupa 'en$o,al *=7. !tividades nspecionar apartamentos ~. &otal R 9/+ 2s custos e despesas fi$os estruturais totaliBam R *.:5. por ano! e nao de,em ser rateados. A adrninistracao feB um le,antamento dos direcionadores direcionadores ,idades. Sao eles> de custos dessas atiati- ~ Luxo  Standard  -H Simles Duplo Simles Dulo empo 1asto com inspecao ; h *. h  h *.* h  ?[ de hospedes ;.= 57. 4.; *;.* 8 4.5; =8 *. . ;8. 4. *;.  [email protected] de re"uisicoes @uilo1ramas de la,a1em -H Pede-se calcular> a 3 custo de cada cate1oria! rateando os indiretos com #ase nos diretos.  # A mar1em de lucro! em porcenta1em! porcenta1em! por cate1oria de apartamento. c  custo de cada cate1oria! pelo Custeio (aseado em Ati,idades 'A(C. d A mar1em de lucro! em porcenta1em! porcenta1em! por cate1oria! pelo A(C. e 3 lucro operacional operacional do hotel! antes do mpasto de enda 'A! por ano. E'E$CICI%  .+Assinalar a alternati,a correta> *.  A(C de,e ser implantado mediante analise de> a Processos.  # 2rcamento. c Fornecedor. d 3ucrati,idade. e &anutencao. 5. 3 A(C prop=e "ue os custos seam reportados por> a Producao.  # 2rcamento. c &ercado. d Ati,idades. e Fornecedor. *;; ;. A analise de ,alor ,alor proporcionada  pela optica dos> pelo A(C e pelo A(& de,e ser realiBada a Clientes.  # Precos. I I ; 8K f K K c Custos. ~I i8i d Canais. ! e 3ueras. 4. Com relacao a 1estao de ati,idades e processos para o#ter ,anta1ens com petiti,as! a estao (aseada em Ati,idades 'A(& e focada em> a Planeamento! e$ecucao e rnensuracao.  # Economias de escala! custos e precos. c 3ucrati,idade! planeamento e despesas. d 2rcamento! e$ecucao e cadeia de ,alor. e Estudo! analise analise e 1estao do over%ead . E e$emplo de 1estao de custos> a 3e,antamento dos #alances.  # Uso do custeio por a#sorcao. c UtiliBacao do custo historico! historico! d Conta1em fisica de esto"ues. e Eliminacao de desperdicios. E'E$CICI%  .+. Assinalar Falso 'F ou %erdadeiro ()! '   sucesso de um proeto de irnplantacao de A(C de,e definir ! clara e antecipa ci pada dame ment nte! e! o es esco copo po.. '   A(C produtos A(C// A(& permite uma analise "ue se restrin1e ao custeio dos produtos e analise de sua lucrati,idade. '  ?o A(C! os proce processsos sao ,istos como conuntos conuntos de ati,idades ati,idades "ue! necessariamente! sao desempenhadas sempre dentro de um mesmo departamento. '  2s conceitos e a metodolo1ia do A(C aplicam-se a "ual"uer empresa! de "ual"uer porte e setor! pois ati,idades ocorrem tanto em e m processos de manufatura "uanta de prestacao de ser,ices. '  A principal deficie defici encia do A(C e a nao mensuracao dos custos da nao "ualidade! pro,ocados por falhas internas e e$ternas. E'E$CICI%  .+/ Uma empresa  presta tres diferentes tipos de ser,ices para duas cate1orias cate1orias de clieentes> pes cli pessoas fisicas e pes essoas soas uridicas. 2s  principais dado dadoss operacionais sao demonstrados nas ta#elas a se1uir> *;4 a#ela *  reco s e volume s tior mais de  service s  "r e stad os I Ser,ices t I Preco de venda >ruto (or un +) 7olume (em unidades) Sl R !8 8. S5 R **!4 ;. S; --H R 5:! ; a#ela 5 C ust os dir etos, "ar unid ad e d e  service (em ra Sl !:* 5!*:54 S5 *!5* 5!85: S; 5!45 4!4=;; I a#ela ;  rocesso de lo gist ica interna - - Custos (emG) Direcionadores de custos Planear as oper acoes 5.5 empo! em partes i1uais Super,isionar as operacoes 5.5 empo! em partes i1uais  ece#er materiais .  ?[ de r ece #imentos 5 Estocar mater iais 5.8  ?[ de lotes estocados *  e"uisitar mater iais 5.8  ?D de re"uisicoes * Compr ar materiais 5.5  ?[ de  pedidos 5 Desen,ol,er fornecedores *.  ?[ de fornecedores * !tividades Quantidade ~ - - a#ela 4  )ir ecionadores d e custos das atividad e s do "roce sso d e l og ist ica Direcionadores de custos Ser,ices Sl I S2 S3 I I *5 7 ;  ?[ de lotes estocados 5 ;   ?[ de re"uisicoes 5 ;  *5 7 ; 5 ; 4  H de r ece#imentos  ?[ de  pedidos  ?D de fornecedores H - 135  rocesso cesso de controle de 8ualidad e dos services a#ela   ro Custos (emG) Direcionadores custos esstar materiais e 3.750 @uantidade de testes lnspecionar a e$ecucao dos ser,ices 4.000 @uantidade de ,erificacoes !tividades de Quantidade 250 -- 1.122 as at ivi ivid ad es es do "rocesso "rocesso d e co conntro trol l e de 8ual id ade ade d os os a #  #eela =  )irecionadores d e custos d as rvicce s  se rvi Ser,ices Direcionadores de custos Sl @uaanti @u ntidade dade de testes 125 otal de inspecoes 630 S2 S3 90 35 420 P7  rocesso cesso d e adm admiiti tiistraciio istraciio a #  #eela 8  ro !tividades I Custos (emG) Direcionadores de custos 150 @uantidade de @uantida rece#imen rece#ime ntos de mater iais Ef etuar re1istros fiscais 150 Pa1arr fornece Pa1a forneced dores @uanti ntid dade de  pa1amentos Quantidade 250 250 100 2utras  )irecionad  d ores ores d e custos das ati ativvidades d o "roce "roce sso de administraciio  a#ella :  )ireciona a#e Ser,ices Direcionadores de custos Sl S3 S2 @uanti @u antid dade de rece #i  #imentos mentos 125 90 35  pa1amentos a1amentos @uantidade de  p 125 90 35  #eela 7   r  a # aciio r ocesso ocesso d e comer ciai -   i- aciio !tividades *;= Custos (emG) Direcionadores de custos Quantidade  ped didos Emitirr  pe Emiti 100  [email protected] de  pedi  pedid dos 2.000  #a anc ncari arios Emiti mitirr #o  #olleto toss  # 500 '"u uant ntiidade %ol olu ume '" 10 300 2utras 200 . a#ela *  )irecionadores  )irecion adores de custos das atividades do "rocesso de comerciali-aciio Direcionadores de custos Cate0orias de clientes Pessoas @isicas Pessoas uridicas  ?L de pedidos *.: 5 %olume %olume =.*: 4.*5 2utros dados> Y so#re a eceita (ruta incidem *5W de tri#utos Y o ,alor total da folha de pa1amento de &ao de o#ra Direta '&2D e um custo ,aria,el cuo ,alor medio! incluindo i ncluindo os encar1os sociais! e de R */hora o ,alor dos Custos lndiretos de Producao 'CP! "ue e o over%ead especifico da area de producao! e de R 5=. por penodo e esta discriminado nas a#ea#elas ; e  Y Y Y o ,alor das Despesas erais de %endas %endas e Administracao! "ue e o over%ead administrati,o! e deR *.5 e encontra-se demonstrado nas a#elas 8 e 7 e 4W do ,olume total de cada ser,ice sao prestados para pessoas fisicas. Pede-se calcular os ,alores> a da &ar1em &ar1em de Contri#uicao otal otal '&C de cada tipo de ser,ice  # da &ar1em de Contri#uicao otal otal '&C por cate1oria de clientes c da &ar1em (ruta (ruta de cada tipo tipo de ser,ice! ser,ice! rateando os Custos Custos ndiretos ndiretos de Producao 'CP com #ase no ,olume fisico de producao 'a#orda1em do Aolu  +ase d Costing Costi ng %(C me  +ased d da &ar1em (ruta de cada tipo de ser,ice! rateando rateand o os Custos ndiretos de Producao 'CP com #ase no ,alor da receita #ruta e da &ar1em (ruta de cada tipo de ser,ice! se1undo a a#orda1em do Custeio (aseado em Ati,idades 'A(C *) da &ar1em 2peracional de cada tipo de ser,ice! se1undo a a#orda1em do Custeio (aseado em Ati,idades 'A(C 1 da &ar1em de 3uera por cate1oria de clientes! considerando os custos indiretos de producao o#tidos em 'C e alocando as despesas comerciais e administrati,as com #ase na receita #ruta e h da &ar1em de 3uera por cate1oria de clientes! utiliBando o Custeio (aseado em Ati,idades 'A(C. A resposta destes e$ercicios encontra-se disponi,el no  site: C o n h e c e r  a r  e a l i d a d e . 44 - Comparar o "ue foi com "ue de,eria ser.  - omar conhecimento da ori1em a  P r  e , i s a o .  #  D e c i s a o . c  S i s t e m a . d  2  #   e t i , o . e  C o n t r  o l e . 5. A separacao dos custos estimados e incorridos pelos diferentes ni,eis hierar"uicos e areas de responsa#ilidade de uma or1aniBacao e denominada> a Custeio por responsa#ilidade.  # Controle das despesas totais. c Sistema de custos incorridos. d elatorio plurianual de custos. e Centro de custeamento ;. Para fins de controle! 1eral. e importante a +istorico corri1ido.  # ndireto e unitario. c Da producao total. d Por departamento. a identificacao do custo> e Deflacionado total. 4. 2s custos so# a responsa#ilidade de determinado profissional "ue possua autonomia de decisao sa#re eles sao denominados> a Determinados.  # Dinamicos. c Controla,eis. d +istoricos! e ncontrola,eis. . 2s custos so# a responsa#ilidade nados> de ni,el hierar"uico superior sao denomi- a Determinados.  # Dinarnicos. c Controla,eis. d +istoricos! e ncontrola,eis. E'E$CICI%  /+ A empresa (lack!  produtora de cafe sohi,el! utiliBa um sistema de controle de custos #astante simples. Sua producao em a#ril foi considera,elmente superior a de marco! com um acrescimo de ;=W no ,olume! de,ido a uma inesperada demanda de e$portacao. 2s custos totais de um de seus departamentos! torio de custos e  se1uinte 'emR> Purificacao! cresceram. Seu rela- *;7 !bril MarcFo ,ariacao 'em() 'em() 7ariacFao 'em2) Custos Diretos ece#idos da torr efacao &aterial direto &ao de o#ra direta 7.8= *5.8 5.= 5. *.5 H- *.=; Custos indiretos identificados com o depar tamento :8 Depreciacao :*4 &ao de o #r a indir eta ;*5 &ater ial *4 *4 &anutencao ;4 ; 7: *5 Administracao da pr oducao 5=4 5=4 &anutencao 4*: *= Almo$ar ifado := ** Controle de "ualidade 7 ** Ener 1ia eletrica I 5;4 Custos indiretos rece#idos  por rateio otal *.55 *:.784 Sa #endo "ue nao hou,e inflacao nos periodos considerados!  pede-se calcular para os meses de marco e de a #r il> a  ,alor dos custos controla,eis pelo Departamento de Pur if icacao.  #  ,alor dos custos nao controla,eis! c A ,ar iacao! em R e emW!  para todos os elementos de custos. E'E$CICI% !! ,/+Assinalar Falso 'F ou %er dadeiro ()! '   custeio por r esponsa #ilidade ea se par acao dos custos estimados e incorridos  pelos dif er entes ni,eis hier ar "uicos e areas de r es ponsa #ilidade. '   custeio  por res ponsa #ilidade sempr e traB um sistema de producao adicional a empr esa!  para apr opriacao de custos. '   custeio  por areas de res ponsa #ilidade nao necessita de com paracoes entr e custos r eais e  pr e,istos. '  A atr i#uicao!  por si so! dos custos a r es ponsa #ilidade ,eB o pro#lema de controle de custos. de al1uern resol,e de '  Com inflacao alta! a compar acao do custo estimado com o real fica  pre udicada ou impossi,el! se os r es pecti,os ,alores nao for em traduBidos a mesma  #ase. *4 E'E$CICI% /+. Assinalar a alternati,a correta> 1.  metodo das UEPs e mais indicado para am#ientes de producao em "ue haa> a Poucos produtos.  # Producao homo1enea. c Di,ersidade de producao. d &uitos itens em esto"ue. e Um so produto fa#ricado. 5.  A(C e a UEP sao instrumentos 1erenciais> a denticos.  # Conflitantes. c Anta1=nicos. d Concorrentes. e ;. Complementares. Uma caracteristica das celulas de manufatura e> a Estrutura departamentaliBada.  # 2r1aniBacao ,erticaliBada. c 2r1aniBacao funcional. d rupos de ma"uinas! e estao centraliBada. 4. A se1re1acao do am#iente de producao em postos operati,os ristica> a Da UEP.  # Do A(C. c Do A(&. e uma caracte- d Do G. e Do @&. . A estrutura or1aniBacional departamentaliBada e uma caracteristica da> a Celula de manufatura.  # 2r1aniBacao funcional. c &oderna administracao. d estao da "ualidade total. e een1enharia de processos. E'E$CICI% /+/ Uma empresa fa#ricante de chocolates planeou  produBir ! em determinado periodo! 5. cai$as de #om#ons de chocolate #ranco. Analisando-se a estrutura de  producao da empr esa! foram esta#elecidas as se1uintes estimati,as de custos para a"uele produto> *4* os dire diretos, tos, vari variave aveis is  " a#ela * Cu st os  "or or unidad e Custos diretos G5 un+ un+ &ateriaa-prima 'c &ateri 'cacau acau *! &ao de o #  #ra ra direta direta *!5 volum lumee d e B$$$$ rtio, "ar a o vo usto s ind ir   "ad rtio, ir etos d e  "ro  "rodu duciio, ciio, ao vaior  a #ela 7 C usto cai5as Custos indiretos Super, Supe r,iisao da  producao Em( **. Depreciaca acao o de e"uipamentos 8. Ener 1ia eletr ica ica :. &anute &a nuten ncao do doss e"uipamentos 4. Se1 Se 1uro dos e"uipament ntos os *.; Alu1uel Al u1uel da da fa#r ica =.= Durante o  periodo de  pr oducao! hou,e uma "ue "ueda ines perada   perada  na colhe colheita de caeduBind ndo o sua of erta erta no merc mercado ado e ele,an ele,ando do o cu custo em :W :W acima acima do orcado cau! r eduBi orcado sendo assim e m p  presa resa so pode  p  prod rodu uBir *=. cai$as. Ale Alern rn disso! o cu cussto r eal eal da rn rnao ao de sim!! a em o#ra direta fico ficou u 4W acima do do  pre,isto.  st t o s in indire diretos tos d e  "r odu  - ados ,  "ara o vo vol l ume d e 1' $$ $$$  cai5as odu .iio reali -  a#ela L Cu s Custos indiretos Super,isao da  producao Em( **. Depreciacao de e"ui pamentos  pamentos 8. Ener1ia el eletrica =. &anu &a nute ten ncao dos e"uipamentos 5.= Se1 Se 1uro dos e"uipamentos *.; *. ; Alu Al u1uel da fa#rica =.= I Pede-se calcula alcularr a ,ari riacao acao do doss custo tos! s! item a ite item! m! em ,a ,alo lorr monet netario ario (/) e em em  porcentaa1em 'W  porcent 'W!no total total e por cai$a  produBida. 4ndicar   sea ,ar iacao e fa fa, ,ora ra,e ,ell 'F a,el 'D. ou desf a,or a, A respos resposta destes e$er  e$er dcios dcios encontr a-se dispon disponi,e i,ell no  sit e: a Financ Financeir eira. a.  # Societaria. c eral. d erencial. e ri#utaria. ;.  custo-padrao e util para ser utiliBado na fase de> a  # c d e Planeamento. E$ecucao. Controle. Pro1ramacao. odas as fases. ao! ca#e 4. ?o processo de custeio-padr ao a a area de Conta#ilidade de Custos> Ela#orar os  padroes.  # Apurar as ,ariacoes. c A,aliar as ,ariacoe s! d oma omar medidas correti correti, ,as. e A,aliar os desempenhos. .  ?a forrnacao de  precos de ,enda com #ase em custos! de de, ,e-se to tomar por r ee- f ere rend nda a o custo> a +i +isstorico.  # e  # eaal. c Padr ao. d Fi$o. e %aria,el. E'E$CICI%   9+ Assinal sinalaar Fa Fals lso o 'F 'F ou %erd erdaade deiiro ()! '  a 2 cust sto-p o-paadr ao ao corren corrente a De eficiencia no uso do material.  # De preco na compra do mater ial. c &ista no custo do materia l. d De eficiencia no uso da mao de o #ra direta. e De pr eco 'ta$a da mao de o#ra direta. f &ista no custo da mao de o #ra direta. Elementos de custo &ater ial &ao de o#r a dire ta otal *4: Custo padrao ($) Custo $eal ($) &otal $ 3 4D %ariacoes Quantidade PrecFo $ 3 4D R 3 4D Mista $ 3 4D E'E$CICI% (D  @uantidade da materia-prima lk1/un. Preco da materia-prima R *!/k1 empo da mao de o#ra direta lh/un. a$a da mao de o#ra direta R ;!/h Em determinado mes! ocorreram os se1uintes e,entos> Custo de mao de o#ra direta incorrido R 57.5 @uantidade de horas de &2D tra#alhadas :. &ateria-prirna ad"uirida '*. k1 R**. %olume da  producao :. un. %olume das ,endas =. un. Esto"ue inicial de materia-prima  Esto"ue final de materia-prirna> *.k1 Pede-se calcular! por unidade  produBida! as se1uintes ,ariacoes! em ,alores monetarios 'R. ndicar se a ,ariacao e Fa,ora,el 'F ou Desfa,ora,el 'D> a De eficiencia no uso da mao de o#ra direta.  # De preco 'ta$a da mao de o#ra direta. c De eficiencia no uso da materia-prima. d De preco na compra da materia-prima. e &ista no custo da materia-prima. Elementos de custo Custo padrao ($) Custo $eal ($) 7ariacFoes &otal $ 3D Quantidade s 3D Mis ta PrecFo $ 3D $ 34D &aterial &ao de o#ra dire ta otal E'E$CICI% (D  Padrao &aterial 'ca#o de rede &ao de o#ra 'confi1uracao das estacoes * maR *!/m *5 haR ;/h $eal *5 rn a S *!5/m 7 haR ;/h *47 Pede-se calcular as se1uintes ,ariacoes! em R. ndicar se a ,ariacao () ou Desfa,ora,el 'D> e Fa,or a,el a De eficiencia no uso do material.  # De preco 'ta$a na compra do material. c &ista no custo do material. d De eficiencia no uso da mao de o #ra direta. e De preco 'ta$a da mao de o#ra direta. *) &ista no custo da mao de o#r a. ~ 7ariatFoes -- Elementos Custo- Custo de custo adrao ($) $eal ($) H &otal $ 3D Quantidade s 3 4D L--H PretFo $ 3 4D Mista s 34D &aterial &ao de o#ra ~ direta ~otal E'E$CICI%   * "' &ilho>  k 1. "' Parelo de so a> 4 k 1. "' Far inha de came e ossos> SO k 1. "' 2leo de so a de1omado> ./ 2utros 'sal etc.> * k 1. 4 k 1 . cessario ad"uirir mais de um k1 de materia-prima. 'Considerar tres casas decimais no calculo das "uantidades. Durante o periodo de producao da racao! hou,e uma "ueda na colheita de soa! em raBao da proliferacao de pra1as durante a safra! Este fato feB com "ue a oferta de soa no mercado fosse muito inferior a  pre,ista em conse"uencia disso! o  preco real desta rnateria-prima ficou 4W acima do orcado. De,ido a escasseB de soa a empresa! na producao real! in,erteu as  proporcoes  padrao da "uantidade de soa e milho para a producao de racao! sendo "ue o  percentual de perda se mante,e. %erificou-se! tarn#em! "ue o preco real do milho ficou 5W a#ai- $o do proetado. A ta$a real de mao de o#ra superou em *W o padrao! em funcao de uma 1re,e parcial dos operarios! Alern disso! o tempo real de rnao de o#ra direta aplicada ficou 5W acima da eficiencia-padrao!  ,olume real de producao no periodo foi de 7. k1 de racao. *. Pede-se calcular! por unidade produBida e para a producao real total! as se- 1uintes ,ariacces! em ,alores monetarios (/). ndicar sea ,ariacao e Fa,ora- ,el 'F ou Desfa,ora,el 'D> a De "uantidade no uso da materia-prirna 'soa.  # De preco na compra da rnateria-prima 'soa. c &isra no custo da materia-prima 'soa. d De "uantidade no uso da materia-prima 'milho. e De  preco na compra da materia-prima 'milho. *) De preco 'ta$a da mao de o#ra direta. 1 De eficiencia no uso da rnao de o#ra direta. 2) &ista no custo da mao de o#ra direta. i De preco na compra de materia-prima 'milho! considerando o sistema de duas ,ariacoes 'de "uantidade e de preco! incluindo a ,ariacao rnista na de preco.    efeito da ,ariacao conunta de preco e "uantidade das duas materias- primas 'resultado da ,ariacao no mi5 dos insumos. 7 a r i a t F o e s I Elemento de Custo-padrao ($) custo -H-I Custo real ($) &otal Quantidade ~ $ 3D 34D Preco Mista HIH-H$ 3D $ --HH Soa &ilho 3 &od &ot L 5. Comente a respeito de como essa analise de ,ariacoes  poderia influenciar a a,aliacao de desempenho dos 1estores das areas de compras e de producao. A resposta destes e$ercicios encontra-se disponi,el no  site: de  pr oducao  par a "isico &onetaric 4. un. %olume> &ao de o#ra dir eta> :. h Custos ndiretos de Producao R 4.:. ',aria,eis> R 5/ hmod 'fi$os> R*.5. Passado o  perf odo! a Conta#ilidade de Custos r eportou os se1uintes dados r eais hist ' oricos> "isico &onetarto 45. un. %olume> &ao de o #ra dir eta> ::.5 h Custos ndir etos de Producao otais> R .5;.: R ;.8. Considerando "ue os Custos ndir etos de Pr oducao sao a pro priados com  #ase no custo de mao de o#ra dir eta!  pede-se preencher a ficha de custo-padr ao e calcular !  por unidade  produBida! as se1uintes ,ar iacoes> a De eficiencia no CP.  # i8 De ,olume no CP. c otal do CP. i Elementos de custo Custo:  padrao ($) Custos 4ndir etos de Pr oducao E'E$CICI%  A+/ l *4 Custo $eal ($) %ariacoes &otal $ 3 4D Quantidade s 3 4D Preo $ 3 4D Uma em presa de confeccoes produB  pecas de ,estuario  para moda infantil e a cada estacao climatica lanca uma no,a colecao! com o ,olume-padrao de  producao de *. un. de deter minado  produto. 2s  principais dados r elati,os aos custos indir e- tos de  producao estao demonstrados a se1uir> a#ela * Custos indiretos de "roduciio, ao volor"adriio  #...H Custos %arta,eis "ixos R 7. Super,isao da producao &aterial indireto R 7/hm Ener1ia eletrica R =/hm R =. - R . Depreciacao Passado o penodo! o departamento de Producao!  untamente com ode Conta#ilidade de Custos! ,erificou "ue tinham sido produBidas *.5 un. e "ue os custos indiretos reais foram> a#ela 5 Custos indiretos de "roduiiio reali-ados ~ "ixos Custos %aria,eis uper,isao da producao - R 7. aterial indireto R *!5/hm ner1ia eletrica R !8/hm R 8. - R =. epreciacao - I Sa#endo-se "ue o padrao de eficiencia e de uma hm por unidade e "ue o total de horas tra#alhadas no periodo foi de *.5= hm! pede-se calcular as se1uintes ,ariacoes de custos indiretos! por unidade produBida! indicando se sao Fa,ora,eis 'F ou Desfa,ora,eis (%)! a de ,olume  # de eficiencia e c de precos. A resposta destes e$erdcios encontra-se disponf,el no site: a Padrao.  # eal. c Fi$o. d De mercado. e deal. ;. Para efeitos fiscais e societarios! no (rasil ! o tratamento correto os esto"ues no #alance  pelo custo> e ode a,aliar  a Padrao.  # deal. c Fi$o. d De mercado. e eal. 4. ?a forma comple$a de conta#iliBacao a  #ase do padrao! incorridos! os custos sao de#itados por seu ,alor> a medida "ue sao a Padrao.  # Fi$o. c eal. d De mercado. e deal. . ?a forma comple$a de conta#iliBacao a  #ase do padrao! durante o processo  produti,o 2S CUSt2S Sao transferidos a  producao a ,alor> a +ist=rico.  # %aria,el. c Direto. d Padrao. e De mercado. E'E$CICI%  + A empresa ]pirell produB utensflios dornesticos! e iniciou o ano 55 sem esto"ues de Produtos Aca#ados ou em Ela#oracao. A empresa considera como ,olume-padrao de producao . unidades! por penodo! Foram iniciadas durante o ano . unidades! das "uais 4. foram terminadas e 4.! ,endidas. Sua estrutura de custos e a se1uinte> I ~~ &aterial direto Padrao Real  k1/un. a R 5/k1 5 t! aR *:./t = h/un. a R 5/h ;. haR 8.:. Custos indiretos ,aria,eis R :/h de &2D R 5.47=. Custos indiretos fi$os R =./ano &ao de o#ra direta As unidades em processamento no fim do penodo esta,am *W aca#adas em termos de material direto e =W em termos de rnao de o#ra direta e custos indiretos de producao. Pede-se calcular> 1. Do ano> a  ,alor do custo-padrao unitario!  #  custo real total do material direto consumido. c  custo-padrao dos produtos aca#ados. d  custo-padrao dos produtos ,endidos. 157 - I!. ) 5. Com os austes do fim do e$ercicio> a  custo r eal total unitario.  #  custo r eal de esto"ue dos  produtos aca #ados. c  ,alor do custo real dos  produtos ,endidos. d  ,alor real do esto"ue de produtos em ela #or acao! , i E'E$CICI%  +A empr esa &arr edKs!  produtora de 1eleia de moran1o! apr esenta a se1uinte es- trutura de custos!  por cai$a com uma 1rosa> Padrao $eal ter ia-prima 44! k1/ e$ $ R :!4/ k 1 o de o #ra dir eta *5 h/ c$ $ R */ h stos indiretos R*5 I 4k1/ c$ $ R 8!/ k 1 *;h/ c$ $ R *=/ h R * 4  Sa#endo "ue hou,e uma inflacao de *5W entr e o periodo orcado e o ef eti,amente r ealiBado!  pede-se calcular !  por unidade produBida 'cai$a com uma 1rosa! as se1uintes ,ar iacoes! emR.  ndicar sea ,ar iacao e Fa,ora,el CFA ou Desf a,ora,el 'D> a De ef icien cia no uso da mater ia -pr ima.  # De  pr eco de mater ia - pr ima! c De eficiencia de mao de o #ra dir eta. d De  pr eco 'ta$a de mao de o#r a dir eta. e De custos indireto s. I Elementos de custo -- Custo- adrao Preco ($) ($) &ater ial &ao de o # ra dir  eta I %ariacoes I Custo &otal real G5 u "5  n+ D *R/ un.l 1% I I Quantidade "5 D *G5 un +N -^H-- I otal E'E$CICI%  +. Ii  produto com o se1uinte custo> >* A Empresa Pompina foi constituida em ; de marco com o ca pital de R *. e os  pr opr ietar ies es per am um retorno de! no minimo! =W por  periodo.  capital inicial foi total e imediatamente utiliBado na  pr oducao de um l - $eal Padrao (- de marco l! * ~ I ~ I I *: (- de abril) erial = k1 a R 7/ k1 =4 k1 aR */k 1 de o #r a *: haR 5/ h *: haR 5/ h i  produto foi ,endido em ; de a#ril do ano se1uinte por / *.! incidindo impostos e comissoes de / *. so#re esse preco. Considerando-se "ue a inflacao de a#ril foi de 5!W! pede-se calcular as se1uintes ,ariacoes! em R. ndicar se a ,ariacao e Fa,ora,el 'F ou Desfa,ora,el 'D> a De eficiencia no uso do material.  # De preco 'ta$a na compra do material. c &ista no custo do material. d De eficiencia no uso da mao de o#ra direta. e De preco 'ta$a da mao de o#ra direta. f &ista no custo da mao de o#ra. I Elementos I adrao Custo: $eal Custo ($) ($) &otal 7ariaoes Quantidade Preo $ < fKn $ 34D Mista $=¥2D 34D $~ al !I ! &ao de o#ra dire ta .QRj $~~. l(Jral . E'E$CICI%  +/ Uma empresa esta#eleceu os se1uintes padroes de custos de producao> a#ela * Aalores"adriio de material direto e de miio de obra direta Padrao @isico Padrao monetario ~$ &aterial direto ; 1/un. R 5 por k1 &ao de o#ra direta 5! 21un, R : por hora Em determinado periodo! foi iniciada a producao de 4. unidades do produto! com os se1uintes custos> a#ela 5 Custos reais de material direto e de miio de obra direta $eal @isico ~ $eal monetario Ha terial direto ;* 1/un. / 55 por k1 3&a- o de o#ra direta 5!8 2un, / *5 por hora I 2utros dados> Y no infcio do periodo nao ha,ia esto"ues Y a "uantidade de material ad"uirida no periodo foi de 5. k1 Y 8W dos produtos foram ,endidos *7 Y a ta$a de inflacao do perlodo foi de =W e Y toda a producao iniciada foi concluida no periodo. Pede-se> a apurar as ,ariacoes efeti,as de custos ' descontando o efeito da inflacao e # conta#iliBar os custos 'por seus ,alores-padrao corri1idose as ,ariacoes! em raBonetes. "ic>a de custo-padrao Elementos de custo Custoadrao ($) Custo real ($) &otal s "5D e ,ariacoes [email protected] Quantidade s F!D Preco Mis ta s < "5D "5D &aterial &2D otal A resposta destes e$ercicios encontra-se disponi,el no  site: a Ati,a.  # De controle. c Passi,a. a irnplantacao de um sistema de d De medo. e Positi,a. 5. A escolha de um sistema de custos depende  principalmente> a  # c d e Da metodolo1ia empre1ada. Do o#eti,o a ser atin1ido. Do tamanho do setor. Da mao de o#ra ernpre1ada. Do patrimonlo da ernpresa. ;. Sao su#sistemas tipicos de um Sistema de nforrnacoes erenciais> a  # c d e Planeamento! E$ecucao e Controle. Conta#ilidade erencial e Decisorial. Conta#ilidade! Custos e 2rcamentos. Conta#ilidade! E$ecucao e Controles. Controles! 2rcamentos e estao. 4. A irnplantacao de um sistema de inforrnacao de,e ser> a mperati,a.  # radati,a . c mposta. d Autoritaria. e Ar#itrar ia. . 2#ser,ar as sentencas se1uintes> - Sempre e$istirao pro#lemas na adocao e implantacao de um sistema de inforrnacao.  - @uando da implantacao de um sistema!  pode-se desencadear uma sensacao de inicio de uma era de controle e fiscaliBacao sa#re o  pessoal.  - A curto  praBo! normalmente! todo sistema conse1ue eliminar pessoas e 1astos. % - @uando um dos moti,os da irnplantacao de um sistema e a ideia de reducao de custos!  pode ocorrer imediata reacao do pessoal. Estao corretas as sentencas> a ! II e 4%.  # ! 44!  e 4%. c) 44!  e 4%. d !  e %. e 4!  e . E'E$CICI%  -+ Assinalar a alternati,a correta> *. Sao informacoes 1eradas  por um sistema de custos> a %alor dos esto"ues! lucro li"uido! li"uideB.  # Custos das  perdas! receita  #ruta! sol,encia ! c %alor dos esto"ues! custo-padrao! custo fi$o. d Custa fi$o! lucrati,id ade!  patrimonio li"uido. e %alor dos esto"ues! custo por  produto! li"uideB. 5. Pode-se citar como intercam #io de dados entre su#sistemas de um Sistema de nformacoes er enciais 'S> a  # c d e ** K lI *;!  I 3. 162 Preco do concorrente e consumo de material. Custa pre,isto e li"uideB corrente da empresa. Analise dos concor rentes e ,alor dos esto"ues. @uantidade pre,ista e consumida de material. Analise de mercado e de demanda  por  produto.  ?ao se pode afirmar ! a res peito da implantacao de Sistemas de Custos! "ue ela> a De,e ser 1radati,a .  # De,e ser imposta. c Depende do o# eti,o. d Depende do m,el de detalhe. e nfor macoes sao caras. 4. A respeito de LimportacaoKK de sistemas de custos! e correto afirmar "ue> a  uso de pacotes de sistemas! a pre-rnoldados e predesenhados! pode! na maioria das ,eBes! ser #ern-sucedido.  #  sistema "ue foi #em-sucedido na matriB tam#ern funcionara #em na filial. c Se um sistema esti,er funcionando #em num concorrente! nao implica "ue! necessariamente! tenha sucesso no outro. d Um sistema sempre funciona #em! independentemente do 1rau de sofisticacao da estrutura administrati,a! da "ualidade e educacao do pessoal en,ol,ido. e &odelos desen,ol,idos para empresas onde a enfase e no controle de mao de o#ra podem ser aplicados! sem "ual"uer adaptacao! numa outra cuo foco esta em material direto. . A implantacao de um sistema de custos depende de> a 2#eti,o e ni,el de detalhe.  # Am#iente e pessoal. c nformacao e tecnolo1ia. d &ercado e demanda. e FiscaliBacao e controle. , E'E$CICI% -+Assinalar Falso () ou %erdadeiro '%> ' A @uais"uer "ue seam os sistemas de custos adotados! a "uantidade de dados necessaries e a finalidade de sua implantacao! sempre e$istirao al1uns  pro #lemas! coma a resistencia do pessoal e outros. '  A implantacao de sistemas de custos conse1ue sempre eliminar pessoas e reduBir muitos custos a curto praBo. '  @uando da implantacao de um sistema de custos! o "ue normalmente ocorre e o aumento de pessoas e de e"uipamentos! pelo menos durante al1um tempo. '  Um sistema de custos de,e ser eficiente a ponto de le,antar todos os dados e 1erar todas as inforrnacoes possi,eis! custe o "ue custar. ' A A primeira reacao das  pessoas! ao implantar um sistema de custos! ea sensacao de estar sendo iniciada uma era de controle par parte da Administracao! , E'E$CICI% -+. Assinalar Falso 'F ou %erdadeiro '%> '   ?ada mais #arato do "ue utiliBar um sistema de custeio "ue a tenha sido #ernsucedido numa outra empresa. '  Seo pro#lema e espedfico! tal,eB nao haa necessidade de a empresa implantar um sistema para todo o conunto da or1aniBacao. '   ?ao e necessario "ue sea dada al1uma assessoria unta aos usuarios! a "ue todo Sistema e autoe$plicati,o. '  Definidos os o#eti,os! torna-se mais facil determinar o tipo de sistema! assim coma seu ni,el de detalhamento. '  2nde nunca hou,e sistemas formais de captacao de dados de,e-se comecar  com 3 ma$ima de detalhamento. *=; E'E$CICI%  -+/ Uma empresa presta ser,ices de consultoria am#iental no (rasil e e reconhecid a  por seu alto rn,el de "ualidade e sediada em Campinas 'SP e ate pouco tempo possufa apenas tres filiais. ?os tiltimos anos! e$pandiu suas ati,idades para outras re1ioes do pais 1racas a crescente conscientiBacao socioam#iental da s or1aniBacoes! a e$i1encia da le1islacao ea pressao de 2?s. Apesar de apresentarem resultados positi,os na empresa como um todo! os e$ecuti,os tinham a impressao de "ue al1uns proet os nao esta,am co#rindo seus pro prios custos. 2s orcamentos eram preparados com #ase em estimati,as 1rosseiras! sem uma analise acurada de seus custos conse"uentemente! nao se sa#ia "ual dos proetos e de "ual re1iao esta,a sendo mais lucrati,o.  sistema de #onificacoes da empresa nao tinha informacoes se1ura s  para recompensar os 1erentes "ue ti,essem melhor desempenho. udo isso feB com "ue a empresa se preocupasse em ter sistema de apuracao de custos e resultados por proeto.  Alern disso! era necessario! tam#em! "ue se aprimorasse o processo de ela#oracao dos orcamentos! Assim! decidiu-se ad"uirir no mercado um sistema de apuracao de custo s "ue fosse ,oltado a empresas de prestacao de ser,ices! Se1undo a direcao da empresa! o sistema nao de,eria restrin1ir-se a Conta#ilidade erencial! mas atender tam#ern as areas Fiscal e Societaria da empresa. Apesar do alto custo! acredita,a-se "ue a compra de um sistema completo e detalhado seria ,antaosa!  por"ue todos os pro#lemas de todas as areas seriam resol,idos em pou"uissimo tempo. Depois da irnplantacao! os tra#alhos redo#r aram o tempo despendido na conta1em de materiais e no apontamento de horas em time s%eet era maior do "ue as horas dedicadas aos proetos.  e$cesso de detalhes do sistema passou a incomodar tam#em os 1erentes! "ue continua,am sem ter um instrumento confia,el para a tomada de decisoes!  indice de rotacao de pessoal aumentou si1nificati,amente. +ou,e resistencia dos funcionarios! por"ue o sistema demanda,a muito tra#alho e nao foi considerada a necessidade de no,as contratacoes  alern disso! a direcao nao teria se preocupado em treinar os funcionarios para operar o sistema. Com #ase na leitura do te$to! pede-se assinalar a alternati,a correta. *. @uanto aos o#eti,os do sistema de apuracao de custos! pode-se afirmar "ue> a 2s e$ecuti,os nao esta,am preocupados em sa#er "uais eram os clienres e os proetos mais lucrati,os! e sim o resultado 1lo#al e por filiais.  #  sistema de,eria  proporcionar informacoes para "ue o or camento dos  proetos nao fosse mais ela#orado de forma erratica e intuiti,a. c A co#ertura dos custos de cada proeto era uma inforrn acao o#tida apenas na Conta#ilidade Societaria da empr esa. d A inforrnacao so#re os custos de cada filial nao audaria a diminuir a com peticao entre as mesmas. e As funcoes de a,aliacao! decisao e controle de custos do sistema apoiariam os o#eti,os da empresa e os inter esses indi,iduais dos 1erentes. 5. ?o "ue diB r es peito necessario > a implantacao do sistema de custos na em pr esa! nao seria a %erificar a materialidade da inf orrnacao re"uerida. *=4  # Definir o#eti,os c Considerar d A,aliar a relacao e Contemplar ;. Para os diretores sistema eram> a a serem atin1idos o impacto com o sistema. "ue teria com os funcionarios. 1eral de custo-#eneff cio do sistema. todos os processos! 'Assinalar Falso 'F ou %erdadeiro '% '  Aspectos institucionais relacionados ao comportamento e a cultura do  pessoal da or1aniBacao foram le,ados em conta. '   fato de o sisterna ad"uirido ser do setor de atuacao da ernpresa nao 1arantiu "ue ela atin1isse seus o#eti,os com ele. '  Para os principais e$ecuti,os da empresa! a a"uisicao e o uso do sistema de apuracao de custos trariam a 1arantia de resultados efeti,os. '  Alern do preco de a"uisicao do sistema! a empresa considerou outros 1astos! como a sua manutencao e o treinamento de funcionarios. '   e$cesso de detalhes de cada um dos m=dulos do sistema enri"ueceu e a1iliBou o processo de tomada de decisoes na empresa. *=  =or mato T i"olog ia  a "el I i *  4urner o d e "a g inas  ? m"r essiio 5* $ 5: cm Charter **/ *; Alta Al,ur a 7 1/ rn- 'miolo Su pr emo 5 1/ rn- 'ca pa *=: ec1r af ica Editora 556_r5% H7HH > -> > >  T ~~K!  Tc>"Hi-  T ..  T .. . . . .. IT-> >. Sim. Buero *azer &arte do banco de dados seletivo da ditora Atlas &ara receber  in*orrnacoes sobre lanc;!amentosna(s) areats) de meu interesse. Se#o! Gasc. em. CJ! %ata de ascimento! st. Civil!  Solteiro  Casado nd. 'esidencial! Cidade! .J A.C =orn 'etiro %' I Sao Jaulo CARTA RESPOSTA /ao e necessarlo se!ar  %% 3 selo ser a &aNo &or ! [email protected]+++ Sao Jaulo SJ I I I I I I & o&)8t&!89/i! :8%1/8%18;8t&I
View more...
   EMBED

Share

Preview only show first 6 pages with water mark for full document please download

Transcript

I

AO

Eliscu

Martins

c

Professor Erncrito

da Facukladc de Econornia.
1

racao e Contahilidadc

Adrninis-

da USP. Pro-

ressor do Depanamcnto <le Conrabili
dadc c Aruaria da FEA/USP ha rnais
de 40 anos, cofundador da Fipccaf Fundacao lnsrituto
iabcis,

Aruariais

de Pesquisas
c l-inanceiras,

ccrisia na area conrabil.

ConPare-

ex-consulter.

ex-conselhciro de inurncras ernprcsas.
Ex-Dire tor da CV M (dois mandates).
cx-diretor do Banco Central.
Autor

ou coauror de diversos livros,

cnirc

os quais

toriu,

Teoria da contabilidadc: uma nova

obordagem,

Cantobilidud»

C(mtabilidade

introdu

de rnstos, /\nii-

iise da cm·rcr(io monetdria das demonstni
\15cs [inanceiras,

Manual de normas inter

naciouais de cm11<ll1i/idndc. Ad111inis1rarao
[manceira, Apre11de1ulo rnn1abilidm1c cm
moeda

co11stnn re,

Avaliarclo de empresas:

d,1 mmsw·ariio c0111iihil 11 economica, Con
tnbilidude i1Hcnnediilria c Metodos rnmpc1rados de cusieio, publicados
alern de Manuals
cusros de diversas

pela Atlas,

de coruabilidade
instuuicoes

e de
rinan-

ceiras. T;1111bem pari icipou de capuulos de Co111c1111irios ii l.ei dus Sociedades
por Ar6cs. de Modesto Carvalhosa, e do
livro COdigo Civil Conienutao
d!' Empresa,

de Priscila

Fonseca c Rachel Szrajn.

Direito

M. P. Correa da

Contabilidade de Custos

i-1 .

2010 . .Eliseu Martins Welington Rocha Contabilidade de Custos Livro de Exercicios 1 Q!! Edicao SAO PAULO EDITORA ATLAS S.A.

.

Brasil) (CIP) Martins. ed.ed. Dados Internacionais de Catalogacao na Publicacao (Camara Brasileira do Livro. 10.© 1977 by Editora Atlas S. I.42076 4. 1945Contabilidade de custos: livro de exercicios I Eliseu Martins. 6.com. 1384 (Campos Elfsios) 01203-904 Sao Paulo (SP) Tel. Dep6sito legal na Biblioteca Nacional conforme Decreto nQ 1. . 2003. Contabilidade de custos 2.ed. 1978. Titulo. 2004. 1987. ed.Sao Paulo : Atlas. 9. ed. Impresso no Brasil/Printed in Brazil . ed. 3. 2. Eliseu.42076 TODOS OS DIREITOS RESERVADOS .825. 1990.ed. Exerdcios : Contabilidade de custos 657. SP.4. Welington Rocha.Problemas. Custos : Contabilidade 657. 90-0204 CDD-657. Contabilidade de custos .610/98) e crime estabelecido pelo artigo 184 do C6digo Penal. Editora Atlas S. Problemas : Contabilidade de custos 657. 2. 2006.ed. 5. exerdcios etc.br . Contabilidade de custos 657. de 20 de dezembro de 1907.42 3. . Rua Conselheiro Nebias. de qualquer forma ou por qualquer meio.42 -657. l. A violacao dos direitos de autor (Lei nQ 9. 7.E proibida a reproducao total ou parcial. reirnpressao Composiciic: Formato Services de Editoracao Ltda.A. 1980. ed. ISBN 978-85-224-5935-3 1. 2010. 2010.EditoraAtlas.10.ed.42 2. 1996.A.42076 indices para catalogo sistematicoe 1.: (O 11) 3357-9144 (PABX) www.

76 14 Producao Conjunta e Problemas Fiscais na Avaliacao de Estoques Industriais: Custos Conjuntos. 27 6 Esquema Basico da Contabilidade de Custos (II) . 117 Custos de Reposicao e Mao de Obra Direta . 9 2 Terminologia Contabil Basica. 7 1 A Contabilidade de Custos. 22 5 Esquema Basico da Contabilidade de Custos (I). 91 17 Custeio Variavel.Abordagem lnicial. 81 15 Custo Fixo. 53 10 Materiais Diretos. 45 9 Aplicacao de Custos Indiretos de Producao. 13 3 Prindpios Contabeis Aplicados a Custos. Lucro e Margem de Contribuicao. 59 11 Mao de Obra Direta. 107 20 Custos Imputados e Custos Perdidos. 96 18 Margem de Contribuicao.Sumario Prefcicio a 1 o. 65 12 Problemas Especiais da Producao por Ordem. 86 16 Margem de Contribuicao e Limitacoes na Capacidade de Producao. Custos Fixos Identificados e Retorno sobre o Investimento. 102 19 Fixacao do Preco de Venda e Decisao sobre Compra ou Producao. 40 8 Custeio Baseado em Atividades (ABC) .Departarnentalizacao. 70 13 Problemas Especiais da Producao Continua. 113 21 Alguns Problemas Especiais: como Custo Variavel. 17 4 Algumas Classificacoes e Nomenclaturas de Custos. 33 7 Criterio de Rateio dos Custos Indiretos. a Contabilidade Financeira e a Contabilidade Gerencial.edicii».

6

22

Relacao Custo/Volume/Lucro - Consideracoes Iniciais, 122

23

Consideracoes Adicionais sabre Custo/Volume/Lucro, 126

24

Custeio Baseado em Atividades (ABC) - Abordagem Gerencial e Gestao Estrategica de Custos, 131

25

Controle, Custos Controlaveis e Custos Estimados, 138

26

Custo-padrao,

27

Analise das Variacoes de Materiais e Mao de Obra, 147

28

Analise das Variacoes de Custos Indiretos, 152

29

Contabilizacao do Custo-padrao - o Problema da Inflacao, 156

30

lmplantacao de Sistemas de Custos, 161

143

Prefacio

a 1 o- Edicao

Esta edicao do Livro de Exercicios relaciona-se a decirna edicao do Livro-Texto,
adaptada as disposicoes dos Pronunciamentos Tecnicos CPC, especialmente do CPC
16, que trata da valoracao de estoques, e das Leis 11.638/07 e 11. 941/09. Alem disso,
ha, tambern, algumas alteracoes de termos ou sentencas, visando dar mais clareza
aos enunciados dos exercicios e melhorar o processo de ensino-aprendizagem.
Lembramos que as respostas-chave de todos os exercicios deste livro encontramse no site da editora (www.EditoraAtlas.com.br); no mesmo site continuam a disposicao dos professores cadastrados as solucoes completas.
Registramos novamente nosso agradecimento aos professores que colaboram
enviando sugest6es e, especialmente, com nossa gratidao, ao Professor Geraldo
Barbieri, a Ivete Fava e a Professora Jacira Tudora Carastan (in memoriam).

Eliseu Martins
Welington Rocha

1
A Contabilidade de Custos, a

Contabilidade Financeirae a
Contabilidade Gerencial
·--------------------------

RESPOSTA DO EXERCICIO PROPOSTO
F, V, V, F eV

EXERCICIO N° 1.1
A resposta deste e dos proximos exercicios encontra-se disponivel no site:
<www.EditoraAtlas.com.br>.
Assinalar a alternativa correta:
1. A respeito do periodo que vai ate a Revolucao Industrial, no seculo XVIII, niio
se pode afirmar que:
a) Somente a Contabilidade Financeira (Geral) existia ate entao.
b) A Contabilidade Geral foi desenvolvida na era Mercantilista.
c) A Contabilidade Geral estruturou-se para servir ao comercio,
~A
apuracao dos valores de compra dos bens era muito dificil.
e) Para apurar o resultado, bastava levantar os estoques fisicos.
2. As funcoes gerenciais mais relevantes da Contabilidade de Custos sao:
a) Auxilio ao controle e apuracao de Impasto de Renda.
b) Ajuda a tomada de decisao e levantamento de Balance.
Auxilio ao controle e ao processo de tomada de decisao,

>~,

d) Valoracao dos estoques fisicos e tomada de decisoes.
e) Auxilio ao controle e a valoracao dos estoques fisicos.
3. Quanto a funcao Gerencial de controle, pode-se afirmar que a Contabilidade
de Custos e importante para:
a) Apenas auxiliar na avaliacao dos estoques fisicos.
~
c)
d)
e)
10

Fornecer dados para fixar padroes de comparacao,
Apenas auxiliar na avaliacao dos lucros globais.
Auxiliar na avaliacao de estoques e lucros globais.
Auxiliar na preparacao de dernonstracoes contabeis.

e) Dividendos a pagar. _}l( Adrninistracao de precos de venda. . b) Refugos. d) Energia. d) Desnecessaria. >( 5. sabras e refugos. e) Custo por departamento. ){ Mao de obra. e) Manutencao da eonta "Caixa e Baneos". ~ Distorcoes. EXERCICIO N° 1. ~ Duplieatas a reeeber. Nao e informacao gerada por um Sistema de Custos: a) Valor dos estoques. b) Constituicao de reserva legal. b) lndice de liquidez.4. Um exemplo de informacao gerada pelos Sistemas de Custos e: a) Luera do periodo. d) Luera por acao. Custo por unidade. telefone e material de embalagem.2 Assinalar a alternativa eorreta: 1. e) Material de escritorio. e) Custo por etapa do praeesso. material de escritorio e salario da eontabilidade. Como exemplos de elementos fabris de eustos de uma empresa de manufatura. b) Custo das perdas. e) Prajetada. 4. A falta de conciliacao entre Contabilidade de Custos e Contabilidade Geral traz: a) Acuracia. podern-se citar: a) Depreciacao de equipamentos e eompra de acoes. c) Pagamento de multas ambientais. c) Oportunidades. 2. sabras e salaries da alta administracao. materia-prima. A conciliacao entre a Contabilidade Finaneeira e a de Custos e: a) lrrelevante. Como exemplo de decisao gerencial que pode ser subsidiada pelo Sistema de Custos temos: a) Distribuicao de acoes aos socios. 3. b) Antiquada. ')( Fundamental.

3 Assinalar Falso (F) ou Verdadeiro (V): CF-) As funcoes do Contador tornaram-se mais simples. as empresas viviarn basicarnente do cornercio. (V) Sistemas de Custos sao subsistemas do Sistema de Informacao Gerencial (SIG). Ate o seculo XVIII.5 Assinalar a alternativa correta: 1.d) Relevancia. ~ Distribuicao de dividendos. b) Planejamento. (~) 0 Sistema de Custos em empresas prestadoras de services nao tern contas de estoques e os elementos de custos sao os mesmos do sistema de custos de empresas industriais de manufatura. com o advento da in(V) (\/) Cf) CF) dustria de manufatura. EXERCICIO N° 1. Luera bruto e o resultado do confronto do custo das rnercadorias ou produtos vendidos ou dos services prestados aos clientes com a respectiva receita liquida. ao longo do tempo. CF) A Contabilidade de Custos tern um escopo mais arnplo que a Contabilidade Gerencial. 0 uso da Contabilidade de Custos coma instrumento gerencial sempre foi a principal preocupacao dos Contadores. Somente industrias rnanufatureiras devem-se utilizar da Contabilidade de Custos. do setor de services para o de rnanufatura. EXERCICIO N° 1. EXERCICIO N° 1. a Contabilidade de Custos pode ser utilizada para dar suporte ao processo de gestao: planejamento. c) Tomada de decisao. 11 . Auditores e Fiscais. execucao e controle das atividades. CF) A utilizacao de inforrnacoes de custos passou. Nao e objetivo normal de um sistema de custos fornecer informacao para subsidiar o processo de: a) Controle. d) Avaliacao de desempenhos.4 Assinalar Falso (F) ou Verdadeiro (V): CV) Em empresas prestadoras de services. e) Fundamentos.

c) Atividade. d) Processo. 4. XQualquer coisa cujo custo seja importante conhecer. c) Crescimento e maturidade do produto no mercado. b) Estabilidade e declinio do produto no mercado. b) 0 montante de custos de um produto ou service. c) Monopolio. com. e) Retaliacao de novas concorrentes entrantes no mercado. d) Capitalismo. 3. e) Departamento. A resposta destes exercfcios encontra-se disponivel no site: <www. e) 0 custo e o beneficio de determinada decisao tomada.br>.2. Informacoes de custos tendem a ser mais uteis em situacoes de: a) Cartel. Sao exemplos de decis6es normalmente tomadas com base em informacoes de custos: Concessao de descontos sabre precos. b) Produto. Uma entidade objeto de custeio e: a) Uma pessoa fisica ou juridica organizacional. b) Oligopolio. X 5. Niio e entidade objeto de custeio: )1(oecisao. 12 - . d) Elaboracao de Balance e Dernonstracao de Resultados. c) Uma variavel aleatoria importante para os gestores.Editora/itlas. x· Concorrencia.

.br>. disporuvel no site: contabil: (~) Gasto e o sacrificio financeiro com que uma entidade area para a obtencao de bens e services.EditoraAtlas..com.. Assinalar Falso (F) OU Verdadeiro CV) a luz da terminologia (F) Ao comprar materia-prirna. ha uma despesa..1 A resposta deste e dos proximos exercicios encontra-se <www. -----· -------·-----····-----··---------·- . RESPOSTA DO EXERCICIO PROPOSTO C OU D c C ouD D I CouD D D C OU D c I p p c p D RR D EXERCICIO N° 2.2 Terminologia Contabil Basica .

6. relativos a um banco cornercial. so ha perdas. (F) Gastos com folha de salaries da mao de obra. 18. transforma-se em perda. sao custos de producao do penodo contabil em questao. ( (::.2 a luz da terminologia contabil: de producao e uma despesa que. ATM etc. CD) Remuneracao de gerentes. 13.) Depreciacao de equipamentos (computadores. (J)) Consumo de material de escritorio na Administracao. 8. no momen- Assinalar Falso (F) ou Verdadeiro (V) Cl=-) Cada componente do processo ta da venda. (C) Rernuneracao de tempo ocioso. tJ) Rernuneracao do pessoal da Contabilidade Geral.) Manutencao do sistema de processamento de dados. 14. 16.Cf) Custa e incorrido em funcao da vida iitil OU de benefidos atribuidos a futuros perfodos aos bens e aos services produzidos. (\!) Perdas sac itens debitados diretamente ao resultado do pen'. uma vez que a primeira envolve os conceitos de imprevisibilidade e involuntariedade. ( 1) Compra de impressos e material de escritorio. ((:. (f) Depreciacao do predio da sede administrativa do banco. 4. ( F) So existem custos em empresas industriais de manufatura.. (C. EXERCICIO N° 2. consumo ou transforrnacao dos fatores de producao. CV) Nao se confunde perda com despesa.). Cr) Aquisicao e instalacao de ATM. CV) Perdas sac bens e services consumidos de forma anormal e involuntaria. CC) Depreciacao de predios de agendas.odo contabil em que ocorrem. 17.) Gastos com salaries do pessoal operacional de agenda. (V) 0 custo e incorrido no momenta da utilizacao. 5. durante um periodo de greve prolongada. nas demais. CC) Gastos com transporte de numerario (carro-forte). seguindo a terminologia contabil. 10. ( e. CC) Utilizacao de impressos para acolher depositos. (CJ Gastos com envio de taloes de cheques aos clientes. 9. EXERCICIO N° 2. Despesa (D) ou Perda (P). 2. 15.) Consumo de energia eletrica. 7.3 Classificar os eventos descritos a seguir. Custa (C). 14 12. 11. 1. (G) Gastos com treinamento e desenvolvimento de funcionarios. em Investimento (I). (~) Telefone (conta mensal). 3. ( ) Reconhecimento de credito como nao recebf vel. .

( () Desfalque de valores par assaltos. o» Rernuneracao do pessoal da Contabilidade Geral (salaries). Despesa (D) ou Perda (P).) Consumo de materia-prima.000. Utilizacao de mao de obra. a pagar em maio. Compra de material no valor de $ 10. Perda normal de material na producao: $ 200.5 Dados os seguintes eventos ocorridos em determinada empresa no mes de abril: 1. 12. coma Investimento (I). 6. 10.000. (2) Consumo de embalagens. (Q. EXERCICIO N9 2. o» «» o» «» 17. $ 2. CP) Estrago acidental e imprevisfvel de late de material. em cheque. 3. 2. sendo: pessoal da producao $ 8. (r) Aquisicao de embalagens. (?) Deterioracao do estoque de materia-prima par enchente.4 Classificar os eventos abaixo. Gastos com pessoal do Faturamento (salario). 18. 2. ( ) Reconhecimento de duplicata coma nao recebivel. Cf) Compra de materia-prima.000. Cornissoes proporcionais as vendas. relativos a uma industria de manufatura. 5. 13. seguindo a terminologia contabil: 1. Pagamento. ci) Aquisicao de maquinas. 6. (9) Desfalque de val ores par fraude.000. c?) Rernuneracao do tempo do pessoal em greve. dos salaries relativos ao mes de marco: $ 5. 8. 4. 5.19. $ 1.) Consumo de energia eletrica. 14. (D) Consumo de combusnvel. (C. Custa (C). CG Gastos com mao de obra. (C) Gastos com seguro contra incendio. 9.000. 15 b . $ 3. a pagar no mes seguinte. 4. e da adrninistracao. 3. Depreciacao de maquinas.500. (~) Geracao de sucata no processo produtivo. Contabilizacao da depreciacao do mes. 20. Depreciacao do predio da Empresa.500. dos veiculos de uso da diretoria.800 e na administracao. $ 3. 11. Consumo de parte do material adquirido no item 1. 20. sendo: na producao. EXERCICIO N° 2. 7. 15. 19. 16. sendo: dos equipamentos de producao $ 7. C-1) Gastos com desenvolvimento de novas produtos e processos.

custos.000. $ 8.000. Energia eletrica adquirida e consumida no mes. Baixa pela venda de produtos cujo custo e composto pelos recursos consumidos.EditoraAtlas. Entrara em operacao no mes seguinte. a pagar em duas parcelas iguais. 9. utilizados ou transformados em abril no processo produtivo. I I I 16 .000. Utilizando a terminologia normalmente empregada no meio contabil. Compra de uma rnaquina para a area de producao. Uma quarta parte desse total cabe as areas administrativa e comercial da empresa e 0 restante a de producao. e b) calcular o valor total dos gastos.br>. com. pedese: a) classificar os eventos do mes de abril. desembolsos. tendo sido a primeira paga no ato da compra. despesas e perdas ocorridos em abril. semjuros. 8. A resposta destes exercfcios encontra-se disponivel no site: <www. Uma enchente inesperada destruiu parte do estoque de materiais: $ 2. 10. a pagar no mes seguinte. por $ 50. investimentos.7.

br>. d) Da Consistencia ou Uniformidade. c) Do Custo Historico como Base do Valor. Segundo o Principia da Realizacao. e) Da Realizacao da Receita. V EXERCICIO N° 3. conhecida como Prindpio: _){ Da Materialidade ou Relevancia. <. 2. c) Conservadorismo ou Prudencia. 0 principio envolvido para o correto reconhecimento <las despesas e: a) Custo Historico como Base de Valor. Competencia ou Confrontacao. b) Do Conservadorismo ou Prudencia. F. d) Materialidade ou Relevancia. dentro dos gastos totais. J:5K 3.1 A resposta deste e dos proxirnos exerdcios encontra-se disponfvel no site: <www. Assinalar a alternativa correta: 1. d) Da diminuicao da conta do cliente comprador. F.3 Principios Contabeis Aplicados a Custos RESPOSTA DO EXERCICIO PROPOSTO V.EditoraAtlas. A regra contabil que desobriga de um tratamento mais rigoroso aqueles itens cujo valor monetario pequeno. e) Consistencia ou Uniformidade. e) Da apuracao do resultado do periodo da venda. ~ Da transferencia do bem ou service a terceiros. considera-se realizada a receita quando: a) Do pagamento por terceiros pelo bem ou service. V.com. c) Ha aumento do caixa em decorrencia da venda. e e .

~ Custos. variacoes cambiais e correcoes monetarias decorrentes do financiamento da compra de materia-prima devem ser considerados como parte do custo do produto elaborado com ela. 10). as vendas e aos financiamentos sao denominados. 19 . b) Agressiva. e) Investimentos. e) Perdas. Os recursos relativos a administracao geral. mais indicado para gastos com pesquisa e desenvolvimento e: a) Despesas. Absorcao. e) Otimista. Observar as sentencas a seguir: . b) Variavel.3 Assinalar a alternativa correta: 1. d) Investimentos. d) ABC. e) Pleno. . b) Perdas. 2. b) Perdas. de: a) Custos. c) Investimentos. 4. EXERCICIO N° 3.5. na terminologia contabil. na terrninologia contabil. / 5.Juros. de: a) Despesas. e) Desembolsos. Os recursos relativos ao processo produtivo sao denominados.)) Despesas. 0 Conservadorismo traz a Contabilidade uma visao mais: )t1 Precavida. do ponto de vista contabil. 0 tratamento. e) Desembolsos. 3. c) Desembolsos. d) Arriscada. d) Custos. . A Auditoria Externa deve verificar a correta utilizacao do Custeio: a) Direto. c) Arrojada.

que numa eventual divisao teriam sua parte maior considerada como despesa. N . nunca despesas do periodo.II . devem ser evitados para apropriacao de custos.5 Uma empresa do ramo de cornunicacoes edita. utilizando exclusivamente papel de imprensa importado da Noruega. Gastos com Pesquisa e Desenvolvimento de novos produtos ou processos devem ser considerados sempre como custos dos produtos.Quando se acumulam custos de varios periodos contabeis. direta e objetiva. d) I.) (}-) ra. >~ III e IV. Os dados relativos a necessidade de sua principal materia-prima (papel) e aos gastos da area de compras sao demonstrados nas tabelas a seguir: Tabela 1 Tiragem normal.Ao fazer uso de seus equipamentos fabris para a construcao de um cofre para uso proprio. em quantidade de moeda de capacidade aquisitiva constante. III .Valores irrelevantes dentro dos gastos totais da empresa nao precisam necessariamente ser segregados em custo e despesa. b) I. imprime e distribui duas revistas. porern repetitivos a cada periodo. II e III.4 Assinalar Falso CF) ou Verdadeiro (V): (f-) Na pratica. Valores. EXERCICIO N(} 3. uma empresa deve trata-lo como despesa. As sentencas corretas sao: a) I e N. nao ha problemas para segregar custos e despesas de forma claCF) CV) (\. A regra para separacao entre custos e despesas consiste em definir o momenta em que o produto esta pronto para venda. 20 Revistas Tiragem Periodicidade N° de paginas Mode ma 10.000 Mensal 80 Weekly 15. incorridos em periodos diferentes.000 Semanal 60 . Recursos gastos que sao relevantes. o correto e transformar esses diversos custos. em tuimero de exemplares. devem ser rateados. II e IV. sendo uma mensal e uma semanal. I. cujo rateio e extremamente arbitrario. EXERCICIO N° 3. c) . III e IV.

045 Aluguel e IPTU 950 Agua. Outros dados: • no final do mes. pois referem-se as atividades de planejar. durante 15 dias (o cambio foi fechado na data do desernbaraco aduaneiro a taxa de$ 2. Materiais Moderna Weekly Pape! couche (para as paginas) 160 g 120 g Pape! supercalandrado 30 g 30 g (para capas) Tabela 3 Gastos do Departamento de Compras em marro (em $). aos seguintes precos: Papel Custo CIF/ton.EditoraAtlas. Salaries. luz e telefone 255 Depreciacao 620 Outros 780 Por meio de analise do processo de suprimento.br >. Durante o mes de marco. para o couche e de 800€/ton. com a inclusao de gastos da area de compras. e toda a materia-prima adquirida no mes encontrava-se no estoque no dia 31. A area administrativa absorve 30% e a de vendas. e b) o valor do impacto e o efeito no resultado de marco.Tabela 2 Quantidade de papel por exemplar. de acordo com os Principios Contabeis. arcando com juros de 3% ao mes. na quantidade necessaria para a producao de um mes. 10% das atividades. para o supercalandrado. considerando-se os precos no mercado internacional. era de 820€/ton. a empresa recorreu a um ernprestimo bancario. comprar e fazer followup de papel. I Couche 800 € Su percalandrado 780 € Para poder liquidar a operacao de cambio. com. verificou-se que 60% do tempo das pessoas e dos demais recursos sao dedicados a producao. • • a taxa de carnbio no ultimo dia do mes era de$ 2. A resposta destes exercfcios encontra-se disponfvel no site: <www. o custo CIF do papel. 21 . caso os gastos com a area de compras nao fossem inclufdos no estoque.50 por euro).60 por euro. foi adquirida e recebida uma partida de papel. encargos sociais e beneffcios 8. Pede-se calcular: a) o valor de custo (total e unitario) da materia-prima existente no estoque final de rnarco.

000. relativos a determinado periodo: Em$ Estoque inicial de rnateria-prima Estoque final de materia-prima 300 420 120 Despesas administrativas de toda a empresa Estoque inicial de produtos em processo 240 Estoque final de produtos em processo 300 Mao de obra direta utilizada na producao de bens Custos indiretos de producao Compras de rnateria-prima Estoque inicial de produtos acabados 600 480 720 360 Venda de 90% do total disponfvel de produtos acabados por Frete pago para entregar produtos acabados vendidos Juros apropriados sobre emprestimos bancarios obtidos Pede-se calcular: a) 0 Custo dos Produtos Vendidos (CPV).EditoraAtlas.520. c) 0 Lucro (ou prejuizo) antes do Impasto de Renda (LAIR). Considere os seguintes dados da empresa industrial Sunny. c) $ 1.4 Algumas Classificacoes e Nomenclaturasde Custos RESPOSTAS DO EXERCICIO PROPOSTO $ 1. b) $ 1. a) EXERCICIO N° 4.700.br>.000.500.400 150 70 t I .1 A resposta deste e dos proxirnos exerdcios encontra-se disponivel no site: <www.com.000. 2. b) 0 Lucro Bruto (LB).

3 A empresa Camanducaia foi constitufda em 2-1-Xl com capital inicial de$ 100. b) 0 Balanco Patrimonial do dia 31 de janeiro. 23 .50 por unidade Energia eletrica consumida na producao 0.000 pacotes de confete haviam sido integralmente produzidos e estavam armazenados para serem vendidos no mes seguinte (nao houve vendas emjaneiro).2 A empresa Mood's Hair produz um unico produto (xampu de camomila) que e vendido. 0 objetivo da empresa e produzir artigos para festas em geral.50 cada unidade (preco liquido de tributos).400 Adrninistracao geral da empresa 8. em que nao houve estoques iniciais.000 unidades do produto acabado em estoque.40 por unidade Cornissao sobre vendas 0. Durante o mes de janeiro ocorreram os seguintes custos e despesas.50 por unidade. e que nao houve perdas.000 Depreciacao dos equipamentos de fabrica 10. Em determinado periodo. todos pagos dentro do proprio mes (em$): Aluguel da fabrica Supervisao da fabrica Materia-prima ($ 3.000 totalmente subscrito e integralizado em moeda corrente nacional. em media. pede-se calcular: a) 0 Estoque Final dos produtos acabados.000 24.000 unidades. Impastos e comiss6es sobre receita bruta totalizam 20% do preco. 0 preco rnedio de venda do produto acabado e estimado pelo pessoal da area de marketing em$ 9. e incorreu nos seguintes custos e despesas (em$): Supervisao geral da fabrica 17.000 9.15 por unidade Considerando-se que no final do periodo havia 1.000 36. Pede-se elaborar: a) A Dernonstracao de Resultados relativa ao mes de janeiro. por $ 9.EXERCICIO ND 4.000 Aluguel do galpao industrial 2.000 No final do mes. 12.000 8. b) 0 Lucro (ou prejuizo) do periodo. produziu integralmente 14.00/u) Mao de obra direta Despesas administrativas 3.00 por unidade Mao de obra direta 1.000 Material direto 2.75 por unidade Frete para entregar produtos vendidos 0. EXERCICIO ND 4.

b) Perrnaneca constante.000 Pede-se calcular: a) b) c) d) 0 0 0 0 Custa Total de Producao (CPP). c) Diminua com o aumento de volume. Custa da Producao Acabada (CPA). Despesas comerciais Estoque inicial de pradutos em pracesso Mao de obra direta Estoque final de pradutos em pracesso Custos indiretos de producao Estoque final de materia-prirna Estoque inicial de pradutos acabados Venda de 80% do total disponivel de pradutos acabados par 2.000 10. EXERCICIO Nn 4. e) Tenha correlacao com o volume de producao.500 4.EXERCICIO Nn 4. dentra de determinado intervalo de tempo. pradutora de cadernos em Itobi. d) Mensurados e aprapriados aos pradutos com precisao. 11. 4. Classificam-se coma fixos os elementos de custos cujo valor total.000 6. 24 .5 Assinalar a alternativa correta: 1. Custos diretos em relacao aos produtos sao aqueles que podem ser: a) Rateados em bases nao arbitrarias. f) 0 Luera Antes do Impasto de Renda (LAIR). 6. e) 0 Luera Bruto. b) Vistas fisicamente incorporados aos pradutos.sentou os seguintes dados (em$): 1.000 2. Custa dos Pradutos Vendidos (CPV).000 5. Estoque inicial de materia-prima Compra de materia-prima Despesas administrativas Despesas financeiras 5.500 5. 9. d) Aumente com a diminuicao de volume.000 12. 8. Estoque Final de Pradutos Acabados.000 40. 10. c) Rastreados e alocados com base em criterios logicos. em relacao as oscilacoes no volume de producao: a) Acompanhe o volume. 12.000 1. 3. 7.4 A Empresa do GB. 2.000 8. e) Mensurados e aprapriados aos pracessos com precisao.000 7. em determinado perfodo apre. 2.

Suponha que uma empresa remunere seus vendedores exclusivamente par meio de um percentual incidente sabre o valor das vendas realizadas. Normalmente sao custos indiretos em relacao aos produtos: a) Aluguel e supervisao. 6. c) 0 horizonte temporal da analise. 25 . b) 0 valor monetario dos custos. Nesta situacao. para a empresa. b) Despesa Fixa. e) Aproximados.75 hm par unidade (hm = hora-rnaquina). a rernuneracao dos vendedores.3. b) Direto e fixo. deve ser classificada como custo: a) Primario. c) Despesa Mista. d) Custa Variavel. 1. Normalmente sao custos diretos em relacao aos produtos: a) Aluguel e supervisao. 5. o P2. 7. Uma maquina tern seu valor econ6mico definido em funcao da obsolescencia e esta e estimada em cinco anos. d) Estimados. c) Promocao e propaganda. Custos alocados aos produtos par meio de estimativas e aproximacoes sao denominados custos: a) Diretos. e: a) Custa Fixo. em relacao aos produtos. e) Todas as alternativas anteriores estao corretas. a depreciacao dessa maquina. b) Aluguel e embalagens.6 hm par unidade. d) 0 intervalo relevante de nfvel de producao. e) Materia-prima e embalagens. Para classificar os custos coma fixos ou variaveis e importante conhecer: a) 0 volume de producao. 4.5 hm par unidade e o P3 utiliza 3. Neste caso. c) Indiretos. d) Materia-prima e supervisao. d) Materia-prima e supervisao. 8. A maquina e utilizada para fabricar tres produtos alternadamente: o produto Pl utiliza 0. e) Despesa Variavel. b) Aluguel e embalagens. e) Materia-prima e embalagens. b) Orcados. c) Promocao e propaganda.

9. A resposta destes exerdcios encontra-se disponivel no site: <www. 10. com.). c) Utilizacao de recipientes para embalagem do oleo: $ 2.000 proporcionais ao consumo excedente. b) Depreciacao do equipamento de moagem: $ 3. sendo: $ 3.c) Dire to e variavel.25/un. fixos (CF) e variaveis (CV) no periodo.000. indiretos (CI). e) Indireto e variavel. Pede-se calcular o valor dos custos fixos e dos variaveis naquele mes.08/un.000 correspondentes a demanda minima previamente contratada com a concessionaria e $ 1. d) Utilizacao de mao de obra de quatro operarios cujo custo e de $ 1. Em uma industria de oleo vegetal verificou-se a ocorrencia das seguintes transacoes.EditoraAtlas. cada um (salario e encargos sociais). no valor de $ 4.000 (um mil) por mes. 26 . em determinado mes: a) Moagem de cinquenta (50) toneladas de soja ao custo de $ 500/t. f) Totalizacao da conta de energia eletrica.). d) Indireto e fixo.000. e) Utilizacao de rotulos de papel para colocar nas garrafas de oleo: $ 800 ($ 0.500 ($ 0. verifica-se a ocorrencia dos seguintes eventos em determinado periodo: Eventos $ Consumo de energia diretamente proporcional ao volume 400 Materia-prima trasnformada em produtos acabados 500 Gastos com o Pessoal do Faturamento (salaries e encargos sociais) 300 Depreciacao de maquinas de producao comuns (linha reta) 200 Honoraries da Administracao da Producao 600 Depreciacao do equipamento de processamento de dados da Contabilidade Geral 100 Pede-se calcular o valor dos custos diretos (CD). Em uma industria metalurgica que fabrica varies produtos.br >.

do Sabao em Po: $ 3. ( ) Havendo informatizacao do processo de custeio. ( ) No esquema basico da Contabilidade de Custos.400.84/frasco.600.2 Assinalar a alternativa correta: 1. ( ) 0 criteria complexo registra cada passo de cada eta pa do processo de apurac. facilitando a interpretacao dos custos.1 A resposta deste e dos proximos exerdcios encontra-se disponivel no site: <www. Sabao Liquido: $ 45. do Sabao Liquido: $ 2.EditoraAtlas. EXERCICIO N° 5. EXERCICIO N° 5. os custos diretos nao sao apropriados diretamente aos bens ou aos services.br>.ao devem ser debitados integralmente ao resultado do perfodo em que forem incorridos.ao e distribuicao dos custos. o criteria complexo geralmente e preferfvel em relacao ao simples. ( ) No criteria simples.com.5 Esquema Basico da Contabilidade de Custos (I) RESPOSTAS DO EXERCICIO PROPOSTO a) Custa Custa b) Custa Custa Total do Total do Unitario Unitario Sabao em Po: $ 79. a contabilizacao dos custos e feita em contas apropriadas e a transferencia e direta para estoques a medida que OS produtos Sao alocados. Assinalar Falso (F) ou Verdadeiro (V): ( ) Os custos dos recursos consumidos ou utilizados fora do processo de produc. por dar mais transparencia. 0 processo basico da Contabilidade de Custos consiste nas seguintes etapas: . com registro de cada fase de rateio.98/cx.

apropria-los aos produtos e ratear os custos fixos. 2. caso toda a producao elaborada seja vendida e nao haja estoques finais. b) lrrelevante. 4. mao de obra. d) Aleatoria. d) Separar os custos das receitas. Devem ser dassificados como custos de producao os itens: a) Materia-prima.Custos e despesas incorridos num periodo so irao integralmente para o Resultado desse mesmo periodo. seguros da fabrica e fretes. b) Honoraries da diretoria. b) Diretos. 3. b) Separar os custos indiretos. c) Separar os custos das despesas.A primeira etapa do processo basico da Contabilidade de Custos consiste na separacao entre custos e receitas do periodo. no que se refere ao grau de detalhamento das contas. apropriar os custos diretos e ratear as despesas. apropriar os custos diretos e ratear os indiretos. honoraries da diretoria. III . e) Honoraries da diretoria e fretes nas vendas. salario da adrninistracao. material direto. salaries da adrninistracao. d) Materia-prima. telefone. c) Variada. fretes e seguros da fabrica. b) Honoraries da diretoria. Observar as sentencas a seguir: Os recursos que cornpoem o custo de producao sao alocados diretamente aos produtos. 6. A forma de contabilizacao dos custos. d) Sinteticos. c) Subjetivos. c) Seguros da area de producao e material direto. pode ser: a) Unica. 5. perdas. Ao separar os custos das despesas surgem aspectos: a) Objetivos. apropriar os custos diretos e ratear os indiretos. 28 . telefone. Devem ser contabilizados como despesas os itens: a) Materia-prima. mao de obra. e) Absoluta. material direto.a) Separar os custos das despesas. e) Salario da administracao. e) Distintos. II . d) Materia-prima. apropriar os custos fixos e ratear os indiretos. c) Seguros da area de producao e material direto. e) Separar os custos das despesas.

880 ~6~00 350 500 1.000 7.3 A Cia. Porto Eucaliptos iniciou suas atividades em 2-1-Xl. EXERCICIO N° 5.060 5. II e III.000 300 1.000 6.Estao corretas as afirmativas: a) I e III.000 2. d) II e III.100 29 .440 19 Depreciacao de equipamentos de producao 300 20 Segura dos equipamentos de fabrica 340 21 Despesas comerciais e administrativas da empresa no periodo 22 Despesas financeiras no periodo 23 Vendas de produtos acabados (PAC) 8. e) I.100 200 25. seu primeiro balancete de verificacao era constituido pelas seguintes contas (em $ mil): 1 2 Caixa 3 Clientes Estoque de rnateria-prirna 4 5 6 7 8 Bancos Equipamentos de producao Depreciacao acumulada de equipamentos de producao Vefculos Depreciacao acumulada de veiculos 9 10 Emprestimos de curto prazo obtidos com encargos prefixados Capital social 11 12 Consumo de materia-prirna Mao de obra direta (inclui encargos sociais) no periodo 13 Energia eletrica consumida na producao 14 Supervisao geral da producao Aluguel da fabrica 15 16 Consumo de lubrificantes nos equipamentos de producao 17 Manutencao preventiva de maquinas comuns de producao 18 Supervisao do almoxarifado de rnateria-prima 460 1. b) II apenas.000 100 3.000 790 2.520 15. em 31-12-Xl. c) III apenas.000 6.

com materia-prima. considerando 30% de Imposto de Renda sabre o lucro. Pede-se: 1. Producao ao ano de Xl: e vendas no penodo: Preco Volume de producao (em unidades) Volume de vendas (em unidades) $ 270 $ 350 50. Os custos de Supervisao da Producao e Aluguel devem ser rateados com base na MOD. d) 0 valor do Estoque Final de Produtos Acabados. 0 seguinte: Tempo de maquina Com relacao aos custos diretos.000 medio Produtos venda/un.000 40. • 5. 4.000 18.0hh 0. 2. • As habilidades e os salaries dos operarios sao aproximadamente iguais para todos os produtos. 6. 0 Impasto de Renda (IR) e de 30% sabre o lucro. 0 consumo de energia eletrica e o mesmo em termos de kwh.0 hh 2.5 hh 3. sabe-se que: • A materia-prima e a mesma para todos os produtos.Outros dados relativos 1. c) A Demonstracao de Resultados do perfodo. par isso seu custo e diretamente proporcional ao tempo de utilizacao <las maquinas.60 hm 1. 30 . b) 0 custo total de cada produto.50 hm z 2. b) Um Mapa de Rateio dos Custos Indiretos de Producao (CIP) dos elernentos de custos aos produtos. Elaborar: a) Um quadro demonstrando o custo direto total par produto.000 30. Os demais custos indiretos sao correlacionados ao tempo de uso de maquinas. Calcular: a) 0 custo unitario de cada produto. y z x I 2. d) 0 Balance Patrimonial de 31-12-Xl. c) 0 Custa dos Produtos Vendidos no penodo.75 hm 3.000 $ 500 20. de 0 tempo de producao requerido par unidade de produto e Produtos Tempo de MOD x y 1. e o consumo faz-se na mesma proporcao: lkg de MP para cada unidade de produto acabado. e Supervisao do almoxarifado.000 16.

~ $ 60 35.000 - Vestidos Tabela 2 Dados [isicos de produciio .5 Uma industria de confeccoes produz e vende dais tipos de roupas femininas: saias e vestidos. EXERCICIO N° 5.4 4. utilizando o custo de mao de obra direta coma base de rateio.000 13.000 Tempo de Maquina (hrnaq) 110 140 . . A e B.000. e os Custos Indiretos de Producao (CIP) totalizam $ 500.. . foram registrados os seguintes custos diretos par unidade (em$): ~· I Material-direto Mao de obra direta ~· =i A B 20 25 10 6 Pede-se calcular o valor dos Custos Indiretos de Producao (CIP) de cada produto.EXERCICIO N2 5.~ Produtos ~ Saias Preeo de venda bruto (por un.000 25.~ ------~- 31 .000 unidades do Produto A e 4.000 30. cujo volume de producao e de vendas e de cerca de 12.4 A empresa Rubi produz dais produtos.) Volume (em unidades) Volume de vendas (em unidades) . Em determinado perfodo.~ Consumo de energia (kwh) 12.000 $ 80 29. Ela nao possui sistema de Contabilidade de Custos par departamento e as principais informacoes sao dadas a seguir: Tabela 1 Precos e volumes tiormais de produciio e vendas. par perfodo.0 Area ocupada (m2) 600 400 Quantidade de materia-prima (m) .000 unidades do B.. Saias Vestidos 3 5 Tempo de MOD (hh) 2.

I Tabela 3 Estrutura bdsica de custos e despesas. pedese calcular.000 por periodo Energia eletrica na producao (demanda) $ 30.teio por Absorcao: a) o custo total de cada produto. ' Materia-prima de tecido $ 7 por metro Mao de obra direta (MOD): salario dos operarios $ 6 por hora Tributos sobre a receita bruta 15% Comiss6es sobre a receita liquida 8% Aluguel do galpao industrial periodo $ 60.000 por periodo Despesas com publicidade e propaganda $ 120. d) o lucro operacional da empresa. c) o lucro bruto de cada produto vendido e o total da empresa.000 por periodo Depreciacao das maquinas de producao $ 15.000 por perfodo Despesas administrativas gerais da empresa $ 150. Obs. L ' . A resposta destes exercicios encontra-se disponivel no site: <www.br >.000 por perfodo Sabendo-se que nao havia estoques iniciais.: Ratear o custo de supervisao com base na mao de obra direta (MOD). utilizando o Cus.000 por Supervisao geral da producao $ 40. b) o custo unitario de cada produto. com. e e) o valor do estoque final de produtos acabados.EditoraAtlas.

32 .

110.940. Total das Fechaduras: $ 16. em que se desenvolvem atividades homogeneas.63/un. Total das Dobradicas: $ 19.~-------------------------. c) Cadeia de valor. representada par pessoas e maquinas. Assinalar a alternativa correta: 1.550.1 A resposta deste e dos proxirnos exercicios encontra-se disponivel no site: <www.6 Esquema Basico da Contabilidade de Custos (II) Departarnentalizacao RESPOSTAS DO EXERCICIO PROPOSTO 1.596. A unidade minima de acurnulacao de custos a) Departamento. EXERCICIO N° 6. . Custa Custa b) Custa Custa c) Custa Custa Total do Departamento de Furacao: $ 3. Unitario das Fechaduras: $ 4. d) Setorial.EditoraAtlas. e) Centro de custo.004. e) Centro de custo. b) Segmento. Total do Departamento de Montagem: $ 2.br>. Unitario das Dobradicas: $ 1.00/un. e denominada: ---·~~. a) Custa Total do Departamento de Estamparia: $ 5. d) Setorial.com. b) Segmento. A unidade administrativa minima. 2. c) Cadeia de valor. e denominada: a) Departamento.

EXERCICIO N° 6. Manutencao e Administracao da Producao. II. foi a seguinte (em$): 1. III . b) III. V. Observar as sentencas a seguir: . Especies. no mesmo periodo. I. sabre os bens b) Services. em litros: Tipo C 489. IV. I e VI. parte.Separar custos <las despesas. e) III. II e VI. VI . IV.Escolher a sequencia de rateio dos custos acumulados nos departamentos de services e sua distribuicao. e) 4. I e VI. V Apropriar os custos diretos aos produtos. a que pertencem aos departamentos. 0 volume de leite processado em determinado periodo foi o seguinte. II. Embalagem. conhecidos no mercado pelas marcas Genoveva e Genoveva Super.Atribuir os custos indiretos que estao no departamento de producao aos produtos. Ve VI.800 Genoveva Super 50. mas executam atividades de apoio sao denominados departamentos de: a) Receitas.262 Sua estrutura de custos. e) 5.3. d) III.400 . IV. Pasteurizadora Genoveva produz leite tipos C e B. IV e VI. V. 0 ambiente de producao e composto por quatro departamentos: Pasteurizacao. d) Analises. b) Services. I. V. IV . II.Apropriar os custos indiretos pando. IV.Ratear os custos indiretos comuns. V. Custos Diretos referentes aos produtos: 34 Genoveva 87. c) Producao. Especies. Os departamentos que promovem algum tipo de modificacao e os services sao denominados departamentos de: a) Receitas. respectivamente. c) Producao. Os departamentos que nao atuam diretamente sabre os bens e os services. agru- II .2 A Cia. c) III. II. I. A seqeencia que mostra o processo basico da Contabilidade de Custos e: a) III. OS comuns. d) Analises.786 e Tipo B 163.

b) 0 custo unitario de cada produto.2. a base 2. 35 .a).e espera-se que se mantenha nos proximos .600 Outros Outros dados coletados no periodo: Pasteurizacao Area (m2) Embalagem Manutencao Adminis tracao da producao 1.80.cabe ao departamento de Embalagem 1/5 do total dos custos de Manutencao. Calcular: a) 0 custo total de cada produto. c) 0 custo que seria apropriado a cada produto se o rateio fosse feito dos respectivos custos diretos.000 2. Os custos da Administracao da Producao sao distribuidos aos demais departamentos com base no nuinero de funcionarios: N° de funcionarios • • Departamentos Pasteurizacao 12 Embalagem 12 Manutencao 6 Conforme observado em periodos anteriores . pelo complexo. Considerando que as quantidades obtidas (em litros) de produtos acabados foram: Genoveva 448.020 Horas de MO 24.280 1.720 Energia eletrica 7.000 As bases de rateio sao as seguintes: • • • 0 Aluguel e distribuido aos departamentos de acordo com suas respectivas areas.100 955 170 275 Consumo energia (kWh) 17. utilizando o criteria simples. Genoveva Super 146.935.000 12. depreciacao e outros custos indiretos. A distribuicao dos custos dos departamentos de producao aos produtos e feita em funcao do volume de leite processado.000 14.160. Contabilizar: a) A apropriacao dos custos (apurados em 1.700 1. b) Idem.000 2.500 Material 5. 0 numero de horas de mao de obra utilizada em cada departamento e usado coma base de rateio para: material. pede-se: 1.200 Depreciacao 4.300 6. Custos Indiretos: Aluguel 8.

r MAPA DE APROPRIA<.A_ODE CUSTOS Custos indiretos Total Pasteurizaeao Embalagem Manutencao Administracao da producao Aluguel Material E n e r g i a e l e t r i c a D e p r e c i a c a o O u t r 36 37 .

3 A empresa Pastes Reis produz pastes de cimento em tres tamanhos: na 2. e feito em uma maquina grande. nQ 1 e 0 mimero 0. Os mimeros 1 e 2. b) $ 75.o s Total Rateio da administracao - Soma - Rateio da rnanutencao - - Total - - Genoveva Genoveva Super - TOTAL - - EXERCICIO N° 6.000 sao espedficos da grande. depreciacao e manutencao) foram de $ 200. : a o ( 36 37 . c) $ 87. por serem de menor porte. foram os seguintes (em$): bra Posten° Material 0 1 2 350 250 175 Maodeo 90 81 54 Os custos indiretos (supervisao. sao produzidos em uma maquina pequena.500 sao especfficos da maquina pequena. Os custos diretos unitarios. em determinado perfodo.500 referem-se a services auxiliares e da adrninistracao geral da produ< . devido ao tamanho e ao tratamento de sua estrutura. na 0.000 no mesmo perfodo. sendo que: a) $ 37.

Considerando-se vendida toda a producao dos pastes nos 0 e 1 e nada do paste na 2. pede-se cakular: 36 37 . a base do custo de Mao de Obra Direta.000 pastes de cada tamanho no periodo e costuma ratear o valor total dos custos indiretos diretamente aos produtos (sem departamentalizacao). e sabendo-se que nao havia estoques iniciais. A empresa produziu 1.s u p e r v i s a o g e r a l ) .

4 A empresa Nandaca produz dois produtos. EXERCICIO NQ 6.140 8 2 Pede-se calcular o valor do custo de cada produto considerando que: a) Os custos da Gerencia Geral da Producao devem ser os primeiros a serem distribuidos aos demais. segundo o criteria usual da empresa. A e B. Seus custos departamentais e o mimero de empregados foram os seguintes: Departamentos Gerencia Geral da Producao Custos $ 1. b) 0 valor de custo do estoque remanescente.000 unidades. distribuir os custos da Montagem e do Acabamento para os produtos. Al e B2.050 N° de empregados Manutencao $ 1. sao apresentados os dados relativos aos custos indiretos em relacao aos produtos: .000 e 1. c) 0 custo dos produtos vendidos e o estoque final. cuja producao no ultimo periodo contabil foi de 4. respectivamente. devem ser rateados os custos do Departamento de Manutencao: 75 para a Montagem. A seguir. b) Em seguida. num ambiente de producao composto por quatro departamentos: Manipulacao.300 8 Acabamento $ 7. Embalamento. c) Finalmente.5 Um laboratorio farmaceutico produz dois medicamentos genericos. e a base e o mimero de empregados. proporcionalmente as quantidades produzidas. MAPA DE APROPRIA(:AODE CUSTOS Custos Indiretos Gerencia geral da producao Manutencao Montagem Acabamento Total Rateio da administracao Soma Rateio da manutencao Total Produto A Produto B Total EXERCICIO N° 6.110 4 Montagem $ 9. rateando os custos indiretos por meio da utilizacao de centros de custos. Planejamento e Controle da Producao (PCP) e Manutencao.a) 0 valor do custo dos produtos vendidos.

000 Tabela 4 Dados para rateio. Manipulacao Area (m2) Consumo de energia (kwh) Embalamento PCP Manutencao 500 350 100 so 14. 39 . indiretos em reladio aos produtos. referentes aos quatro departamentos.000 B2 4.820 18. Custos indiretos $ Aluguel do galpao industrial 60. Medicamentos Producao (em unidades) Al 6.000 Energia eletrica consumida na producao 9. para minimizar eventuais distorcoes provocadas por rateios em cascata. dos departamentos de produdio e de apoio. sem passar pelos departamentos de producao.900 Tabela 5 Tempo de produdio requerido par ordem.800 $ 2.660 1. a empresa aloca os custos dos departamentos de apoio diretamente aos produtos.Tabela 1 Produiiio media mensal.200 $ 1.000 Tabela 2 Custos diretos mensais.000 unidades.800 Tabela 3 Custos indiretos mensais. Custos diretos Manipulacao Supervisao $ 3.570 Manutencao $ 1. Tempo de maquina Medicamentos Tempo de MOD Al 85 hh 80 hm B2 90 hh 100 hm Outros dados: • • 38 uma ordem de producao padrao corresponde ao processamento de um lote de 1.620 2.850 Depreciacao de equipamentos Embalamento PCP $ 2.

. e d) unitarios de cada produto. c) de cada ordem de producao. e o custo dos Departamentos de Embalamento e Manutencao e rateado aos produtos proporcionalmente ao tempo de maquina. com. Pede-se calcular o valor dos custos indiretos: a) relativos a cada um dos quatro departamentos.EditoraAtlas.br >. b) de cada produto.• • o custo dos Departamentos de Manipulacao e Planejamento e Controle da Producao (PCP) e rateado aos produtos proporcionalmente ao tempo de mao de obra direta. A resposta destes exercicios encontra-se disponivel no site: <www.

1 A resposta deste e dos proximos exerdcios <www. encontra-se disponivel no site: Assinalar a alternativa correta: 1.500. A maior cntica ao rateio dos Custos Indiretos e que ele pode conter: a) Clareza e subjetividade.Se houver estoques.br>. e) II e III. b) Arbitrariedade e clareza.562. Quanta as sentencas a seguir: . 2. EXERCICIO N° 7 .7 Criterio de Rateio dos Custos Indiretos RESPOSTAS DO EXERCICIO PROPOSTO Custa Total do Departamento de Forjaria: $ 39. Estao corretas as afirmativas: a) I apenas. Custa Total do Departamento Terrnico: $ 18. b) I e II. c) Objetividade e subjetividade. d) II apenas.50. III . c) I e III. rI I .A consistencia no uso de varias bases e criterios de rateio e irrelevante para a valoracao dos estoques. d) Objetividade e arbitrariedade.EditoraAtlas. e) Subjetividade e arbitrariedade. Custa Total do Departamento de Zincagem: $ 1.Os Custos Indiretos devem ser rateados em funcao dos fatores que os provocam.com. uma mudanca no criteria de rateio pode alterar o resultado do periodo.00. II .50.937.

e) I. III e IV. III e IV. II e IV. Os custos fixos comuns a varies departamentos c. Consistencia. 5. e) Relevancia. Estao corretas as afirrnativas: a) I. b) c) d) e) devem ser rateados em fun- Disponibilidade. III e IV. Quanto aos criterios de alocacao de Custos Indiretos relevantes.000 2.3. b) II.000 10.2 0 Departamento de Informatica do Banco Santamar presta services aos de Recursos Humanos. Encontrar o fator de menor influencia em sua composicao. Para alocacao dos Custos Indiretos II III IV - e necessario: j Analisar bem cada um de seus componentes. Conhecer bem o sistema de producao da empresa. 4. c) I e III. com a seguinte alocacao de tempo: Departamentos Horas de service Recursos Contabilidade Marketing humanos 135 200 165 Potencial de utilizacao por mes 90 126 144 Utilizadas em determinado mes A estrutura de custos foi a seguinte naquele mes (em$): • • • • • Salaries e encargos sociais (CF) Disquetes (CV) Papel para impressao de relatorios (CV) Tinta para impressao (CV) Depreciacao do equipamento de PD (CF) 20. a Auditoria Independente preocupa-se com: a) b) c) d) Materialidade.500 4. Conservadorismo. Exposicao. II.000 41 l I I . d) I. EXERCICIO N° 7 . Ocorrencia. Contabilidade e Marketing.000 2. Situacao.ao de sua: a) Probabilidade. Verificar quais variaveis relacionam os custos aos produtos. Cornpetencia.

r 'i Considerando-se que os Custos Variaveis (CV) oscilam de maneira diretamente pro. pelo criteria do custo de materiaprima.cher os mapas de rateio e indicar o valor do Custa Indireto de Producao dos botoes: a) De 4 furos.tamento. seus custos diretos e o tempo de producao de cada tipo de produto foram os seguintes: Botoes 4 furos furos Total Mao de obra direta (MOD) (em$) Materia-prima (MP) (em$) I Tempo total de producao (em horas) Botoes 2 10.porcional ao tempo de utilizacao.000 10.50~0~ 4. b) De 2 furos. 4. de dais tipos: botoes com quatro furos e com dois.000 5.3 A Cia. Em determinado perfodo. Produtora de Botoes do Ceara mantern a producao.000 15.000 7.800 Sabendo-se que o valor total dos custos indiretos foi $ 30.200 13.000.000 . pede-se para preen. pedese para calcular os custos da Informatica que serao rateados para cada um dos tres departamentos.500 6. preenchendo o quadro a seguir: Departamentos Custos Total RH MKT Contabilidade Fixos Salaries e encargos sociais Depreciacao do equipamento Var-iaveis Disquetes Pape) para impressao Tinta para impressao Total EXERCICIO N° 7 . pelo criteria da proporcionalidade ao custo de MOD. em um {mica depar.

r c) De 4 furos. a) Mao de obra Botoes 4 furos Produtos Total Botoes 2 furos dire ta (em $) Proporcao Custos indiretos (em $) b ) Materiaprima (em$) Proporca o Custos indiretos (em$) 42 P r o d u t o s Botoes 4 furos Botoes 2 furos Total . pelo criteria do tempo de producao. d) De 2 furos. pelo criteria do custo direto.

c) Produtos Botoes 4 furos Botoes ~~ Total 2 furos Tempo de producao (em h) Proporcao Custos indiretos (em $) d) Produtos Botoes 4 furos Botoes 2 furos Custo direto (em$) Total ~- Proporcao Custos indiretos (em $) EXERCICIO N° 7 . prove Help Desk. 0 fator que mais influencia os custos e a quantidade de computadores. Departamento de Compras: cuida do planejamento das necessidades de materiais. prepara a Falha de Pagamento etc. Administracao de Recursos Humanos: dedica-se aos processos de admissao e dernissao de empregados. A variavel que melhor explica seus custos e a quantidade de funcionarios. ( ) Departamentos de services cujos custos sao predominantemente variaveis devem ser rateados a base do service efetivamente prestado.4 Assinalar Falso (F) ou Verdadeiro CV): ( ) Departamentos de services cujos custos sao predominantemente fixos devem Ser rateados a base de potencial de USO pelos demais. gerencia o acesso a Internet e realiza manutencao. administracao de recursos humanos e tecnologia de informacao. ( ) Quando se utiliza da Contabilidade de Custos para cobranca de responsabilidades. ( ) A adocao de diversos criterios de rateio nao influencia o valor do custo final de cada bem ou service. ( ) Se todos os bens ou services forem sempre produzidos e vendidos no mesmo penodo. 0 fator que mais influencia seus custos e a quantidade de requisicoes de compra processadas. negocia com fomecedores e fazfollowup. Os principais dados relativos a certo perfodo sao os seguintes: 43 . os problemas relativos aos criterios de rateio desaparecem.5 Uma indiistria possui tres departamentos de apoio: compras. eventuais alteracoes nos criterios de rateio irao afetar a avaliacao do resultado global da empresa. Tecnologia de Informacao: administra o sistema integrado. EXERCICIO N° 7 .

inform. RH Teen.822 5. RH Compras 10. A resposta destes exerdcios encontra-se disponfvel no site: <www.500 30.000 1.000 25 60 20 350 15 30 doria Vendas Considerando que existe um microcomputador (PC) para cada colaborador.080 136 780 Salaries. encargos sociais e beneficios Aluguel. inf. pedese calcular o valor do custo de cada departamento de servicos a ser repassado a cada um dos demais.515 1.184 950 Agua. luz e telefone 255 1.br >. corn.050 8. IPTU e condominio Depreciacao Diversas Tabela 2 Dados para distribuiciio dos custos.EditoraAtlas. Tee. N° de requisicoes N° de funcionarios Controla- Compras Adm.500 2.620 32 18.500 7. Prod. 44 I I I I t .Tabela 1 Custos dos departamentos de setvicos (em $).455 155 Services de terceiros 173 24.350 18.500 6.720 7.678 8.045 1. 2. Adm.

Valor do Lucro Bruto do Produto B: $ 199.com.924. d2) CIP a Base no Custo de Material Direto: Valor do Lucro Bruto do Produto A: $ 271. Produto B: $ 171.br>.200. do Produto A: 46. Produto B: $ 78. Produto B: $ 345. Margem Bruta do Produto A: 18.800.63%. Assinalar a alternativa correta: disponivel no site: . Bruto do Produto B: ($ 66.50).84%. d3) CIP a Base no Custo Baseado em Atividades: Valor do Margem Valor do Margem Lucro Bruta Lucro Bruta Bruto do Produto A: $ 445. Margem Bruta do Produto A: 28.320.1 A resposta deste e dos proximos exerdcios encontra-se <www.30%.000.50.57%).395.EditoraAtlas.07%. EXERCfCIO N° 8. Margem Bruta do Produto B: 46.800.35%.680.804.50. Margem Bruta do Produto B: 25. do Produto B: (15. dl ) CIP a Base no Custo de Mao de obra Direta: Valor do Lucro Bruto do Produto A: $ 178. c) Produto A: $ 155.000.680.8 Custeio Baseado em Atividades (ABC) -Abordagem Inicial RESPOSTAS DO EXERCfCIO PROPOSTO a) Produto A:$ 421.000. Valor do Lucro Bruto do Produto B: $ 106. b) Produto A: $ 328.

b) Criteri os e bases de rateio.r 1. I d) Direcionadores de custo de recursos. 2. Na literatura do Custeio Baseado em Atividades (ABC). e) Direcionadores de custos de atividades. c) Criterios e bases de alocacao. Urn exernplo classico de Custeio Baseado em Volume de producao (VBC) e aquele que rateia custos indiretos corn base em: a ) M a o d e o b 46 46 . os fatores utilizados para rnensurar a rnaneira e a intensidade corn que os objetos de custeio "consornern" as atividades sao denorninados: a) Criteri os de rastrea rnento .

b) Nu me ro de tra nsa coe s. sern a visao de processos.r a d i r e t a . quando aplicado exclusivarnente no contexto de cada departarnen. e conhecido corno: a ) F a 47 47 . 3. isto e. c) Direci onado res de custos .to. 0 ABC. e) Direciona dores de atividade s. e preocupado apenas em rnelhorar a acuracia do calculo do custo dos produtos. d) Intensi dade das transac oes.

b ) P r i r n e i r a g e r a c a o . c ) S e g u n 48 48 .s e a v a n c a d a .

Quale o objeto final de custeio (portador final de custos) no Custeio Basea. e) Aperfeicoa mento de processos.do em Atividades de prirneira geracao? a ) P r o d u t o s . 4. b ) A t 49 49 . d) Ab ord age rn pre lirn ina r.d a g e r a c a o .

e ) 50 50 . c ) P r o c e s s o s . d ) D e p a r t a r n e n t o s .i v i d a d e s .

ra do ABC corno direcionadores: a ) T r a n s i t o r i o s .C e n t r o s d e c u s t o . b ) S e 51 51 . Os direcionadores de custos de recursos tambern sao conhecidos na literatu. 5.

d ) D e p r i r n 52 52 .c u n d a r i o s . c ) D e a t i v i d a d e s .

2 53 53 .e i r o e s t a g i o . EXERCICIO N° 8. e ) D e s e g u n d o e s t a g i o .

incorreu nos seguintes custos (em $): 54 54 .0 Departarnento de Engenharia da Metalurgica Guarulhense. em deterrninado perfodo.

000 12.000 l Secretaria Por meio de entrevistas e analise de processos. respectivos salarios (com encargos) e tempo dispom vel Sao OS seguintes: Cargo l Gerente Tempo disponivel (em h) Salario (em $) 2. da seguinte maneira: Projetar novos produtos Gerente Elaborar fichas tecnicas 0. aos tres engenheiros.5 0.0 Estagiarios '' 75% do tempo da secretaria eram utilizados para dar assistencia ao gerente. Elaborar fichas tecnicas. o restante. Por meio de entrevistas.000 120.Salaries e encargos sociais 204. Pede-se calcular o custo de cada atividade.000 Depreciacao de equipamentos Viagens e estadas 20.000 6.5 0.5 Nao se conseguiram rastrear os demais custos as atividades.000 10. 0 quadro de pessoal do departamento. conseguiram-se rastrear as seguintes proporcoes de consumo de recursos pelas atividades: Depreciacao Projetar novos produtos 0.000 2 Estagiarios 2.000 12. Treinar funcionarios. analise do razao e investigacao dos registros disponiveis.000 As atividades relevantes desempenhadas naquele departamento foram as seguintes: • • • Projetar novos produtos.2 0.3 Viagens 1.7 Treinar funcionarios 0.0 Aluguel 0.000 34. verificou-se que o tempo era gasto.000 60.3 1.2 0. ~~ . nas atividades mais relevantes.4 Elaborar fichas Treinar~ tecnicas funcionarios 0.000 Aluguel Outros 7.000 3 Engenheiros 2.3 Se cretaria "' Engenheiros 0.1 0.

000 5.000 Armazenar materia-prima Controlar estoques 6. d) 0 valor e o percentual de lucro bruto de cada produto. em relacao a receita. foram registrados as seguintes custos diretos par unidade (em$): Requeijao Queijo Materia-prima 12 18 Mao de obra 6 3 Os Custos Indiretos de Producao (CIP) totalizaram $ 54.000 210 6.000 Processar produtos (rnaquinas) 15..000 Uma analise de regressao e de correlacao identificou as direcionadores de custos dessas e de outras atividades e sua distribuicao entre as produtos. .000 no referido periodo.000 295 50 150 Dedicacao do tempo dos engenheiros (em horas) Os dados relativos a producao e vendas do penodo sao: Requeijao Quantidade produzida e vendida (unidades) Preco medio de venda unitario (hquido) Queijo 6. dedica-se a producao de dais produtos: Requeijao Cremoso (unidade) e Queijo Parmesao (unidade). produtora de laticinios da cidade de Mococa. Em determinado penodo. segundo cada uma <las tres abordagens. rateando com base no custo de materia-prima. utilizando o custo de mao de obra direta coma base de rateio.3 A empresa Parma. a saber: Requeijao NQ de lotes inspecionados e armazenados NQ de pedidos de entrega de produtos aos clientes NQ de horas-maquina de processamento de produtos NQ de horas de transporte Queijo 15 60 120 140 4. b) Idem.000 3. verificou-se que esses custos referiam-se as seguintes atividades mais relevantes: Atividade $ lnspecionar materia-prima 8.000 $30 $41 Pede-se calcular: a) 0 valor dos Custos Indiretos de Producao (CIP) de cada produto. pelo Custeio Baseado em Atividades (ABC). Par meio de entrevistas.EXERCICIO N° 8. analises de dados na contabilidade etc.000 Controlar processos (engenharia) 20. c) Idem.

000 -0- Energia eletrica 155.4 A empresa de telecornunicacoes Telefonic dedica-se a prestacao de dais services princi pais: • • Chamadas locais (A): Receita liquida no penodo = $ 790. segundo o Custeio Baseado em Atividades (ABC). verificou-se que os custos indiretos referiam-se as seguintes atividades: Atividade $ Realizar manutencao preventiva de equipamentos 150.EXERCICIO N° 8.000 Realizar manutencao corretiva de equipamentos 180. b) Idem. d) A margem bruta de lucro. Par meio de entrevistas. rateando com base no custo de mao de obra direta. segundo o rateio com base no custo direto.000 100. segundo cada uma das tres abordagens.000 para o mesmo penodo.000 OS mais adequados as atiA NQ de horas de manutencao preventiva B 1.000 300 -0- Pede-se calcular: a) 0 valor dos custos indiretos.715 Consertos em dornicflio (B): Receita lfquida no penodo = $ 994.000 -0- Salaries e encargos sociais do pessoal 200.620. ferramentas etc.000 500. foram de $ 500. par tipo de Service. comuns aos dais services.000 5.000 45. 49 . em porcentagem da receita. analise de dados na contabilidade etc.000 5 20 25% 75% N° de defeitos detectados e corrigidos 10 NQ de pontos de inspecao de controle de qualidade 20 -0- 40 80 NQ de pedidos de manutencao corretiva Tempo dedicado pelos Supervisores Quantidade de consertos realizados em domicflio Quantidade de minutos de uso 30. par tipo de Service. foram constatados os seguintes custos diretos: Depreciacao de vefculos A B -0- 80. Em determinado penodo.000 Supervisionar services Controlar a qualidade dos services Total Lista de Direcionadores de Custos (selecionar apenas vidades): 70..000 Depreciacao da planta basica Material para reparos (fios de cobre.000 -0- Os Custos Indiretos.) 100.000 120. c) Idem.

) Volume (em unidades) ONTl $100 12.000 BUL2 $ 75 9.000 15.ito Adm.500 5. Produtos Preco de venda bruto (por un. Tabela 2 Custos diretos de produto (par un.500 Manutencao 16. a saber: so .000 6.000 8.500 6.EXERCICIO N° 8.500 2.000 2.000 Obs.5 Um laborat6rio farrnaceutico dermatologia: ONTl e BUL2.000 10.000 22.000 Depreciacao 30.500 Por meio de entrevistas foram identificadas as seguintes atividades e respectivos direcionadores de custos.000 3.000 Aluguel e condominio 12. Custos Almoxarifado Controle de qualidade Manutent.000 Energia eletrica 15.000 50.500 5. producao Consumo de agua 11. produz dois medicamentos da linha de Tabela 1 Precos e volumes normais de produciio e vendas.000 3.000 3.000 6.).000 Salaries e encargos sociais 40.: Sabre a receita bruta incidem 20% de tributos.000 3. Produtos Material Mao de obra direta ONTl $45 $ 20 BUL2 $ 25 $14 Tabela 3 Custos indiretos de produ~ao par departamentos (em $).000 20.000 4.

000 Realizar manutencao corretiva de equipamentos 10.000 Expedir produtos 50.200 300 900 Tabela 5 Departamento de controle de qualidade. Direcionadores Atividades Custos Quantid (em$) de custos Receber materiais 35.Tabela 4 Departamento de almoxarifado.000 N° de caixas 1.100 BUL2 1.560 1. de inspecoes ONT 1 2.800 700 1.000 Produtos N°de ordens de producao Qtd.800 BUL2 1.000 Movimentar materiais 40.100 BUL 2 1.000 N° de ordens de producao 4.000 Na de expedicoes 2.440 900 51 .000 N° de pedidos de manutencao corretiva 2.000 Produtos N° recebimentos N° de caixas ade N° de expedicoes ONT 1 1. de pontos de inspecao 5. Custos Direcionadores Atividades uantid (em$) de custos Realizar manutencao preventiva de equipamentos 15.000 Produtos N° de horas de preventiva manutencao ade N° de pedidos de corretiva manuteneao ONT 1 1.000 N° de recebimentos 3.400 1.200 Tabela 6 Departamento de manutenciio.600 3.000 Inspecionar processo de producao 30. Custos Direcionadores Atividades ade Quantid (em$) de custos Efetuar controle do processo de producao 20.000 Na de horas de manutencao preventiva 3.000 Qtd.

b) o valor do lucro bruto de cada produto. Direcionadores Custos Atividades de custos (em$) Efetuar fechamento de ordens de producao Programar a producao Produtos 50.000 50.000 4.Tabela 7 Departamento de administra~ao de produ~ao.400 2. A resposta destes exercicios encontra-se disponivel no site: <www.br >. e c) o percentual de lucro bruto de cada produto (margem bruta percentual).000 BUL2 1.000 Quantidade NQ de ordens de producao Tempo dedicado pelos engenheiros N° de ordens de producao N° de horas dos engenheiros ONT 1 2.EditoraAtlas.000 5.600 3.000 Pede-se calcular: a) o valor dos custos indiretos de cada produto. 52 . com.

c) Variacao Total de CIP: $ 595. II e IV. 2. A estimativa de CIP deve ser eliminada do valor dos estoques ao final dos periodos contabeis. as estoques estarao avaliados par seu custo-padrao. 0 encerramento da conta de variacoes de CIP e seu lancarnento integral ao resultado seguem as Principios Contabeis. d) I e III. b) II e IV.9 Aplicacao de Custos Indiretosde Producao RESPOSTAS DO EXERCICIO PROPOSTO a) Taxa predeterminada de CIP: $ 2. III .50/t.6% (D). Assinalar a alternativa correta: 1. c) II e III. b) Taxa real de CIP: $ 2. d) Variacao Total de CIP: 7.270. Observar as sentencas a seguir: I II . A taxa de aplicacao de CIP tambern a) Normalizacao.69/t.EditoraAtlas. Estao corretas as sentencas: a) I.Apos o encerramento da conta de variacoes de CIP.br>. e) I e IV. EXERCICIO N° 9. b) Reportagem.1 A resposta deste e dos proximos exerdcios encontra-se disponivel no site: <www. e denominada taxa de: .So e aconselhavel IV transferir o valor total da variacao de CIP para o Resultado quando seu montante e irrelevante.com.

0 5.ado 3. A seguir os dados referentes a producao no periodo: Custos fixos (em $) Custos variaveis (em$) Volume de trabalho (em horas) I Orc. 5. A analise das variacoes entre CIP aplicado e real para: a) Balance. EXERCICIO N° 9. enfrenta forte sazonalidade nas vendas e producao. c) Inventario. 54 . f) A variacao total. e) Receita e volume. c) 0 valor dos Custos lndiretos de Producao Aplicados no periodo.c) Otimizacao.500. d) A variacao de volume. e) Controle. a empresa acabou trabalhando mais que o previsto. c) Horas e receita.900.000 Real ~ 3. e utilizada. principalmente. d) Custos e volume. produtora de sorvetes. b) A taxa que seria prevista. 4.0 16. A taxa de aplicacao de CIP e mais recomendavel para empresas que possuam: a) Variacoes sazonais.0 . e) Confrontacao. e) Producao continua. d) Variacao. b) Resultado. d) Medicao. se ja se estimassem as 19 . b) Custos variaveis. Em virtude do intenso verao registrado em determinado periodo. 3. e) A variacao de custo. A diferenca entre CIP aplicado e real deve-se as variacoes de: a) Horas e perdas.000 19. j Pede-se calcular: a) A taxa de aplicacao de Custos Indiretos de Producao (CIP) utilizada no periodo.000 7.900. b) Volume e perda. d) Contabilidade geral. c) Monopolio na venda.000 horas de trabalho.900.2 A empresa Ki-delicia.

020/mes 0.000 e $. e) A variacao total.10 0. As condicoes contratuais do aluguel sao as seguintes: ate 150. A variacao de volume.10 $ o. em $116. favoravel (F) ou desfavoravel (D). EXERCICIO N° 9. 55 .000 copias. indicando se foi favoravel (F) ou desfavoravel (D). tambern indicando se foi favoravel (F) ou desfavoravel (D). ao custo total de $ 1. O mimero real de copias foi 180. foram os seguintes (alem do aluguel do equipamento): Mao de obra Prernio de producao 790 17. ea estrutura de custos para essa estimativa ea seguinte (em$) (alern do aluguel do equipamento): Custos Mao de obra Prernio de producao Papel Aluguel do imovel Outros Total Fixos Variaveis 740 - - 560 720 $ 2.4 A Empresa de Auditoria Treidy foi contratada pela Manufatureira Dover para prestar services de revisao em suas dernonstracoes contabeis. Todo mes elabora o orcamento de seus custos para o mes seguinte.000. Pede-se calcular: a) A taxa horaria de custo utilizada pela Treidy. totalizando $ 1.000 copias. 0 custo por copia que teria sido estimado para 0 volume de 180. Os custos tambem foram superiores. em valor absoluto.000 horas de trabalho. um adicional de $ 0. Devido a nao contabilizacao de determinado item de estoque no balance da Dover.16~ Pede-se calcular: a) b) c) d) 0 custo medic estimado por copia.010 Total OS custos reais. demandando mais 2. A empresa estima um volume mensal medio de 150.700 560 Outros 23.150. b) 0 valor dos custos aplicados ao projeto.032. Foram estimadas 8. indicando se foi favoravel (F) ou desfavoravel (D).40 -~J 0.EXERCICIO N° 9.000 copias por mes.000. 75.000 horas de auditoria do que as previstas.60/copia Em determinado mes.100 Papel Aluguel do imovel 74.3 A empresa Tudo Copia produz copias xerograficas coloridas em equipamento alugado. e para cada copia excedente. $ 14. c) A variacao total de custo. A variacao devida ao comportamento dos custos. os auditores precisaram fazer inspecao e contagem fisica na empresa.480 mensais.

250 $ 1.400 $ 1. Embalamento. Planejamento e Controle da Producao (PCP) e Manutencao.660 Tabela 5 Tempo estimado de produdio.900 . referentes aos quatro departamentos. 56 L Medicamentos Tempo de MOD Al 85 hh 80 hm 82 90hh lOOhm Real Orcado Tempo de maquina 2.000 6.000 $ 60.620 3. par ordem. sao apresentados os dados relativos aos custos indiretos em relacao aos produtos: Tabela 1 Produiiio media mensal.000 $ 9.850 $ 2. Al e B2.000 50 2.000 Tabela 2 Custos diretos mensais. Manipulaeao Custos diretos Supervisao Embalamento PCP Manuteneao Oreado Real Oreado Real Oreado Real Oreado Real $ 3.000 Real Orcado 350 Manuteneao 100 18. Custos Orcado Real Aluguel do galpao industrial $ 60.500 $ 3.000 1. Manipulaeao Real Orcado Area (m2) Embalamento 500 Consumo de energia (kwh) 15.820 20. A seguir.000 Energia eletrica consumida na producao $10. indiretos em relaaio aos produtos.000 Real Orcado PCP 14.000 Tabela 4 Dados para rateio. Medicamentos Orcada (em unidades) Real (em unidades) Al 5.000 $ 2.800 Depreciacao de equipamentos Tabela 3 Custos indiretos mensais.5 Um laboratorio farrnaceutico produz dais medicamentos genericos.570 $ 1.000 82 6.EXERCICIO N° 9. num ambiente de producao composto par quatro departamentos: Manipulacao.000 $ 2.000 4.200 $ 1.800 $ 3. dos departamentos de produaio e de apoio.

Pede-se calcular: a) o custo orcado de cada um dos quatro departamentos. f) o custo e a taxa reais de cada uma das atividades do Departamento de Planejamento e Controle da Producao (PCP). foram identificados OS direcionadores de CUStOS para cada atividade relevante desempenhada no Departamento de Planejamento e Controle da Producao. conforme Tabela 5. que e o overhead da producao. e o custo do Departamento de Planejamento e Controle da Producao (PCP). b) a taxa de aplicacao de Custos Indiretos de Producao (CIP) dos Departamentos de Manipulacao. Par meio de entrevistas. c) a taxa de aplicacao de cada uma das atividades do Departamento de Planejamento e Controle da Producao (PCP). o custo dos Departamentos de Embalamento e Manutencao e rateado aos produtos proporcionalmente ao tempo de maquina. e analisado par atividades (ABC) e rastreado aos produtos atraves de direcionadores de custos. par ordem. o tempo real de producao.000 unidades. e) o custo real de cada um dos quatro departamentos.Outros dados: • • • • • uma ordem de producao padrao corresponde a 1. foi igual ao estimado. N° Ordens de Producao N° horas do engenheiro Medicamentos Orcado Real Orcado Real Al 5 6 96 77 B2 6 4 54 150 140 Total _lL -- _1Q -- 63 -- 1. Embalamento e Manutencao aos produtos.. analise de processos etc. 57 . d) o valor dos custos indiretos aplicados aos produtos. e g) o valor real dos custos indiretos de cada produto. o custo do Departamento de Manipulacao e rateado aos produtos proporcionalmente ao tempo de mao de obra direta. Atividades Participacao nos custos Preparar Ordens de Producao Direcionadores Quantidades Orcadas Reais 25% Nade Ordens de Producao 11 10 75% Tempo dedicado pelos engenheiros (em horas) 150 140 Controlar a Producao Tabela 7 Distribuidio dos direcionadores de custos par medicamento. a saber: Tabela 6 Direcionadores de custos das atividades do PCP.

indicando se sao favoraveis (F) ou desfavoraveis (D). com.2. A resposta destes exercicios encontra-se disponivel no site: <www. Preparar uma tabela mostrando os Custos Indiretos de Producao (CIP).EditoraAtlas. aplicados e reais. por produto e por departamento.br >. 58 . e as respectivas variacoes.

EditoraAtlas. e) Custa de reposicao.50. c) Custa historico.1 A resposta deste e dos proximos exercicios encontra-se disponivel no site: <www.00. b) Arruela grande: Arruela c) Arruela Arruela d) Arruela $ 75. .75.00.br>.50. Arruela pequena: $ 56.25. os maiores problemas encontrados nas empresas referem-se a (ao): a) Avaliacao e programacao. Arruela pequena: $ 134. o material direto utilizado no processo de producao deve ser apropriado aos hens ou aos services pelo: a) Custa de mercado.00. Arruela pequena: $ 2. grande: $ 2. Com relacao aos materiais. 2. EXERCICIO N° 10. pequena: $ 37. d) Valor de mercado. b) Mercado corrigido. c) Controle e competencia. e) Arruela grande: $ 229. grande: $ 37. pequena: $ 37. b) Avaliacao e divulgacao.com.10 MateriaisDiretos RESPOSTAS DO EXERCICIO PROPOSTO a) Arruela grande: $ 112. Assinalar a alternativa correta: 1.50.00. Na Contabilidade Financeira.50.

sendo que os demais equipamentos sao comuns. foi prevista a extracao de 30. aumenta e lucro diminui. Para fins societarios e tributarios. Suponha um periodo de precos em ascensao. os criterios de valoracao do custo de materiais. Os equipamentos utilizados na producao custaram $ 180. Em determinado mes foram retirados 600 kg de barro e comprados 10 caminhoes de uma terra especial para a mistura.000 para o de dois furos. b) Luera aumenta e estoque aumenta. 3. ao preco de $ 240 por caminhao.2 A Olaria Tamoio produz tijolos especiais de dois tipos para decoracao de ambientes: com dois e com seis furos. diminui e estoque diminui.000 e seu valor residual e estimado em $ 10. e) Avaliacao e rateio.400 de dois. Os principais dados relativos a sua producao sao os seguintes: • • 0 terreno do qual retira a materia-prima foi adquirido por $ 160. e) Custo diminui e estoque diminui.200 tijolos de seis furos e 2. b) c) d) e) Luera Custa Custa Custa aumenta e estoque aumenta. no Brasil.000 kg de barro. sao: a) Custa media ponderado movel e UEPS. diminui e lucro aumenta. 0 custo da mao de obra utilizada no referido mes foi de $ 26. c) Custa aumenta e lucro aumenta. d) UEPS e custo media ponderado fixo. EXERCICIO N° 10.000. 0 que acontece ao substituir o criterio de custo media pelo PEPS? a) Luera aumenta e estoque diminui. Suponha um periodo de precos em ascensao. Com todo esse material e mao de obra direta foram moldados 4. d) Custa diminui e lucro diminui. e) Custa media ponderado movel e fixo. 0 que acontece ao substituir o criteria de custo media pelo UEPS? a) Luera aumenta e estoque diminui. b) Custa media ponderado fixo e PEPS. • A Mao de Obra Direta e a mesma para os dois produtos e o tempo necessario e o mesmo. antes da fase de cozimento. 60 . por unidade.400.000 e sua vida iitil e estimada em 20 anos.d) Avaliacao e controle. • 5% do volume total processado normalmente se estraga durante o cozimento. nesse valor estao inclusos $ 42. c) PEPS e custo media ponderado movel.000 relativos ao equipamento especifico para produzir o tijolo de seis e $ 18. 4. 5.

3 A Doceria Formiga utiliza. o gerente da empresa verificou que. Dia 29: Consumo de 54 duzias. pede-se preencher as fichas de controle de estoque e calcular o lucro bruto do mes. f) g) 0 valor dos Custos Indiretos de Producao (CIP) para tijolos de dois furos.32 a duzia.0 barro e a terra necessaries para produzir cinco tijolos de dois furos sao equivalentes a producao de sete tijolos de seis furos. Pre'ro/un. registrou-se a seguinte movimentacao desse item: Dia 4: Compra de 90 duzias pelo valor total de $ 99. Preco/un. Idem para o de seis. Dia 24: Compra de 60 duzias por $ 76. Considerando-se que os demais custos incorridos (rnao de obra. c) Custo Medio Ponderado Fixo. Preeo. Idem para o de seis furos. Primeiro a Sair (PEPS). PEPS I Dia I Entradas Qtde. h) Idem para ode seis furos. rateando a base de materia-prima. teria apurado um lucro bruto de $ 3. utilizando os criterios: a) Primeiro a Entrar. naquele mes. Total f 61 . Analisando as varias altemativas para apurar o custo do material consumido.135. 0 valor do custo de mao de obra direta para tijolos de dois furos. Em seu primeiro mes de atividades. acucar e outros) totalizaram $ 4. Saldos Total Qtde. Primeiro a Sair (UEPS) e registro permanente de inventario. Saidas Total Qtde.00 na venda de seus produtos. para sua producao de doces finos por encomenda. i) 0 custo de producao de cada tipo de tijolo por milheiro.80./un.12. Dia 14: Compra de 42 duzias a $ 1. caso utilizasse o criteria Ultimo a Entrar. b) Custo Media Ponderado Movel. EXERCICIO N° 10. Idem para o de seis furos. 0 valor do custo direto de depreciacao dos tijolos de dois furos. Dia 17: Consumo de 18 duzias.950. Pede-se calcular: a) b) c) d) e) 0 valor do custo de materia-prima para tijolos de dois furos. consideravel quantidade de clara e gema de ovos. Dia 11: Consumo de 20 duzias.

no que se refere a rnateria-prirna: • • Na primeira fase do processo. Na fase de usinagem sobram pontas e rebarbas de cerca de 5% do peso do material que veio da fundicao. Os principais dados relativos aos materiais sao demonstrados nas tabelas a seguir. Total Saldos Qtde. Precoz'un. sendo uma mensal e outra semanal. o acabamento da revista mensal e em lambada quadrada e o da semanal em lambada canoa. Essas sobras tern preco firme de mercado: $ 2/kg.4 A empresa Reggio produz metais sanitaries em latao e seu processo de produ<. o valor total do custo de materia-prima a ser considerado nos EXERCICIO NQ 10.000 kg de materia-prima incluidos 18% de ICMS. os 9 5% restantes seguem para a usinagem.CUSTO MEDIO PONDERADO MOVEL Dia Entradas Saidas Qtde.tao) por $ 80. Total UEPS Dia Entradas Qtde. totalmente introduzido Pede-se calcular produtos desse lote. a empresa adquiriu 16. Pre~o/un. recuperaveis.:ao tern as seguintes caractensticas-padrao. com alta definicao) e as capas em rotogravura (sistema de gravacao em cilindros). Preco/un. sendo que so 0 papel importado: e 62 . Total Saldos Qtde. Total Saidas Qtde. cerca de 5% do peso do material normalmente se evaporam. Preen/un. Preen/un. e sao vendidas normalmente (sem incidencia de tributos). perfodo. Em determinado (la. Total EXERCICIO N° 10.000. Preco/un. Total Qtde. Esse material foi na fundicao. As paginas sao impressas em processo offset (sistema de gravacao em chapas.5 Uma empresa do ramo de comunicacoes edita e imprime duas revistas. que e a fundicao.

por tonelada.30/ton. Armazenagem $4. por exemplar. Taxa de anuencia $100 Honoraries do despachante $940 Taxa de ernissao de Declaracao de Importacao (DI) $40 Impasto de importacao 2% Tabela 5 Outros gastos relativos ao custo do papel. Tabela 4 Gastos relacionados a importaciio. N° de pa ginas Revistas Tiragem Periodicidade Modema 10. Frete internacional US$ 12/ton. por tonelada.000 Semanal 60 Tabela 2 Quantidade (liquida de perdas) de material. em numero de exemplares.Tabela 1 Tiragem normal. Seguro internacional US$ 9/ton. 63 . Pap el Preco bruto Cuche US$ 800/ton. Materiais Modema Weekly Pape! cuche (para paginas) 160 g 120 g Pape! supercalandrado (para capas) 30 g 30 g 0. Frete e seguro locais $ 7.000 Mensa! 80 Weekly 15.70/ton.30 I 0.251 - 2 Tinta para impressao Grampos Cola lOg Tabela 3 Preco FOB do papel. Supercalandrado US$ 780/ton.

Cola $ 0. incide sobre o preco FOB acrescido de todos os outros gastos relacionados importacao: e no preco do material nacional estao inclusos 20% de tributos recuperaveis. a importacao de papel e tributada.05/un. a taxa de carnbio a ser utilizada e de $ 2.Tabela 6 Dados relativos aos precos dos outros materiais. na quan. nao ha perda nos outros materiais.br >. e 0 imposto de • importacao. 10% se perdem normalmente para ajuste da impressora. Material Tinta Preco bruto $ 7. A resposta destes exercfcios encontra-se dispornvel no site: <www. 64 . tidade necessaria para um mes de consumo. a materia-prima principal (papel) e importada em partidas mensais. nao recuperavel. e b) o custo do material contido em cada revista.EditoraAtlas. por ter similar nacional. pede-se calcular: a) o custo de cada tipo de material. • a Considerando quatro semanas por mes.50/kg Outros dados: • • • do papel introduzido na maquina. por exemplar. com.50/l Grampos $ 0.50 por dolar norte-americano.

e) Ajudantes.1 A resposta deste e dos proximos exercicios encontra-se disponivel no site: <www. d) Direto e variavel.br>. Sao exemplos de mao de obra direta: a) Torneiro e pessoal da manutencao. b) Carre gad ores de materiais e pintor. EXERCICIO N° 11. 0 custo de mao de obra direta nunca pode ser ao mesmo tempo: a) Direto e fixo.971. Observar as sentencas a seguir: I . supervisores e pintores. soldador e supervisores.29. b) Fixo e indireto. c) Prensista.EditoraAtlas. c) Custo medio de cada hora que o funcionario flea a disposicao da empresa por ano: $ 10. b) Numero medic de horas que o funcionario fica a disposicao da empresa por ano: 1.20 h. c) Variavel e indireto. d) Torneiros. soldadores e cortadores.22/h.11 r I n Mao de Obra Direta ~-----·---·-- RESPOSTAS DO EXERCICIO PROPOSTO a) Custo Total do funcionario para empresa por ano: $ 20. e) Variavel e fixo.com.Nao se deve confundir o custo de mao de obra direta dos produtos com o valor total da Folha de Salaries relativa a mao de obra direta total da empresa. 3. Assinalar a alternativa correta: 1. . 2. l 54.

5.II . c) I e III. b) II. devido a realizacao de encomenda especial. c) Direto. trabalhando seis dias por semana). Estao corretas as sentencas: a) I. tivamente na producao de bens ou services. d) 0 custo de mao de obra direta sempre varia proporcionalmente ao volume de producao. d) Perda. III .Custo de mao de obra direta e aquele relativo a utilizada direta e efe. IV . este custo devera ser classificado como: a) Indireto. e) 0 custo de mao de obra direta nunca varia proporcionalmente ao volume de producao. que trabalha em regime de semana nao inglesa (isto e. cao. d) I. III e IV.0 custo de mao de obra direta sempre varia com o volume de produ. 4. b) A mao de obra direta requer criterios de rateio ou estimativas para alocacao de seu custo aos produtos. II e IV. e) I. Assinalar a alternativa correta: a) Um empregado que trabalha em um unico produto de cada vez pode ser classificado como mao de obra direta.2 A empresa prestadora de services Reggio possui um funcionario horista. b) Padrao. II e III. toda e qualquer mao de obra e classificada como dire ta. Considere os seguintes dados relativos a esse funcionario (que nao optou pelo abono pecuniario de ferias): • • • Salano: $ 5 por hora Jornada semanal: 42 horas Media de 3 faltas justificadas por ano • 12 feriados no ano (nao coincidentes corn ferias nern com repousos sernanais) Suponha que sabre a remuneracao total a ernpresa contribui corn: 66 . e) Ideal. c) Em termos contabeis. variavel. Se o pagamento de horas extras for esporadico. III e N.O custo relativo a folha de pagamento da propria producao e sempre . EXERCICIO N° 11.

semana de seis dias).3 A empresa Sao Cristovao possui dois funcionarios mensalistas. EXERCICIO N° 11. 1-10-20Xl e 1-1-20X2. e o operario des deja declara que nao deseja optar pelo abono pecuniario de um terco. 67 . 1-7-20Xl. da funcionaria. por ano. SENAI etc.8% de contribuicoes sociais. c) 0 custo medio de cada hora que 0 por ano. em porcentagem. isto e. com salario de $ 10. Independentemente do acordo coletivo que venha a ser celebrado por meio do sindicato. c) 0 custo dos encargos. b) Idem.4 Um operario e admitido em 2-l-20Xl para exercer as funcoes de torneiro-ferramenteiro.500 Joao: $ 2. pede-se calcular o custo/hora dessa MOD para cada trimestre de 20Xl. a empresa planeja conceder aumentos salariais de$ 1.20% para o INSS 8% para o FGTS 5% para entidades 3% de seguro contra acidentes como SESI. do trabalho Pede-se calcular: a) 0 custo total do funcionario b) 0 niimero para a empresa. Considere os seguintes dados relativos a esses funcionarios ( que optaram pelo abono pecuniario de 1/3 de ferias): Salano: • • Maria: $ 1. As ferias serao concedidas em janeiro de 20X2. medic de horas que 0 por ano. funcionario fica a disposicao da empresa. de seguro contra acidentes do trabalho Pede-se calcular: a) O custo total.00 por hora. SENAI etc. EXERCICIO N9 11. para o funcionario.00 por hora em 1-420Xl. para cumprir uma jornada de trabalho de 44 horas semanais (semana nao inglesa.000 Suponha que sobre a rernuneracao total a empresa contribui com: 20% 8% 2% 5% para o INSS para o FGTS para entidades como SESI. Considerando-se a existencia de 12 feriados no ano e 36. funcionario fica a disposicao da empresa.

dois com sabados e nenhum com ferias: ociosidade normal media.ao adicional par horas extras e de 50%.5% 2.0% I Terceiros 5. Contribuicoes Aliquotas Previdencia Social 20. regime de semana inglesa (cinco dias de trabalho). de 10% do tempo a disposicao. em funcao de paradas para cafe. dos quais tres coincidentes com domingos. Beneficios Valor Vale-transporte $ 8/dia Vale-refeicao $ 10/dia Outros dados: • • • • • • • 68 ano nao bissexto. a rernunera<. Salano mensal $ 1. . excepcionais. nao ha horas extras habituais..200 N° de dias de ferias por ano 30 N° de domingos no ano 48 NC de sabados no ano 48 Jornada de trabalho semanal (horas) 40 Tabela 2 Contribuidies sociais recolhidas pela empresa.5 Uma empresa prestadora de services costuma trabalhar com a elaboraca.0% FGTS + Contribuicao Social Seguro de Acidentes de Trabalho 8. o valor do vale-transporte e descontado do beneficiario na parcela equivalente a 6% de seu salario base. Considere os seguintes dados referentes ao custo medic de rernuneracan dos funcionarios com determinadas habilidades e qualificacoes: Tabela 1 Estrutura basicapadriio.5% Tabela 3 Benef(cios oferecidos aos funcioruirios. o excedente e par coma da empresa. de projetos.. de trabalho alern do horario normal.EXERCICIO N° 11. e nos casos. 14 dias de feriado no ano. descanso etc.

Em determinado mes um funcionario trabalhou todas as suas 160 horas normais no Projeto A e. 69 . apos o horario normal. durante 15 dias. por duas horas. A resposta destes EditoraAtlas. dedicou-se exclusivamente ao Projeto B. corn. exerdcios encontra-se disponfvel no site: < www. Pede-se calcular o custo de mao de obra daquele funcionario em cada projeto.br >.

Parcela da Receita apropriada no 1 u Perfodo: $ 79. encontra-se disponivel no site: Assinalar a alternativa correta: 1.EditoraAtlas. 2. Lucro Bruto do 2° Penodo: $ 28. Resultado Global da empresa: $ 51.338.800. c) Negociacao com sindicato.262. e) Custo de estocagem. b) Relevancia do patrimonio.12 Prohlemas Especiais da Producao por Ordem l ---·-------------- RESPOSTAS DO EXERCICIO PROPOSTO a) Custo de Conversao no 1 o Periodo: $ 150. J .600.1 A resposta deste e dos proximos exerdcios <www. b) c) d) e) Custo de Conversao no 2° Perfodo: $ 218.200. d) Investimento total. seu custo deve ser contabilizado como: a) Custo de producao.000. e) Pagamento de horas extras. EXERCICIO N° 12. c) Perda do periodo.com. b) Despesa do periodo. d) Deterrninacao da empresa. Um fator que determina as caractensticas de um sistema de custeio (por Ordem OU por Processo) e: a) Caracteristica da atividade. Parcela da Receita apropriada no 2D Periodo: $ 52. Lucro Bruto no 1 o Periodo: $ 23.400. br>. Quando ocorre a perda de todas as unidades de uma ordem inteira.

20% apos dois anos e 20% na conclusao do service. em 1-1-XO. b) Reconhecimento da receita. 4. Um sistema de acumulacao de custos por ordem de producao pode ser caracterizado por: a) Custos acumulados e analisados por centros de custos.Na Producao Continua.000 km 3 anos $ 10. N . debito do resultado deve ser efetuada no: a) Momenta a transferencia dos custos a do aumento de caixa. nas seguintes condicoes: Quilometragem a ser pavimentada: Periodo previsto para execucao da obra: Custo estimado: Receita prevista: Condicao de pagamento: 2. e) Producao de cimento e de produtos petroquimicos. Observar as sentencas a seguir: . de acordo com os apontamentos efetuados pelos engenheiros. 5. Em 1-1-Xl. os custos sao apropriados e reportados por penodo de tempo. b) II e IV. acumulam-se os custos ate o termino da ordem ou encomenda. 71 .000 40% na assinatura do contrato. Ill .2 A Empresa Asfaltica fechou com o Govemo do Estado um contrato de pavimentacao de uma rodovia. d) II e III.Producao por ordem consiste na producao de um bem ou service de forma continua ao longo do tempo.Na Producao por Ordem.000. constatou-se que tinham sido completados 500 km de pavimentacao.Producao em serie caracteriza-se pela elaboracao do mesmo bem ou servico de forma nao continuada por um longo periodo. c) Contas de custos que expressam os diferentes modelos. d) Produtos padronizados produzidos em grande escala. c) III e IV. e) Exercicio anterior de caixa. Em encomendas de longo prazo de execucao.000. Estao corretas as sentencas: a) I e III. mesmo passando por varies periodos.000 $ 15. EXERCICIO N° 12. c) Relat6rio de regime de caixa. d) Relatorio do fluxo de caixa.3. II . b) Custos acumulados e analisados por periodos contabeis. e) I e IV. 20% apos um ano.

afericoes tecnicas constataram que 70% da obra tinham sido execu. tados. lucro bruto do primeiro ano.764 Tempo de producao requerido por unidade de produto: l I Produtos Tempo de MOD Tempo de rnaquina l.8hm l. lucro bruto do segundo ano.0 hrnod l.A partir do infcio do segundo ano. etapa do service prestado no segundo ano. 0 contrato nao permite reajuste do prec. recebeu. E normal haver perda de algumas unidades no processo de producao. os custos aplicados na obra tiveram um aurnen to imprevisto de 10% em relacao ao primeiro. tres pedidos de orcamento para possiveis encomendas de mesas para computador: 160 grandes. por isso.375 Pequenas 1. Ao final do terceiro ano. para estas quantidades: Materia-Prirna: I. Outros custos: Custos $ 2. $ I Gran des Medias 4.Ohm Grandes ~edias quenas III.4hm 1. 95 e 98. Produtos II. resultado bruto da empreitada. 92 medias e 9 5 pequenas. Sua estimativa de custos foi a seguinte.950 2. a empresa pretende iniciar as ordens com as seguintes quantidades: 165. a empresa concluiu seus trabalhos e o recebimento fi.Ohmod l.ao da obra e que os custos tambern sao inconidos naquela proporcao.600 Energia eletrica Mao de obra direta Outros 72 Fixo Supervisao da producao $14.o Em l-1-X2. pede-se calcular: a) b) c) d) e) f) 0 0 0 0 0 0 custo valor custo valor custo valor da do da do da do etapa completada do primeiro ano.250 Depreciacao dos equipamentos $ 1.150 Vaniavel $ 2/horas-maquina $ 10/ hora de MOD $ 8/horas-maquina . EXEA~~d:~:~ d~:~v:i~3Pica-Pauproduz moveis para escritorio sob encomenda. etapa do service executada no terceiro ano. respectivamente.4hmod l. No inicio de determinado mes. de clientes diferentes. nal foi realizado conforme descrito no contrato. Considerando-se que a empresa reconhece a receita proporcionalmente a execuc.

as OP de mimeros 1.432 1.431a1. par hara ja com os encargos sociais.270 980 450 - 100 2. foi o seguinte (em$): Corte Costura Acabamento 5. distribuidas da seguinte forma: .435 nao foi concluida em fevereiro. rateando todos OS CUStOS indiretos a base de horas de mao de obra direta.50 Apenas a OP n° 1. b) Idem para as medias. a Jeans Stop trabalhou com cinco modelos.433 500 700 300 100 50 70 - - Totais 1.500 150 70 --~·----- - ~ - ·~ ~ 1. rateando todos OS CUStOS indiretos a base de horas-maquina. Para a producao do mes de fevereiro.4 A Industria de Confeccoes Jeans Stop produz pecas de vestuario para moda jovem e a cada estacao clirnatica lanca nova colecao.700 Durante o mes de fevereiro.432 1. identlficados pelas Ordens de Producao de mimeros 1. c) Idem para as pequenas. tendo sido incorridos os seguintes custos (em$): -Maodeobra Acaba- Material Ordens AcabaCorte Costura men to Corte Costura men to 300 200 150 200 30 100 650 230 Total ~· ~ 1. foram trabalhadas 205 horas de mao de obra.435 - - 30 20 Costura Acabamento 10 5 12 53 20 30 15 10 0 custo de mao de obra.432 foram totalmente vendidas e entregues aos clientes. a empresa incorreu nos seguintes custos de material direto (em $): 73 . o unico estoque existente era o de produtos em processamento.Pede-se calcular: a) 0 custo da encomenda das mesas para computador grandes.00 3.433 1.00 2. e) Idem para as medias. EXERCICIO N° 12. d) 0 custo da encomenda das mesas para computador grandes. Durante o ultimo verao. f) Idem para as pequenas.435 (suponha um so tamanho e cor para cada modelo).431 1.431 e 1.431 1.434 1. Niirnero de horas de rnao de obra em fevereiro: Ordens Corte 1. No final do dia 31 de janeiro.

000 200 400 1.L O .~~~~~~-.434 1.431 1.~~~~~-.432 70 80 1.~~~~~-.435 800 250 .~~~~~--i rdens Corte Costura Acabamento so 1.433 120 200 1.

60 por unidade r~<. 0 tempo de rnao de obra direta aplicado aquele novo late foi superior ao normal em 10% e o respectivo custo teve um acrescimo de 50%.SOh por unidade $ 5. com um late adicional de 60 unidades do mesmo produto.5 Uma empresa produz e vende ventiladores de varies modelos e tamanhos.EditoraAtlas. pede-se calcular o resultado bruto (lucro ou prejuizo) de cada OP e o total. em funcao de horas extras. e 0 custo de depreciacao ($ 5.uantidade de materia-prima 3 kg por unidade reco da materia-prima $ 29 por kg empo de mao de obra direta (MOD) 2. por mes. a empresa vendeu como sucata o late defeituoso.000) e fixo. Sabendo que o preco normal de venda daquele modelo e de $ 250 por unidade.br >. Em determinado mes foi iniciada e concluida a Ordem de Producao n° 22. A resposta destes exerdcios encontra-se disponivel no site: <www. antes do ernbalamento. foi processada a Ordem de Producao n° 23. Outros dados: • • • • sobre toda a receita bruta incidem 25% de tributos. j 75 . ocorreu um acidente que fez com que o produto ficasse parcialmente danificado.1 EXERCICIO N° 12. cujos designs sao atualizados de tres em tres meses. No fim do processo de producao da OP n° 23.o da embalagem ~ario dos operarios $ 6 por hora ~ergia eletrica $ 3 por unidade ~eprecia <. pois o pessoal da area de marketing verificou quc a demanda seria superior as 500 inicialmente estimadas. no preco da rnateria-prima e da embalagem estao inclusos 20% de tributos recuperaveis.ao $ 5. totalmente vendido. o onus de encargos sociais sobre a MOD e de 100%.000 No mesmo mes. entendendo que nao deveria colocar no mercado produtos com defeito. pelo valor de $ 6. cuja estrutura normal de custos era a seguinte: e 0 e I :. para um late de 500 ventiladores do tipo "M". corn.000.

Assinalar falso (F) ou verdadeiro (V): ( ) a) Producao em serie caracteriza-se pela elaboracao do mesmo bem ou service de forma nao continuada por um 1ongo perfodo.00/un.50/un.60. EXERCICIO NQ 13. $ 2.1 A resposta deste e dos proximos exercicios ericontra-se <www. c) construcao civil e industria quimica.00.50/un..··· · · · .00.········· Problemas Especiais da Producao Continua ---·--------·-··--------·---RESPOSTAS DO EXERCICIO PROPOSTO I) Pelo PEPS a) Custo unitario de Custo unitario de b) CPA de Janeiro: $ CPA de Fevereiro: Janeiro: $ 2. c) Custo do Estoque Final de Produtos em Elaboracao de Janeiro: $ 50. b) CPA de Janeiro:$ 1.EditoraAtlas.00 CPA de Fevereiro: $ 2.·····"·"········· .00.. Custo unitario de Fevereiro: $ 2. Sao exemplos de atividades com sistema de producao continua: a) empresa de telefonia e industria naval.. e) industrias pesadas e de saneamento.. b) escritorios de auditoria e petroleiras.40.00. c) Custo do Estoque Final de Produtos em Elaboracao de Janeiro: $ 50. .00..com.. Custo do Estoque Final de Produtos em Elaboracao de Fevereiro: $ 120. Custo do Estoque Final de Produtos em Elaboracao de Fevereiro: $ 119.571.900.···· ·· ····· · ········ . II) Pelo Custo Medio a) Custo unitario de Janeiro: $ 2.99/un. Fevereiro: $ 3. . disponfvel no site: 1.900.br>.570. 1.13 '······ . d) empresas de energia e montadoras. 2.

as custos sao apropriados e reportados par perfodo de tempo.500 kg em processamento na fabrica.000 kg de produto acabado no armazem. 2/3 de acabamento. 3. apenas no fim do periodo contabil. o correto e que todos os valores de custos e receitas estejam a valor presente e traduzidos para a mesma moeda. ( ) c) Em penodos de alta inflacao. bem no inicio. Sua estrutura de custos.( ) b) Na Producao Continua.2 A industria Carbexa. das diversas EXERCICIO N° 13. ( ) c) Os custos sao acumulados em comas representativas linhas e etapas de producao. produtora de papel jornal. ( ) b) A conta so deixa de receber custos quando o pedido estiver encerrado.3 A empresa Antartida produz seu unico produto em serie. 77 . Sabe-se que nesse ramo. aproximadamente. A materia-prima e totalmente aplicada logo no inicio do processo produtivo. ( ) d) Sao exemplos de Producao Continua as industrias de cimento. 1. num grau de. e normal que se percam 5% das unidades iniciadas. EXERCICION° 13. com um late de 10. foi a seguinte (em$): Materia-prirna Mao de obra direta 9.500 No final do mes havia 8. porem a rnao de obra direta e os custos indiretos de producao incidem de maneira uniforme e proporcional ao longo de todo o processo.000 kg. de equipamento pesado e de produtos alimenticios. A mao de obra direta e os custos indiretos de producao incidem de maneira uniforme e concomitante ao longo do processo de producao. no mes. iniciou suas atividades de producao no dia 2 de abril. c) 0 valor de custo das unidades em processamento no fim do mes. Pede-se calcular: a) O custo unitario de producao do mes. em um unico departamento. b) 0 valor de custo do estoque final de Produto Acabado. dentro das condicoes normais de producao. e isso ocorre bem no corneco do processo.200 Custos indiretos de producao 4. continuamente. e 500 kg perdidos. porern a materia-prima e inserida na maquina de uma s6 vez.500 7.000 un. ( ) e) Na Producao Continua as comas de custos devem ser encerradas ao final de cada periodo contabil. considerando-se o atual estagio tecnologico. Assinalar Producao par Ordem (0) ou Producao Continua (C): ( ) a) Nao ha encerramento das contas de custos a medida que os bens ou os services sao elaborados. em lotes de 10.

000 processadas ate um quarto (25%). EXERCICIO N° 13.000 unidades e ainda ficaram 40. cor e tamanho.000 6.000 e ainda ficaram 80.000 110.000 623. pelo PEPS.000 801. iniciou-se a producao de outras 900.700 82. d) 0 valor de custo do estoque final de produtos acabados.000 Considerando-se que as unidades em processamento no final do mes encontra. d) Em dezembro.Nos dois primeiros meses de determinado ano .a empresa incorreu nos seguintes custos (em$): Materia-prima Mao de obra direra Custo indireto de producao Janeiro Fevereir o 100.000 1. b) Em novembro.000 Mao de obra 539. b) 0 valor de custo da producao acabada.720 0 volume de producao e venda foi o seguinte (em unidades): I Acabadas rendidas Em processamento no final domes Janeiro Fevereiro 9. pede-se calcular. em janeiro e feve reiro. c) 0 custo dos produtos vendidos (CPV).em que nao havia estoques irtjJ ciais . para cada mes: a) 0 custo unitario do produto. 78 .000 2. A seguir estao relacionados os dados de custos relativos aos meses de novembro e dezembro de 20XO (em$): Novembro Dezernbro Material 924.000 9. conseguiu-se o terrnino de 860.000 processadas ate a metade. e) 0 valor de custo do estoque final de produtos em elaboracao.600 51.000 Sabendo-se que: a) Nao havia quaisquer estoques no inicio de novembro de 20XO.000 979.4 A empresa Plasmatec produz embalagens plasticas de um unico modelo.000 Custos indiretos 847.000 9. c) Em dezembro. foram totalmente acabadas 760.000 73.000 46. vam-se em graus de acabamento de 20% e 30% respectivamente.000 unidades.

2% se perdem normalmente. para cada tonelada de calcario recebida da britagem.50 Tabela 2 Custos de cotiversiio mensais dos departamentos (em $). a perda habitual no forno e da ordem de 35%. dezembro. num sistema de producao continua composto por quatro fases: Britagem. Sua capacidade pratica de producao e de aproximadamente 800 toneladas por mes em todos OS departamentos. I lcalcario $ 70 Argila $ 60 Gesso $ 80 ~. Final de Produtos em Processo em 30/novembro. MODE CIP) sao incorridos uniformemente. ~ ~~~. para produzir o cimento.5 Uma empresa produz cimento para a industria de construcao civil.e) Todos os custos (MAT. Primeira Moagem.~~~~~~ o Segunda Primeira A moagem queciment 1. para avaliar estoques.100 850 600 upervisao geral da producao 750 900 400 350 nergia eletrica na producao 540 500 450 100 epreciacao <las rnaquinas 580 276 500 300 ao de obra direta 650 800 550 400 Britagem moagem · uguel do galpao industrial · 0 fluxo de material ao longo do processo. Final de Produtos em Processo em 31/dezembro. f) A empresa utiliza o criterio PEPS. e e este volume que vem sendo fabricado.200 1. e 79 . EXERCICIO N° 13. na primeira moagem introduzem-se. 200 kg de argila. Aquecimento e Segunda Moagem. Tabela 1 Custa de tnateriaprima par tonelada. Pede-se calcular: a) 0 custo unitario de b) 0 custo unitario de c) 0 Custo do Estoque d) 0 Custo do Estoque novembro. Frete na compra das materias-primas $ 7. do inicio ao fim do processo. apresenta as seguintes caracteristicas: • • • do material introduzido na britagem (calcario).

no final. iniciado na britagem. com.• na segunda moagem introduz-se gesso. e nesta etapa ha uma perda normal de 3% do matena. na proporcao de 1/50 sabre o calcan0 ·. 80 J .br >.EditoraAtlas. por tonelada. so.1 nela processado. uma tonelada de cimento. b) o valor do custo acumulado por tonelada de cimento em cada fase do proces. e c) o valor do custo final do cimento. · Pede-se calcular: a) a quantidade de calcario que precisa ser introduzida no irncio do processo (britagern) para produzir. A resposta destes exercicios encontra-se disponivel no site: <www.

Lucro Bruto de Germe: $ 13.50% Margem Bruta de Fuba: 37.300. c) Arbitrario.250. 0 rateio de Custos Conjuntos. b) Conjunta. Assinalar a alternativa correta: 1.Editora/xtlas. c) Lucro Bruto de Quirera: $ 56. b) Custo dos Produtos Vendidos: $ 180.200. A geracao de diversos produtos a partir do processamento do mesmo material caracteriza a producao: a) Continua.1 A resposta deste e dos proximos exercicios encontra-se dispornvel no site: <www. Lucro Bruto de Fuba: $ 38. b) Objetivo.250. e mais: a) Relevante. e) Processo. . d) Margem Bruta de Quirera: 37.50% Margem Bruta de Germe: 37.50% e) Margem Bruta de Quirera: 25% Margem Bruta de Fuba: 45% Margem Bruta de Germe: 61 % EXERCICIO N° 14.com. d) Estacada.680. em relacao ao rateio de Custos Indiretos. 2.br >. c) Completa.14 Producao Conjuntae Problemas Fiscais na Avaliacao de Estoques ~-------~--"-· Industriais:Custos Conjuntos ·----·--------------------- RESPOSTAS DO EXERCICIO PROPOSTO a) Custo de Estoque Final de Produtos Acabados: $ 7.

000 12. cados ou consumidos na producao sao custos: a) Fixos-padrao.000 2. e) I. 5. Quanto a integracao e a coordenacao entre Contabilidade de Custos e Contabilidade Geral estao corretas: a) I. 3. d) Objetivados. N . em unidades: Producao (un.2 A empresa Kappeto processou.) ($/un.Os valores apropriados por Custos devem ser inseridos na Contahil]. d) Das ponderacoes.A apropriacao e feita a base dos principios contabeis geralmente aceitos. no valor de $ 50. b) I. II e III. dade Geral.00 B 6.000 5. Desse trabalho. c) II. 4. compradas a$ 5 por quilo.d) Funcional.000 e incorreu em outros custos. d) I. 0 custo de aquisicao de materiais e quaisquer outros bens ou services aplj. III . em determinado periodo em que nao havia estoques iniciais.) Vendas (un. II. Para esse mesmo processamento.000 10. II e IV. III e IV. a empresa utilizou mao de obra ao custo de $ 25. e) Dos custos totais. e) Proporcionais. EXERCICIO N° 14.000. III e IV.Todos os calculos e passos de Custos estao compatibilizados no Diario e no Razao da empresa. resultaram os seguintes coprodutos.Os valores de custo precisam estar apoiados em registros. 15 toneladas de materia-prima. 0 principal criterio de apropriacao de Custos Conjuntos e: a) Valor de mercado.50 c 82 Preco de venda I .) A 12. tarnbern conjuntos.500 27. c) Volume produzido.50 1. III e IV.000 10. e) Gerencial. II . Observar as sentencas a seguir: . b) Diretos-ideal. calculos ou ma pas. b) Igualdade do lucro. c) De producao.

III . Desse processamento. 2.E decorrencia normal do processo produtivo. 83 .000 kg de manteiga em estado bruto. no montante de $ 4. c) Sucatas. Pede-se calcular: a) 0 valor do Custo dos Produtos Vendidos (CPV). b) I. em determinado periodo.00/kg de queijo e de$ 2.o firme de mercado ou condicces normais de comercializacao sao denominadas: a) Coprodutos. incorreu tambern em outros custos conjuntos.Considerando-se a) A empresa que: distribui os custos conjuntos aos produtos pelo criterio dos volu- mes produzidos. EXERCICIO N° 14.500.000 litros de leite comprados dos produtores a $ 0. b) Todas as unidades vendidas forarn faturadas e entregues aos clientes. II Sao caracteristicas basicas do subproduto: a) I.mao de obra direta e material de embalagem . para queijo e manteiga. e) Auxiliares. IV . nao ha mercado para esses produtos semiacabados.50/kg de manteiga. foram necessaries recursos outros . b) Subprodutos. EXERCICIO N° 14.55 por litro. Possui valor de venda. d) Secundarios.000.3 A Empresa Laticinios Alterosa processou.ao custo total de $ 3. respectivamente. Para esse mesmo trabalho.750 kg de queijo e 5. b) 0 LueraBruto de cada produto. Observar as sentencas a seguir: . III e IV.Possui pouca relevancia dentro do faturamento global.000 e $ 2. III e IV. Para serem concluidos.4 Assinalar a alternativa correta: 1. II e IV. 0 preco medio de venda e de$ 5.Sao os pr6prios produtos principais. 10. resultaram 3. Pede-se calcular o valor do custo unitario de cada produto pelo criteria do preco de mercado. Sabras de materiais que nao tern prec. ambos 100% acabados. c) II.

c ) H o r n o g e n e a . e) I e N. b ) D e p a r t a m e n t a l .l ! d) III e N. 3. 0 metodo do valor de mercado distribui o resultado aos coprodutos de for. ma: a) Heterogenea. .

b ) D . 4. Os coprodutos nao recebem custos: a) Fixos da firma. e ) G l o b a l i z a d a .d ) D i v e r s i f i c a d a .

c ) D e e s t o c a g e m .e p r o d u c a o . d ) N e g o c i a .

0 custo do pessoal aplicado na producao. cujo valor exceda 5% do custo total dos produtos vendidos no exercfcio anterior. e) Indiretos. IV . podem ser considerados custos: a ) I e N . 5. manutencao e encargos de depreciacao aplica.dos ou nao na producao. III . b ) I I e I I I .A aquisicao de bens de consumo eventual.cionados a producao.Os encargos de arnortizaca» e de exaustao de recursos naturais rela. II . Observar as sentencas a seguir: I . Para efeito fiscal.v e i s . c .Os custos de locacao.

peito. Em determinado periodo comprou . d ) I e I I I .) I I e I V .5 Um Frigorifico Avicola produz e vende quatro coprodutos: asa. e ) I I I e I V . coxa e sobrecoxa. EXERCICIO N° 14.

84 .000 kg.000 frangos de corte. pesando 64. vi.um lote de 25.vas.50/kg. pelo preco de$ 1.

000 Sobrecoxa $5. apropriando os custos conjuntos pelo criteria dos volumes produzidos. apropriando o custo da materiaprima pelo volume e os custos de transforrnacao pelo prec. b) o valor do custo de cada produto.00 10. sem apropriacao de custos aos produtos individuais.00 15. c) o valor do custo de cada produto.000 Peito $ 6.br >. e volumes normais de pro duoio e vendas. segundo o criteria da alfnea c.00 25. Pede-se calcular: a) o valor do custo de cada produto.000 Depreciacao dos equipamentos $ 1. por kg. por kg. Mao de obra $10. corn.Tabela 1 Precos medias de mercado. d) o valor do lucro bruto de cada produto.000 Energia eletrica $ 5. e e) o valor do lucro bruto do conjunto.000 Tabela 2 Custos de transformaciio (abate.EditoraAtlas.00 12. carte etc. e • sobre a receita bruta incidem 10% de tributos. Produtos Preco de venda bruto (por kg) Volume (em kg) Asa $ 3. apropriando os custos conjuntos pelo criteria do preco de mercado.) incorridos no periodo. A resposta destes exerdcios encontra-se disponf vel no site: <www.o de mercado.500 Outros dados: • ha diferimento de tributacao na compra de frangos vivos. 85 . por kg. praticados pela empresa.000 Coxa $4.

custos e despesas a valor presente e com moeda constante. ( ) Em periodos de altas taxas de inflacao. deve-se trabalhar com receitas. ( ) Ao vender um produto por um preco superior aos custos e despesas variaveis. ( ) Margem de contribuicao e conceituada como a diferenca entre receita e a soma de custos e despesas diretas. EXERCICIO NQ 15. . Margem de Contribuicao unitaria da encomenda de estantes: $ 695/un..450.com.000. Margem de Contribuicao Total da encomenda de estantes: $ 76. d) Margem de Contribuicao Total da encomenda de carrinhos de cha:$ 65.250.600.1 A resposta deste e dos proximos exercicios encontra-se dispornvel no site: <www. ( ) Margem de contribuicao por unidade e o valor que cada unidade efetivamente traz a empresa de sobra entre sua receita e seu custo. Lucro e Margemde Contribuicao ·· ---·---·----------·--··-. Lucro da empresa aceitando a encomenda de estantes: $ 21. Lucro Operacional projetado da encomenda de estantes: $ 21.EditoraAtlas.15 Custo Fixo.250.--·--·----·-.800. tem-se um acrescimo direto no resultado.--·-----·----·---------··----~---·----RESPOSTAS DO EXERCICIO PROPOSTO a) Lucro da empresa aceitando a encomenda de carrinhos de cha: $ 9. c) Margem de Contribuicao unitaria da encomenda de carrinhos de cha: $ 325/un. Assinalar Falso (F) ou Verdadeiro (V): ( ) Os custos fixos sao totalmente dependentes dos produtos e volumes de producao executados no penodo. b) Lucro Operacional projetado da encomenda de carrinhos de cha: $ 23.br>.

respectivamente. estacionamento etc. pede-se calcular: a) 0 valor do lucro bruto unitario de cada produto. b) 0 lucro por curso. em media. oferece normalmente 25 vagas em cada curso. e que sao necessarias 0.000 200. liquidos de tributos.250 Considerando que a empresa costuma apropriar os custos indiretos aos produtos pelo criteria da proporcionalidade ao tempo de mao de obra direta. Pede-se calcular: a) 0 custo de cada um dos cursos. sao de $ 30 por aluno. lanches etc. 87 . por periodo letivo. alern de $ 60 por hora-aula efetivamente ministrada pelos instrutores. e o volume de producao e de vendas cerca de 2. 0 valor da Margem de Contribuicao Total (MCT) de cada um. impressos. sao. respectivamente. ja os custos fixos comuns (secretaria. Sua estrutura de custos ea seguinte (em$): Enceradeiras Aspiradores 1. xerox. $ 190 e $ 260.000 36. para os cursos mecanica e eletricidade. ea Immacolata pretende acornpanha-los. 0 valor da Margem de Contribuicao unitaria (MC/un. para atender a demanda. b) c) d) e) 0 valor do lucro bruto total de cada produto e da empresa. Os custos com material didatico. 0 preco do curso para cada aluno participante e aproximadamente o mesmo das escolas concorrentes: $ 750 e $ 600.) totalizam $ 10. Tudolimpo produz enceradeiras e aspiradores de po. cujos precos de venda.EXERCICIO N° 15. Qual produto deve ter a venda incentivada? EXERCICION° 15.000 por periodo letivo.2 A Cia. o Impasto sobre Services (ISS) e de 2% sobre a receita.225 hora para produzir um aspirador. pelo Custeio por Absorcao. c) A margem de contribuicao por aluno pagante. laborat6rio.000 unidades de cada. considerando-se preenchidas todas as vagas e rateando os custos comuns proporcionalmente a rernuneracao dos instrutores (Custeio por Absorcao). com todas as vagas preenchidas. Custos indiretos Supervisao Depreciacao Outros 12 35 18 60 (fixos) por periodo: 60. Custos Vaniaveis por unidade: 30 40 Materia-prima Material de embalagem Mao de obra direta 2. 75 hora para produzir uma enceradeira e 1. equipamento.3 A Escola Immacolata oferece dois cursos tecnicos profissionalizantes: mecanica de autom6veis (60 horas) e eletricidade de autom6veis (40 horas). por periodo.) de cada produto.

antes do Imposto de Renda (LAIR). Se lancar no mercado trinta mil exemplares mensais da revistaArcaica.) ea Total (MCT) da proposta recebida da Venezuela. b) 0 Lucro Operacional da empresa. atuando so no mercado dornestico. Sua estrutura de gastos e a seguinte: $ 4. considerando-se preenchidas todas as vagas e apropriando a cada um seus respectivos custos diretos (nao ratear os custos fixos comuns). sao demonstrados nas tabelas a seguir: :I I. que somam $ 250/un.000 carros por ano. a empresa passara a utilizar os vinte por cento (20%) de ociosidade que ha no seu centro de distribuicao (CD). havera isencao de impostos. . e) A Margem de Contribuicao unitaria (MC/un.000.000/ano • Custos fixos $ 9. Pergunta-se: a Companhia Amazonense deve ou nao aceitar a proposta? Por que? Para justificar sua resposta.5 Uma editora distribui mensalmente cento e vinte mil exemplares da revista Mo derna para cem cidades do territ6rio nacional.500/unidade • Mao de obra direta $ 45.) e a Total (MCT) dos autom6veis vendidos no mercado domestico. sugere-se calcular: a) 0 Lucro Bruto por unidade. c) 0 Luera Bruto de cada unidade a ser vendida para a Venezuela. e ela s6 atua no mercado nacio. f) A Margem de Contribuicao unitaria (MC/un. mas o percentual de comissao sobre o preco de venda bruto dobra. 88 I I . Insurance and Freight) de $ 7. e Vendas 1% • Comissoes sobre a receita bruta 9% • Impostos sobre a receita bruta Da Venezuela a empresa recebe uma proposta de aquisicao de 12. EXERCICIO N° 15. bem como a sua estrutura basica de custos. mas nos ultimos anos vem conseguindo colocar no mercado apenas 24.000. atuando so no mercado dornestico.000 carros.000. EXERCICIO N° 15. caso a proposta seja aceita. ao preco medic unitario de $ 10.500 cada.000. Amazonense de Veiculos tern capacidade pratica instalada para produzir ate 36.4 A Cia. antes do Imposto de Renda (LAIR). nal. atuando nos dois mercados.d) A margem de contribuicao por curso. d) 0 Lucro Operacional da empresa. Os principais dados operacionais da empresa.000/unidade • Material direto $ 2. Caso a proposta seja aceita. e ainda havera gastos com frete e seguro. . ao preco CIF (Cost.000/ano • Despesas fixas de Admin.

OS CUStOS fixos. 89 . tinta. por edicao mensal. A. e todo o encalhe e sucateado e descartado sem gerar receita. grampos. [ Revista Moderna Revista Arcaica Preco de venda de cada exemplar $7 $4 Receita de publicidade. a Margem de Contribuicao Total (MCT). pede-se calcular: 1.000 ~· Salaries e Encargos Sociais ~. Custos var'iaveis Producao Papel.Tabela 1 Custos variciveis.50 por kg $ 50 por mil exemplares $ 75 por mil exemplares Frete de ida ~· Logfstica reversa Tabela 2 Custos fixos mensais do Centro de Distribuiciio (CD). com absorcao total dos custos fixos. quando alocados as revistas. 2. 0 sao proporcionalmente a quantidade de exemplares. o valor do lucro da revista Moderna.000 Tabela 3 Outros dados das revistas. nao ha vendas por assinaturas.000 $100. I $ 410. Valor ~· Aluguel $ 80. 3. na situacao inicial em que so ela existia. por edicao mensal. cola e embalagem Logistica Manuseio Revista Moderna Revista Arcaica $ 2. de cada revista. por edicao.000 Depreciacao $ 260. o valor do lucro da revista Moderna.000 460 gramas 200 gramas 5% 2% 100% 100% l ~· ~· Peso medic de cada exemplar Percentual de encalhe Proporcao de vendas avulsas Outros dados: • • e • • a receita de venda de revistas (avulsas e assinaturas) goza de imunidade tributaria: a receita de venda de publicidade e tributada em 10%. isto e. considerando o custo da capacidade ociosa como perda do perfodo. o custo de logfstica reversa inclui o frete de retorno e o manuseio do encalhe. ~.26 por exemplar $ 1. porern com absorcao parcial.50 por kg $ 0. Com base nos dados apresentados. na situacao inicial em que so ela existia. por edicao $ 300. 94 por exemplar $ 20 por mil exemplares $ 15 por mil exemplares $ 0.

a editora deve lancar a nova revista? Por que? 8. 90 . de cada revista. com o lancamento da Arcaica.4. No estudo de viabilidade. a Margem de Contribuicao por exemplar (MC/un. com. pede-se responder: 6. e 5. por edicao. havera subsidio cruzado entre as duas revistas? Justifique sua resposta. Com o lancamento da Arcaica. B.br>. a empresa deveria ou nao alocar parte dos custos fixos de distribuicao a segunda revista para tomar a decisao? 7. A resposta destes exercicios encontra-se disponivel no site: <www. Considerando exclusivamente os resultados encontrados em "A". Supondo que o unico objetivo seja maximizar o valor do lucro mensal.EditoraAtlas.) de cada revista. a Margem Bruta (MB) em valor ($).

d) Do recurso limitado em quantidade. deve-se optar pela alternativa que maximizar a margem de contribuicao: . e0 2.800. unitaria dos aspiradores: $ 38/un. EXERCICIO N° 16. Quando ha limitacao na capacidade produtiva. d) Nula. e interessante fabricar duto que apresenta a maior margem de contribuicao por unidade: a) Fisica. b) Monetaria.800. c) Do recurso limitado em dinheiro. e) Maior. mais lucrativo duto que apresenta margem de contribuicao por unidade: a) Menor.br>. Quando nao ha limitacao na capacidade produtiva.EditoraAtlas.16 Margem de Contribuicao e Limitacoes na Capacidadede Producao RESPOSTAS DO EXERCICIO PROPOSTO a) Margem de Contribuicao Margem de Contribuicao b) Margem de Contribuicao Margem de Contribuicao c) Enceradeiras: 50 un. Total dos aspiradores: $ 3. Assinalar a alternativa correta: 1. c) Baixa.com. Aspiradores: 100 un.1 A resposta deste e dos proximos exerdcios encontra-se disponfvel no site: <www. Para tomada de decisao. 0 pro- pro- 3. Total das enceradeiras: $ 4. b) Igual. unitaria das enceradeiras: $ 48/un. e) Do total.

$ 4/kg MOD $ 4/kg 2. b) Unitaria. b) Alocacao do lucro por unidade. c) Custo indireto fixo total aplicado.2 A empresa Camomila produz apenas dois produtos (A e B) cujos precos de venda . Os custos variaveis sao os seguintes: A B Materta-prtma 4 kg/un. Falta de material. d) Criteria do lucro por producao. d) Fixa. E exemplo a) b) c) d) e) 5.a) Anual. 92 .5 h/un. $ 20/h $ 20/h Segundo o Diretor de Marketing. 2 h/un.des de cada produto da empresa por periodo. d) A combinacao otima (melhor mix de producao) e o resultado otimo sea restricao for apenas de MOD.liquidos dos tributos . o mercado consome. EXERCICIO N° 16.QOO por periodo. 2 kg/un. Os custos e despesas fixos sao de$ 4. Funcionario qualificado. A unica forma de alocacao de custos fixos que nao provoca distorcoes na tomada de decisao e aquela que se baseia no(a): a) Fator limitador de capacidade. 4. no maximo.sao $ 120 e $ 80. Monop6lio estatal. e houver somente 400 h disponfveis. c) 0 valor do resultado maximo num periodo em que houver apenas 360 kg de materia-prima disponrveis para utilizacao. c) Total. e) Taxa interna de retorno ajustada. considerando a demanda maxima. 100 unida. Falta de concorrencia. Pede-se calcular: a) 0 valor do resultado de cada produto pela optica do Custeio Variavel (Margem de Contribuicao). de fator limitador: Capacidade ociosa. respectivamente. sobre esses precos ela paga comissoes de 5% aos vendedores. b) 0 valor do resultado operacional maximo da empresa por periodo. e) Base.

nao havendo limitacao de mercado. para o produto botas e 1.000 por mes. Nessa situacao. equipamento. para atender a demanda. por periodo letivo.5 h/un. Suponha que para determinado periodo a escola disponha de poucos instrutores. $ 30/un.) a) Os dois. lanches etc.) de cada produto. 0 preco do curso para cada aluno participante e aproximadamente o mesmo <las escolas concorrentes: $ 750 e $ 600. Os custos com material didatico. 5.. para os cursos mecanica e eletricidade. impressos. Pede-se calcular: a) b) c) d) a base de A Margem de Contribuicao unitaria (MC/un. c) Eletricidade. A Margem de Contribuicao Total (MCT) de cada produto. alern de $ 60 por hora-aula efetivamente ministrada pelos instrutores.EXERCICIO N° 16. respectivamente).) de cada produto. laboratorio.5/h $ 21. oferece normalmente 25 vagas em cada curso.3 A Escola Immacolata oferece dois cursos tecnicos profissionalizantes: mecanica de automoveis (60 horas) e eletricidade de automoveis (40 horas). normalmente. para obter o lucro rnaximo.000 unidades do primeiro e 4. 93 . $ 21. por fator limitante.) de cada produto. e $ 80/un. Demais custos variaveis Os custos indiretos fixos totalizam $ 33. que curso deve ser oferecido? (Considerar que todas as vagas serao preenchidas. ea Immacolata pretende acornpanha-los. e sao rateados horas de MOD (2. o Impasto sobre Services (ISS) e de 2% sobre a receita.5/h $ 5. Os precos de venda sao aproximadamente os <las empresas concorrentes ($ 100/un.5/un. se em algum mes houver restricao de mao de obra direta. por mes. d) Nenhum dos dois. EXERCICIO N9 16. estacionamento etc. com disponibilidade para ministrar no maximo 80 horas de treinamento.1 h/un. xerox.000 do segundo. Para atender ao mercado. A Margem de Contribuicao unitaria (MC/un. b) Mecanica.) totalizam $ 10. ja os custos comuns (secretaria. 0 valor do lucro bruto unitario (LB/un. Sua estrutura de custos variaveis ea seguinte: Botas Sapatos Material direto $ 40/un.000 por periodo letivo. respectivamente. para sapatos). sao de $ 30 por aluno. Mao de obra direta $ 5. a empresa produz.5/un.4 A industria de calcados Corezzo fabrica dois produtos: botas e sapatos.

000 por mes Outros dados: 94 • sobre a receita bruta incidem 25% de tributos.Oh Tabela 3 Estrutura basicapadriio de custos e despesas.5 Uma empresa produz e vende.5 kg l.000 Cobertores de solteiro $125 10.000 unidades de seus produtos por mes.8h Mantas de solteiro 1.EXERCICIO N° 16. Produtos Quantidade de la Tempo de MOD Cobertores de casal 2. e . a rnateria-prima principal (la) e importada.000 Tabela 2 Padriies fisicos de Miio de obra direta (MOD) e de MateriaPrima (MP) por unidade de produto.6 kg 2. normalmente.000 Mantas de casal $130 8. Materia-prima Mao de obra direta (MOD): salario dos operarios Cornissoes sobre a receita liquida Despesas administrativas gerais da empresa (fixas) Despesas comerciais e de marketing (fixas) Custos fixos $ 20 por kg de la $ 6 por hora 10% $ 100. cerca de 30.2 kg l. Os artigos sao classificados como de luxo e destinados a popula<.oes de alta renda. • • no preco da materia-prima estao inclusos 20% de tributos recuperaveis.5 kg l.5h Mantas de casal 2.000 por mes $ 75.) unidades/mes) rtores de casal $150 15.000 por mes $ 615. o onus de encargos sociais sobre a MOD e de 100%.5h Cobertores de solteiro 1. e a mao de obra direta e qualificada. Tabela 1 Precos medias praticados pela empresa e demanda maxima do mercado.000 Mantas de solteiro $100 5. Preeo de venda Demanda (em ~ Produtos bruto (por un.

A resposta destes exercicios encontra-se disponivel no site: <www. e b) o valor do resultado global mensal da empresa com o composto de producao indicado em (a). devido a um problema alfandegario ocorrido em determinado mes.br>. Parte II Dois meses depois de regularizado o abastecimento de la. e d) o valor do resultado global mensal da empresa com o composto de producao indicado em (c). de modo a maximizar o resultado (melhor mix de producao e vendas). com. de modo a maximizar o resultado (melhor mix de producao e vendas).Parte I Suponha que. Pede-se calcular: a) a quantidade de cada produto que o pessoal de vendas deveria tentar vender naquele mes.EditoraAtlas. a empresa estimou que poderia dispor de 55. Como nem todos os empregados aderiram.000 kg de la naquele perfodo. 95 . a empresa teve seu suprimento de rnateria-prima limitado a 50. o sindicato da categoria dos trabalhadores aprovou uma paralisacao por 30 dias.000 horas de MOD durante aquele mes. Pede-se calcular: c) a quantidade de cada produto que o pessoal de vendas deveria tentar vender naquele mes. por maiores salarios e melhores condicoes de trabalho.

Assinalar a alternativa correta: 1. e) Todos os custos e despesas identificaveis. Resultado Liquide pelo Custeio Variavel: $ 310. e so eles.000. ~I .000. A valoracao de estoques.com. 2. e) Apenas os custos com a transforrnacao. d) Todos os custos de producao.1 A resposta deste e dos pr6ximos exercicios encontra-so disponi vel no site: <www . c) Resultado Liquido pelo Custeio por Absorcao: $ 460. Estoque Final de Produtos Acabados pelo Custeio Variavel: $ 390. pelo Custeio por Absorcao.000.000. c) Apenas os custos variaveis de producao.EditoraAtlas.000. b) Apenas os custos fixos de producao. EXERCICIO N° 17. d) Todos os custos e despesas variaveis. A valoracao de estoques. b) Apenas os custos diretos de producao. Variavel: $ 260. contempla: a) Todos os custos de transformacao. b) Estoque Final de Produtos Acabados pelo Custeio por Absorcao: $ 480.17 Custeio Variavel ·---·-----. pelo Custeio Variavel.000. br >.------·-·--·~---------------------------- RESPOSTAS DO EXERCICIO PROPOSTO a) Custo do Estoque Final dos Produtos em Elaboracao pelo Custeio: por Absorcao: $ 320. contempla: a) Apenas os custos diretos de producao. c) Custos de producao e de administracao.

que totalizam $ 200 por unidade. c) Custos variaveis. Quando ha diferenca no valor do resultado operacional entre o Custeio Variavel e o Custeio por Absorcao. os resultados mensais apurados vao oscilar: a) Mais pelo Custeio Variavel.co produto e vendido.000 7.000 Os custos variaveis sao a materia-prima. 0 volume de producao e de vendas no ultimo trimestre do ano foi o seguinte. b) Custos indiretos.000 100.000 16. por $ 600.000. apenas.000 4. c) Vender menos do que produzir. o material secundario e o de ernbalagem. EXERCICIO N° 17. o Metodo de Custeio Variavel. Seu uni. d) Produzir mais do que vender.000 14. e) Mais pelo Custeio Variavel. 4. d) Igualmente. mas somente se as vendas forem superiores a producao. mas somente se a producao for maior que as vendas. em media.i 3. b) Produzir menos do que vender.2 A Industria de Viol6es Afinados iniciou suas atividades no dia 1 de outubro.000 300.000 unidades par mes. e) Nenhuma das alternativas satisfaz a condicao. no tratamento dos: a) Custos fixos.000 97 . em relacao ao de Custeio por Absorcao. e sobre esse preco a empresa paga comiss6es de 5% aos vendedores. ja os custos e despesas fixos mensais sao os seguintes (em$): Salaries e Encargos dos operarios Salaries e Encargos do pessoal administrativo Depreciacao dos equipamentos da fabrica Aluguel do predio da fabrica 2. 5.000 Vendas 7. c) Igualmente pelo Custeio Variavel e por Absorcao. A capacidade de producao e de 16. ela esta sempre. apresentara resultado maior quando a empresa: a) Vender tudo que produzir. em unidades fisicas: Q Produeao Ou tu bro Novembro Dezembro 8. Em empresas com atividades sazonais. e) Despesas. b) Mais pelo Custeio por Absorcao. d) Custos diretos. considerando-se que nos meses em que nao haja demanda haja producao mas nao vendas. Em determinado periodo em que nao haja estoques iniciais.000 200.

b) A diferenca entre os estoques finais de cada mes.000 unidades e em abril.000.000 30. segundo os dois principios.000 25.Custos diversos de manufatura Prornocao e Propaganda 100. pede-se elaborar a Dernonstracao de Resultados de cada mes. Seu unico produto e vendido. por $ 45. b) A diferenca entre os estoques finais dos produtos acabados de cada mes.para fabricar ate 15. 15.000 5. em media. e as vendas foram de 9 . instalacoes. em cada mes. e calcular: a) A diferenca.000 malas em cada um <lesses dais meses. EXERCICIO N° 17 .planta. 0 custo de material direto (rnateria-prima e embalagem) e de $ 15 por unidade. em cada mes.000 Sabendo que nao houve estoques de produtos em elaboracao e desconsiderando tributos incidentes sabre a receita.000 unidades por mes. entre os lucros apurados segundo os dais criterios. e calcular: a) A diferenca. Considerando que nao havia estoques iniciais em marco e utilizando o criteria PEPS. foram produzidas integralmente 12. . pelo Custeio por Absorcao e pelo Variavel. entre os lucros apurados segundo os dois criterios.000 Em marco. mao de obra etc.3 A Industria Brasileira de Malas tern capacidade pratica de producao . pede-se elaborar a Dernonstracao de Resultados de cada mes.000 50. e os custos e despesas fixos (CDF) mensais sao os seguintes (em$): Mao de obra direta Mao de obra indireta Depreciacao dos equipamentos da fabrica Despesas administrativas 60. pelo Custeio por Absorcao e pelo Variavel. sabre esse preco incidem tributos de 20% ea empresa remunera os vendedores com comiss6es de 15%. 98 L . segundo os dais criterios.

10.060 5.100 Outros dados relativos ao ano de Xl: 1. 14.000 7. A materia-prima ea mesma para todos os produtos e o consumo tarnbern se faz na mesma proporcao: 1 kg de MP para cada unidade de PAC.75 hm 3. 6. 18. 0 tempo de producao requerido por unidade de produto Produtos Tempo de MOD 1. em 31-12-Xl.000 300 1. 20. 11.50 hm 3. 15.EXERCICIO N° 17 . 9..000 6.000 40. 19. 12. Producao e vendas no perfodo: ~. 7.5 hh ~ x L z ~· t I 18.0 hh y 2.000 2. 4. seu primeiro balancete de verificacao era constituido pelas seguintes contas (em$ mil): 1.440 790 300 340 5. 21. Preco medio Produtos .000 16.060 3.4 A Cia. \ 23.040 200 25. I 22.520 15. l_34. 13.000 $ 350 $ 500 20. x Volume de producao (em unidades) Volume de vendas (em unidades) 50.000 100 3. 16. 17. $270 yz 2.000 30.000 2. 2. Caixa Bancos Clientes Materia-prima Equipamentos de producao Depreciacao acumulada de equipamentos Vefculos Depreciacao acumulada de veiculos Emprestimos de curto prazo obtidos cl encargos prefixados Capital social Consumo de materia-prima (MP) Mao de obra direta (inclui encargos sociais) no periodo Supervisao geral da fabrica Aluguel da fabrica Consumo de lubrificantes nos equipamentos de producao Manutencao preventiva de maquinas comuns de producao Supervisao do almoxarifado de rnateria-prima Energia eletrica consumida na producao Depreciacao de equipamentos de producao Segura dos equipamentos de fabrica Despesas comerciais no periodo (fixas) Despesas administrativas gerais da empresa (fixas) Despesas financeiras no periodo (fixas) Vendas de produtos acabados (PAC) (valor liquido de tributos) 460 1. 99 .880 600 350 500 1.60hm 1.000 de venda/un.000 6. 3. 8. Porto Eucaliptos iniciou suas atividades em 2-1-Xl.000 e0 seguinte: Tempo de Maquina 0.0 hh 2. 5.

Toda trabalho especializado que a empresa utiliza e terceirizado. 7. Os dernais custos indiretos sao correlacionados ao tempo de uso de maquinas. Profissionais I 100 BILS INFO Analista 182h 158h Consultor Junior Consultor Senior 332h 91h 238h 99h I I I . Os custos de Supervisao da Producao e Aluguel devem ser rateados com base na MOD. e calcular: a) 0 valor da diferenca entre os resultados segundo os dais criterios. O consumo de energia eletrica pelos produtos e o mesmo em terrnos de kwh· por isso seu custo diretamente proporcional ao tempo de utilizacao das quinas. e 0 CUStO de mao de obra direta e fixo. e os respectivos balances. e Supervisao do Almoxarifado. 0 Impasto de Renda (IR) e de 30% sabre o lucro. 8.600 1.500 2. com rnateria-prirna.100 850 Tinta para impressora 1.200 Disquete 1.5 Uma empresa de consultoria e assessoria em sistemas de informacao dedica-se a prestacao de services na area de Informatica. para gestao de estoques. concebendo e desenvolvendo projetos de software. b) 0 valor da diferenca entre os estoques finais segundo os dois criterios. e ma: 5. Pede-se elaborar a Demonstracao de Resultados para o ano Xl. exceto a gerencia de projetos. pelo Custeio por Absorcao e pelo Variavel.800 3. a empresa dedicou-se exclusivamente ao desenvolvimento de dois projetos: BILS. Nos ultimas dois meses.950 Outros 3. para gerenciamento de custos e INFO.4. Material BILS INFO Papel 3. Os principais dados de custos relativos aos projetos sao demonstrados nas tabelas a seguir: Tabela 1 Custos de material (em $). iguais Para 6. EXERCICIO N° 17 .500 Tabela 2 Tempo de miio de obra especializada. As habilidades e os salarios dos operarios sao aproximadamente OS tres produtos.

200 por mes $ 4.EditoraAtlas. moveis e utensilios mes $ 500 por mes $ 1. utilizando para este ultimo os seguintes criterios de rateio: • aluguel. Mao de obra terceirizada: I I Analista $ 30 por hora Consultor Junior $ 50 por hora Consultor Senior $ 100 por hora j Aluguel do im6vel I Energia eletrica Telefone Salano do gerente de projetos ~~ Encargos sociais sobre salarios Depreciacao dos equipamentos. A resposta destes exerdcios encontra-se disponivel no site: <www. energia eletrica e telefone: partes iguais entre os dois projetos.Tabela 3 Estrutura basica de custos. 101 . 000 por ano Pede-se calcular o custo de cada projeto pelo Custeio Variavel e pelo Custeio por Absorcao.000 por 85% $ 6.br >. corn. • • rernuneracao do gerente: proporcional ao tempo de mao de obra.000 por mes $ 2. depreciacao dos equipamentos: proporcional ao tempo de rnao de obra.

000. $ 16. b) Margem de Contribuicao Total para Filial Centro: $ 6.00 $ 20.000 un.400. Rentabilidade da Filial Leste: 212%. Margem de Contribuicao Total para Filial Norte: $ 5.---·· --·-------- RESPOSTAS DO EXERCICIO PROPOSTO a) Margem de Contribuicao Total dos pneus para autornoveis: $ 5.80 $ 10. 750. Margem Direta Total para Filial Norte: ($ 890). c) Margem Direta Total para Filial Centro: $ 2.400 Luvas 1.200. EXERCICIO N° 18. $ 70. Margem Direta Total para Filial Leste: $ 2. Custos Fixos Identificadose Retorno sobre o Investimento --·· -·-------···-·· -·-------------·-·------·------------------------··------·-·. A empresa Clarabela & Irrnaos produz luvas e balsas em couro.000. Sabre o valor bruto de suas vendas incidem tributos de 13% e comissoes de 10%. 71%.000 por periodo. e as despesas fixas de adrninistracao e vendas.800 Os custos fixos estruturais .-·-----.900.EditoraAtlas.--··---.540.com.18 Margem de Contribuicao. Margem de Contribuicao Total para Filial Leste: $ 8. Outros dados: Volume de producao e vendas Preco de venda por unidade Custos variaveis por unidade Custos diretos fixos por periodo Bois as 1.300 un.700. Margem de Contribuicao Total dos pneus para carninhoes: $ 6.sao de $ 30. Rentabilidade da Filial Norte: (49%). 102 . 775.1 A resposta deste e dos proximos exercicios encontra-se disponfvel no site: <www. Margem de Contribuicao Total dos pneus para motos: $ 8.00 $ 14. d) Rentabilidade da Filial Centro: 111 %.comuns aos dois produtos . e) Rentabilidade da Empresa: 30.00 $ 22.br>. $ 92.

000 $280 $150 Para-lamas Para-choques 20.500. Usinagem e Montagem passam. necessariamen103 .Pede-se elaborar uma Dernonstracao de Resultados que contemple o Custeio Variavel e os custos diretos fixos.000.000 10. produz espremedores de frutas tropicais e moedores de came bovina. Pede-se calcular: A quantidade de moedores de came que a empresa precisa vender.000 900.00 cada um.000 3. pela Estamparia.) de cada produto. Sua estrutura de custos e despesas e a seguinte (em$): Espremedores Moedores Custos e despesas variaveis.000 Apenas as rodas e os para-lamas sao pintados.50 Custos e despesas fixos mensais identificados $ 600 $ 800 Custos e despesas fixos comuns aos dois I ~.000.000 espremedores por mes. b) A Margem de Contribuicao total (MCT) de cada produto.200. e calcular: a) A Margem de Contribuicao unitaria (MC/un.2 A empresa LIG.600.000 1. o diretor de Marketing da empresa garante a venda de 1.500 por mes Ao preco unitario de$ 5. EXERCICIO N° 18. $ 1. EXERCICIO N° 18. para obter um lucro mensal de 8% do capital.000 $480 $400 $200 $500 $300 Produtos Grades 10.3 A empresa Autopecas Magnfficas preparou seu piano operacional para o proximo ano: ~ ~ Volume de Producao (un. a$ 7.50 $ 4. c) A Margem Direta Total (Segunda Margem de Contribuicao) de cada produto. por unidade $ 3.) Preeo de Venda(PV) Custos Vartaveis (CV) Rodas 20. cujo capital e de $ 5.000 1. lfquido de tributos.000 $150 Sua estrutura de Custos Fixos (CF) departamentais identificados e a seguinte (em$): Pintura Niquelacao Estamparia Usinagem Montagem 2. e pela niquelacao so passam parachoques e grades.

Desconsiderando impastos. segundo os metodos de Custeio Variavel.te. b) Idem.4 0 Hotel Pousada Feliz preparou o seguinte plano operacional para a pr6xima temporada de ferias (mes de julho): Categorias Quantidade Preco Liquidoda Disponivel (un. necessariamente. para-choques e grades noutra. As despesas fixas de administracao e de vendas sao or<. nao produzindo grades e nao produzindo rodas nem grades.000 Somente a categoria luxo tern direito a refeicoes (utilizam o departamento de cozinha). Desconsiderando despesas variaveis de vendas. impastos e comissoes. EXERCICIO NQ 18. Considere. Calcular: a) 0 custo fixo departamental de cada produto (rateio baseado em volume).000.000 8. pede-se· 1. Service de quarto e Entretenimento servem. b) 0 custo total de cada produto.000 8. Limpeza.siderando que pela primeira a empresa pagaria $ 70 por unidade e pela segunda. tambem. a de niquelacao e ambas. e) A margern direta (Segunda Margem de Contribuicao) por famflia de pro. con. pede-se: 104 I_ . Estimase que todos os apartamentos de todas as categorias serao locados nos 30 dias do mes. todos os produtos. d) 0 lucro bruto de cada produto.dos seriam eliminados no caso de terceirizacao. $ 100. todas as categorias. As despesas fixas de administracao sao orcadas em $ 20. 2.000. c) A margem de contribuicao de cada produto. $ 800. Direto e por Absorcao. dutos: rodas e para-lamas numa familia.000 5. porem terceirizando a fase de pintura. Elaborar Demonstracoes de Resultados projetadas simulando as seguintes situacoes: a) Resultado de cada produto e o da empresa toda.adas eltl. c) Idem. porem nao produzindo rodas. que todos os custos fixos identifica.) Diaria (PD) Single Standard 30 Sin le Luxo 20 Double Standard 30 s so Double Luxo 20 $ 75 $ 30 $ 45 Sua estrutura de Custos Fixos (CF) departamentais seguinte (em$): Cozinha Limpeza Service de quarto Entretenimento (lazer) Custos Variaveis (Diarios) (CV) $10 $18 $ 20 $ 25 identificados para o mes ea 12.

b) Idem. d) 0 lucro bruto de cada categoria. b) 0 custo mensal total de cada categoria.500 1.5 kg Sh Lavadoras de Roupa 12. EXERCICIO N° 18. normalmente. ~ Fog6es $ 300 Volume (em unidades/mes) I I I I I 1. cerca de 4. e) A margem direta (Segunda Margem de Contribuicao) por famflia de categoria: luxo numa familia e standard noutra. Preco de venda bruto (por un.ao sao apresentadas nas tabelas a seguir.5 kg 6h Pornos de Micro-ondas 2.5 kg 20h s 105 . I ~ Produtos Quantidade de MP Tempo de MOD Fog6es 4.1. Tabela 1 Precos e volumes normais de produciio e vendas.250 Fornos de Micro-ondas $ 400 Lavadoras de Roupa $ 800 750 $ 1. segundo os criterios de Custeio Variavel. 2. porern considerando que os apartamentos de categorias do tipo Double Luxo nao estariam disponiveis. Direto e por Absorcao.000 unidades de seus produtos por mes.200 500 I ~- Refrigeradores I Tabela 2 Padriies fisicos de materiaprima (MP) e de Mao de obra direta (MOD) par unidade de produto. As informacoes mais relevantes sobre as atividades da organizac.5 kg 12h Refrigeradores 10.) Produtos 3.5 Uma empresa produz e vende. c) A margem de contribuicao de cada categoria. Elaborar Demonstracoes de Resultados projetadas simulando as seguintes situacoes: a) Resultado de cada categoria e o do hotel todo. Calcular: a) 0 custo fixo departamental de cada categoria (rateio baseado em volume).

• • no preco da materia-prima estao inclusos 20% de tributos recuperaveis: e o onus de encargos sociais sobre a MOD e de 100%. segunda margem de contribuicao de cada produto. Com base nas inforrnacoes apresentadas.Tabela 3 Estrutura bosicapadriio de custos e despesas. taxa de retorno identificada de cada produto.000 por mes Refrigeradores $ 160. Materia-prima $ 25 por kg de MP Mao de obra direta (MOD): salario dos operarios $ 8 por hora Despesas administrativas gerais da empresa (fixas) $ 20.000 55.000 178.000 por mes Despesas comerciais e de marketing (fixas) $ 10.EditoraAtlas. sobre a receita liquida incidem 10% de comissoes.000 lmobilizado 101. A resposta destes exerdcios encontra-se disponivel no site: <www.000 por mes Custos Fixos Diretos dos produtos: Fogoes $ 20. e taxa de retorno global da empresa.000 por mes Custos Fixos Comuns a todos os produtos $ 45.000 por mes Lavadoras de Roupa $ 70.000 por mes Tabela 4 Investimentos (ativos) identificados por produto (em $).000 por mes Forno de Microondas $ 170.000 Comum Outros dados: • • sobre a receita bruta incidem 15% de tributos. resultado mensal global da empresa. a) b) c) d) e) a a o a a pede-se calcular: margem de contribuicao de cada produto.800 225. com.000 93.br>. Fogoes Microondas Lavadoras Refrigeradores Estoque medic de materia-prima 118. 106 .200 35.000 25.875 96.125 189.

67 /un. b) c) d) e) Producao. o preco dos bens e services e mais influenciado pelo(a): a) Custo. Em ambientes competitivos. Observar as sentencas a seguir: . 72/un.41/un.1 A resposta deste e dos proximos exercicios encontra-se disponivel no site: <www.19 Fixacao do Preco de Venda e Decisao sobre Compra ou Producao RESPOSTAS DO EXERCICIO PROPOSTO a) b) c) d) e) f) Preco Preco Preco Preco Preco Preco de de de de de de Venda Venda Venda Venda Venda Venda da da da da da da encomenda encomenda encomenda encomenda encomenda encomenda das das das das das das mesas mesas mesas mesas mesas mesas grandes: $ 195.66/un. Encargo. Mercado.66/un.29/un. Estao corretas as sentencas: . EXERCICIO N° 19. 2. medias: $ 153.As empresas. Assinalar a alternativa correta: 1.br>. pequenas: $ 127. grandes: $ 192. num mercado competitivo.EditoraAtlas.com. II .O preco de venda e estabelecido em funcao da oferta e da procura. medias: $ 145. pequenas: $ 114. Despesa.O preco ideal sempre e capaz de produzir o resultado minima necessario ou pelo menos cobrir os custos fixos. podem alterar sua politica de precos por modificarem sua estrutura de custos. III .

EXERCICIO N° 19. 5. verificou que precisaria diminuir o preco do pulso de $ 0. e) Real. apenas. c) II e IV.000 pulsos de ligacoes por mes. b) Meta. c) Direto.000. 0 custo rnaximo admissivel para se atingir do custo: a) Padrao. III .E na fase de planejamento que existem as maiores possibilidades de alteracao significativa dos custos de um produto. No processo de precificacao de bens e services. Observar as sentencas a seguir: Na fase de declinio de um produto a utilizacao do custo meta e mais eficaz. e) II e III. 3. apenas. c) I. apenas. b) I e II. Estao corretas as sentencas: a) I e III.Por ser apoiado em um conceito muito simples.a) I. IV . para conseguir elevar o mimero de pulsos para 12. 0 retorno desejavel e denomina- 4.000 mensais.000. II e III.30. o custo meta nao tern caracteristicas de instrumento gerencial sofisticado. d) III e IV.35 para $ 0.2 A NTN-D e uma empresa de prestacao de services de telecomunicacoes (telefonia fixa) que vem operando com um volume de 10. d) Apuracao de custos e livro Razao. a Contabilidade deve auxiliar nas definicoes de: a) Previsao da demanda e estoques. e) Apuracao de estoques e auditoria. II . c) Estrategia financeira e orcamento. b) II. Apos fazer uma pesquisa de mercado. d) III. e) II e Ill. atingindo assim a capacidade maxima de sua planta basica e de atendimento. 108 . d) Fixo. b) Ciclo de vida e apuracao de custo.A utilizacao do custeio meta deve proporcionar uma sinergia entre todas as areas da empresa.

necessitaria de um investimento adicional em equipamentos no valor de $ 1.000.000 A mesma pesquisa mostrou que.000 $ 240.000. sao (em $): ~o da fabrica Depreciacao de maquinas da producao Despesas de adrninistracao-geral 100.000 10% Cornissoes sobre vendas 0 Departamento de Marketing fez uma pesquisa de mercado para saber qual seria o volume de vendas em diversos niveis de preco. mas vem conseguindo colocar no mercado apenas cerca de 54. e um provavel valor residual de $ 60.000 200. Seus custos diretos sao os seguintes (em$): I Materia-prima (por unidade) ~alagem (por unidade) ode obra direta (por perfodo) 110 28 ! 300. ~ 240 260 280 300 Quantidade que seri vendida por periodo 60.000 pulsos de ligacoes por mes.350 b) $ 0. por periodo.150.08 10% Depreciacao dos equipamentos Outros custos fixos Administracao geral da empresa $ 1.275 EXERCICIO N° 19. caso a empresa baixasse o preco do pulso para $ 0. A empresa possui uma capacidade pratica para produzir ate 58. produtora de amortecedores para vefculos pesados. os outros custos fixos aumentariam 15%.000 unidades por penodo.000 Seus custos Indiretos de Producao e Despesas. em media e por mes: • • • • • Custos variaveis (por pulso) Tributos (sobre a receita) $0.000.000 54.000.000 30.000 $ 600. tern como meta atingir um lucro de $ 2.3 Os administradores da Industria Cofag. neste caso.000 por periodo.A empresa possui a seguinte estrutura de custos. que teriam uma vida util econornica estimada em cinco anos.000 48.000 900. Pede-se calcular o lucro mensal praticando precos de: a) $ 0.300 e c) $ 0.000 109 . poderia operar com 15. ao preco liquido de $ 220.000 36. 0 resultado foi: a Preco por unidade (em$) 200 220 ~ ~. Alern disso. Entretanto.200.000.000 42.275.

tracao e de vendas $ 21. sao de $ 80 por aluno. Entretanto. b) 0 lucro com mensalidade de $ 540.tas tern um custo fixo direto de $ 10. e um valor residual de$ 240. e ainda teria um acrescimo nos demais custos fixos de 15%. que teriam uma vida iitil de 20 anos. por periodo.000. b) Os custos e despesas variaveis com material didatico. A empresa costuma remunerar seus vendedores na base de 10% sobre a Receita Liquida.4 0 Colegio Maria da Conceicao cobra mensalidade no valor de $ 600 e conta com um total de 450 alunos matriculados. por mes. por penodo. xerox. e as despesas fixas de adminis. incluindo os proprios alunos atuais.000 e a de violoes.000 por mes.5 Uma empresa produz e comercializa dois produtos. para isso. A linha de producao de flau.000.· Desconsiderando a incidencia de tributos sabre a receita. poderia matricular 700 alunos por penodo. b) 0 valor maxima da Margem de Contribuicao Total (MCT) que a empresa pode obter nas instalacoes atuais. lanches etc. c) 0 valor da Margem de Contribuicao Total (MCT) se praticar o preco de$ 300. pede-se calcular: a) 0 valor do resultado que a empresa vem obtendo por periodo. e) 0 valor do resultado no ponto otimo de trabalho (lucro maxima). Ao fazer uma pesquisa de mercado. d) 0 valor de custo da ociosidade na situacao (alinea c). c) 0 lucro com mensalidade de$ 500. necessitaria de um investimento em novas instalacoes.000. EXERCICIO N° 19.000. respectivamente. 110 . Os custos fixos co. e os custos variaveis sao $ 60 e $ 220.muns aos dois produtos sao de $ 45.ceita bruta perfazem o total de 15%. Considerando que: a) Os tributos incidentes sobre a receita sao de 6%.000. Os tributos incidentes sobre a re. que e de 600 alunos. por unidade. incluindo o salario dos professores. totalizam $ 150. 0 colegio verificou ainda que. tarnbem. $ 20. verificou que precisaria diminuir o valor da mensalidade para$ 540 para aumentar 0 numero de alunos ao maxima de sua capacidade. caso baixasse o valor da mensalidade para $ 500. Pede-se calcular: a) 0 lucro atual. no valor de$ 3. c) Os custos e despesas fixos. flautas e violoes.000. impressos. EXERCICIO N° 19 .

• Pede-se calcular o Preco de Venda Bruto (PVB) dos dois produtos.000 violoes por periodo.000 flautas e 1. SIMULA<. • a adrninistracao estabeleceu uma meta de lucratividade de 8% sabre a Receita Liquida para cada um dos dois produtos. e o rateio e feito com base no volume de producao (VBC).Ao DO RESULTADO (Considerando-se OS volumes estimados pela area de marketing) Flautas I r Total ~~ Receita Bruta I I I Violoes Impastos Receita Liquida ~Custos Variaveis Despesas Variaveis Margem de Contribuicao Total ~Custos Fixos Diretos ~- Margem de Contribuicao Total ~ustos Fixos Comuns Despesas Fixas CRO OPERACIONAL ~=I Margem Operacional: 112 111 .Parte A Considerando-se a forrnacao de precos de venda com base nos custos e que: • o Departamento de Marketing estima uma demanda de 2.

SIMULA<. por meio de pesquisas e estudos de mercado.000 violoes) Flautas Violoes Total Receita Bruta Impastos Receita Liquida Custos Variaveis Despesas Variaveis Margem de Contribuicao Total Custos Fixos Diretos 2a Margem de Contribuicao Total ~- Custos Fixos Comuns Despesas Fixas LUCRO OPERACIONAL Margem Operacional: Parte B 0 Departamento de Marketing.AO DO RESULTADO (Considerando-se 1. devem-se validar os precos definidos em (a)? Por que? A resposta destes exerdcios encontra-se disponivel no site: <www. que os administradores da empresa pretendem estabelecer precos de venda com base no mercado. pergunta-se: a) Qual deve ser o preco praticado em cada produto? b) Quale o valor da contribuicao de cada produto com os precos estabelecidos em (a)? c) Qual e o valor do resultado operacional maximo da empresa.500 flautas e 1. considerandose as respostas de (a) e (b)? d) Uma vez conhecida a resposta (c).500 450 600 Considerando-se que o lucro operacional objetivado e de$ 40.000.EditoraAtlas.000 120 1. por perfodo. elaborou a seguinte tabela de possiveis precos e respectivas demandas: Flautas Violoes Preeo ($) Volume (q) Preco ($) Volume (q) 100 2. corn. .000 400 1.br >. e que quaisquer outras variaveis sao irrelevantes.

b) Custo indireto. e denominado: a) Custo imputado. c) Custo indireto. d) Depreciacao. 0 custo considerado para efeitos internos. 2. e) Taxa interna de retorno. Sunk Cost significa: a) Despesa fixa. EXERCICIO N° 20. b) Rendimento crescente. 3. b) Despesa geral. d) Despesa nula.EditoraAtlas. e) Target cost. Assinalar a alternativa correta: 1.1 A resposta deste e dos pr6ximos exerclcios encontra-se disponivel no site: <www. e) Custo padrao. .20 Custos Imputados e Custos Perdidos RESPOSTA DO EXERCICIO PROPOSTO Lucro Operacional antes do Impasto de Renda: $ 28.br>. c) Custo padrao realizado.com. mas nao contabilizado por nao representar transacao com 0 ambiente externo. 0 beneficio sacrificado em termos de remuneracao por se aplicar recursos numa alternativa e nao em outra e denominado: a) Custo historico corrigido. gerenciais. d) Custo de oportunidade.134. c) Custo perdido.

elas devem possuir igual valor de compra. Custo historico corrigido. ao preco liquido de $ 220. IV .000. c) II e IV. III . Estao corretas as sentencas: a) II e III. b) I e IV.0 custo de oportunidade e muito usado em Contabilidade Geral.4. 0 Departamento de Marketing fez uma pesquisa de mercado para saber qual seria o volume de vendas a diversos nfveis de preco. Mao de obra indireta.000 Seus custos Indiretos de Producao e Despesas.0 custo de oportunidade representa o quanto se sacrifica em termos de rernuneracao por aplicar recursos numa outra alternativa e nao em outra. EXERCICIO Nll 20. por periodo.2 A empresa Cofag possui uma capacidade pratica para produzir ate 58. o risco nao deve ser considerado. E exemplo a) b) c) d) e) de custo imputado: Despesas financeiras. e) III e IV. Seus custos diretos sao os seguintes (em $): Materia-prirna (por unidade) Embalagem (por unidade) Mao de obra direta (por periodo) (custo fixo) llO 28 300. sobre esse preco ela paga comissao de 10% aos vendedores. totalizam $ 1. Comissao sobre vendas. d) I e III.Para uma analise do custo de oportunidade. mas vem conseguindo colocar no mercado apenas cerca de 54.200. II .Para se fazer cornparacoes entre alternativas de valor monetario. Observar as sentencas a seguir: . Custo de oportunidade. 0 resultado da pesquisa foi: 114 .000.000 amortecedores por periodo. 5.

4 A Empresa Highlight foi constituida em 30 de marco com o capital de $ 10. Pede-se calcular o valor do resultado do mes de janeiro.000 9.000 280 36. b) $ 200.m.) Mao de obra direta Despesas administrativas 3.000 pacotes de confete haviam sido integralmente produzidos e estavam armazenados para serem vendidos no mes seguinte (nao houve vendas em janeiro).000 Desconsiderando a incidencia de tributos sobre a receita.000 240 48. 0 preco medio de venda do produto acabado e estimado pelo pessoal da area de marketing em$ 9. 0. EXERCICIO N° 20.3 A empresa Grisi foi constituida em 2-1-Xl com o capital inicial de $ 100. pelo Custeio por Absorcao.Preco por unidade (em$) Quantidade que seria vendida por periodo 200 220 60.000 No final do mes.00/un.5% por mes. Impastos e comissoes sobre a receita bruta totalizam 20% do preco.000 54.000 260 42. 12.000 36. c) $ 260. Durante o mes de janeiro. pede-se calcular o custo economico da ociosidade da empresa ao praticar o preco de: a) $ 300.000 24.000 e os proprietaries esperam um retorno de. ocorreram os seguintes custos e despesas.000 8.50 por unidade.000 300 30. todos pagos dentro do proprio mes (em $): Aluguel da fabrica Supervisao da fabrica Materia-prima ($ 3. EXERCICIO NQ 20. 0 capital inicial foi total e integralmente utilizado na mesma data para a producao de um bem com o seguinte custo: Material Mao de obra 64 kg a $ 100/kg 180 ha$ 20/h 115 . considerando o custo de oportunidade do capital proprio. no minimo.000 totalmente subscrito e integralizado em moeda corrente nacional e o objetivo e produzir artigos para festas em geral. os proprietarios esperam um retorno de 6% a.

e c) o valor maxima de custo em que a empresa poderia incorrer para melhorar o mvel de qualidade. <las quais 950 un. sem diminuir o lucro obtido em (a).440 EXERCi CIO N° 20. pelo preco de $ 250/un. com.. sem valor algum. impostos de$ l. os principais dados encontram-se na Tabela: I Con~mo da materia-prima (MP) Preco da materia-prirna (MP) Tributos recuperaveis no preco da MP Aluguel do im6vel 3 kg por unidade $ 50 por kg 20% $ 6.000 por perfodo Salario com encargos sociais $ 30.000 por periodo Tributos sobre a receita bruta 15% Comissoes sobre a receita bruta 5% Em determinado periodo em que nao houve estoques iniciais. a empresa produziu integralmente 1. 116 .br >. em media.o normal.. sobre esse preco. par apresentarem defeito de fabricacao.0%.EditoraAtlas. A resposta destes exerdcios encontra-se dispomvel no site: <www. o restante foi descartado coma refugo. b) o valor do lucro que seria obtido caso nao tivesse havido falhas no processo produtivo e toda a producao fosse vendida ao prec.000 por periodo Depreciacao dos equipamentos $ 15. Pede-se calcular: a) o valor do lucro da empresa naquele periodo. pede-se calcular o lucro obtido que a inflacao de abril foi de 2.0 produto foi vendido em 30 de abril por $ 12. incidindo Considerando na venda. foram vendidas.000 por periodo Outros custos e despesas fixos $ 9.000.5 Uma empresa produz um unico produto que e vendido.000 un.

3. 3.21 Alguns Problemas Especiais: Custos de Reposicao e Mao de Obra Direta como Custo Variavel RESPOSTAS DO EXERCICIO PROPOSTO 1.com. F. Para fins gerenciais. b) Volume produzido. F. e) Perdido.EditoraAtlas. d) Oferta e da procura. Alternativa correta: D. . Assinalar a alternativa correta: 1. V. Para efeito de preparar oferta de preco em cotacoes e concorrencias. os estoques de materiais devem ser valorados em funcao do(a): a) Custo historico. V. d) Corrigido. e) Departamentalizacao. 4. 0 custo mais importante e o: a) Historico. Alternativa correta: B. 2. c) Custo de reposicao. Alternativa correta: D. Para tomada de decisao em condicoes normais de continuidade do negocio. b) Historico. EXERCICIO N° 21. 2.br>. c) Padrao. a melhor base de referenda e 0 custo: a) De reposicao. V.1 A resposta deste e dos proximos exercicios encontra-se disponfvel no site: <www.

4.440 sabre esse preco. II . c) Gerencia.5% por mes. o custo de producao do bem seria de$ 10. b) Referenda. geralmente servem apenas como base de: a) Decisao. e) I e IV.000 e os proprietaries esperam um retorno de. no material utilizado.2 A Empresa Pomposa foi constituida em 30 de marco com o capital de$ 10. e 0 fornecimento do custo historico dos estoques.500. incidindo impastos e comiss6es de $ 1. II e III. 5. para fins decisoriais.Uma das funcoes muito importantes da Contabilidade de Custos. c) Corrigido. d) I. EXERCICIO N° 21. Considerando que a inflacao de abril foi de 2.A utilidade da adocao do custo de reposicao esta no fato de se poder analisar e decidir sabre a continuidade do empreendimento. Observar as sentencas a seguir: . computando o custo de oportunidade do capital pr6prio. IV .b) Direto. 118 . e) Reposicao. no minima. Estao corretas as sentencas: a) I e III. 0. na mao de obra empregada e nos demais custos envolvidos nos processos. d) De reposicao.0 custo de reposicao pode ser usado. Custos passados (historicos). c) II e III. 0 capital inicial foi total e integralmente utilizado naquela mesma data para a producao de um bem com o seguinte custo: ~rial I Mao de obra 64 kg a $ 100/kg 180 ha$ 20/h 0 produto foi vendido em 30 de abril por $ 12. para fins gerenciais. Na data da venda.000. d) Acuracia. do ponto de vista gerencial.0%. b) II e N. III .Custa de reposicao e um conceito importante e muito utilizado em Contabilidade Geral. e) Contabil. pede-se calcular o lucro obtido na venda.

600 $ 7. • custos e despesas pagos e receitas recebidas dentro do proprio mes. 12.000 e os proprietaries esperam um retorno de.50/kg $ 9. foram necessaries: 12.336 $ 7.3 A Empresa Born Gosto foi constituida em 1 de marco com o capital de $ 40. em moeda corrente.EXERCICIO N° 21. no minimo.400 Aluguel do galpao da producao (custo fixo) $10.30/kg j'.000 un.000 un. EXERCICIO N° 21.336 $8.000 $ 1.4 Matabem & Cia.000 21% 5% 5% 5% ~Materia-prima Cornissoes Considerando: • todos os valores em moeda de capacidade aquisitiva constante. Para a producao de abril. Frascos de embalagem $113.000 Material secundario (custo variavel) $ 9. pede-se calcular: a) 0 preco de venda medic unitario objetivado para cada mes.000 Mao de obra direta (custo variavel) $ 6. b) 0 valor ($) do resultado projetado para o mes de marco. para o mes de abril. 6% ao mes.000 Outros custos indiretos de producao (custos fixos) 119 I . Os executivos preparam o seguinte piano operacional para os proximos tres meses: Volume mensal de producao e de venda 20.000 $ 2. estoque avaliado pelo criteria UEPS (ultimo a entrar primeiro a sair). d) Idem.20/kg $ 1.1ao de obra direta (custo fixo) $ 8. c) Idem.000 $ 8. 0 capital inicial foi totalmente subscrito e integralizado no mesmo ato.000 kg Consumo mensal de rnateria-prima Margem objetivada 10% sobre a receita bruta antes do IR Impasto de Renda 30% Q Estoque de seguranca de materia-prima para meio mes de producao Sua estrutura de custos e despesas estimados e a seguinte: Mar~o Abril Maio $1.000 litros Materia-prirna 20. e uma empresa de pequeno porte que fabrica desinfetantes. • • producao e vendas ocorrendo uniformemente ao longo do mes.600 21% 21% $ 2. para o mes de maio.000 ~tos indiretos de producao (fixos} ~Despesas administrativas Impostos $ 2.

se for produzida a mesma quantidade de abril.46/litro. volumes mensais de produrao e quantidade de MateriaPrima (MP). os principais dados relativos aos seus custos sao demonstrados nas tabelas a seguir: Tabela 1 Precos. Produtos Preen de venda bruto Volume (em Quantidade de MP unidades) (por unidade) (por un. Os 1.O criteria de valoracao de materia-prima utilizado pela empresa e o da Media Ponderada Fixa. se for produzida a mesma quantidade de abril. b) 0 lucro bruto provavel unitario em maio. d) A margem de contribuicao unitaria e a total de maio. pede-se calcular: a) 0 lucro de abril por unidade. ao custo de reposicao. estao valorados por um custo medic de $ 2. a custos hist6ricos.5 Um laboratorio farrnaceutico produz dois medicamentos utilizando materia-prima importada da Franca.450 121 . EXERCICIO N° 21. 70/un. c) 0 lucro bruto provavel unitario em maio.000 frascos para envasamento do produto.) ~ CEL 1 $ 25 6. e) Idem. indiretos em reladio aos produtos (em$).000 45 g Tabela 2 Custos diretos mensais dos departamentos de produdio. se que os Custos Indiretos de Producao deverao sofrer um aumento de 12% a panir do inicio de maio. Se a empresa for comprar ern maio so o necessario para a producao de maio. 0 contrato de locacao do galpao onde opera a indiistria encerrou-se no fim desse primeiro quadrimestre e foi renovado com um acrescimo de $ 3.60/litro. e no primeiro dia util de maio comprou 5. com base nos custos de reposicao.195 5. existentes em estoque no firn de abril.10/un. tarnbem com base nos custos hist6ricos.000 70 g BOL 2 $15 4. liquido dos tributos. Custos Supervisao Manipulacao Embalamento 6.500 litros de materia-prirna em estoque.575 ~· Depreciacao de equipamemos 120 - 4. com base nos custos historicos. estirna. pagara por eles $ 3. a $ 9.000 litros a $ 11. No final de abril registrou a existencia de 10.500/mes. Sabendo que cada frasco de desinfetante foi e continuara sendo vendido por $ 18.

500 (m) gia eletrica (kwh) Embalamento Tabela 5 Tempo por Ordem de Produciio (1 OP = 1. e b) ao custo de reposicao.500 5.15. o custo do Departamento de Manipulacao e rateado aos produtos proporcionalmente ao tempo de mao de obra direta. os administradores estimam que. L ~~ ~ Manipulacao 600 400 4. o onus de encargos sociais sobre a MOD e de 100%. • o custo do Departamento de Embalamento e rateado aos produtos proporcionalmente ao tempo de rnaquina. • • • Pede-se calcular o valor do lucro bruto (Custeio por Absorcao) de cada produto: a) ao custo historico. dicamentos CEL 1 BOL2 I Tempo de MOD I Tempo de maquina 96 hmod 120hm 48 hmod 60 hm Outros dados: • • • sobre a receita bruta incidem 20% de tributos. todos os outros custos devem permanecer estaveis pelos proximos meses.00 por euro ea projetada para 0 mes seguinte e de$ 3. com.Tabela 3 Outros custos de producao. A resposta destes exercicios encontra-se disponivel no site: <www. com excecao da materia-prirna.500 por mes Energia eletrica Tabela 4 Bases para rateio de custos aos departamentos.50 Aluguel do galpao industrial por hor~ $ 20. e a atual taxa de carnbio e de$ 3.br >. de produto). o custo atual da rnateria-prima e de 30 € por kg e estima-se que devera subir para 33 € no infcio do mes seguinte.000 por mes $ 6.EditoraAtlas.000 un. Mao de Obra Direta (MOD): salario dos operarios $ 4. .

Percentual do aumento do Lucro: 50%. c) d) e) f) Percentual do aumento do Ponto de Equilibria Contabil: 17. EXERCICIO N° 22. c) 0 Ponto de Equilibria Econ6mico (PEE) em unidades (q) e em valor($). considerando-se um lucro-meta de 30% da Receita Bruta (RB). partes e componentes $ 7 por unidade • Salaries e encargos da producao $ 40. g) Percentual de aumento do volume atual: 8%. .1 A resposta deste e dos proximos exercicios encontra-se disponivel no site: <www . br >. A Empresa Paulista de Trompetes produz um unico produto que e vendido. Sua estrutura de custos e despesas ea seguinte: • Materia-prima $ 20 por unidade • Material de embalagem $ 10 por unidade • Pecas. em media.000 por perfodo $ 1. Percentual de reducao do Lucro: 50%.000 por pertodo • • • Salaries e encargos da adrninistracao Depreciacao dos equipamentos de fabrica Seguro dos bens da administracao $ 15.com.65%. b) 0 Ponto de Equilibria Contabil (PEC) em valor monetario (S). por $ 200 cada unidade. b) Percentual do aumento do Ponto de Equilibria Contabil: 20%.22 Relacao Custo/Volume/Lucro Consideracoes Iniciais RESPOSTAS DO EXERCICIO PROPOSTO a) Margem de Seguranca: 20%. nesse preco estao inclufdos impastos de 15%.EditoraAtlas.500 por periodo Pede-se calcular: a) 0 Ponto de Equilibria Contabil (PEC) em unidades fisicas (q).000 por penodo $ 10. Grau de Alavancagem Operacional: 5 vezes.

A empresa possui uma divida de $ 600.000 Despesas fixas anuais Pede-se calcular: a) O Ponto de Equilfbrio Contabil (PEC) em mimero de diarias (q). Pede-se calcular: a) 0 Ponto de Equilibria Contabil (PEC) em unidades fisicas (q) e em valor monetario ($) relativo a receita hquida. em media. g) Idem.2 0 Hotel Porta <las Maravilhas possui 100 apartamentos. material de embalagem. considerando-se um lucro-meta de 20% da Receita Liquida (RL). antes do Impasto de Renda (LAIR). contraida junto a um banco comercial. tambern por periodo. por $ 555 cada unidade. Sua estrutura de custos. b) 0 Ponto de Equilibria Contabil (PEC) em valor($). de curto prazo. e) A capacidade te6rica do hotel.000 Custos fixos anuais $ 60.3 A empresa Toshimp. e as despesas fixas de administracao e vendas. quando a taxa de ocupacao e de 80%. de um unico tamanho. para financiar seu capital circulante. despesas e receita e a seguinte: • • • • • Preco da diaria por apartamento. liquido de tributos $ 150 Despesas variaveis por apto. quando a empresa atinge o PEC. $ 400. Esse produto e vendido.600. partes e componentes e de $ 299. pecas. 200/o desse valor correspondem a depreciacao de maquinas e equipamentos da fabrica. 123 . 0 custo de materia-prima. OS CUStOS fixos atingem $ 1. tern patrimonio liquido (PL) (valor da empresa para os acionistas) de $ 12.000.50 por unidade. em unidades ffsicas (q). e nesse preco estao incluidos impastos de 10%.000 por perfodo. que e de 20%. quando atinge o PEE. ja descontado o Impasto de Renda sobre o lucro. considerando que o lucro minimo desejado pelos acionistas e de 10% do PL. 10% (preco de locacao) Custo variavel por apartamento por dia $ 90 $ 480. EXERCICIO N° 22. c) 0 Ponto de Equilibria Economico (PEE) em numero de diarias (q) e em valor ($). h) 0 lucro operacional do hotel. todos da categoria Standard Simples. em termos de numero maximo de diarias por ano. d) 0 percentual de margem de seguranca. a veneer no perfodo objeto de analise. b) 0 Ponto de Equilibria Financeiro (PEF) em unidades ffsicas (q) e em valor monetario ($) relativo a receita liquida. c) 0 Ponto de Equilfbrio Econornico (PEE). f) 0 percentual de taxa de ocupacao.000 e produz um unico modelo.EXERCICIO N° 22.000.000. considerando-se a taxa de ocupacao de 80%. produtora de televisores.

liquido de tributos 25% (dos honorarios • Despesas variaveis liquidos cobrados) • • $100 $ 300. EXERCICIO N° 22.100 .800 $ 9.200 por unidade. considerandose que 40% dos custos fixos sao sunk costs. quando a empresa atingir o Ponto de Equilfbrio Econ6mico. b) 0 valor do lucro contabil mensal.000 Despesas com publicidade e propaganda $ 68. considerando-se um lucro desejado de 5% sobre a receita total.000 $ 6. caso a empresa reduza seu preco de consultoria em 20%. quando a empresa presta 5. em percentual. 0 acordo de parcelamento estipula que o valor de cada pagamento mensal deve corresponder a 3% da receita bruta. EXERCICIO N° 22.000 Despesas com assessoria de imprensa $ 10..000 e ela possui um passivo tributario cujo parcelamento acaba de ser negociado com a Secretaria da Receita. .000 horas de consultoria em determinado mes. d) 0 Ponto de Equilfbrio Contabil.000.000 Custo variavel por hora de consultoria Custos fixos mensais $ 50. Tabela 1 Estrutura basica de custos e despesas fixos mensais da empresa.000 • Despesas fixas mensais Pede-se calcular: a) A Margem de Seguranca. c) 0 Ponto de Equilibria Financeiro. o custo dos componentes utilizados para a producao das filmadoras e de $ 650/un. custos e despesas: $ 250 • Preco por hora de consultoria.5 Uma industria do setor eletroeletr6nico produz um unico artigo. em quantidade de horas (h). cujo preco de venda bruto e de $ 1.----- Aluguel do galpao industrial Supervisao geral da producao Energia eletrica na producao (demanda) -- Despesas administrativas gerais da empresa 124 $10. em quantidade de horas (h).500 $ 12.4 A Empresa Comp-ID presta services de consultoria e possui a seguinte estrutura de preco.500 -- Depreciacao das maquinas de producao $ 25. 0 valor do Patrim6nio Liquide (PL) da empresa e de $ 2.

br>.Outros dados: • • sobre a receita bruta incidem 25% de tributos. de modo a cumprir com o parcelamento de tributos e ainda remunerar os acionistas em 6% ao ano. Com base nos dados apresentados. 125 . pede-se calcular o Ponto de Equilibrio mensal da empresa (PE) em unidades fisicas (q). A resposta destes exercicios encontra-se disponivel no site: <www. com. e a empresa remunera seus vendedores a base de 2% sobre a receita liquida.EditoraAtlas.

respectivamente. . cujos precos de venda .000 garrafas. EXERCICIO N° 23.br>. Taxa de Retorno sobre Investimento da Cachoeira: 64. a$ 20/h Considerando quantidades iguais para os dois produtos.5 h/un. b) 0 Ponto de Equilfbrio Contabil (PEC) da empresa em valor monetario ($).60%. e sobre esses precos ela paga comiss6es de 5% aos vendedores. c) Variacao do Ponto de Equilibria Contabil(%J da Cascata: (25%) Variacao do Ponto de Equilibrio ContabilC%l da Cachoeira: (27. Ponto de Equihbrio ContabilC$J para a Cachoeira: $ 40.000 por perfodo. a $ 8/kg Aspiradores 1 kg/un.5 h/un.8%). sao de $ 5. pede-se calcular: a) 0 Ponto de Equilibria Contabil (PEC) da empresa em unidades fisicas (q). a $ 8/kg e obra direta 2. Ponto de Equilibrio ContabilC$l para a Cascata: $ 40. comuns aos dois produtos. enceradeiras e aspiradores de po. Os custos variaveis sao os seguintes: b ~ ia-prima Enceradeiras 2 kg/un.000.sao $ 120 e $ 80.000. d) Taxa de Retorno sobre Investimento da Cascata: 55. 10%.EditoraAtlas.23 ' 'I ' Consideracoes Adicionais sobre Custo/Volume/Lucro ~-----·----------RESPOSTAS DO EXERCICIO PROPOSTO a) Ponto de Equilibria Contabillql para a Cascata: 40.1 A resposta deste e dos proximos exerdcios encontra-se <www.lfquidos dos tributos .com. b) Ponto de Equilibria Contabillql para a Cachoeira: 40. disporuvel no site: A empresa Limpa Tudo produz apenas dois produtos. a $ 20/h 1. Os custos e despesas fixos.000 garrafas.

em unidades e em valor. Considerando a cornposicao normal de venda (mix). b) A quantidade de apartamentos da categoria standard simples que precisaria ocupar. sao.3 0 Hotel Sharon tern apartamentos em duas categorias: standard simples e standard duplo. em mediaS 70 e $ 85. Os precos das diarias sao. no minimo. 0 volume de produc.000 unidades do B. pede-se calcular: a) 0 Ponto de Equihbrio Contabil (PEC) em unidades ffsicas (q).4 A Cia. em termos de mao de obra direta e de equipamentos.000 378. para cada um (nao ha despesas variaveis).S 150 e $ 200.ao e de cerca de 4.000 por periodo e as despesas fixas $ 89. respectivamente. No primeiro ano.375 por periodo. Em 31-12-Xl. e a adrninistracao projeta essa mesma tendencia para o futuro proximo. EXERCICION° 23. ja os fixos totalizam $ 500. c) 0 Ponto de Equilibria Contabil (PEC).EXERCICIO N° 23. Historicamente. Porto Eucaliptos iniciou suas atividades em 2-1-Xl. seu primeiro balancete de verificacao era constituido pelas seguintes contas (em $ mil): 127 .000 11. EXERCICIO N° 23. Sua estrutura de custos e despesas ea seguinte (em$): ustos e despesas variaveis (CDV) por dia ustos e despesas fixos (CDF) identificados ustos e despesas fixos (CDF) comuns Standard Simples 80 Standard Duplo 110 182. por periodo. Os custos variaveis somam $ 30 por unidade. a fim de amortizar todos os custos e despesas fixos (CDF). b) 0 Ponto de Equilibria Contabil (PEC) em valor monetario ($).000 unidades do Produto A e 12. liquidos de tribu tos. a empresa operou com 80% de sua capacidade pratica. separadamente. e os proprietarios esperam um retorno de 6% por periodo. considerando apenas os custos e despesas fixos (CDP) identificados.000 Pede-se calcular: a) 0 Ponto de Equilibria Contabil (PEC) de cada categoria. respectivamente. em media. Considere que os CDF identificados sao eliminaveis. para cada apartamento da categoria standard duplo que o hotel deixe de locar. em unidades e em valor. na hipotese de os administradores do hotel decidirem padronizar os apartamentos e trabalhar com apenas uma ou outra categoria.2 A Empresa Matrix produz dois produtos cujos precos de venda.

Outros dados relativos ao ano de Xl: Produtos Preco medio de venda/un.000 2.000 7. 24.440 790 300 340 5.000 0. 16.000 1. 14. Materia-prima 5.060 3. Tempo de x $ 270 50. 19.000 100 3.000 2. 10.75 hm Pede-se calcular: a) b) c) d) 128 0 Ponto de Equilfbrio Contabil (PEC) em unidades (q) e em valor($). 0 Ponto de Equilfbrio Financeiro (PEF) em unidades (q) e em valor ($). Depreciacao acumulada de vefculos Emprestirnos de curto prazo (incluijuros de periodo apropriados e nao pagos) Capital Social Consumo de materia-prima Mao de obra direta (inclui encargos sociais) no penodo (custo fixo) Supervisao geral da fabrica Aluguel da fabrica Consumo de lubrificantes nos equipamentos de producao (custo fixo) Manutencao preventiva de maquinas comuns de producao (custo fixo) Supervisao do almoxarifado de materia-prima Energia eletrica consumida na producao Depreciacao de equipamentos de producao Segura dos equipamentos de fabrica Despesas comerciais no perfodo (fixas) Despesas administrativas gerais da empresa (fixas) Encargos financeiros apropriados e nao pagos no perfodo Vendas de produtos acabados (PAC) 6. 0 Grau de Alavancagem Operacional (GAO).60 hm y $ 350 30. 13.000 6.000 3. tomando por base o volume atual de producao. 0 Ponto de Equilfbrio Economico (PEE) em unidades (q) e em valor ($). Clientes 4. 0 contrato com a concessionaria de energia estabelece o faturamento exclusivamente de acordo com o consumo efetivo. 18. 12. Volume de producao (em unidades) maquina/un.100 A materia-prima ea mesma para todos os produtos e o consumo se faz namesma proporcao: 1 kg de MP para cada unidade de PAC.000 300 1.880 600 350 500 1.040 200 25.460 ~xa 2. Depreciacao acumulada de equipamentos Looo 7. Equipamentos de producao 6. 20. 23. 21. 9. 11. Vefculos 8.520 15.50 hm z $ 500 20. 17. 15. . Bancos 3.060 5. 22. A energia eletrica necessaria e a mesma para fabricar qualquer um dos tres produtos (em termos de kWh) e e diretamente proporcional ao tempo de utilizacao das maquinas.

de Receita Bruta e Liquida. a cornissao dos vendedores e de 10% da receita liquida. Sem alocar custos e despesas fixas aos produtos.000 por mes. Os principais dados operacionais da empresa. considerando apenas os custos identificados.000 por mes. bem como a sua estrutura basica de custos. indicando-o em quantidade (q) e em valor ($). que e de $ 3/h. Segundo seus registros historicos. A. em quantidade (q) e em valor($).2 kg/un.24/un. Uma crise politica afetou a economia. totais de cada produto. 3. o salario/hora dos funcionarios. ~ Preco de Venda Bruto Embalagem Outros dados: • • • • • • • • • tributos incidentes sobre a receita bruta: 25%. $2. a empresa importa os componentes de fabricacao de seus dois produtos da Alemanha ao custo de€ 7/kg (com tributos embutidos).30/un. sao demonstrados na tabela a seguir: 1V DVD $ 500/un. tributos recuperaveis incidentes sobre o preco dos componentes: 20%. Componentes 4kg/un. e um Custo Fixo comum aos dois produtos e e reajustado de acordo com o IPCA. B. de Receita Bruta e Liquida. e o percentual de encargos sociais e de 100%.5 h/un. o valor dos investimentos operacionais da empresa e de $ 300.5 Uma empresa que atua na area de eletroeletronicos fabrica dois produtos: 1Vs e DVDs. no valor de$ 40.000 e a taxa de rentabilidade objetivada e de 6%. o aluguel da fabrica. provocando os seguintes efeitos: • a cotacao do euro passou a$ 3. o Ponto de Equilfbrio Contabil (PEC) de cada produto. cerca de 60% do volume fisico de producao e vendas referem-se as 1Vs. e a taxa cambial e de $ 3 por euro.000 $ 38.000 Mao de obra 3 h/un. mas ponderando as margens de contribuicao pela proporcao do volume fisico de producao e vendas. considerando a manutencao do mix de producao e vendas. e reajustado pelo IPCA. sobre a embalagem nao ha. 129 .30. pedese calcular: 1. 2. Depreciacao (por mes) $ 30. $400/un. e 2. OS gastos gerais e adrninistrativos da empresa sao de$ 57. $1. o Ponto de Equilfbrio Economico (PEE) da empresa como um todo.EXERCICIO N° 23.

br >. Considerando agora que 70% do volume ffsico de producao e vendas referem-se a DVDs. em quantidade (q) e em valor ($). o nova Ponto de Equilfbrio Economico (PEE) da empresa como um todo. com. 0 valor dos gastos gerais e administrativos subiu para$ 58. A resposta destes exercfcios encontra-se disponivel no site: <www. e o IPCA aumentou 10%. 78 e $ 4. i I 130 .300 e as embalagens de 1V e DVD tiveram seus precos reajustados para $ 3.36. o nova Ponto de Equilibria Contabil (PEC) de cada produto. considerando apenas os custos identificados. de Receita Bruta e Liquida.• • o IGP-M aumentou 15%. totais de cada produto (utilize o IGP-M para corrigir o valor dos investimentos operacionais). respectivamente. em quantidade (q) e em valor ($). e 4. pede-se calcular: 3.EditoraAtlas. de Receita Bruta e Liquida.

Batedeiras => CIP/un. = $ 32. dl) Lucro Bruto com CIP a base no custo de MOD: Fritadeiras => Lucro Bruto = 0. A segunda versao do ABC possibilita a analise de custos sob as visoes: a) Vertical e horizontal.EditoraAtlas.372/un. Batedeiras => CIP/un. CIP/un. br >. = $ 25/un. = $ 27.895/un. Batedeiras => Lucro Bruto = $ 382.883/un. Assinalar a alternativa correta: 1. Batedeiras r= CIP/un.218. b) Financeiras e fiscais. Batedeiras :::::. = $ 32.032. com. c) Econ6mica e social. . b) Custos Indiretos de Producao unitarios rateados a base de MOD: a base de MAT: Fritadeiras => CIP/un. c) Custos Indiretos de Producao unitarios rateados pelo ABC: Fritadeiras => CIP/un.Custeio Baseado em Atividades (ABC) . Lucro Bruto = $ 337..00.260. EXERCICIO N9 24. = $ 26.316/un.Lucro Bruto = $ 480. = $ 50/un.1 A resposta deste e dos pr6ximos exercicios encontra-se disponivel no site: <www . Batedeiras:::::.. 736.Abordagem Gerencial e Gestao Estrategica de Custos RESPOSTAS DO EXERCICIO PROPOSTO a) Custos Indiretos de Producao unitarios rateados Fritadeiras :::::.. d3) Lucro Bruto com CIP pelo ABC: Fritadeiras => Lucro Bruto = $ 53. d2) Lucro Bruto com CIP a base no custo de MAT: Fritadeiras => Lucro Bruto = $ 94.

d) Producao e ambiente.
e) Direta, fixa e variavel,
2.

0 ABC de primeira geracao procura custear:
a) Estruturas.
b) Processos.
c) Ferramentas.
d) Produtos.
e) Funcionalidade.

3. No ABC de segunda geracao, o objetivo principal e:
a) Gestao de custos.
b) Custeio de produtos.
c) Rateio de custos fixos.
d) Avaliacao de rateios.
e) Valoracao de estoques.
4. 0 ABC que apropria custos aos produtos no sentido vertical, mediante atividades realizadas em cada departamento, e uma visao:
a) Econ6mica de custeio.
b) Meramente tributaria,
c) Tradicionalista apenas.
d) De custeio de produto.
e) Meramente financeira.
5.

No ABC, a visao horizontal, no sentido de captar os custos dos processos por
meio das atividades realizadas nos varies departamentos funcionais, busca:
a) Avaliacao fisica dos estoques.
b) Aperfeicoarnento de processos.
c) Elaboracao de relatorios fiscais.
d) Alocacao de custos com rateios.
e) Levantamento fisico de material.

EXERCICIO N<> 24.2
0 Hotel Garden Plaza possui apartamentos das categorias standard simples e duplo, e de categoria luxo simples e duplo. Considerando as taxas medias de ocupacao,
o volume estimado de diarias e de cerca de 3.650 standard simples, 14.600 standard
duplo, 4.380 luxo simples e 6.570 luxo duplo, por ano.
Os custos diretos e os precos sao os seguintes:
Standard

:l

os diretos (em $/apto.)
o da diaria (em $/apto.)
e diarias por ano

'

132

15
75
3.650

Luxo

Duplo

30
100

20
150

35
200

14.600

4.380

6.570

Por meio de entrevistas, analise de dados na contabilidade etc., verificou-se que
os principais custos indiretos referiam-se as seguintes atividades relevantes (em$):

s

Atividades

Inspecionar apartamentos

$
148.000

~Recepcionar hospedes

153.000

Requisitar materiais
Lavar roupa (enxoval)

135.000

~.

Total

169.000
605.000

Os custos e despesas fixos estruturais totalizam $ 1.852.500 por ano, e nao devem ser rateados.
A adrninistracao fez um levantamento dos direcionadores de custos dessas atividades. Sao eles:
~

Standard

Luxo
Simples
Duplo

Simples

Duplo

Tempo gasto com inspecao

300 h

1.500 h

500 h

N° de hospedes
NQ de requisicoes

3.600

29.000

4.300

700

4.230

Quilogramas de lavagem

5.000

37.000

670
4.000

-~

1.100 h
13.100
1.500
-~

13.000

Pede-se calcular:
a)
b)
c)
d)

0 custo de cada categoria, rateando os indiretos com base nos diretos.
A margem de lucro, em porcentagem, por categoria de apartamento.
0 custo de cada categoria, pelo Custeio Baseado em Atividades (ABC).
A margem de lucro, em porcentagem, por categoria, pelo ABC.

e) 0 lucro operacional do hotel, antes do Impasto de Renda (IAIR), por ano.

EXERCICIO N° 24.3
Assinalar a alternativa correta:
1. 0 ABC deve ser implantado mediante analise de:
a) Processos.
b) Orcamento.
c) Fornecedor.
d) Lucratividade.

e) Manutencao.
2. 0 ABC prop6e que os custos sejam reportados por:
a)
b)
c)
d)
e)

Producao.
Orcamento.
Mercado.
Atividades.
Fornecedor.
133

3. A analise de valor proporcionada
pela optica dos:

; '!

pelo ABC e pelo ABM deve ser realizada

a) Clientes.
b) Precos.
c) Custos.
d) Canais.
e) Lueras.

II

f': '

~I
i'i

4. Com relacao a gestao de atividades e processos para obter vantagens competitivas, a Gestao Baseada em Atividades (ABM) e focada em:
a) Planejamento, execucao e rnensuracao.
b) Economias de escala, custos e precos.
c) Lucratividade, planejamento e despesas.
d) Orcamento, execucao e cadeia de valor.
e) Estudo, analise e gestao do overhead.
5.

E exemplo
a)
b)
c)
d)
e)

de gestao de custos:

Levantamento dos balances.
Uso do custeio por absorcao.
Utilizacao do custo historico,
Contagem fisica de estoques.
Eliminacao de desperdicios.

EXERCICIO N° 24.4
Assinalar Falso (F) ou Verdadeiro (V):
( ) 0 sucesso de um projeto de irnplantacao de ABC deve definir, clara e antecipadamente, o escopo.
( ) 0 ABC/ ABM permite uma analise que se restringe ao custeio dos produtos
e analise de sua lucratividade.
( ) No ABC, os processos sao vistos como conjuntos de atividades que, necessariamente, sao desempenhadas sempre dentro de um mesmo departamento.
( ) Os conceitos e a metodologia do ABC aplicam-se a qualquer empresa, de
qualquer porte e setor, pois atividades ocorrem tanto em processos de manufatura quanta de prestacao de services.
( ) A principal deficiencia do ABC e a nao mensuracao dos custos da nao qualidade, provocados por falhas internas e externas.

EXERCICIO N° 24.5
Uma empresa presta tres diferentes tipos de services para duas categorias de
clientes: pessoas fisicas e pessoas juridicas. Os principais dados operacionais sao demonstrados nas tabelas a seguir:

134

000 S3 $ 28.4633 I Tabela 3 Processo de logistica interna.250 Tempo.42 4.000 N° de recebimentos 250 Estocar materiais 2.750 N° de lotes estocados 100 Requisitar materiais 2.50 300 ~--- Tabela 2 Custos diretos.) Sl $ 5. par unidade de service (em $).000 N° de fornecedores 100 Atividades Quantidade ~ - - Tabela 4 Direcionadores de custos das atividades do processo de logistica.7280 S3 2. Direcionadores de custos I Services Sl I S2 S3 de recebimentos 125 90 35 N° de lotes estocados 20 30 50 N° de requisicoes 20 30 50 125 90 35 25 30 45 ~0 N° de pedidos ND de fornecedores I ~- 135 .81 2.250 N° de pedidos 250 Desenvolver fornecedores 1. em partes iguais Receber materiais 5.70 7.750 ND de requisicoes 100 Comprar materiais 2. r Servieos Material Maodeohra Sl 0.250 Tempo. em partes iguais Supervisionar as operacoes 2.1824 S2 1.000 S2 $ 11. I Services t I Preco de venda hruto Volume (em unidades) (por un.40 3. -- Custos (em$) Direcionadores de custos Planejar as operacoes 2.Tabela 1 Precos e volumes tiormais de services prestados.21 2.

Tabela 5 Processo de controle de qualidade dos services.
Custos
(em$)

Direcionadores
custos

Testar materiais

3.750

Quantidade de testes

lnspecionar a execucao dos
services

4.000

Quantidade de
verificacoes

Atividades

de

Quantidade

250

--

1.122

Tabela 6 Direcionadores de custos das atividades do processo de controle de qualidade dos

services.

Services

Direcionadores de custos
Sl

S2

S3

Quantidade de testes

125

90

35

Total de inspecoes

630

420

72

Tabela 7 Processo de admitiistraciio.
Atividades

I

Custos
(em$)

Direcionadores de
custos

Quantidade

150

Quantidade de
recebimentos de materiais

250

150

Quantidade de
pagamentos

250

Efetuar registros fiscais
Pagar fornecedores

100

Outras

Tabela 8 Direcionadores de custos das atividades do processo de administraciio.
Services

Direcionadores de custos
Sl

S2

S3

Quantidade de recebimentos

125

90

35

Quantidade de pagamentos

125

90

35

Tabela 9 Processo de comerciaiizaciio.
Atividades

136

Custos
(em$)

Direcionadores de
custos

Quantidade

Emitir pedidos

100

NQ de pedidos

2.000

Emitir boletos bancarios

500

Volume (quantidade)

10.300

Outras

200

Tabela 10 Direcionadores de custos das atividades do processo de comercializaciio.
Direcionadores de custos

Categorias de clientes
Pessoas fisicas

Pessoas juridicas

N" de pedidos

1.800

200

Volume

6.180

4.120

Outros dados:

sobre a Receita Bruta incidem 12% de tributos;

o valor total da folha de pagamento de Mao de obra Direta (MOD) e um custo variavel cujo valor medio, incluindo os encargos sociais, e de $ 10/hora;
o valor dos Custos lndiretos de Producao (CIP), que e o overhead especifico
da area de producao, e de $ 26.000 por penodo e esta discriminado nas Tabelas 3 e 5;


o valor das Despesas Gerais de Vendas e Administracao, que e o overhead administrativo, e de$ 1.200 e encontra-se demonstrado nas Tabelas 7 e 9; e
40% do volume total de cada service sao prestados para pessoas fisicas.

Pede-se calcular os valores:
a) da Margem de Contribuicao Total (MCT) de cada tipo de service;
b) da Margem de Contribuicao Total (MCT) por categoria de clientes;
c) da Margem Bruta de cada tipo de service, rateando os Custos Indiretos de
Producao (CIP) com base no volume fisico de producao (abordagem do Volu

me Based Costing VBC);
d) da Margem Bruta de cada tipo de service, rateando os Custos Indiretos de
Producao (CIP) com base no valor da receita bruta;
e) da Margem Bruta de cada tipo de service, segundo a abordagem do Custeio
Baseado em Atividades (ABC);
f) da Margem Operacional de cada tipo de service, segundo a abordagem do
Custeio Baseado em Atividades (ABC);
g) da Margem de Luera por categoria de clientes, considerando os custos indiretos de producao obtidos em (C) e alocando as despesas comerciais e administrativas com base na receita bruta; e
h) da Margem de Luera por categoria de clientes, utilizando o Custeio Baseado
em Atividades (ABC).
A resposta destes exercicios encontra-se disponivel no site: <www.EditoraAtlas.
com.br>.

137

.-iliiiiil------------------~-~

25
Controle, Custos Controlaveis e
Custos Estimados

RESPOSTA DO EXERCICIO PROPOSTO
Variai;ao (em $)

Mareria-Prima

(em %)

Varraeao

F/D
F/D

Total
Total

F/D
F/D

Por unid.
Por unid.

64.000

F

0

20

F

0

4.000

F

0,200

D

2,22

F

22,2

Energia Elerrica

24.800

F

0,030

F

24,80

F

6

Mao de Obra Direta

99.920

F

0,062

F

22,20

F

2,76

Mao de Obra Indireta

20.080

F

0,012

D

18,26

F

2,18

-

0,094

D

-

25,07

Material de Consumo Direto

Depreciacao de Equiparnentos

0

-

0

Corisertos e Manutencao

5.080

D

0,113

D

7,82

D

34,77

Material lndireto

5.000

D

0,200

D

3,70

D

29,63

-

0,0825

0

-

25

F

0,6095

!2
D

-

F

-

o

Queros Custos I ndiretos
TOTAL

202.720

EXERCICIO N9 25.1
A resposta deste e dos proximos exerdcios
encontra-se disponivel no site:
<www.EditoraAtlas.com.br>.
Assinalar a alternativa correta:
1. Observar as sentencas a seguir:

Estas atividades fazem parte do processo de: a ) P r e v i s a o . II .C o n h e c e r a r e a l i d a d e . b ) D . e corrigi-las. III .Comparar o que foi com que deveria ser.Tomar conhecimento da origem <las divergencias.

e ) C o n t .e c i s a o . c ) S i s t e m a . d ) O b j e t i v o .

.r o l e .

d) Relatorio plurianual de custos. 3. utiliza um sistema de controle de custos bastante simples. e) Incontrolaveis. cresceram. d) Por departamento. 5. e) Incontrolaveis. c) Controlaveis. e) Deflacionado total. Sua producao em abril foi consideravelmente superior a de marco. Seu rela- 139 . produtora de cafe sohivel. c) Da producao total. Os custos sob a responsabilidade de nivel hierarquico superior sao denominados: a) Determinados. com um acrescimo de 36% no volume. b) Dinarnicos. e) Centro de custeamento geral. e importante a identificacao do custo: a) Historico corrigido. Os custos totais de um de seus departamentos. b) Controle das despesas totais. b) Indireto e unitario. c) Controlaveis.2. c) Sistema de custos incorridos. torio de custos e 0 seguinte (em$): Purificacao. 4.2 A empresa Black. d) Historicos. Os custos sob a responsabilidade de determinado profissional que possua autonomia de decisao sabre eles sao denominados: a) Determinados. b) Dinamicos. d) Historicos. EXERCICIO N° 25. Para fins de controle. A separacao dos custos estimados e incorridos pelos diferentes niveis hierarquicos e areas de responsabilidade de uma organizacao e denominada: a) Custeio por responsabilidade. devido a uma inesperada demanda de exportacao.

o (em$) variacao (em$) Variac.650 1.700 2.630 870 I Mao de obra indireta 312 Material 140 340 140 98 120 Administracao da producao 264 264 Manutencao 418 106 Almoxarifado 86 110 Controle de qualidade 90 115 Manutencao Energia eletrica ~- 234 35 Custos indiretos recebidos por rateio Total 15. pede-se calcular para os meses de marco e de abril: a) 0 valor dos custos controlaveis pelo Departamento de Purificacao.ao (em%) Custos Diretos Recebidos da torrefacao 9. para apropriacao de custos. se os respectivos valores nao forem traduzidos a mesma base.974 Sabendo que nao houve inflacao nos periodos considerados. ( ) 0 custeio por areas de responsabilidade nao necessita de comparacoes entre custos reais e previstos. b) 0 valor dos custos nao controlaveis.3 Assinalar Falso (F) ou Verdadeiro (V): ( ) 0 custeio por responsabilidade ea separacao dos custos estimados e incorridos pelos diferentes niveis hierarquicos e areas de responsabilidade.000 Mao de obra direta 1. ( ) A atribuicao.Abril Marc. dos custos a responsabilidade de alguern resolve de vez o problema de controle de custos. a comparacao do custo estimado com o real fica prejudicada ou impossivel.200 Custos indiretos identificados com o departamento Depreciacao 814 12. EXERCICIO N!! 25. c) A variacao. 140 . ( ) 0 custeio por responsabilidade sempre traz um sistema de producao adicional a empresa. ( ) Com inflacao alta.522 18. para todos os elementos de custos. por si so.760 Material direto 2. em $ e em%.

Moderna administracao. e) Um so produto fabricado. d) Grupos de maquinas. 3. b) Do ABC. EXERCICION° 25. b) c) d) e) departamentalizada e uma e uma caracte- caracteristica da: Organizacao funcional. c) Diversidade de producao. 4. Gestao da qualidade total. foram estabelecidas as seguintes estimativas de custos para aquele produto: 141 . 20. 5. Analisando-se a estrutura de producao da empresa. d) Do JIT. d) Concorrentes. Reengenharia de processos. 0 ABC e a UEP sao instrumentos gerenciais: a) Identicos. e) Complementares.4 Assinalar a alternativa correta: 1. em determinado periodo. Uma caracteristica das celulas de manufatura e: a) Estrutura departamentalizada. A estrutura organizacional a) Celula de manufatura. c) Do ABM.000 caixas de bombons de chocolate branco.5 Uma empresa fabricante de chocolates planejou produzir. b) Producao homogenea. d) Muitos itens em estoque. b) Organizacao verticalizada. 2. c) Organizacao funcional.EXERCICION° 25. e) Do TQM. c) Antag6nicos. A segregacao do ambiente de producao em postos operativos ristica: a) Da UEP. e) Gestao centralizada. b) Conflitantes. 0 metodo das UEPs e mais indicado para ambientes de producao em que haja: a) Poucos produtos.

Tabela 1 Custos diretos, variaveis por unidade.
Custos diretos

$/un.

Materia-prima (cacau)

1,50

Mao de obra direta

1,25

Tabela 2 Custos indiretos de produciio, ao vaiorpadrtio, para o volume de 20.000

caixas.

Custos indiretos
Supervisao da producao

Em$
11.000

Depreciacao de equipamentos

7.500

Energia eletrica

8.000

Manutencao dos equipamentos

4.000

Seguro dos equipamentos

1.350

Aluguel da fabrica

6.600

Durante o periodo de producao, houve uma queda inesperada na colheita de cacau, reduzindo sua oferta no mercado e elevando o custo em 8% acima do orcado; sendo
assim, a empresa so pode produzir 16.000 caixas. Alern disso, o custo real da rnao de
obra direta ficou 4% acima do previsto.
Tabela 3 Custos indiretos de produfiio realizados, para o volume de 16.000 caixas.
Custos

indiretos

Supervisao da producao

I

Em$
11.000

Depreciacao de equipamentos

7.500

Energia eletrica

6.000

Manutencao dos equipamentos

2.600

Seguro dos equipamentos

1.350

Aluguel da fabrica

6.600

Pede-se calcular a variacao dos custos, item a item, em valor monetario ($) e em
porcentagem (%),no total e por caixa produzida. Indicar sea variacao e favoravel (F)
ou desfavoravel (D).
A resposta destes exerdcios encontra-se disponivel no site: <www.EditoraAtlas.
corn.br >.

142

Custo-padrao

SOLU(:AO DO EXERCICIO PROPOSTO
1.
2.
3.
4.
5.

Alternativa
Alternativa
Alternativa
Alternativa
Alternativa

correta:
correta:
correta:
correta:
correta:

E.
E.
A.

B.
B.

EXERCICIO N° 26.1
A resposta deste e dos proximos exercicios encontra-se disponivel no site:
<www.EditoraAtlas.com.br>.
Assinalar a alternativa correta:
1. A elaboracao de um custo-padrao corrente parte do pressuposto de que:
a) Algumas ineficiencias sao inevitaveis.
b) A empresa tera os melhores recursos a sua disposicao.
c) A media de custo do passado e um numero Valido.
d) 0 custo-padrao ideal e muito pratico,
e) Ele e o que realisticamente devera ocorrer.
2. O custo-padrao atende aos preceitos da Contabilidade:
a) Financeira.
b) Societaria.
c) Geral.
d) Gerencial.
e) Tributaria.
3. 0 custo-padrao e util para ser utilizado na fase de:
a) Planejamento.
b) Execucao.
c) Controle.
d) Programacao.
e) Todas as fases.

4. No
a)
b)
c)
d)
e)
5.

processo de custeio-padrao, cabe
Elaborar os padroes.
Apurar as variacoes.
Avaliar as variacoes,
Tomar medidas corretivas.
Avaliar os desempenhos.

a area

de Contabilidade de Custos:

Na forrnacao de precos de venda com base em custos, deve-se tomar por
re- ferenda o custo:
a) Historico.
b) Real.
c) Padrao.
d) Fixo.
e) Variavel.

EXERCICIO N° 26.2
Assinalar Falso (F) ou Verdadeiro (V):
( ) a) O custo-padrao corrente e util como base de referenda para elabora<;ao de orcamentos.
( ) b) 0 custo-padrao e constnndo com base no orcamento global da empresa.
( ) c) 0 uso do sistema de custo-padrao e um fator de simplificacao do sistema de inforrnacao <las empresas.
( ) d) Padroes de custos podem ser estabelecidos apenas em termos quantitativos, nao necessariamente monetarios.
( ) e) Padroes de custos podem ser estabelecidos apenas em termos monetarios, nao necessariamente quantitativos.

EXERCICIO N° 26.3
Assinalar Falso (F) ou Verdadeiro (V):
( ) a) 0 custo real (historico) e o custo certo.
( ) b) Do ponto de vista gerencial, a diferenca entre o custo-padrao e o real
deve ser repassada aos produtos, sob forma de ajuste.
( ) c) Do ponto de vista legal (tributario e societario), a diferenca entre o custopadrao e o real deve ser repassada aos produtos, sob forma de ajuste.
( ) d) 0 custo-padrao deve ser revisado periodicamente.
( ) e) 0 custo-padrao deve ser revisado permanentemente.

EXERCICIO N° 26.4
Assinalar Falso (F) ou Verdadeiro (V):
( ) a) Se o custo-padrao nao for atingido, o produto nao deve ser produzido.
( ) b) 0 custo-padrao atende aos Princfpios Fundamentais de Contabilidade.
144

e) Planejamento. ( ) d) 0 custo-padrao nao deve ser utilizado para avaliar desempenhos. d) A implantacao do custo-padrao nao deve envolver pessoas de outras areas alern da controladoria. tatica e operacional. ( ) e) 0 custo-padrao deve ser aplicado a todas as areas da ernpresa.0 custo-padrao ideal so capta fatores de producao que a firrna possui. o custo-padrao seguintes etapas: a) Controle. e iitil nas 145 . b) Execucao. Com relacao ao uso do custo-padrao. Observe as sentencas abaixo: I . 2. No que se refere ao processo de gestao de custos. nao pode ser parcial. II e III. Estao corretas as sentencas: a) b) c) d) e) II e IV. II . a apenas uma ou algumas. c) Planejarnento.0 USO do custo-padrao ideal nao e rnuito restrito.( ) c) 0 custo-padrao pode ser aplicado so ao material.O custo-padrao corrente considera algurnas ineficiencias da ernpresa. EXERCICION° 26. nao necessariamente a todos os elernentos de custo.0 custo-padrao corrente e urna meta para ser alcancada a curto prazo.. e correto afirmar que: a) Deve ser sempre comparado com o custo estimado. e) Deve ser estabelecido sempre para todo o conjunto de produtos. III e V. e de facil aplicacao. Assinale a alternativa correra: a) 0 custo-padrao e rnais eficaz em arnbientes em que nao exista custo-real. Ill . I e III. 3. IV . b) Deve substituir o custo historico como base de valor. c) 0 uso do custo-padrao e caracteristico de processos de gestao focados apenas em custos. d) Deve enfatizar rnais o planejarnento do que o controle de custos. c) Pode ser implantado para apenas urn ou alguns produtos. mao de obra direta etc. I e IV. e) A implantacao do custo-padrao so pode ser bern-sucedida onde nao haja utilizacao de metodos de custeio (variavel ou absorcao).5 1. b) Custo-padrao e o custo estabelecido pelas ernpresas coma meta para seus produtos. d) Estrategica. execucao e controle. 4.

corn. ( ) e) Um born sistema de custo-padrao pode substituir o custo hist6rico no ambito da Contabilidade Gerencial. ta} ( ) d) Na Contabilidade Societaria os estoques devem ser valorados pelo seu custo-padrao.br >. Assinalar Verdadeiro (V) ou Falso (F): ( ) a) 0 custo real e o que efetivamente foi executado.5. OU criteria de custeio. sempre que a empresa utilizar bem este sisterna. ( ) b) 0 custo estimado e estabelecido de forma mais rigorosa que o padrao. 146 . enquanto que o padrao e 0 que deveria ter sido. ( ) C) 0 custo-padrao nao e um terceiro metodo coma o de absorcao e o variavel. A resposta destes exercicios encontra-se disponfvel no site: <www.EditoraAtlas.

90 D 6 D Total 220 226.27 Analise das Variacoes de Materiais e Mao de Obra ------------------------- - RESPOSTAS DO EXERCICIO PROPOSTO de eusto Materia-prirna Varia. = Quantidade-Real.PR) c) (QP .10 F 3. a variacao de preco e: a) QP (PR.QR) .QR) e) PP (QR .25 F 0. entao.PR) b) QR (PP .05 F Mao de obra dire ta 120 123. QP = Quantidade-Padrao. QP = Quantidade-Padrao: = Quantidade-Real: entao.15 F EXERCICIO N9 2 7 .QR) (PP .1 A resposta deste e dos proximos exercfcios encontra-se disponivel <www.PP) b) QR (PP .QR) (PP .) $/un.o Total padrao ($/un.) Real ($/un.25 F 0.oes Quantidade Pre.60 6. 4 Mista F/D $/un. PR = Preco-Real.EditoraAtlas. no site: Assinalar a alternativa correta: 1.PR) d) PR (QP .PR) e QR d) PR (QP .. a variacao de quantidade e: a) QP (PP ..PR) c) (QP .70 2. F/D D 1.60 D 10 D 2 F 0. Seja: PP = Preco-Padrao.70 D s/un. Seja: PP = Preco-Padrao. F/D $/un.br>.QR) e) PP (QP .com. F/D 100 102.. PR= Preco-Real..90 3.QP) e QR 2.

c) Nao deveria haver quaisquer variacoes.QR) e) PP (QP .PR) b) QR (PP .2 A Pimpolho Industria e Comercio produz. b) Eficiencia.08/g 12 min x $ 0. PR= Preco-Real. d) De eficiencia no uso da mao de obra direta. d) Competencia. sempre.PP) d) PR (QP .3. Seja: PP = Preco-Padrao.QR) 4. as principais variaveis tenham sido muito bem planejadas: a) Espera-se variacao favoravel. as seguintes variacoes. e) Produtividade. c) Efetividade.o $ F/D $ F/D Mista $ F/D .PR) c) (QR . e QR = Quantidade-Real. d) Variacoes favoraveis podem ser negativas. QP = Quantidade-Padrao. considerando-se que. f) Mista no custo da mao de obra direta. entre outros produtos infantis. e) De preco (taxa) da mao de obra direta. entao. b) De preco na compra do material.QP) (PR . e) Nao ha padrao para uma boa comparacao. Elementos de custo Material Mao de obra dire ta Total 148 Custopadrao ($) Custo Real ($) Total $ F/D Variacoes Quantidade Prec. creme dental com sabor de frutas.06/g 36 g x $ 0. em $. EXERCICIO N!! 27. b) Variacao desfavoravel pode ser positiva. na formulacao do padrao. a variacao mista e: a) QP (PP . c) Mista no custo do material.12/min Pede-se calcular. com os seguintes custos para cada tubo: Material direto Mao de obra direta Padrao Real 35 g x $ 0. por unidade produzida.12/min 9 minx$ 0. Indicar sea variacao e Favoravel (F) ou Desfavoravel (D): a) De eficiencia no uso do material. Na comparacao do custo real com o padrao. e sinonimo de variacao de: 5. Variacao de quantidade a) Eficacia.

EXERCICIO ND 27. ocorreram os seguintes eventos: Custo de mao de obra direta incorrido $ 259. e) Mista no custo da materia-prima. prestadora de services na area de inforrnatica.4 A Empresa SuperComp.3 A Empresa Wissen.20/m 12 ha$ 35/h 9 ha$ 35/h 149 .00/m 120 rn a S 1. fabricante de um unico produto.00/h Em determinado mes. c) De eficiencia no uso da materia-prima. Preco da materia-prima $ 1. Elementos de custo Custopadrao ($) Custo Real ($) Total $ F/D Variac. as seguintes variacoes. por unidade produzida. em valores monetarios ($). d) De preco na compra da materia-prima.000 Volume da producao 80. Estoque inicial de materia-prima 0 Estoque final de materia-prirna: 10. Taxa da mao de obra direta $ 3.000 un. foi contratada para implantar uma rede de computadores para determinado cliente. Indicar se a variacao e Favoravel (F) ou Desfavoravel (D): a) De eficiencia no uso da mao de obra direta.000 kg) $110.000 Materia-prirna adquirida (100. tern os seguintes padroes de custos: Quantidade da materia-prima lkg/un.oes Quantidade Prec.00/kg Tempo da mao de obra direta lh/un. Volume das vendas 60. b) De preco (taxa) da mao de obra direta. Considere os seguintes dados relativos ao custo da irnplantacao: Material (cabo de rede) Mao de obra (configuracao das estacoes) Padrao Real 100 ma$ 1.o s F/D $ Mis ta F/D $ F/D Material Mao de obra dire ta Total EXERCICIO ND 27.250 Quantidade de horas de MOD trabalhadas 85.000kg Pede-se calcular.000 un.

c) d) e) f) Mista no custo do material. e ne- 1 Esta cornposicao de materias-primas foi simplificada. ~ Variat.Pede-se calcular as seguintes variacoes.' Considerando-se os niveis normais de impurezas encontradas nos graos. Embora haja variacoes. v' Oleo de soja degomado: 40 kg . Mista no custo da mao de obra.o $ F/D s Mista F/D Material Mao de obra ~ direta ~Total EXERCICIO N° 27. em $. De eficiencia no uso da mao de obra direta.oes Elementos Custo- Custo de custo padrao Real ($) ($) --~"--~ Total $ F/D Quantidade s F/D Pret. para fins didaticos.00/h " . para se produzir um kg de produto acabado.000 toneladas de racao para aves em fase inicial de crescimento. b) De preco (taxa) na compra do material. entre outros produtos. Analisando-se a estrutura da producao e custos da empresa e a tendencia de precos no mercado de graos. 1." Cada 1 kg de produto acabado contern 1 kg de materia-prima. . foram estabelecidos os seguintes padroes para aquele produto: -~ Soja Milho Cornposicao da rnateria-prima (por kg de produto)' 60% 40% Preco (por saca de 60kg) $ 36 $ 15 ~ Mao de obra direta (por kg de produto) 4 min. portanto. sabe-se que cerca de 4% do peso total de cada rnateria-prima normalmente se perdem. x $ 3. uma estrutura mais proxima da realidade poderia ser a seguinte.5 Uma empresa fabricante de produtos para nutricao animal planeja produzir no pr6ximo periodo. v' Farinha de came e ossos: SO kg. 150 v' Parelo de soja: 400 kg. . Indicar se a variacao (F) ou Desfavoravel (D): e Favoravel a) De eficiencia no uso do material.): 10 kg./ Outros (sal etc. De preco (taxa) da mao de obra direta. a diminuicao natural de peso durante a armazenagem nos silos e tambern nos processos de moagem e de mistura. para uma tonelada de racao: v' Milho: 500 kg.

f) De preco (taxa) da mao de obra direta. Este fato fez com que a oferta de soja no mercado fosse muito inferior a prevista. em consequencia disso. em razao da proliferacao de pragas durante a safra. por unidade produzida e para a producao real total. Indicar sea variacao e Favora. e) De preco na compra da materia-prima (milho). Verificou-se. as se. Pede-se calcular.000 kg de racao.guintes variacces. incluindo a variacao rnista na de preco). que o preco real do milho ficou 20% abai. houve uma queda na colheita de soja. h) Mista no custo da mao de obra direta. Devido a escassez de soja a empresa. c) Misra no custo da materia-prima (soja). inverteu as proporcoes padrao da quantidade de soja e milho para a producao de racao.cessario adquirir mais de um kg de materia-prima. d) De quantidade no uso da materia-prima (milho).xo do projetado. o tempo real de rnao de obra direta aplicada ficou 25% acima da eficiencia-padrao. em funcao de uma greve parcial dos operarios. . g) De eficiencia no uso da rnao de obra direta. Alern disso. sendo que o percentual de perda se manteve. o preco real desta rnateria-prima ficou 40% acima do orcado. i) De preco na compra de materia-prima (milho). na producao real.vel (F) ou Desfavoravel (D): a) De quantidade no uso da materia-prirna (soja). tarnbem.) Durante o periodo de producao da racao. b) De preco na compra da rnateria-prima (soja). (Considerar tres casas decimais no calculo das quantidades. em valores monetarios ($). 0 volume real de producao no periodo foi de 950. A taxa real de mao de obra superou em 10% o padrao. 1. considerando o sistema de duas variacoes (de quantidade e de preco.

primas (resultado da variacao no mix dos insumos). 151 F/D $ . Comente a respeito de como essa analise de variacoes poderia influenciar a avaliacao de desempenho dos gestores das areas de compras e de producao.hr>.EditoraAtlas. com.j) 0 efeito da variacao conjunta de preco e quantidade das duas materias. A resposta destes exercicios encontra-se disponivel no site: <www. o e s I Elemento de Custo-padrao ($) custo -~-· Custo real ($) Total Quantidade $ F/D ~ F/D Preco Mista ~·~-~F/D $ $ --~~ Soja Milho L Mod Tot~ L 2. V a r i a t .

b) Orcarnento-padrao. c) Direta. 2. EXERCICIO NQ 28.EditoraAtlas.br>.1 A resposta deste e dos proxirnos exercicios encontra-se dispornvel no site: <www. A variacao total de custos indiretos pode ser subdividida em: a) De custos e padrao. e) De volume e padrao. a existencia de: . d) Custo-padrao. e) Producao continua. Acontece variacao de volume devido a) Inflacao alta. b) Cadeia de valor. Quando se fala em custos indiretos por unidade produzida. 3.00073/pag.00273/pag. c) Custos fixos. c) Controles gerenciais. fica implicito que a empresa esta usando: a) Custeio por Absorcao. d) De controle e real. real e mista. e) Orcarnentos. b) De volume e de precos. d) Custo de oportunidade.com. Assinalar a alternativa correta: 1. c) Variacao no Custo do Custo Indireto de Producao: $ 0.28 Analise das Variacoes de Custos Indiretos RESPOSTAS DO EXERCICIO PROPOSTO a) Custo-padrao de Custos Indiretos: $ 0. b) Variacao de Volume no Custo Indireto de Producao: $ 0.05/pag.

custo da sa semana.850 10.3 A Embalax e uma empresa produtora de caixas de papelao.4.000 veiculos por semana. 153 . Ela trabalha com um sistema de custo-padrao semanal.000 n° 8 5. Variacao de volume nao existe no custeio: a) Direto.000 Pede-se calcular: a) b) c) d) A variacao A variacao A variacao A variacao de de de de volume da 5a semana. e) ABC. divididos em 52 semanas. b) Eficiencia e de precos. EXERCICIO N° 28.900.020 9.590. c) Padrao e de volumes. e os custos indiretos reais totalizaram $ 6. volume da 1 ia semana. e) Producao e de ordem. custo da 12a semana. EXERCICIO N° 28.000.000 n° 12 5. 0 volume-padrao de producao da empresa e de 5. 5.000. e os valores reais de determinadas semanas foram: ~· Semanas ~· Producao real (veiculos) Custos indiretos reais ($) n° 5 4.000 n° 11 5. e para os Custos Indiretos de Producao (CIP). c) Por absorcao.225.000 caixas.050 10. b) Variavel. em serie.100. A variacao de custos pode ser separada em variacoes de: a) Departamentos e real.000. d) Volumes e de custos.2 A Montadora de Veiculos Autobras produz apenas autom6veis do modelo SkyLine-XT. Para sua linha de embalagens para liquidificadores foram estabelecidos os seguintes padroes de Custos Indiretos Fixos de Producao (CIP) para um mvel de producao de 200.995.000.000 9. Durante determinado periodo foram produzidas 230. d) Pleno.000 caixas: $ 6. Seu penodo contabil anual e de 364 dias. o padrao e de$ 10.000.

as seguintes variacoes: a) De eficiencia no CIP.000 Considerando que os Custos Indiretos de Producao sao apropriados com base no custo de mao de obra direta.4 A empresa Standard elaborou o seguinte plano operacional de producao para determinado penodo: Fisico Monetaric 40.000 un. pede-se preencher a ficha de custo-padrao e calcular.000 un.200 h $ 5.5 l 154 ($) Variacoes Custo Real ($) Total $ F/D Quantidade s F/D Pre~o F/D $ . De volume no CIP.Pede-se calcular: a) A variacao de volume no Custa Indireto de Producao (CIP). a Contabilidade de Custos reportou os seguintes dados reais (historicos): Fisico Monetarto 42.000 Passado o perfodo. b) A variacao de preco no Custo Indireto de Producao (CIP).000 h (variaveis): (fixos): $ 4. por unidade produzida. EXERCICIO N° 28. b) i' i Elementos de custo Custopadrao Custos Indiretos de Producao EXERCICIO N° 28.570.800.203.800 $ 3. Volume: Mao de obra direta: Custos Indiretos de Producao 80. c) Total do CIP.200.000 $ 25/hmod $1. Volume: Mao de obra direta: Custos Indiretos de Producao Totais: 88.

tos de producao estao demonstrados a seguir: .000 un. de determinado produto.Uma empresa de confeccoes produz pecas de vestuario para moda infantil e a cada estacao climatica lanca uma nova colecao. com o volume-padrao de producao de 1. Os principais dados relativos aos custos indire.

~ Custos Variaveis Fixos upervisao da producao - $ 9. e c) de precos. juntamente com ode Contabilidade de Custos.75/hm $ 7. A resposta destes exerdcios encontra-se disponfvel no site: <www.000 - $ 6. 155 .500 - $ 5. indicando se sao Favoraveis (F) ou Desfavoraveis (D): a) de volume.br >.25/hm nergia eletrica $ 5. por unidade produzida.500 aterial indireto $ 10. ~ Custos Fixos Vartaveis Supervisao da producao $ 9.260 hm.. o departamento de Producao.500 Depreciacao Passado o penodo. com.Tabela 1 Custos indiretos de produciio. pede-se calcular as seguintes variacoes de custos indiretos.EditoraAtlas. b) de eficiencia. ao volorpadriio.000 epreciacao - I Sabendo-se que o padrao de eficiencia e de uma hm por unidade e que o total de horas trabalhadas no periodo foi de 1. verificou que tinham sido produzidas 1. e que os custos indiretos reais foram: Tabela 2 Custos indiretos de produiiio realizados. b.000 Material indireto $ 9/hm Energia eletrica $ 6/hm $ 6.200 un.

b) Variavel. o tratamento correto os estoques no balance pelo custo: e ode avaliar ..EditoraAtlas.) 108 453.. 2.··· .60 144 315 459 Total $/un.60 102. quer indiretos . d) Padrao. os custos quer diretos. 3. ate o final de cada penodo os produtos acabados e os vendidos sao contabilizados ao custo: a) Historico.60 21. F/D $/un..80 D 12 33.1 A resposta deste e dos pr6ximos exercfcios encontra-se <www. 21.) Variaeoes Elementos de custo Material Mao de obra Total ($/un. c) Fixo. e) Ideal. RESPOSTAS DO EXERCICIO PROPOSTO Custo- Custo padrao Real ($/un. c) Dire to.40 8. No custeio-padrao. no Brasil.com. disponfvel no site: Assinalar a alternativa correta: 1..60 D I F F ·~~· Quantidade $/un.60 561. Para efeitos fiscais e societarios.~---~. .. b) Real. F/D 36 138. F/D 2. e) De mercado.40 6 D F F EXERCICIO N° 29.29 Contabilizacao do Custo-padrao o Problemada Inflacao ----------~-.60 F F Mista Pre~o F/D D F F $/un.60 113.sao debitados a conta producao ao custo: a) Padrao. d) De mercado. Na contabllizacao pelo criterio simples com uso do custo-padrao.br>.40 91.

b) Variavel.000 unidades. incorridos.2 A empresa Ypirell produz utensflios dornesticos. Sua estrutura de custos e a seguinte: ~~ I Material direto Mao de obra direta Padrao Real 5 kg/un. vendidas.000 ha$ 7. Foram iniciadas durante o ano 50. a$ 18.000/ano As unidades em processamento no fim do penodo estavam 100% acabadas em termos de material direto e 60% em termos de rnao de obra direta e custos indiretos de producao.000. Na forma complexa de contabilizacao a base do padrao. e) De mercado. por penodo.000 Custos indiretos fixos $ 600. os custos sao debitados por seu valor: a) Padrao. a $ 25/h 255 t. durante o processo produtivo OS CUStOS Sao transferidos a producao a valor: a) Hist6rico.800.496. d) 0 custo-padrao dos produtos vendidos. Fixo. Real. c) 0 custo-padrao dos produtos acabados. 4.a) b) c) d) e) Padrao. d) Padrao. Na forma complexa de contabilizacao a base do padrao. c) Direto.000/t 300. a medida que sao 5. b) 0 custo real total do material direto consumido. c) Real. EXERCICIO N° 29.000 Custos indiretos variaveis $ 8/h de MOD $ 2. d) De mercado. das quais 45. Pede-se calcular: 1. De mercado. Do ano: a) 0 valor do custo-padrao unitario. e iniciou o ano 20X2 sem estoques de Produtos Acabados ou em Elaboracao. Ideal.000 foram terminadas e 40. e) Ideal.000 unidades. A empresa considera como volume-padrao de producao 50. a $ 20/kg 6 h/un. b) Fixo. 157 .

por unidade produzida (caixa com uma grosa). as seguintes variacoes. . produtora de geleia de morango. apresenta a seguinte es.3 A empresa Marred's. Indicar sea variacao e Favoravel CF) ou Desfavoravel (D): a) De eficien cia no ...5 kg/ex x $ 8.50/kg 13h/cx x $ 16/h $ 1 4 0 Sabendo que houve uma inflacao de 12% entre o periodo orcado e o efetivamente realizado. Com os ajustes do fim do exercicio: a) 0 custo real total unitario. c) 0 valor do custo real dos produtos vendidos.40/kg o de obra direta 12 h/cx x $ 15/h stos indiretos $120 I 45kg/cx x $ 7.- ·. b) 0 custo real de estoque dos produtos acabados.trutura de custos. i EXERCICIO N° 29. d) 0 valor real do estoque de produtos em elaboracao. em$. \ 2. por caixa com uma grosa: Padrao Real teria-prima 44. pede-se calcular.

I Elementos I de custo -- Custo- padrao Preco ($) ($) Material Mao de ob ra dir eta I Variacoes Custo real Total $/u F/ n.4 Ii produto com o seguinte custo: :1 A Empresa Pompina foi constituida em 30 de marco com o capital de $ 10. no minimo.000 e os proprietaries esperam um retorno de.l F/D I I Quantidade 1$/un F/D . e) De custos indireto s. b) De preco de materia -prima. 0 capital inicial foi total e imediatamente utilizado na producao de um .\ -+~-- I Total EXERCICIO N° 29. 6% por periodo. d) De preco (taxa) de mao de obra direta. c) De eficiencia de mao de obra direta.uso da materia -prima. D 1$/un.

l - Padrao l: f~ I ~ I I 158 Real (30 de marco) erial de obra 60 kg a $ 90/kg 180 ha$ 20/h (30 de abril) 64 kg a$ 100/kg 180 ha$ 20/h i .

pede-se calcular as seguintes variacoes. Real fisico Real monetario ~ ~a terial direto 315 g/un. c) Mista no custo do material.}±j ·~~. Padrao fisico Padrao monetario ~· Material direto 300 g/un. lB>ral . I Elementos I . em $.o de obra direta 2. f) Mista no custo da mao de obra.n Mista $=¥2D F/D ·~ Mao de obra dire ta .5 h/un. Real Custo ($) ($) al . $ 8 por hora Em determinado periodo.0%. e) De preco (taxa) da mao de obra direta.I padrao Custo- Total $ Varia~oes Quantidade Pre~o $ $ F/D Tf'.000. b) De preco (taxa) na compra do material. foi iniciada a producao de 4. $ 200 por kg Mao de obra direta 2.000 sobre esse preco. a quantidade de material adquirida no periodo foi de 2. d) De eficiencia no uso da mao de obra direta. 159 .000 kg.0 produto foi vendido em 30 de abril do ano seguinte por $ 15. com os seguintes custos: Tabela 2 Custos reais de material direto e de miio de obra direta. $ 220 por kg LMa.75 h/un.5 Uma empresa estabeleceu os seguintes padroes de custos de producao: Tabela 1 Valorespadriio de material direto e de miio de obra direta. incidindo impostos e comissoes de $ 1. Indicar se a variacao e Favoravel (F) ou Desfavoravel (D): a) De eficiencia no uso do material.000 unidades do produto. EXERCICIO N° 29. Considerando-se que a inflacao de abril foi de 2. $ 12 por hora I Outros dados: • • • no infcio do periodo nao havia estoques. 70% dos produtos foram vendidos.

e b) contabilizar os custos (por seus valores-padrao corrigidos)e as variacoes. Pede-se: a) apurar as variacoes efetivas de custos ( descontando o efeito da inflacao). 160 . corn.oes CustoCusto Total Quantidade Preco padrao real F/D ($) ($) F/D s F!D s s Mis ta F/D $ Material MOD Total A resposta destes exercicios encontra-se disponivel no site: <www. em razonetes.EditoraAtlas.• • a taxa de inflacao do perlodo foi de 6%. Elementos de custo Ficha de custo-padrao e variacoes Variaf. e toda a producao iniciada foi concluida no periodo.br>.

Execucao e Controle. e) Do patrimonlo da ernpresa. Fe F. Sao subsistemas tipicos de um Sistema de Inforrnacoes Gerenciais: a) Planejamento. normalmente e uma reacao: a) Ativa. RESPOSTAS DO EXERCICIO PROPOSTO 1. b) Contabilidade Gerencial e Decisorial.1 A resposta deste e dos pr6ximos exercicios encontra-se <www. A escolha de um sistema de custos depende principalmente: a) Da metodologia empregada. 3. dispornvel no site: Assinalar a alternativa correta: 1.EditoraAtlas. Orcamentos e Gestao. c) Contabilidade. d) Da mao de obra ernpregada. V. e) Controles. V. d) De medo.30 Implantacao de Sistemas de Custos . Alternativa correta: A. c) Do tamanho do setor. porter resistencia custos. 3. A atitude de uma pessoa.com. b) Do objetivo a ser atingido. . e) Positiva. 2. Execucao e Controles.br>. a irnplantacao de um sistema de 2. b) De controle. c) Passiva. V. d) Contabilidade. Alternativa correta: E. EXERCICIO N° 30. Custos e Orcamentos.

e) I. III e IV. que ela: a) b) c) d) e) 162 Deve ser gradativa. b) Custos das perdas. normalmente. c) II.2 Assinalar a alternativa correta: 1.: H I Pode-se citar como intercambio de dados entre subsistemas de um Sistema de Informacoes Gerenciais (SIG): a) Preco do concorrente e consumo de material. II e IV. Deve ser imposta. II e III. Observar as sentencas seguintes: . A irnplantacao de um sistema de inforrnacao deve ser: a) Imperativa. liquidez. . e) Analise de mercado e de demanda por produto. pode-se desencadear uma sensacao de inicio de uma era de controle e fiscalizacao sabre o pessoal. todo sistema consegue eliminar pessoas e gastos. 3. b) I. d) Custa fixo. Depende do mvel de detalhe. lucro liquido. 2. Estao corretas as sentencas: a) I. solvencia. II . pode ocorrer imediata reacao do pessoal. d) Autoritaria. III e IV. custo fixo. custo por produto.4. c) Valor dos estoques. c) Analise dos concorrentes e valor dos estoques. II. e) Valor dos estoques. patrimonio liquido. Informacoes sao caras. III e IV. receita bruta. c) Imposta. III . Nao se pode afirmar. lucratividade.Sempre existirao problemas na adocao e implantacao de um sistema de inforrnacao. liquidez.Quando um dos motivos da irnplantacao de um sistema e a ideia de reducao de custos. b) Custa previsto e liquidez corrente da empresa. custo-padrao. Sao informacoes geradas por um sistema de custos: a) Valor dos estoques. d) Quantidade prevista e consumida de material. IV . a respeito da implantacao de Sistemas de Custos.Quando da implantacao de um sistema. e) Arbitraria.A curto prazo. 11 ' lI 1 . EXERCICIO N° 30. b) Gradativa. d) I. 5. Depende do objetivo.

EXERCICION° 30. ao implantar um sistema de custos. b) Ambiente e pessoal. a quantidade de dados necessaries e a finalidade de sua implantacao. A implantacao de um sistema de custos depende de: a) Objetivo e nivel de detalhe.3 Assinalar Falso (F) ou Verdadeiro (V): ( ) Quaisquer que sejam os sistemas de custos adotados. nao implica que. ( ) Quando da implantacao de um sistema de custos. c) Se um sistema estiver funcionando bem num concorrente. ( ) Definidos os objetivos. . talvez nao haja necessidade de a empresa implantar um sistema para todo o conjunto da organizacao. torna-se mais facil determinar o tipo de sistema. d) Um sistema sempre funciona bem. e) Fiscalizacao e controle. assim coma seu nivel de detalhamento. pode. ja que todo Sistema e autoexplicativo. A respeito de "importacao'' de sistemas de custos. o que normalmente ocorre e o aumento de pessoas e de equipamentos. tenha sucesso no outro. ( ) Um sistema de custos deve ser eficiente a ponto de levantar todos os dados e gerar todas as inforrnacoes possiveis. EXERCICION° 30. sem qualquer adaptacao. coma a resistencia do pessoal e outros. ea sensacao de estar sendo iniciada uma era de controle par parte da Administracao. ( ) A primeira reacao das pessoas. necessariamente. sempre existirao alguns problemas. ( ) A implantacao de sistemas de custos consegue sempre eliminar pessoas e reduzir muitos custos a curto prazo. na maioria das vezes.4 Assinalar Falso (F) ou Verdadeiro (V): ( ) Nada mais barato do que utilizar um sistema de custeio que ja tenha sido bernsucedido numa outra empresa. ja pre-rnoldados e predesenhados. ( ) Onde nunca houve sistemas formais de captacao de dados deve-se comecar com 0 maxima de detalhamento. numa outra cujo foco esta em material direto. c) Informacao e tecnologia. b) 0 sistema que foi bem-sucedido na matriz tambern funcionara bem na filial. pelo menos durante algum tempo. ( ) Nao e necessario que seja dada alguma assessoria junta aos usuarios. d) Mercado e demanda. independentemente do grau de sofisticacao da estrutura administrativa. custe o que custar. ser bern-sucedido. .4. da qualidade e educacao do pessoal envolvido. 163 . ( ) Seo problema e espedfico. e) Modelos desenvolvidos para empresas onde a enfase e no controle de mao de obra podem ser aplicados. e correto afirmar que: a) 0 uso de pacotes de sistemas. 5.

0 sistema de bonificacoes da empresa nao tinha informacoes seguras para recompensar os gerentes que tivessem melhor desempenho. decisao e controle de custos do sistema apoiariam os objetivos da empresa e os interesses individuais dos gerentes. Assim. nao se sabia qual dos projetos e de qual regiao estava sendo mais lucrativo. Houve resistencia dos funcionarios. sem uma analise acurada de seus custos. expandiu suas atividades para outras regioes do pais gracas a crescente conscientizacao socioambiental das organizacoes. e sim o resultado global e por filiais. Depois da irnplantacao. tambem. os executivos tinham a impressao de que alguns projetos nao estavam cobrindo seus proprios custos. decidiu-se adquirir no mercado um sistema de apuracao de custos que fosse voltado a empresas de prestacao de services. e sediada em Campinas (SP) e ate pouco tempo possufa apenas tres filiais. pode-se afirmar que: a) Os executivos nao estavam preocupados em saber quais eram os clienres e os projetos mais lucrativos. c) A cobertura dos custos de cada projeto era uma inforrnacao obtida apenas na Contabilidade Societaria da empresa. 164 No que diz respeito a implantacao do sistema de custos na empresa. 1. Nos tiltimos anos. que se aprimorasse o processo de elaboracao dos orcamentos. mas atender tambern as areas Fiscal e Societaria da empresa. Com base na leitura do texto. nao seria necessario: a) Verificar a materialidade da inforrnacao requerida. os trabalhos redobraram. a exigencia da legislacao ea pressao de ONGs. . pede-se assinalar a alternativa correta. Alern disso. que continuavam sem ter um instrumento confiavel para a tomada de decisoes. o tempo despendido na contagem de materiais e no apontamento de horas em time sheet era maior do que as horas dedicadas aos projetos. 0 excesso de detalhes do sistema passou a incomodar tambem os gerentes.5 Uma empresa presta services de consultoria ambiental no Brasil e e reconhecida por seu alto rnvel de qualidade. Os orcamentos eram preparados com base em estimativas grosseiras. Segundo a direcao da empresa. b) 0 sistema deveria proporcionar informacoes para que o orcamento dos projetos nao fosse mais elaborado de forma erratica e intuitiva. d) A inforrnacao sobre os custos de cada filial nao ajudaria a diminuir a competicao entre as mesmas. era necessario. acreditava-se que a compra de um sistema completo e detalhado seria vantajosa. 2. porque o sistema demandava muito trabalho e nao foi considerada a necessidade de novas contratacoes. Tudo isso fez com que a empresa se preocupasse em ter sistema de apuracao de custos e resultados por projeto. Apesar do alto custo. a direcao nao teria se preocupado em treinar os funcionarios para operar o sistema. porque todos os problemas de todas as areas seriam resolvidos em pouquissimo tempo. 0 indice de rotacao de pessoal aumentou significativamente. alern disso.EXERCICIO N° 30. consequentemente. o sistema nao deveria restringir-se a Contabilidade Gerencial. Quanto aos objetivos do sistema de apuracao de custos. e) As funcoes de avaliacao. Apesar de apresentarem resultados positivos na empresa como um todo.

que teria com os funcionarios. pode-se afirmar que: a) Os problemas encontrados dizern respeito exclusivamente a esta empresa. eram: a) Precificacao e adrnissao de funcionarios. a contar com o suporte do sistema. d) Avaliacao de desempenho e sistema de rernuneracao. 5. porque geralmente os funcionarios aceitam tudo. e) Avaliacao de desempenho e descontinuacao de projetos. a empresa considerou outros gastos. Para os diretores da empresa. b) 0 excesso de dados requeridos pelo sistema de custos foi um fator que nao influenciou o indice de rotacao de empregados. ( ) 0 excesso de detalhes de cada um dos m6dulos do sistema enriqueceu e agilizou o processo de tomada de decisoes na empresa. c) Os funcionarios resistiram a proposta da empresa. ja que foi imposta pela direcao. d) Preparar os funcionarios para trabalhar corn o sistema nao se restringiria a treina-los. Quanta as razoes da reacao dos funcionarios a forma de adocao do Sistema. e) Contemplar 3. d) Agencias e) Escrit6rios. Regioes. 165 .b) Definir objetivos a serem atingidos c) Considerar o impacto com o sistema. b) Precificacao e avaliacao de desempenho. entidades de custeio objeto do Filiais. mas tambern discutir com eles os seus objetivos. e) A motivacao dos funcionarios foi prejudicada pela politica de recompensas implantada. Para os diretores sistema eram: a) b) c) todos os processos. Projetos. c) Precificacao e descontinuacao de projetos. d) Avaliar a relacao geral de custo-beneff cio do sistema. e correto afirmar que: (Assinalar Falso (F) ou Verdadeiro (V)) ( ) Aspectos institucionais relacionados ao comportamento e a cultura do pessoal da organizacao foram levados em conta. como a sua manutencao e o treinamento de funcionarios. que iniciou um clima de competicao entre eles. a aquisicao e o uso do sistema de apuracao de custos trariam a garantia de resultados efetivos. atividades as principais e tarefas. ( ) Para os principais executivos da empresa. <la empresa. 4. 6. os principais eventos objeto de decisao. ( ) Alern do preco de aquisicao do sistema. Considerando-se a decisao tomada pela empresa em comprar o sistema pronto. ( ) 0 fato de o sisterna adquirido ser do setor de atuacao da ernpresa nao garantiu que ela atingisse seus objetivos com ele. porque nao estavam dispostos a entende-la.

Formato Tipologia Papel I i 1 Nurnero de paginas Impressiio 21 x 28 cm Charter 11/13 Alta Alvura 90 g/rn.(miolo) Supremo 250 g/rn.(capa) 168 Gecgrafica Editora .

. Civil: 0 Solteiro 0 Casado CEP: Email: Fax: End..: Fax: De que forma tomou conhecimento deste livro? Jornal o Revista o Internet o lndicacao de Professores o Outros: o o _ _ CEP: _ _ Email: _ Radio D TV 0 Residencial Remeter correspondencia para o endereco: o Mala Direta _ 0 Comercial Dobre aqui : lndique sua(s) areats) de interesse: • : 1u' : ~ "' : ~ '2 : ~ . . Sim.. "' u L.:a do Trabalho . : ·~ • '. Comercial: Cidade: Tel.~~-b_r~. Quero fazer parte do banco de dados seletivo da Editora Atlas para receber inforrnacoes sobre lanc. 0. ·_-: :. Res. Informatica I T.:amentosna(s) areats) de meu interesse. Linguas I Literatura Sociologia I Psicologia I Antropologia CornunicacaoEmpresarial Direito Seguranc.:as 0 0 0 0 0 Educacao 0 0 0 0 0 •w Ir... . 8:~ ..!! 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Adrrunistracao Geral I Management Producao I Logistica I Materiais RecursosHumanos Estrategia Empresarial Marketing I Vendas I Propaganda Qualidade Teoria das Organizacoes Turismo Contabilidade Financ. . •u ·: ~ Comentarios : ::~ . . Com. Sexo:0 Masc.... ~9~~ : -: : : _ ~~!: _c:q~i- _ .0 Fem. I.. Residencial: Cidade: Tel. _ ...:'~ m O'~:-§ --------------------------------•• C 0 •U --------------------------------- Economia Cornercio Exterior Matematica I Estatistica I P.: Est. CPF: Data de Nascimento: End.:::J C:J"I: .

PA.13W3t:I .ISR402373/83 U..1N3. RESPOSTA Nao e necessarlo selar 0 selo sera pago por: 01216999 Sao Paulo SP I I I I I I :o:)3t:l30Nil =3.C Born Retiro DR I Sao Paulo CARTA .